30jun

A incrível geração que acredita ser mais inteligente por seu gosto musical

Postado por às em Música, vida
mesmo se nada der certo filme

Mark Ruffalo e Keira Knightley em cena de “Mesmo Se Nada Der Certo”, de 2014

[Você pode ler esse post escutando qualquer música. Coloca ai a sua favorita! ♫]

Conheço muitas pessoas que não tem preconceitos com gays, negros ou moradores de rua. Pessoas que falam que não tem preconceito contra nada, pessoas que saíram gritando em suas redes sociais a pergunta “quem é Cristiano Araújo? Por que ele é tão famoso assim se eu não conhecia?“, pessoas que acham que o fã de funk ou aquele cara que gosta de pagode, ou ainda o fã de One Direction, é um alienado.

Eu gosto de todo tipo de música, ouço Ed Sheeran e Lady Gaga, Imagine Dragons e Arcade Fire, Taylor Swift e Angus and Julia Stone, escuto de tudo e não tenho problema com isso. Às vezes em casa, quando quero me animar, coloco É o Tchan para tocar e me divirto. Será que isso quer dizer que sou menos inteligente que você?

Nos tempos atuais para uma pessoa ser inteligente ela deve curtir uma banda indie neozelandesa que toque suas músicas com um único instrumento feito de uma árvore que não existe mais ou que faça clipes que ninguém entende, pois isso é ser cool.

Gostar de Backstreet Boys é errado, já parou (agora que você é adulto) e analisou as letras? É uma bobeira atrás da outra! E One Direction? Como assim você gosta deles? São umas crianças cantando sobre amor. Mas gostar de Beatles faz você ser superior. E aquele jazzinho delícia? Isso sim é coisa boa, isso sim faz de você uma pessoa evoluída. Claro que temos que excluir a Lady Gaga, pois ela é do pop e não soa bem falar que o jazz dela com o Tony Bennett é bom. Não escutaria isso nem em casa, imagina então com pessoas me observando?

Pra vocês terem ideia escutei uma pérola quando o pianista Herbie Hancock e o cantor John Mayer estavam tocando para o Ed Sheeran na 55ª edição Grammy Award. Uma pessoa disse “Como assim eles estão tocando para esse moleque?” e completou dizendo que o Ed Sheeran era um cantor pra adolescente. Mas é claro que o Radiohead, Oasis ou o Nirvana são bem melhores, mesmo sendo bandas que você gostava em sua adolescência.

Não, eu não estou comparando Ed Sheeran com Kurt Cobain, muito menos com os irmãos Gallagher. Só quero fazer uma comparação simples sobre você, sobre sua adolescência e sua inteligência.

Eu não entendo essas coisas. Não é religião, não é educação, é só música! Por que então você considera alguém inferior só por que ele não gosta de Björk e prefere Taylor Swift? Vivemos numa sociedade em que gostar do que todo mundo gosta é algo ruim, te diminui. Faz de você parte de povo.

Hoje em dia quando alguém me pergunta que tipo de música eu gosto, não sei responder. Eu gosto de tudo, até de funk. Se estou na balada e toca funk eu me divirto muito. E qual o problema?

Algumas pessoas falam que o mundo está ficando chato, pois tudo está virando preconceito, mas não é verdade? Quando as pessoas ~ que não tem preconceito com nada ~ pararem de se achar mais inteligentes pelo seu gosto musical, os chatos ~ como eu ~ podem parar de escrever sobre isso. Não é?

You say goodbye and I say hello
Hello, hello
I don’t know why you say goodbye
I say hello, hello hello
I don’t know why you say goodbye
I say hello…” – The Beatles

Let me tell you the story about the call that changed my destiny
Me and my boys went out, just to end up in mysery
I was about to go home and there she was standing in front of me
Said: Hi, I got a little place nearby
Gotta go…” – Backstreet Boys

You say, you say to everybody that you hate me
Couldn’t blame you ‘cause I know I left you all alone
Yeah, I know that I left you all alone…” – One Direction

Se eu embaralhar essas letras você, que não é fã de nenhum dos três, saberia dizer quem é quem? Não estou falando de importância para o mundo da música (não sou crítico), estou apenas tentando entender onde está a parte que deixa algumas pessoas mais inteligentes e outras mais burras.

  • Stephen

    Primeiramente funk não é música e geralmente pessoas mais desenvolvidas sabem o que os estúdios musicais fazem com os “sucessos” do pop que a massa ama
    e a pergunta pra sua questão é simples
    quem vai pra balada já mostra não ser nenhum pouco inteligente.
    afinal se realmente fosse o que afirma ser digamos que não teria afinidade para esses tipos de ambiente.

    • Guto

      Achei seu comentário de uma pobreza argumentativa inefável. Você foi a ilustração do estereótipo que o texto critica: um babaca metido a sabidão que tenta hierarquizar cultura. Não sei se é do seu conhecimento, mas julgar uma pessoa pelo fato dela gostar de ir em balada á de uma mediocridade incalculável. Foucault, um dos maiores pensadores do século passado, ADORAVA uma festa (quando ele vinha para o Brasil, a rua augusta em São Paulo era parada obrigatória). Tome o filósofo como exemplo e reflita até onde esse seu seu pensamento tem fundamento. Passar bem.

      • Jader Araújo

        Guto, obrigado pelo seu comentário.
        Concordo em tudo que você escreveu e espero que tenha gostado do texto.

        Abraços :)

      • Renata

        Obrigada pelo seu comentario Guto!

      • mariana

        Melhor resposta a esse comentário ridículo, valeu!

      • Martin

        John Von Neumann era baladeiro. Gênio e semideus da matemática. Precursor da computação e trabalhou no projeto Manhattan. Aos 12 anos dominava o cálculo diferencial e integral. Cursou Engenharia Química aos 18 em paralelo ao seu curso de Matemática, atingindo média máxima sem participar das aulas, apenas respondendo às provas.

        • marcelo

          Willard Van Orman Quine, o cara da lógica analítica, deu o nome ao seu mais célebre livro, após ouvir Harry Belafonte cantar o calipso “FROM A LOGICAL POINT OF VIEW”.

      • Daniel

        Parabéns pelo comentário

        • Dhani Lyrio

          Apenas ouça James Brown.

      • Eduardo

        Uau!! Ótima resposta Guto!!

      • Maria Eduarda

        Olha não sou de comentar muito nas publicações que vejo em redes social ou em sites, mas hoje fui obrigada a comentar e parabenizar o guto pelo seu comentário, pois ele escreveu tudo o que eu, e como posso ver que a maioria, queria dizer para esse individuo, mesmo lendo e o texto meses depois de ser publicado ainda e lendo o comentário absurdo que foi publicado ainda sinto uma revolta e um pouco de pena por ver que tem pessoas que se acham superior as outras, e eu, infelizmente, sinto por essa pessoa do comentário um dos piores sentimentos que o ser humano pode ter por outra pessoa PENA, pena por ele se achar tão superar mas na verdade ter um pensamento pequeno.

      • Gallarro

        Guto melhor pessoa

      • Eu

        Foucault é lixo, picareta.

      • Anônimo

        Que ótimo, ter uma ilustração tão clara do tipo de babaca que fala o texto!

      • Matheus

        Ha uma diferença grande entre festa e balada.

    • Jader Araújo

      Oi Stephen, que pena que você pensa assim.
      Fico realmente triste por você, acho que as pessoas devem ser menos preconceituosas. Todo tipo de preconceito é burro.

      Mas de qualquer forma essa é sua opinião e obrigado por visitar o blog.
      Abraços,

    • Diogo Zampieri

      “nenhum pouco inteligente”

      Por favor, saia da bolha da mídia e pesquisa a história do funk, conheça músicas desse gênero que é banalizado pela mídia mas que produz sim material de qualidade. Vale tbm pra sertanejo e outros ritmos geralmente hostilizados.

      • Rangel R Morais

        ” […] Meu nome é valeska
        E o apelido é “quero dá”
        Dá dá dá dá dá dá dá dá dá dá
        Dá dá dá dá dá dá dá dá dá dá
        Dá dá dá dá dá dá dá dá dá dá
        Dá dá dá dá dá dá dá dá dá dá

        Ai, ai que vontade louca
        Ai, ai que vontade louca
        Ai, ai que vontade louca
        Difícil de controlar […] ”

        E isso não é nem o começo. O funk que você citou Diogo, ou já morreu ou está quase morto. O “funk brasileiro”, o real, não vende pra essa geração e nem pras futuras.

        Quem me dera um carro de som passar com o som “no talo” e tocando Claudinho e Buchecha ou outros dessa época.

        • mariana

          “como é que cês quer ser feliz esse ano Deixando a responsa com o Feliciano Humanos direito vai ter o direito De ter um monstro nos direitos humanos Daqui a pouco vão tacar mais lenha Querer acabar com a lei Maria da Penha Se pá ele vai pedir o seu cartão Mas vê se não vai esquecer de dar senha Mantenho minha fé em nós Do que no seu Deus que está na igreja Que só ama quem põe na bandeja E manda pro inferno quem toma uma breja Tá rolando dinheiro a vera E tu quer saber onde tão os seus Na assembleia dos deputados Ou se tá na assembleia de Deus Ou tá lá na universal, se pá teve lá na mundial Ou tá lá na igreja da graça a igreja que é internacional Apóstolo estuprando seu bolso O cristão estuprando o gatilho O pastor estuprando a fiel e o padre estuprando seu filho Mas se for olhar profundamente Os problemas com crente é peixe pequeno O Brasil é o país da festa E o que nos resta e estar no veneno Brasileiro quer ser mais malandro Explorando os bolivianos Enquanto isso o nosso nióbio Sai daqui por debaixo dos panos Observe de perto meu mano, Olha lá nossos governadores Não investem na educação Pra não ter uma geração de pensadores Pensadores tentaram avisar, Mas você fingiu que não viu Aqui a bunda vale mais que a mente Infelizmente esse é o Brasil O problema está la no no nordeste Está aqui em São Paulo e também está no Rio Isso é Brasil, isso é Brasil A bandeira são somente cores E os nossos valores você não sentiu Isso é Brasil, isso é Brasil Autoridades não usam ideias Só usam onomatopeia do “shii” Isso é Brasil, isso é Brasil Mc Garden tá aqui te falando, tu tá escutando Será que ouviu Isso é Brasil, isso é Brasil Sistema de saúde precário, só de lembrar até passo mal Me incomodo menos com a doença Do que com a demora do hospital Brasileiro achando legal ser tratado como animal Mas como é que vamos reclamar Se nas decisões agimos como tal Violência policial (é melhor nem tocar nesse assunto Porque daqui a pouco vão excluir esse vídeo Se eu falar muito vão me excluir junto) Agora olha nossos busão que é 7 da manhã E não cabe mais ninguém, logo mais aumenta condução E vocês vão achar que está tudo bem Tão querendo acabar com os índios Que é a origem do nosso país O dinheiro está mandando em tudo E deixando mudo quem quer ser feliz A pressa tá matando o ciclista E nas avenidas mais um arregaço O que dá sorte ter vivido o piloto maldito joga fora o braço Na rede social só piada também alienando a massa Ou garota posando pelada Quer estar na playboy mas fez isso de graça Mc’s esqueceram a paz, jovens Como antes não se fazem mais O casal chega na adolescência E na mó indecência eles já vão ser pais Onde é que estão os pais? Será que estão presos na cela? Ou será que tão presos na sala em frente da Tv Assistindo novela? Pensadores tentaram avisar, Mas você fingiu que não viu Aqui a bunda vale mais que a mente Infelizmente esse é nosso Brasil O problema está la no no nordeste Está aqui em São paulo e também está no Rio Isso é Brasil, isso é Brasil A bandeira são somente cores E os nossos valores você não sentiu Isso é Brasil, isso é Brasil Autoridades não usam ideias Só usam onomatopeia do “shii” Isso é Brasil”

          Um funk recente pra você :*

          • Ana

            Perfeita Mariana!

          • Falchioni

            Isso pra mim não é um funk e sim um rap do Fábio Brazza mais enfim não tenho preconceito, e acho que inteligência não tem gênero musical

        • Rom Freire

          A desculpa de quem gosta desse tipo de “composição”, Rangel, é que só está na “balada” para se divertir, não para prestar atenção na letra. Bom, na minha época eu e meus amigos nos divertiamos muito nas festas, e ao mesmo tempo prestávamos atenção nas letras de Legião Urbana, Titãs, IRA!, Nenhum de Nós… Mas cada cabeça uma sentença.

    • William placides

      Realmente, esse stephen é esse esteriotipo! Sou desses ecléticos totais, com gosto de envergadura que vai a mc guime (qual o problema?) A muse, franz, audioslave etc. Escuto john mayer e wesley safadao, e não me considero nada burro.

    • Giuseppe Crabapples

      Não, Stephen… que loucura! Como você é burro…

    • Dea

      Kkkkkkkkk esse tipo de gente tá suja de preconceito em todos os pensamentos. Tenho pena de você, meu caro. Mas boa sorte aí na vida que Vc tá precisando e muito.

    • donald

      Deveria ter utilizado “nem um” em vez de “nenhum” nesse caso. E utilize vírgulas da próxima vez. Abraço, sabichão.

    • KKKKKKKKKKKK esperto é o Catra que cantando funk deve ganhar mais dinheiro que você seu “intelectual” kkkkkkkkkkk chora

    • susu

      Ridículo esse povinho medíocre que se acha melhor que outras pessoas apenas pelo gosto musical, depois vem com papinho barato diga não ao preconceito, e isso é oque???? sem mais comentários.

    • Lorena

      Achei hilário, você é uma comédia ta de zoeira não é meu filho chamar a pessoa de burra por ir a balada, se você não sai de casa nem para ir a barzinho encher a cara com os amigos isso significa que você é um chato que não sabe aproveitar a sua juventude

      • celso

        Mais um comentario criticando e generalizando kkkkkkkkk.. Eu nao bebo, nao vou a balada por nao gostar, mas saio sim pra me divertir com amigos que bebem apesar de eu nao beber.. Inclusive barzinhos 😉

      • Então você acharia chato um cara que não gosta de baladas nem de barzinhos, e que não bebe? Sempre odiei barzinhos e baladas (para sair prefiro um lugar tranquilo como haras, parque ou hotel fazenda), e não bebo (por opção mesmo, mesmo por exemplo eu adorar vinho doce).

    • José Mendonça

      Pois é, rapaz mais culto que os outros, sou formado na PUC, morei 5 anos na Europa, falo mais dois idiomas, conheço 15 países, e sou apaixonado por Balada, por Sertanejo e Funk, algumas letras do funk realmente são um ataque a moral e aos bons costumes da familia, o que não me atrai, mas nem por isso acho que sou um ser superior, mais inteligente ou culto que alguem que goste. E gostar de bandas tipo Beatles, Oasis ou Nirvana não me faz ser mais intelectual do que nenhuma outra pessoal que goste de musica pop, seja ela em português ou em outro idioma. Abraços

      • Eu também conheço médicos, advogados e doutores mestrados em faculdade que gostam de sertanejo, funk, pagodão axé etc., e que dizem por exemplo, rock ser só gritaria e barulho, que jazz seria chato e repetitivo, que blues e música clássica ou erudita seriam sons depressivos. E conheço headbangers, fãs de blues, jazz música clássica que de tão burros que não sabem nem quem foi Einstein, e pagam de revoltadinhos contra a sociedade. Gosto musical não define caráter em ninguém. Digo eu, que não curto sertanejo, nem pagode, nem axé nem nada desses estilos populares que o povo gosta.

    • Christina

      Realmente, você não entende o sentimento de quem gosta de música e o que a falta de apreciação de sua técnica representa para a sociedade e você não entende de música como disse, valendo-se de comparações de banda em vez de passagens, técnicas, afinação, harmonia e músicas em si. Toda banda faz coisas boas e ruins. E principalmente você não entende o que a cultura pop faz com os artistas como Gwen steffani, lady GaGa, avril Lavigne… Músicos bons que percebem que a musica boa que fazem não vende mais do que letras e sons repetitivos que ficam na cabeça das pessoas e começam a fazer música de mercado. Então se quer falar sobre o suposto preconceito que te incomoda nas pessoas que curtem música pela música, estude ele antes.

      • Eduardo

        até quem fim um comentário coerente!

    • Daniel

      Senhor ser supremo da inteligência. Venho humildemente corrigi-lo. O certo é “nem um pouco” bjs

    • JT

      Cara, eu não tenho nada contra baladas com sucessos do pop e músical eletrônicas, acho que para diversão é válido.
      Mas acho sim que a boa música faz de nós seres mais inteligentes.
      Sou fã do grande Cazuza, com suas poesias em forma de música, com letras tão atuais, fazendo críticas a nossa política. A voz encantadora e entorpecente de Elis Regina.
      Amo rock e seus sub gêneros. Minha coleção de álbuns do Elvis Presley mostram que eu aos meus 20 anos estou a um nível cultural mais elevado que as pessoas que escutam o funk brasileiro. A origem do funk, o funk de verdade, com James Brown, Kool and Gang… esse sim tem letra, tem musicalidade. Não é isso que as pessoas ouvem hoje, com letras vulgares, que ridicularizam a mulher.
      Eu tenho preconceito com música ruim! Eu tenho preconceito com letras vulgares, com vozes e inatrumentais ruins! Porque eu, desde que me conheço por gente escuto rock, blues, jazz, heavy metal, bossa nova, MPB, música clássica…

    • Luciano Diamantino

      Vc precisa melhorar sua escrita e pontuação. Tá fraco nesse campo. Inteligente é aquele que ouve td e filtra o que é importante e/ou absorve o que o evolui. Hipócrita.

    • Rodrigo

      Vc devia usar mais drogas meu camarada, talvez até mate esses vermes no seu cerebro

    • Raquel

      Que comentário escroto!

    • Stefan Semenoff

      Mau gosto não se discute.

    • Elyseo
    • Lucas Varini

      Mandou bem cara. Funk é lixo e bailes funk são lugares de idiotas.

  • Sorveta

    Jardinho matou a pau! Preconceito, qualquer que seja, é nocivo demais. Gosto musical é único e individual, e não desqualifica o de outro alguém. É nóis dançando Valesca quando toca na balada! <3

    • Jader Araújo

      Sua linda, obrigado pelo comentário!
      Sim, isso é muito único e ninguém tem que ficar diminuindo outras pessoas apenas pelo seu gosto musical.

      <3

  • jéssica

    Amei!!!!
    Você falou exatamente o que eu penso.. As pessoas tem direito de não conhecer e não gostar de alguma coisa, mas não é pq eu não tenho o mesmo gosto que o seu eu sou mais inteligente ou mais burro que você!
    Eu escuto de tudo, e me orgulho disso. Posso me divertir em qualquer lugar e não preciso criticar o outro por não fazer o mesmo.
    Preconceito cm qualquer coisa é burrice. Afinal, ninguém é melhor e nem pior que ninguém.

    • Jader Araújo

      Disse tudo, Jéssica.
      Obrigado por compartilhar sua opinião aqui. Arrasou. :)
      Beijos,

  • Ca Mendes

    Feliz de viver em um mundo que existe pessoas que não compartilhem desse preconceito, assim como você eu me divirto com tudo! E triste pessoas se achando superiores pelo seu gosto musical. O mais lindo da vida é aproveitar tudo, e eu aproveito principalmente os estilos de música.
    Arrasou! Como sempre <3

    • Jader Araújo

      “O mais lindo da vida é aproveitar tudo…”
      Sim maninha, arrasou! Obrigado pelo comentário. <3

  • Iara

    Gostei muito do texto e vou além: vc não precisa gostar de tudo pra não ser preconceituoso musicalmente! Meu gosto é bastante eclético, mas há certos estilos musicais ou bandas/cantores(as) que não me agradam. E é só isso, não significa que são ruins ou que quem gosta deles(as) é inferior a mim. Xô, rotulagem!

    • Jader Araújo

      Xô preconceito, Lara.
      Isso aí, arrasou. Não é por que não gosto de algo que vou criticar quem escuta!

      Obrigado pela visita e pelo comentário. <3
      Beijos,

  • Adorei o texto e fiquei bem feliz quando vc citou BSB pq com a vinda deles pro Brasil e eu ainda sendo fã ouvi muita represália besta de gente falando: “mas nossa vc ja tem 29 anos e ainda gosta disso?”
    Não sabia que gosto musical tinha data de validade agora.

    • Jader Araújo

      “Não sabia que gosto musical tinha data de validade” HAHAHA adorei seu comentário! Menina, eu escuto BSB em festas de aniversários (inclusive na minha) é me divirto muito.

      Obrigado pela visita e pelo comentário.
      Beijos,

  • Ana Carolina

    Confesso que durante um tempo pensei dessa forma, estranho o quanto a gente se fecha e coloca os nossos gostos e opiniões em um pedestal apenas pra se reafirmar. É libertador deixar de julgar e categorizar as pessoas, ficamos mais livres pra se divertir em qualquer ambiente não importa o que esteja tocando e mais abertos a conhecer pessoas e saber lidar com as diferenças. Ótimo texto, parabéns!

    • Jader Araújo

      Oi Ana, vou te confessar que também já fui essa pessoa, sabe?
      Eu odiava funk e tinha preconceito, hoje acho divertido demais e danço mesmo. Acho que é legal evoluir e tirar os preconceitos da cabeça, quando olhamos para trás e enxergamos a nossa evolução é lindo né?

      Beijos e obrigado pela visita.

  • Ai que texto gostoso de ler porque eu concordo com tudo o que você escreveu. Essa modinha do lance da música + cool + inteligência já é um porre desde que eu estava na faculdade. Na Unesp você basicamente tinha que gostar de Björk pra ser considerado “alguém” e eu sempre detestei Björk e sempre amei música pop. Isso é de uma babaquice tão sem fundamento que nem dá pra entender. Eu, depois de velha, me peguei cantarolando e gostando de algumas músicas do Luan Santana. E aí? Eu continuo sábia, linda, divertida e ainda sambo na cara dos chatos e chatas! hahaha

    Saudades, Jardinho <3

    • Jader Araújo

      HAHAHA morrendo de rir aqui com seu comentário.
      Nunca achei que diria isso, mas com a idade vem a saberia (para alguns, né?) e adoro que estou nesse grupo. Hoje com 28 anos vejo os clipe do One Direction e canto junto. Sou menos inteligente por isso? Nem a pau, continuo sendo lindo e sábio, igual você. <3

      Saudade demais, vem pra São Paulo provar os drinks do Jardinho. <3

      • gabriela neves

        O que one direction e luan santana tem haver com funk e outras músicas que insinuam pegação e sexo? Pessoas que tem essa fissura em sexo são burras e sem cultura sim, e muitas músicas de cristiano araújo insinuavam apologia ao sexo, bebedeira e pegação. Pessoas inteligentes não acham uma coisa legal sair fazendo sexo e pegando todo mundo, pessoas que tem esse tipo de pensamento são alienadas pela mídia que diz isso ser “aproveitar a vida”, eu era assim na adolescência, adorava ir nessas baladas ouvir essas músicas e sair pegando todo mundo e tinha uma ilusão que era feliz fazendo aquilo, mas no fundo eu não era, depois de ter começado a estudar e parar de ir nessas festas percebi como era ridículo aquilo. Baladas são lotadas por homens que querem pegar várias mulheres só para poderem se gabar depois para seus amigos, homens que tem a necessidade de se auto proclamar o “macho alpha” são inseguros e imaturos. Já as mulheres que frequentam essas baladas em sua maioria são interesseiras, marias gasolinas ou querem pegar tal cara para “aparecer”. O que Zeca camargo falou é verdade, nosso país faz uma apologia enorme ao sexo, o país da cultura da bunda.

        • Daiane

          Bom, achei esse post do nada e achei o tema interessante, porém observei gente criticando o preconceito que concordo é estupidez, entretanto algumas pessoas nos comentários foram indiretamente chamadas de analfabetas (preconceito). Na verdade gente existe as músicas clássicas e as comerciais agora se uma é melhor que a outra eu não sei, mas falar de órgãos sexuais em música já é demais né.

  • karla

    Não acredito q li de cabo a rabo essa enorme besteira!!
    Sim, não sabia quem era Cristiano Araújo e sim, postei que não conhecia…
    Porém, não me acho superior a ninguém por isso, só não gosto de sertanejo, de nenhum tipo. Ponto!
    Ridículo vc!
    Não acho q vc é inferior a mim, só acho q vc tem péssimo gosto.
    Tem mais o q fazer não??

    • Jader Araújo

      Oi Karla, obrigado pela visita.
      Espero que o fato de você não ter concordado com esse texto não a faça deixar de acessar o blog, tem muitas outras coisas aqui também.
      Eu não ligo de ter um péssimo gosto, sabe? Eu me divirto.
      E espero que você também se divirta escutando o que você gosta.

      Beijos e obrigado pela visita e pelo comentário.

  • Eu adorei o que você escreveu. Eu posso dizer que escuto muitos estilos de música, aqueles estilos que eu não ouço, eu respeito muito quem escuta e quem gosta. Não me acho superior ou inferior a ninguém, muito menos mais ou menos inteligente. Isso não faz sentido algum, não é mesmo? Conheço gente que escuta funk, sertanejo, rock, pop e todos são inteligentes e do bem. A pessoas tem que aprender a respeitar mais. E infelizmente a falta de respeito ainda predomina a ação do ser humano. Parabéns pelo blog, eu adorei!

    http://www.detalhesimples.com.br/

    • Jader Araújo

      Bruna, sua linda.
      Obrigado pela visita e pelo comentário.
      É muito legal ver que tem muitas opiniões legais sobre o que a gente está escrevendo. Beijo grande! <3

  • Jardinho, eu cresci numa família rock ‘n roll. E tome por isso Iron Maiden, Judas Priest e os grandes clássicos. Confesso que já me senti “diferente” por isso e muitas vezes ainda o acho.
    Mas em momento algum acreditei que diferente é sinônimo de melhor.
    Creio que é esta a grande questão: tentam se diferenciar para, de alguma forma, demonstrarem alguma “vantagem competitiva”.
    Que preguiça de gente assim!
    Hoje escuto absolutamente de tudo, ainda que nem tudo me convenha. Vira e mexe estou cantarolando funk, coloco um Bee Gees pra ouvir no carro ou até Roupa Nova.

    Atualmente, meu único preconceito musical é justamente com que se acha melhor por ouvir alguma coisa, especialmente indie-neozelandês 😀

    • Jader Araújo

      Migo, eu cresci numa família que escuta Sertanejo e Pagode. Gosto muito de Roupa Nova por influência da minha irmã, já escutei rap por influência do meu irmão e por ai vai…

      Compartilho seu preconceito, só não gosto de pessoas intolerantes, de resto é só amor! <3

  • Cleiton Martins

    Imaginei Einstein na balada dançando até o chão ao som de Valeska Popozuda. Kkkkkk.

    • Jader Araújo

      Será que não seria uma boa ideia? HAHAHA
      Abraços 😀

    • Paulo

      Concordo!

  • Luiz Colin

    Pra mim o autor do texto é um puta farofeiro.

    • Jader Araújo

      É mesmo, mano! HAHAHA <3

    • Taína Sena

      E a parceira dele tbém puta farofeira!

      • Luiz Colin

        Descolados

  • Felipe

    Acho q a música se compara com emocção/sentimento.. Quando estudo escuto um blues, quando saio escuto um sertanejo ou funk, quando triste/amargurado escuto uma moda de viola, quando com adrenalina lá em cima escuto rock.. Enfim, pra mim música é isto.

    • Jader Araújo

      Felipe, penso igual você. 😉
      Obrigado pelo visita e pelo comentário, espero que continue nos acompanhando aqui.
      Abraços :)

  • Marllon

    Cara parabéns! Esse texto descreve muito bem o que eu sempre pensei sobre música. Por exemplo, tem gente q diz “ah, mas esses funk só tem letra ridícula e etc…” , pois por mais q eu não goste da letra de uma música, eu posso gostar dela pela musicalidade e o som ou outro fator e vice-versa, e outra.. é besteira generalizar desse jeito.

    Outra coisa: te parabenizo mais uma vez pela sua humildade e atenciosidade pra responder os comentários da galera aqui, tu é show!
    Pode ter certeza q vou voltar aqui no seu blog, um abraço, e sucesso aí!

    • Jader Araújo

      Marllon, obrigado cara!
      É muito bom ler que vocês estão gostando (nem todos, né?) do texto.
      E volta mesmo, aqui tem bastante conteúdo legal meu e da Taína, acredito que você vai gostar.

      Abraços 😀

  • Uns dos textos mais inteligentes que já pude ler!
    Apesar de ter apenas 18 anos, adoro um bom som atingo pois tenho influência dos meus pais, mas nada melhor que escutar algo e se divertir!
    Acho essa coisa de preconceito com determinado gênero musical uma grande bobagem. Afinal, ninguém é 100% “culto” 24hrs por dia, o importante é se divertir com o que se ouve, tudo é MÚSICA!!!!
    Eu ouço de tudo, das bandas indies citadas até um funk, e super me divirto com os meus amigos!
    Ah, e parabéns pela coragem de dizer para todos o que pensa, pois no mundo que vivemos hoje, qualquer comentário simples vira motivo de “chatice” na internet.
    Vou voltar aqui sempre, hein?
    Beijão 😀

    • Jader Araújo

      Brenda, me abraça! _o_
      Valeu pelo comentário e pela visita. É muito bom ver tem bastante gente lendo nossos textos e ajudando a minha opinião melhorar.

      Beijo grande <3

  • Alexandre

    Acho uma pena que realmente consideres que qualquer tipo de música é boa, sabemos que principalmente no Brasil, a massa é manipulada de todos os modos.(não que não seja em outros países) As letras da maioria das músicas no nosso país só tem sexo, amor platônico e putaria. Não dá para dizer que isso é bom. Agora gosto musical é algo individual, não vejo problema em cada um gostar de um tipo, mas no Brasil, ninguém aceita ou acredita realmente na liberdade individual de cada indivíduo fazer o que bem quer….

    • Jader Araújo

      Oi Alexandre,
      No meu texto eu não falo sobre a música e sim sobre as pessoas. Você pode escutar uma música que muitos consideram ruim e gostar. Teria problema nisso?

      Obrigado pela visita e pelo comentário.
      Abraços :)

  • Priscila

    Ótima crítica. Penso que todas essas pessoas que pensam ser mais “evoluidas” ou inteligentes que outras a partir do seu gosto musical deveriam rever o conceito de cultura e dentro do assunto procurar se informar o que é o tal juízo de gosto. Ninguém precisa gostar daquilo que o outro gosta, mas saber RESPEITAR o gosto do outro, independentemente da situação, música, homossexualismo até mesmo o tão conhecido futebol.
    Não quer gostar, não goste. Não é obrigado a isso. Mas saiba respeitar, isso é essencial..

    • Jader Araújo

      Oi Priscila, é esse exatamente o ponto, o respeito.
      É essencial a gente não ter preconceito com as pessoas só por que elas gostam de algo diferente. Sei lá, é tão normal ser diferente né?

      Beijos e obrigado :)

  • Discordo desse conceito, realmente existem músicas a serem apreciadas por quem entende mais de música no sentido técnico, de poesia, de política ou de qualquer coisa que uma peça musical trate. Gostar de uma música qualquer que seja não faz ninguém mais inteligente, mas entender a importância de uma música, a relação com a sociedade, aspectos trabalhados nas letras ou a tecnicidade da música como música, aí é outra história.

    Os Beatles marcaram época não por ter, até hoje, uma legião de fãs e admiradores, mas por revolucionarem o mercado musical e trazer sentimento num estilo musical que era marginalizado. Tentar fortalecer um ponto de vista errôneo com uma letra de uma música específica, além de tendencioso é superficial.

    O funk é um movimento musical de uma população que busca uma afirmação na sociedade brasileira, quebrando paradigmas sexuais e sociais. Não gosto de funk. Isso não interessa, obviamente. Mas reconheço sua importância para a construção cultural da periferia brasileira, que busca sua afirmação numa sociedade desigual. É claro que nem todo funk justifica esse pensamento, que leva ao ponto que eu quero chegar: Música e Propaganda.

    Se não é inteligente gostar de uma banda como É o Tchan, eu não sei… Mas sei que é inteligente saber diferenciar uma determinada música só existe para influenciar de formar quase sempre comercial um determinado público alvo de uma música que é fruto de um imenso trabalho artístico. Não vou dar nome aos bois, mas dá pra fazer uma lista enorme.

    No mais, gosto nenhum justifica intelecto de ninguém. A balada techno hoje é a erudita de séculos atrás, quem duvida? O importante é saber separar o joio do trigo pra não acabar sendo fruto da manipulação daqueles que vendem propaganda como arte e ainda encontram pessoas dispostas a fazer um texto medíocre para defender o não preconceito com determinados tipos de música.

    • Jader Araújo

      Oi André,
      Me fala uma coisa, você que uma pessoa que foi influenciada comercialmente por uma música é menos inteligente que você? Eu não acho. Sou publicitário, a todo momento somos influenciados por diversas coisas, até por nossos novos iPhones. Isso faz parte do mundo e na música não é diferente.

      Muito obrigado por seu comentário, é enriquecedor ler pessoas com opiniões diversas por aqui.

      Grande abraço :)

    • Bruna

      Concordo, há um tipo de construção por trás de cada música , é visível a diferença entre algo feito para ser um material bom e com qualidade artística e um material feito apenas para entreter a população (isso me incluindo tbm, falar massa já é fazer uma separação). Eu curto dançar até macarena p me divertir as vezes, mas reconheço que não é a msm coisa que ouvir Beethoven. Superioridade lógico que não deve ser aceita em nenhum lugar, seja em gosto musical, moda, etc. Mas há uma diferença entre lelek e Louis Armstrong, não podemos misturar as coisas. É questão de estudar tbm, por isso existem grandes faculdades de música e conservatórios!

    • Me encontrei aqui “Não é só música, é arte (a primeira dentre todas, que nos acompanha desd’o surgimento do homem). Não é um mero entretenimento. Esta é a diferença entre Herbie Hancock e One Direction. Por este mesmo motivo sinto desgosto ao falar com alguém que acha uma batida artificial feita em computador melhor que o ritmo complexo de Ginger Baker.
      Não é inteligência, é cultura. A pessoa não é burra porque gosta de Seranejo, mas perde credibilidade comigo e com outros que conhecem e podem discutir sobre a vasta biblioteca músical de Caetano Veloso e outros gênios.
      Espero que tenha entendido ,e , por favor, com respeito, pare de incitar a já tão presente ignorância” Lê aí, Mané Araújo.

  • Cadu

    Analisar conteudo musical através de letras, é complicado.

    • Jader Araújo

      Oi Cadu, obrigado pela visita. :)
      Não foi esse meu propósito no post, eu só queria dividir uma opinião minha sobre como as pessoas acham que são mais evoluídas pelo seu gosto musical.

      Espero que tenha gostado do blog.
      Abraços :)

  • Jader sempre mostrando suas habilidades com as palavras e com suas críticas. Parabéns!

    • Jader Araújo

      Obrigado Dart!
      Abraços :)

  • questionador

    Respeito seu ponto de vista maaaaas, creio que uma pessoa pode sim ser mais inteligente conforme sue gosto musical. Música é arte, literatura é arte, quem lê bons livros normalmente alcança uma consciência maior sobre as coisas do que as pessoas que só leem post de facebook. Da mesma forma a música, se o ser só ouve porcaria comercial ele vai estar abrindo mão de expandir sua consciência ao deixar de lado músicas que fogem ao maistream.

    • Jader Araújo

      Olá, concordo em parte com seu comentário.
      Existem pessoas mais inteligentes que as outras, mas isso não é pelo fato de um escutar Björk e o outro Taylor Swift.
      Inteligencia é uma coisa, gosto musical é outra.

      Espero que tenha gostado do blog.
      Abraços :)

  • Rafaela

    MAS QUE TEXTO
    M
    A
    R
    A
    V
    I
    L
    H
    O
    S
    O
    Queria acrescentar alguma coisa, mas dispensa.

    • Jader Araújo

      Rafa, sua linda.
      Obrigado pelo comentário.
      Beijos <3

  • Pra mim, ser alienado é se fechar numa bolha. Quem escuta APENAS funk pode até ser alienado; mas é só tão alienado quanto quem escuta APENAS heavy metal ou APENAS indie rock, por exemplo.

    • Jader Araújo

      Legal seu ponto de vista Jim. :)
      Obrigado pelo comentário, espero que tenha curtido o blog.
      Abraços,

  • tania

    Penso que se ouvir de tudo e sim ser inteligente,e nao ficar so em um gosto musical ouco todo o tipo de musica isso nao quer dizer que gosto de todos mas nao me acho menos inteligente por gostar de sertanejo ou qualquer outro ritimo.Ave o que eu acho burrice e apontar o dedo e se achar no direito de julgar os outro que nao tem o mesmo gosto que o seu pra mim isso sim e ser pobre culturalmente.Inclusive amo ouvir FADO que e um tipo de musica portuguesa e nem por isso me sinto “cult” .Adorei seu comentario Jader Araujo.

    • Jader Araújo

      Tania, é isso mesmo né?
      Toda forma de preconceito por gosto é falha.
      Obrigado :)

  • Heberte

    Eu não acho que sua inteligência seja medida pelo seu gosto musical, mas que certamente tem que haver discernimento sobre talento eu não discordo. Não há menor sombra de dúvidas de que Os Beatles sejam mais talentosos que os caras do Backatreet Boys.

    • Jader Araújo

      Sim Heberte,
      No post eu não falo sobre talento musical e sim sobre gosto, não falo sobre as bandas, falo sobre as pessoas que escutam.

      Abraços e obrigado,

  • Letícia

    Não é questão de se considerar mais inteligente por conta do gosto musical. A questão é que as pessoas são manipuláveis, não tem personalidade própria, ouvem tudo o que a mídia coloca no topo, e quando a música deixa de ser hit, ela simplesmente é esquecida e substituída por outra. Já estudei música, e é muito fácil para gravadoras produzirem uma base instrumental com uma letra pobre no estilo “chiclete” que bombe após ser lançada. Observo muitos robôs ouvindo, vestindo e pensando o que é colocado na frente deles. As pessoas precisam observar o que existe fora da caixa, não estou falando que artistas que estão bombando como o John Mayer são ruins, música pop é boa sim, o que estou querendo dizer é que as pessoas precisam pesquisar outras músicas, analisar e serem mais criticas sobre o conteúdo que estão absorvendo ao invés de serem um bonequinho capitalista.

    • Bruna

      Isso ai, concordo com vc!

    • Lucy

      Perfeito comentário, Letícia! Já escrevi uma redação sobre isso. As pessoas compram tudo que a mídia expõe na sua “vitrine”. Isso é bom, isso veste bem, isso é música. Parecem bonecos de ventrículo manipulados pelo capitalismo. Como você disse… Robôs ouvindo, vestindo e pensando o que é colocado na frente deles.

    • Lucy

      Perfeito comentário, Letícia! Já escrevi uma redação sobre isso. As pessoas compram tudo que a mídia expõe na sua “vitrine”. Isso é bom, isso veste bem, isso é música. Parecem bonecos de ventrículo manipulados pelo capitalismo. Como você disse… Robôs que ouvem, vestem e pensam o que é posto na frente deles.

    • Jader Araújo

      Oi Leticia, obrigado por seu comentário.
      Olha só, manipulação existe em todo lugar. Você pode não escutar uma música “feita para bombar”, mas troca de iPhone todo ano, curioso isso não é? Esse post não é sobre as músicas e sim sobre as pessoas e sobre preconceito.

      Espero que tenha gostado do blog, beijos. :)

  • Gabriela

    Jader,é um bom texto.Concordo contigo,embora eu não seja eclética e ache alguns estilos de música muito ruins.Mas acho que até o conceito de cultura pode ser bem subjetivo.Sertanejo e funk,por exemplo,não fazem parte do que eu considero o meu ideal de cultura,o que escolhi para mim.Apesar disso não julgo pessoas que gostam inferiores,provavelmente eu só não sentirei a mesma empatia e afinidade por elas como sinto por outras que tem interesses em comum comigo.Fato.Aquele papo gostoso e troca de informações quando você sente identificação com a outra pessoa,provavelmente,não vai rolar.Mas é só.

    • Jader Araújo

      Oi Gabi, eu também não gosto de todos os tipos de música, isso é fato. Mas, ao mesmo tempo, eu escolhi não julgar as pessoas pelo que elas estão escutando.
      Obrigado pelo seu comentário, espero que tenha gostado do blog.
      Beijos,

    • E Gabriela, você só conversa de música com seus amigos? Não conheço pessoas que gostam dos mesmos estilos de música que gosto, mas nem fico perguntando que estilos os outros gostam. Quando perguntam para mim, eu respondo simplesmente que curto músicas e cantores que gosto e acho bons, e logo corto o assunto, dizendo que nem sei o nome deles. Tem outras coisas muito mais interessantes para conversar com as pessoas.

  • Jorge

    Bom, isso não é nada mais que sua opinião! Provavelmente alguém falou que vc é burro pq escuta algum determinado tipo de música e resolveu desabafar no blog. Comparar letras de música não é um coisa muito inteligente de se fazer, pois a música é definida pelo sonoridade, então o gosto é definido pela sonoridade. Mas quer tirar a prova??? Coloque 10 pessoas que gostem de música clássica em uma sala e 10 pessoas que gostam de funk em outra, elabore um questionário com perguntas de conhecimentos gerais, aplique para os dois grupos e tenha a sua prova concreta.

    • Jader Araújo

      Oi Jorge, tudo bem?
      Obrigado pelo comentário, estou feliz que o post tenha alcançado pessoas como você, que são visivelmente preconceituosas. Espero muito que seu preconceito fique apenas no campo musical, pois seria muito triste que se expandisse para outros campos.

      Espero que volte no blog, tem outras coisas muito bacanas aqui.
      Abraços,

  • Paulo

    Aprende uns 4 acordes pelo menos antes de defecar pelos dedos… Se acha muito sábio com comparar 3 trechos de músicas, o problema é que o gosto musical se da pela sonoridade e sim, pessoas que PREFEREM músicas mais trabalhadas (Clássicas, MPB, Rock…) geralmente são mais criativas, interessadas em conhecimento, participativas. Enquanto pessoas que PREFEREM (sertanejo universitário, funk e pagode) só querem saber de balada, fugir da escola e jogar bola.

    • bia gouveia

      Aplausos!
      Basta comparar as cifras para ver.

    • Jader Araújo

      Oi Paulo, tudo bem?
      Você poderia me indicar a pesquisa que relaciona sertanejo, funk e pagode com pessoas sem escolaridade?
      Foucault, um dos maiores pensadores do século passado, adorava festas. Acho que você poderia tomar isso como exemplo e refletir sobre seu comentário.
      Abraços e obrigado,

  • Paulo

    Veja bem, acho que a pergunta deve ser feita ao contrario… Ou seja, qual será o gosto musical dos gênios da ciência? Qual será o gosto musical de pessoas que tem a leitura como hobby? Qual será o gosto musical dos “CDF” da escola? A resposta para todas essas perguntas dificilmente será funk, pagode, axé e sertanejo universitário.

    • Jader Araújo

      Oi Paulo, acho que meu comentário acima pode servir pra você também.
      Eu tenho um amigo que é um extremamente inteligente e adorava Cristiano Araújo, da mesma forma que preconceito é ignorância, generalização também.

      E novamente esse post não é sobre música e sim sobre pessoas.
      Abraços e obrigado,

  • Mario

    Rapaz, eu não sou hipócrita de dizer que não tenho “ligeiros” preconceitos com quem escuta funk ou curte sertanejo. Infelizmente a maioria do pessoal que curte o funk (tentando colocar isso de forma sutil) é meio vulgar, passando dos limites. Infelizmente associo essa figura de pessoa a quem curte esse estilo de música. Mas também não é por isso devo menosprezar, criticar ou acusar, não incomodando ninguém, cada um faz o que quer da vida. O ponto é que penso que todos fazemos “criticas” mentalmente a todas as pessoas (isso não é só com música mas também coma forma de vestir e etc..), mas acho que o importante é deixar essas criticas apenas em pensamento e considerar uma pessoa inteligente ou ignorante pelas suas atitudes, conforme você convive com a pessoa. Finalizando: Creio que o mais burro de tudo é você tentar formar um caráter apenas tendo como “dado” um gosto musical.

    • Jader Araújo

      Oi Mario, tudo bem?
      Obrigado pelo comentário, concordo com você. Toda forma de preconceito é burrice.
      Espero que continue acompanhando o blog.

      Abraços,

  • Jessica

    Tô aqui ouvindo One Direction e fazendo TCC de universidade federal. Não admito que ninguém diga que eu não sou inteligente por causa das minhas músicas. Adorei o texto, me identifiquei bastante.

    • Jader Araújo

      Oi Jessica, obrigado pelo comentário.
      Espero que você arrase com seu TCC.
      Boa sorte na faculdade. :)

      Beijos,

  • LIsandro

    Cara, concordo com você no que diz respeito a mensagem principal: gosto musical não reflete por si só a inteligência de uma pessoa. Mas existem outros fatos que merecem ser destacados; a musica popular é muito heterogênea mas todas falam basicamente dos mesmos temas e com abordagens parecidas, o próprio John Lennon, quando indagado acerca da simplicidade das letras dos beatles disse:”Nós não escrevemos Literatura, escrevemos leras de musca popular”, daí não concordar muito com seu exemplo relacionando one directon a beatles. O que vai ser determinante para um artista ser “melhor” do que outro é a forma estética pela qual ele se apropria disso, porque mesmo sendo “popular”, “musica popular” ainda é uma forma de ARTE( Além de ser entretenimento também). Toda a “bronca” de certas pessoas por esse tipo de musica é que inevitavelmente existem ALGUNS indivídos(não parece ser seu caso) que simplesmente consomem esse tipo de produto sem se dar conta que estão imersas em um mercado de massa que procura imprimir tendencias e determinar comportamentos; não que isso não tenha acontecido com rock’roll, mas é que nesses segmentos do sertanejo, funk e pagode, isso parece ser mais latente. Tudo isso gera um grupo de pessoas mais passível de manipulação, sem falar que tira também a atenção do grande publico em gente que se esmera mais em fazer musica, com arranjos mais sofisticados, letras mais bonitas, etc, ou seja empobrece um povo culturalmente, pois musica é cultura. Eu sou até a favor que existam musicas deste tipo, e deve haver mesmo, pois existem diferentes seres humanos para diferentes tipos des musicas, mas a questão é a demasiada atenção que é dada a essas musicas alimentadas pelo mídia via população. E outra: o fato de você dançar como um “louco” uma determinada musica, não diz necessariamente que você gosta dessa musica. Eu por exemplo,quando vou pra alguma festa, escuto mesmo musicas de “bagaceira”, mas só porquê naquele contexto elas se encaixam mais; mas isso não me faz gostar deste tipo de musica.

    • Jader Araújo

      Oi Lisandro, tudo bem?
      A música é sim uma forma de cultura, mas não é a única. Também é diversão. Uma pessoa pode escutar funk/sertanejo e ler livros, ser inteligente, não acha?

      Abraços e obrigado pelo comentário.

  • bia gouveia

    O ritmo musical se associa a nível cultural da música. Não que um nível seja melhor que outro, mas eles existem sim. Muitos níveis tem mais apelo à imagem do artista que à musica. Outros tem mais apelo à dança. Outros primam nos acordes e letras. Outros focam na sexualidade. É como ler: quanto mais se estuda, mais se entende de música. E é por isso q einstein provavelmente não ouviria o funk do fodase, tchetcherrere e etc.

    • Jader Araújo

      Oi Bia, tudo bem?
      Você sabia que Foucault adorava uma festinha?
      Logo, você não pode generalizar, sabe? Esse post não fala sobre a música e sim sobre as pessoas e seus preconceitos.

      Obrigado e espero que visite nosso blog novamente.
      Beijos,

      • Mitch Mckenna

        O Bach também ia em tabernas, assim como é no entanto, o que isso tem a ver ? Nem toda festa tem que ter funk e pagode. Aliás, pelo ponto de vista, deveria ter música de vários estilos para todos se divertirem e não apenas empurrar os aos hits do momento.mas não é o que acontece.

  • Juan

    Mano vamos por partes!

    Música é um hobby, ou seja, momento de lazer, ou seja, vc faz o que quiser, DESDE QUE não interfira no espaço do coleguinha… Li alguns comentários falando de “influência, manipulação do mercado, patati patatá…” mas vcs mal sabem que até na hora de vc ir no banheiro vc está sendo influenciado.

    Acontece que o Brasileiro precisa de idolatrar algo, somos ( querendo ou não) uma nação idólatra, os artistas daqui sempre são colocados como deuses, tem gente que quer filosofar sobre música e nem sabe se as cuecas estão lavadas… Quer dissertar sobre algum assunto? Estuda antes por favor…

    Com relação ao texto, achei legal e bastante simples, do tipo: Música é adaptável ao seu momento diário.

    E pra quem está preocupado com influência, assiste “Show de Truman” que o mundo atual está igual a este filme.

    • Jader Araújo

      Juan, arrasou!
      O texto é simples, é mais uma reflexão sobre preconceito, poderia ser sobre racismo ou homofobia. Não falo sobre música e sim sobre pessoas.

      Obrigado, espero que tenha gostado do blog.

  • Luiza

    Sabe o que esse texto é, Marsela?
    apenas a verdade.

  • Ana Luisa

    Eu concordo com o ponto de vista de voces – o gosto musical de uma pessoa nao e sinonimo de inteligencia. Nao e porque voce gosta de Billy Holliday e Beatles que voce vai ser mais inteligente que aquela pessoa que ama Cristiano Araujo! Mas nao concordo quando voce diz que isso e algo da geracao. SEMPRE houveram musicas consideradas eruditas, e sempre houve aquele senso comum que os apreciadores delas sao intelectualmente superiores, ou no minimo mais culto. Entao veja, isso nao e algo de agora! Claro, que classificar musicas em um so padrao, e uma tremenda bobagem, visto que ate o jazz ja foi considerado lixo. Nao acho coerente um grupo de pessoas atacarem bandas sertanejas so porque e um estilo de gosto popular, mas nao acredito que tenha sido esse o foco da critica do Zeca Camargo ou de algumas pessoas que falam sobre o assunto. O problema nao e o Sertanejo no Brasil. O problema e que SO tem sertanejo! Antes, vamos dizer, dos anos 50 aos 90, tivemos grandes nomes musicais no pais, dos mais diversos estilos, que vao da Bossa Nova, MPB, Pop Rock e inclusive, Sertanejo. Hoje, as unicas novas contribuicoes culturais no pais sao das bandas sertanejas universitarias e que, em muitas situacoes, acontece exatamente o que foi falado pelo Zeca Camargo – fazem sucesso com apenas uma musica, e vivem desse sucesso por um bom tempo. Com todo o meu respeito, quem sou eu, para criticar o talento do Cristiano raujo, Nao gosto de sertanejo mas sei que muitas pessoas gostavam dele e acreditam que, se vivo, teria grande sucesso na carreira. Mas, infelzimente, ele ainda esta longe de ser um idolo amplamente conhecido no nosso pais, e isso se deve mesmo ao seu tao recente sucesso. Ele realmente era pouco conhecido. E esse e choque do qual o Zeca se referiu: porque houve uma comocao TAO grande, com a morte de um cantor que nao era tao conhecido assim> Ele mesmo respondeu, dizendo que acreditava ser por falta de idolos musicais, e eu concordo, a variedade e pouca, ate porque, o publico se dispoe a ouvir pouca coisa. Eu acho que em vez de criticar e apontar, deviamos tambem, tentar entender, porque a variedade musical no nosso pais esta diminuindo, sem ficar nacionalista de uma hora pra outra e com o ego ferido. Isso nao e uma critica ao Cristiano Araujo ou a qualquer banda sertaneja, mas sim, uma tentativa de entender o que esta acontecendo.

    • Chapim

      Senti o mesmo incômodo quando li a palavra “geração” no título… Essa mania de ignorar a história é um pouco grave porque aumenta o peso que temos na nossa própria geração. Mas de resto curti o texto!

    • Jader Araújo

      Oi Ana, tudo bem?
      Não acho que só exista sertanejo no Brasil. Você já foi em shows do Sesc? Tem vários cantores e bandas por ingressos muito baratos. Você poderia dar uma olhada no site deles, tem muita programação cultural (incluindo músicas) por preços muito pequenos.

      Beijos e obrigado pelo comentário.

  • Rubem

    Jader, discordo do seu texto.
    Não adianta fazer um textão para justificar a má qualidade das músicas pop de hoje porque se realmente fossem boas, nem precisaria disso tudo, elas carregam a fama que merecem.
    Principalmente a parte que compara Beatles com One Direction, a letra dos Beatles é realmente simples porém o significado é mais importante, eles não estão fazendo uma música de amor genérica para garotinhas adolescentes como OD, a dos Beatles carrega diversas interpretações. É uma das marcas da banda, como em Lucy In The Sky With Diamonds, será que estavam falando só de uma garota?
    Isso sem contar os problemas de composição e a falta de originalidade, quantas cantoras pop hoje realmente escrevem e compõe suas músicas? Só olhar a quantidade de colaborações que é preciso para fechar UMA música. A tal da Sia tá aí de prova. Enquanto “a banda indie neozelandesa” faz seu próprio trabalho.
    É por isso que não gosto da música pop, ela não é feita para você sentir, é feita para vender.
    No ultimo CD da Lady Gaga ninguém estava muito preocupado em relação as músicas, e sim as vendas. Vendeu mal? Flopou, disco ruim. Pegou #1? Sucesso, álbum da década.
    E sabe, não vejo problema na pessoa que escuta Taylor Swift e Katy Perry, gosto não se discute e isso eu respeito. Porém, falar que elas são artistas tão interessantes e tem a qualidade de uma banda/músico que faz seu próprio trabalho sem precisar de DJs para compor para eles reciclando batidas chicletes, é forçar a barra.
    Ah, e já que está todo mundo apoiando essa ideia, pensem duas vezes antes de serem hipócritas e falar mal do Funk, Axé, Sertanejo e do Indie.
    Abração.

    • Bach

      No quesito cultura ou preferência, e porque não, gosto musical. Realmente não podemos discutir. Cada pessoa representa um universo diferente, ou seja, as percepções são diferentes. Mas eu lhe pergunto, será que a técnica envolvida para a geração da música não pode ser levada em conta? Observe as pessoas ao seu redor, quantas gostam de música clássica e erudita? Sinceramente creio que podemos mensurar a técnica. E mais, será que é coincidência que a maioria das mentes mais brilhantes de todos os tempos gostavam especialmente da música clássica? Ou de algo por dizer, mais rebuscado? Eu observo pessoas ao meu redor e lhe digo, a maioria que apreciam deste estilo, são inteligentes, enquanto os que apreciam do sertanejo, pop, funk, etc… a maioria destes não correspondem a um grande intelecto (perceba que não estou generalizando, conheço pessoas que são inteligentes, apenas estou dizendo que proporcionalmente existe uma discrepância elevadíssima). Saudações.

    • Jader Araújo

      Oi Rubem, tudo bem?
      Esse post não é sobre música e sim sobre o preconceito das pessoas, mas já que você tocou no assunto, vamos lá.
      Você disse que a música do Beatles (que é ótima, eu gosto) tem um significado mais importante que a do 1D, mas esse significado não é pra você? Arte não é subjetiva? Desculpa, mas eu não concordo com seu comentário.
      Se você olhar para trás verá que Beatles era um banda popular, tocava para o povo, mesmo povo que hoje você fala que manipulado.

      Agradeço pela visita e pelo comentário.
      Abraços,

  • carol

    Não tenho preconceito a respeito dos estilos musicais que cada pessoa curte, mas não precisa enfiar de goela a baixoo seu gosto pros outros, a respeito de ir em balada é muito bom.

    • Jader Araújo

      Oi Carol,
      O ideal é respeitar o amiguinho, isso que importa.
      Beijos,

  • rogerio paiva teixeira

    Eu acho que essa indagacao sobre a supervalorizacao de um ou outro estilo e menosprezo dos mesmos,e uma tolice que existe a muito tempo na chamada “sociedade”.
    A musica em si e um ferramenta expressiva usada para criticas sociais em ambitos gerais. E para trazer melhorias,coisas boas a quem quer que a use.
    Eu por exemplo acredito que todos oa estilos devem ser sim respeitados,nao havendo superioridade de nenhuma das partes.
    mas uma coisa que se deve ter em mente ao se falar de musica e sua importancia social e nao sua importancia pessoal.
    Vc gosta de sertanejo.otimo! Vc curte muito funk.parabens por isso!
    mas ao meu ver ouvir musicas que abram sua mente ou que tragam informacoes uteis a vc e a seu meio social seria muito melhor.
    Pense que a musica pode mudar o mundo,e nao simplismente servir de aconchego para seu momento de tristeza,alegria ou qualquer outro estado emotivo.

    • Jader Araújo

      Amigo Rogério, eu nenhum momento eu disse que gosto de sertanejo ou funk, mas mesmo não curtindo eu não tenho preconceitos.
      Acho que é uma bobeira isso.

      A música que eu e você escutamos serve para qualquer momento, seja para fazer uma revolução ou para dançar na balada. Esse post é sobre pessoas e seus preconceitos.

      Abraços e obrigado,

  • Bruna

    Você disse o que eu tenho vontade de dizer todos os dias.
    Eu sempre questiono as pessoas que dizem “Isso não é cultura.” Ok, mas você sabe o conceito de cultura?

    • Jader Araújo

      Bruna <3 <3 <3
      As pessoas poderiam simplesmente abrir a mente para todas as coisas, preconceito é algo tão bobo e triste.
      Obrigado pelo seu comentário tão simples quanto meu texto.
      Beijos,

  • Debora

    Ta de parabéns pelo texto, e ótimo ver que ainda temos pessoas no mundo que não ridiculariza tudo.

    • Jader Araújo

      Oi Debora,
      Obrigado pela visita e pelo comentário. Ótimo ver pessoas como você por aqui.
      Beijos,

  • Ariane

    Texto maravilhoso, concordo em cada letrinha desse texto contigo! Sou muito fã do Cristiano Araújo, amo sertanejo, vou a baladas e isso não me faz inferior a ninguèm acredito quem pensa que gosto de genêro musical faz alguèm menos inteligente não conhece nenhuma musica!

    • Jader Araújo

      Ariane,
      Obrigado por separar um tempo para deixar sua opinião aqui, é importante pra nós.
      Abraços,

  • Mariana

    Isso mesmo Jader!!! Texto excepcional!! Eu sou jornalista e se falo pra alguém que gosto de sertanejo… Nossa!! É como se eu fosse a pessoa mais burra do universo! Vc me representa :)

    • Jader Araújo

      Mari, você me representa.
      Obrigado por passar por aqui!
      Beijos,

  • Não é só música, é arte (a primeira dentre todas, que nos acompanha desd’o surgimento do homem). Não é um mero entretenimento. Esta é a diferença entre Herbie Hancock e One Direction. Por este mesmo motivo sinto desgosto ao falar com alguém que acha uma batida artificial feita em computador melhor que o ritmo complexo de Ginger Baker.
    Não é inteligência, é cultura. A pessoa não é burra porque gosta de Seranejo, mas perde credibilidade comigo e com outros que conhecem e podem discutir sobre a vasta biblioteca músical de Caetano Veloso e outros gênios.
    Espero que tenha entendido ,e , por favor, com respeito, pare de incitar a já tão presente ignorância.

    • Jader Araújo

      Oi Ivan, tudo bem?
      Você diz que pessoas que escutam Sertanejo (na verdade você escreve Seranejo) perdem a credibilidade contigo, no caso é diferente, são as pessoas preconceituosas que perdem a credibilidade comigo.
      Abraços e obrigado,

  • Mary

    O que será que as pessoas iriam pensar se souberem que tenho no celular musicas da Floribella,Rouge, Gabi Amarantos e Valesca Popozuda e ao mesmo tempo que tenho K-pop, Lady Gaga, Miley Cyrus e Celtic Woman não é mesmo? Que texto maravilhoso…
    Musica serve para te deixar inspirado, te fazer bem. Ouvir Funk ou musica Classica não te faz mais ou menos burro, se você escuta a musica que te faz bem e te deixa feliz isso é o que importa.
    Parabéns Jader você é demais ♥

    • Jader Araújo

      Mary, sua linda.
      Arrasou no comentário.
      Obrigado pela visita e espero que venha aqui outras vezes.
      Beijos,

  • Kely

    Oi Jader. Nunca tinha lido nada seu e confesso que me identifique bastante. Algumas vezes ousei dizer: “Gosto de tudo, menos funk” mais parando pra pensar bem, em todos os aniversários e festas de casamento que fui, não teve uma vez que eu não me divertisse ao som de tudo que tocava, inclusive funk. Acho que já passou da hora de parar de julgar as pessoas pelo seu gosto musical. Afinal, é só música! É pra divertir, relaxar, não pra virar mais um meio de praticar o preconceito.
    Adorei o texto, parabéns. Boa noite

    • Jader Araújo

      Oi Kely, obrigado :)
      Viu só? Era a mesma coisa que eu pensava, hoje não tenho problemas com isso, se me acham menos inteligente, problema é de quem tem preconceitos, estou me divertindo.

      Beijos e espero que venha mais vezes aqui.

  • Hamilton

    Existem musicas de diferentes complexidades, e ha musicas que carregam historia consigo. Ha musicas que sao feitas exclusivamente para entretenimento, cujos ritmos variam conforme o modismo e sao fugazes. Voce colocou tudo no mesmo saco, ou seja, nao sabe nada de musica.

    • Lucy

      É isso aí!

    • Jader Araújo

      Hamilton, eu não falei sobre música falei sobre os preconceitos das pessoas, acho que você não entendeu o propósito do post.
      Você é um estudioso de música? Mas ainda é um ignorante pois tem preconceito.

      Abraços e obrigado pela visita.

  • Babe

    Já escutei muito gente criticando funkeiros. Uma vez, estava mexendo no Yahoo Answers uma pergunta de extremo preconceito, como o citado em seu texto. Se a memória não me falha, a melhor resposta escolhida era a mais preconceituosa ainda. Me lembro também de encontrar esse mesmo preconceito em outros lugares, principalmente na internet.
    Posso dizer que me identifiquei com o texto. Eu era uma das únicas pessoas do meu círculo social que se divertia com Só As Cachorras, Beijinho no Ombro e Você Não Vale Nada Mas Eu Gosto de Você e a letra de todas essas músicas. Vi os comentários e me surpreendi com a quantidade de pessoas que tem esse tipo de preconceito e se dizem superiores. Onde é que se ganha superioridade em gosto musical? Se a pessoa tá ouvindo uma música brega pra caralho, e tá feliz, porra, deixa ela! Ela nem tá te fazendo mal, só tá curtindo a vida dela.
    Muitas pessoas que tem preconceito musical se dizem superiores e desprovidas de preconceito. Elas deveriam rever suas ações antes de dizerem um absurdo desses.
    Enfim, seu texto está maravilhoso, incrível, cheiroso… (ignore o cheiroso, tenho mania de chamar coisas incríveis de cheirosas)
    Bjs!

    • Jader Araújo

      Babe, você tatuar seu comentário no meu corpo todo! <3
      Assino embaixo aqui “Onde é que se ganha superioridade em gosto musical? Se a pessoa tá ouvindo uma música brega pra caralho, e tá feliz, porra, deixa ela! Ela nem tá te fazendo mal, só tá curtindo a vida dela.”

      Beijos e obrigado,

  • Rafael

    Concordo plenamente!! Ótimo texto. Todo mundo sempre me criticou por causa do tipo de música que ouvi. Seja Taylor Swift, Mariah Carey, Hanson, Avril Lavigne ou qualquer outro artista… Parece que não podemos ouvir mais nada sem alguém nos criticar.

    • Jader Araújo

      Oi Rafa,
      O gosto musical é seu e só você deve se preocupar com ele não é?
      Abraços e obrigado pelo comentário. :)

  • S.C.

    Olha, até concordo que não necessariamente define inteligência, mas você peca quando fala “é só música”. Para você, aparentemente, música é puro entretenimento. Por isso é ” só música “. Pra algumas pessoas é muito mais que isso. É vida, víscera, lágrimas, suor, sustento, etc. Passaria o dia enumerando. Já imaginou alguém diminuir o que você faz com um ” é só… (Insira aqui uma paixão). Se você olha como pura diversão, realmente, não interessa ser lady Gaga ou Mc Brinquedo. Música é arte. Arte vai além de por É o Tchan pra arrumar a casa. Nada contra, juro, mas isso não faz dessa argumentação uma visão universal sobre música.

    • Jader Araújo

      S.C
      É só música pois não define caráter ou inteligência, ou você acha que sim?
      De qualquer forma agradeço muito pelo seu comentário e pela visita no blog.

      Abraços

  • S.C.

    Olha, até concordo que não necessariamente define inteligência, mas você peca quando fala “é só música”. Para você, aparentemente, música é puro entretenimento. Por isso é ” só música “. Pra algumas pessoas é muito mais que isso. É vida, víscera, lágrimas, suor, sustento, etc. Passaria o dia enumerando. Já imaginou alguém diminuir o que você faz com um ” é só… (Insira aqui uma paixão). Se você olha como pura diversão, realmente, não interessa ser lady Gaga ou Mc Brinquedo. Música é arte. Arte vai além de por É o Tchan pra arrumar a casa. Nada contra, juro, mas isso não faz dessa argumentação uma visão universal sobre música. Valeu!

  • Sim, tem essa galera que ouve coisas “sofisticadas” com o intuito de parecer mais inteligente. Mas de fato, pessoas mais inteligentes tendem a ouvir musica e consumir arte em geral com mais critério. A praça é nossa é engraçada para um público mais popular, menos informado, etc. Já para uma pessoa mais esclarecida, aquilo é constrangedor de se assistir. O mesmo serve para a música. Eu tenho 33 anos e posso afirmar, de acordo com a minha vivência, que o estilo de musica que a pessoa ouve pode sim ser um fator determinante da sua personalidade.
    Eu, particularmente, jamais ouviria “É o tchan” pra me “divertir”. Eu prefiro Björk a Taylor Swift, por que é uma comparação irresponsável, até. A questão em si é que você não deve entender a diferença entre as músicas, entre os estilos e artistas etc. É tudo barulho, então você tá lá se balançando e ta tudo lindo. Mas o fato de você não entender a diferença, não quer dizer que ela não exista. Isso já é uma deficiência sua.

    • Jader Araújo

      Oi Joey, acho que a deficiência está em você ao não aceitar que uma pessoa pode ter um gosto diferente do seu, isso não tem nenhuma ligação com inteligência, sabe?
      Em nenhum momento em comparei Björk com Taylor Swift, só falei que escutar uma ou outra não pode ser parâmetro para definir inteligência.

      Obrigado por seu comentário e pela visita, espero continuar respondendo você aqui em outros posts.

      Abraços,

  • Guilherme

    Eu concordo com o que vc flou… Eu realmente acredito que não podemos julgar uma pessoa por seus gostos artísticos. Mas discordo com o que você utiliza em sua argumentação. A qualidade da letra em uma música não é a unica forma de avaliar uma obra … acredito que o aspecto de quantidade de trabalho (ou pensamento) colocado na música seja talvez o principal*.
    Penso que para realmente realizar uma crítica** (sim música pode passar por isso… Assim como um quadro, filme e fotos) ela deve ser avaliada em diversas formas, como mensagem que o escritor quer passar, melódia (ou até mesmo aspectos mais abstratos como: o brio necessário para criar a obra, o local e o contexto que ela foi criada) e o outro aspecto que falei anteriormente… (Mas ela NUNCA pode ser avaliada no âmbito pessoal).
    E isso que me impressiona… Eu não tenho problemas com gostos músicas, porém eu não gosto da direção no processo de criação delas nos últimos anos. Hoje, vejo com muita frequência a industria que isso move, afastando-se cada vez da essência da música, e isso me deixa profundamente triste… Assim posso falar que com certeza que existe uma qualidade que podemos atribuir à essas obras… mas isso não pode de maneira alguma fazer com que uma pessoa sinta vergonha de ouvir uma música ou algo parecido… Posso falar isso pq eu já tive isso… Eu tinha muita vergonha de falar que eu gostava de jazz, por parecer um metido escroto.
    Resumindo…sou contra qlqr descriminação… Mas não me fle que o Justin Biber buscou puramente criar suas obras para ter algum tipo de iluminação ou forma de se expressar no mundo contemporâneo… Isso é ser inocente…
    * No caso de jazz isso não poderia ser utilizado… muitas das obras são improviso.
    ** Criticas são avaliações com perceptivas diferentes, ou seja, pode variar.

    PS: Eu sei que até msm Beethoven precisou de grana, porém penso que cada artista define um ponto em que ele está disposto a afastar de seus princípios estéticos para ganhar seu sustento… O duro quando essa linha favorece muito mais “o ganha pão” do que seu “espirito artístico”.

    • Jader Araújo

      Oi Guilherme,
      Obrigado pelo comentário. É muito bom ler pontos de vistas diferentes dos meus.
      Abraços,

  • luh

    Cara! Muito obrigada por esse texto maravilhosamente lindo *—* sempre que me perguntam sobre o que eu gosto de ouvir, respondo que sou musicalmente flexível. E sou mesmo. Claro que tenho minhas preferências, mas amo conhecer estilos e bandas que eu nunca imaginei que fosse conhecer. Meu namorado e eu temos um gosto totalmente diferentes, mas sempre que tô com ele, é uma experiência musical nova. As pessoas deveriam abrir mais as mentes, juro que é legal

    • Jader Araújo

      “Juro que é legal”
      Luh, arrasou! <3
      Obrigado pela visita e pelo comentário.
      Beijos,

  • Alice

    você falou exatamente o que eu sempre pensei mas que nunca tinha colocado em palavras! Muito bom o texto! Parabéns!

    • Jader Araújo

      Alice, obrigado.
      Espero que passe mais vezes por aqui no blog.
      Beijos,

  • foda-se

    Cara, concordo com você, mas na real quem ouve funk são burros SIM, escrevem ” ooohhhh meu nomeehh éeh valeeeskaaaahhhhh e ooooo apehlidooooh eeeeeé queruuuu daa dadadahhhhh “

    • Mitch Mckenna

      Nada, é bem pior que isso!kkk

  • Bárbara

    Parabéns pelo texto! Eu sou pianista profissional. Isso significa que sou muito chata com música e com o meu gosto musical. Mas, como muitos já disseram, tenho o direito de gostar ou não do que eu quiser, só não tenho o direito de me achar superior aos outros. Tenho muitos alunos adolescentes que escutam One Direction, Demi Lovato e querem tocar suas musicas ao piano. Apesar de as vezes me sentir um ET por não conhecer esse repertório – o que é culpa minha, eu que não me mantenho informada – eu procuro sempre ensinar muitas musicas diferentes, e colocar o que os meus alunos gostam sem qualquer juízo de valor. Sou uma referência pra eles, e não posso em absoluto impor um gosto musical, e sim valorizar o que eles gostam ao mesmo tempo em que apresento coisas diferentes. A meu ver, a maior pena que sinto com essa geração de adolescentes é que não conhecem música brasileira…. Mas cabe a mim mudar isso! Confesso que já fui muito preconceituosa com música, mas felizmente um pouco de maturidade ajudou a mudar isso um pouco.

    • Jader Araújo

      Barbara,
      Arrasou, são de pessoas como você que o mundo precisa.
      Acredito que deve ser uma ótima professora.
      Beijos e obrigado,

  • Eu não gosto de julgar ninguém pelo gosto musical, até porque eu curto musica clássica, chorinho, gospel e outros estilos como blues, pop rock, soul etc…

    Existe algumas pesquisas que comprovam que a maioria dos alunos bem dotados curtem Rock e Metal, logo podemos entender que uns tem o direito de julgar aquilo que não curtem, digo isso levando em consideração o fato do funk por exemplo ser tão criticado por pessoas que se acham mais inteligentes que a maioria.

    Tem outras matérias além dessa:

    http://musica.uol.com.br/noticias/redacao/2015/03/24/o-heavy-metal-na-ciencia-pesquisadores-usam-estilo-musical-em-seus-estudos.htm

    Abraços, e o respeito acima de tudo!!

    • Jader Araújo

      Oi Vini,
      Eu também não gosto de julgar não e isso que é importante, ter preconceito é tão chato né?

      Abraços e obrigado,

  • joao

    nao é o gosto musical que te faz inteligente, é ao contrário;
    sua inteligência define seu gosto musical. já fizeram uma pesquisa sobre isso numa universidade dos EUA. e nao to falando de ir pra balada e ouvir sertanejo e funk, eu digo oq vc escuta em casa, sozinho, no carro. oq ta sendo banalizado é a arte, que virou entretenimento. como os produtores são espertos $$$$$$$$$$$$ eles sabem oq é entretetem as pessoas e criam musiquinhas pra alegrar a galera, e q normalmente duram 1 ano, ou as vezes 2.

  • Victor

    O que me irrita é o fato de os veículos de mídia quererem nos fazer engolir a todo custo artistas que são um “fenômeno”. Chega uma hora que você se irrita com o estilo musical só por ele ser tocado o tempo inteiro em todo lugar. Não curto forró/brega, mas admito que já escutei uma vez uma música cantada por Wesley Safadão prestando atenção à música e meu pensamento foi “caramba, que letra bem escrita”, realmente há bons materiais em meio à música que agrada às multidões.
    Mas há certas coisas que a mídia quer nos vender que não dá pra aceitar. Não vou citar nomes para não causar confusão.
    Agora um ótimo exemplo de exagero e “endeusação” de artistas que não são isso tudo é o caso de Cristiano Araújo. O cara está sendo tratado como herói. A televisão quer fazer com que todos se comovam com a morte do cara. Me poupe! Toda morte violenta é uma coisa triste. Mas se referir ao Cristiano como o Fenômeno do “Bara bara” e do “hoje eu tô terrível” é de matar. Fenômeno só se for pelo fato de ele ter conseguido fazer tanto sucesso cantando umas músicas dessas. No são joão assisti a um show de Chitãozinho e Xororó já meio com um pé atrás pelo fato de ser sertanejo, mas como eram “Chitãozinho e Xororó” eu achei que valia a pena conferir. E velho! Que show sensacional! Os caras detonam geral! Músicas com melodias gostosas de se ouvir, com letras bem pensadas, uma banda que estava à altura dos artistas e os dois cantam pra caramba! Não é à toa que têm 30 anos de carreira!
    Agora pergunta se Cristiano, por mais fenômeno que fosse, iria durar 30 anos…
    O que me entristece é saber que tem tanta gente fazendo música de qualidade por aí que não consegue espaço porque a mídia e as rádios repetem à exaustão esses funks e sertanejos universitários em que as músicas são todas iguais e em sua grande maioria falam apenas de farra, cachaças homéricas, pegar a mulherada, sexo e putaria. Isso que é foda!

    • Jader Araújo

      Oi Victor,
      Você tocou num ponto legal que é o “comercial”, esse post não fala sobre a mídia ou sobre o comercio da música. Você está criticando a mídia que tenta fazer você engolir certos estilos e eu não concordo nenhum pouco com você. Cara, muda de canal! Você não é obrigado a escutar nada. Tem bastante banda boa começando que a mídia não da importância, tem sim. Mas você dá? Vá nos shows deles, meu! Faça sua parte e não fique generalizando as coisas, isso é feio.

      De qualquer forma muito obrigado pelo seu comentário, tem outras coisas bem bacanas aqui no blog e acredito que você pode gostar.
      Abraços,

  • Lopes

    Não me sinto NA MÍNIMA OBRIGAÇÃO de conhecer Cristiano Araújo (e já acho que exploraram demais a morte — trágica — do rapaz). Não gosto de “sertanejo universitário”, não vejo nenhum motivo pra conhecer qualquer de seus artistas, grande ou pequeno.
    Se querem me taxar de “elitista” por isso, azar. Nunca julguei pessoas por gostar de músicas/cantores/banda/estilo que eu não gosto. Nunca disse que ninguém é inferior por isso. Aliás, sempre tenho atrito com alguns amigos por causa disso. Não escuto funk, acho ruim de verdade, mas não falo de quem ouve, e já até rebati críticas infundadas a artistas do funk.
    No fim eu concordo, sim, que essa coisa de se achar superior por ouvir este ou aquele estilo uma tremenda babaquice, mas não há necessidade de ser eclético pra pensar assim.

    • Jader Araújo

      Oi Lopes, tudo bem?
      Você tem todo direito de conhecer ou não conhecer algum músico ou banda, como todas as pessoas tem. Gosto é gosto. :)

      Obrigado pelo seu comentário.
      Abraços,

  • Matheus

    O grande ponto do seu texto é que você já começou errado falando em “INTELIGÊNCIA” e todo seu argumento de desenrola em cima disso.
    Todas as bandas pra “inteligentes” que tu citou, eu me identifico.
    A questão é que eu não me acho mais INTELIGENTE ou culto por escutar Radiohead, Nirvana… É apenas meu gosto e eu não sou obrigado a estar em casa, escutando e GOSTANDO de pagode, sertanejo, “funk brasileiro”, todas essas músicas comerciais que tocam em todos os lugares que tu pode estar pelo simples fato de que a mídia os colocou no altar. Então, sem delongas, penso que tu pecou pontualmente em comparar a música com INTELIGÊNCIA.

    • Jader Araújo

      Matheus, em nenhum momento em comparei, só falei que as pessoas se acham mais inteligentes. Cara, você não entendeu nada.

      De qualquer forma obrigado pelo comentário.
      Abraços,

  • Fernanda

    Interessante seu texto, penso exatamente assim, mas um trecho específico me chamou a atenção e talvez ele responda o pq das pessoas agirem assim:

    “Vivemos numa sociedade em que gostar do que todo mundo gosta é algo ruim, te diminui. Faz de você parte de povo.”
    Esse é o problema, ser parte do povo. Não é só o fato de gostar do que todo mundo gosta que te diminui. É o fato de ser parte do povo. Vivemos numa sociedade em que ser parte do povo é vergonhoso e faz de vc inferior. Portanto, tudo que o o ‘povão’ gosta é inferior, cool é ir contra qualquer pensamento da maioria, mesmo que seja só por ‘meter’ pressão.

    • Jader Araújo

      Oi Fernanda, tudo bem?
      Me fala uma coisa, você se incomoda em fazer parte do povo? Eu não, acho divertido e isso não me torna menos inteligente.
      Obrigado pela visita e por seu comentário. Espero ver você mais vezes por aqui.

      Beijos,

      • Fernanda

        Olá, também não me incomodo de fazer parte do povo. O problema que vivemos numa sociedade onde muitas vezes o status fala mais alto e isso vai desde o gosto musical, lugar que frequentamos até a roupa que se veste. Estão aí as grifes que não me deixa mentir….. Cada um tem seu gosto, sua personalidade, sua opinião, mas nada disso deveria ser motivo para achar o outro inferior.

  • Bruna

    Texto perfeito, adorei! Muitas vezes, escutei certas músicas escondida com medo do julgamento dos amigos. Sei que o gosto musical diz muito de quem você é, mas não é capaz de determinar inferioridade/superioridade.

    • Jader Araújo

      Oi Bruna, obrigado pela visita e pelo comentário.
      Sim, vamos continuar escutando tudo que quisermos.
      Grande beijo,

  • Se o gosto musical fosse critério de mensuração da inteligência, o que dizer dos surdos? Seriam todos burros? Se ser inteligente significa preencher expectativas alheias, o mundo é inteiramente imbecil.

    • Taína Sena

      meu deus melhor comentário ever!

    • Jader Araújo

      Claudio,
      Seu comentário é a coisa mais linda que já li nesse post.
      Obrigado pela visita. Espero ver vocês aqui mais vezes.

      Abraços,

    • Mitch Mckenna

      Eles sentem a vibração sonora melhor que muito “músico”.

  • Galo Doido

    Gosto é igual bunda, cada um tem a sua… Porém temos que analisar as musicas pela qualidade. Musicas boas são aquelas bem trabalhadas, com encaixe entre melodia e letra, onde o musico realmente tem um trabalho ao compor, esse tipo de coisa. Infelizmente muitas das musicas atuais são comerciais, sem um minimo de trabalho dos ditos músicos… Difícil comparar um Jethro Tull, onde o cara toca vários instrumentos, ESTUDOU musica e cria com qualidade, e um sertanejo universitário onde o cara compra uma musica pronta, põe um arranjo qualquer, colocar uma letra “que pega” e faz sucesso e se acha “Ô” musico. Nada contra essa criação comercial que dá dinheiro e movimenta noites pelo país a fora, mas temos que saber diferenciar a qualidade da musica. Quem sabe diferenciar isso, com certeza tem uma capacidade intelectual um pouco maior. Isso não impede de gostar desse tipo de musica. Todos somos livres para gostar do que quisermos. Somente saiba que esse tipo de musica tem SIM uma qualidade inferior. É o mesmo que comparar uma Mercedez com um Fiat e achar que o Fiat tem mais qualidade. Sabemos que a Mercedez é melhor mas podemos gostar do Fiat sem problemas…

    • Jader Araújo

      Galo Doido,
      O Ed Sheeran é músico e mesmo assim as pessoas acham que ele “toca músicas para adolescentes”, não concordo com seu ponto de vista não, mas eu respeito.

      Abraços e obrigado,

      • Galo Doido

        Caro Jader,
        Se o cara realmente trabalha em cima da musica, procura se aperfeiçoar e aprender com quem sabe, essa musica vai ter qualidade, independente do ritmo e de quem ouve. Existem sertanejos de qualidade sim, mas infelizmente a maioria é só comercial mesmo…

  • João

    Não acho válido o preconceito com os fãs, mas acho totalmente válido o preconceito com os artistas. Você disse que não é política ou religião , é “só” música, pois bem, para mim e para vários outros, música é mais importante. Pelo texto, posso afirmar que seu conhecimento musical é escasso. Não quero dizer, com isso, que você é burro ou algo assim, mas obviamente não tem um conhecimento vasto da música produzida pela humanidade. Pois se tivesse, entenderia que a arte é um reflexo de determinados momentos históricos, e portanto chegaria à conclusão de que mais da metade dos artistas citados por você não podem nem ser classificados como músicos ou. o produto deles ser chamado de música. A música, companheiro, não tem a função de entretê-lo ou diverti-lo enquanto dança ou fica bêbado na balada. Indico a obra “a história cultural do jazz” de hobsbawn e “a indústria cultural” de adorno, para entender esses processos.

    • Jader Araújo

      Oi João, esse post não é sobre música não, é sobre as pessoas, como você, que tem preconceito com outras.
      Dá uma lida com seu comentário, você nem conhece, não sabe meu gosto musical e mesmo assim é preconceituoso, que feio né?

      Abraços,

    • Mitch Mckenna

      Gostei das sugestões!

  • Marcella

    Quando eu era mais nova, fazia parte daqueles adolescentes que curtiam “Rock Wins” e abominava funk, pagode, sertanejo e pessoas que preferiam ir para a balada à ficar em casa. Me julgava superior por gostar de rock e MPB. Hoje em dia, vejo que isso é uma tremenda bobagem, ouço funk, vou para a balada (às vezes), e mesmo não curtindo algumas coisas ainda como sertanejo e pagode, sei que ninguém é pior que eu por gostar disso, e que não existe o famoso “bom gosto musical”.

    • Jader Araújo

      Marcella, é esse o ponto.
      Obrigado pelo seu comentário e por sua visita.
      Beijos e obrigado,

  • Pamela

    Com todo o respeito discordo veementemente de vc.. Sinceramente seu texto serve perfeitamente ao senso comum e a mediocridade , nao podemos esquecer que a musica nao é apenas um entretenimento mas tambem uma forma de arte e como qual deve ser tratada . Quando ouvi Renato Russo descobri sua poesia e que uma de suas musicas Monte Castelo era inspirada na poesia de Camões o que me levou a a me aprofundar na obra dele e descobri que Renato tinha uma lista de livros que recomendava a seus fãs , entre estes livros estavam alguns do escritor Hermann Hesse mais uma que devo a Renato, ouvindo Cazuza descobri que ele era fã de Cartola cuja obra é incrivel , ouvindo guns n roses descobri que Axl era fã dos SEx Pistols e assim aprendi muito sobre o movimento punk ….a lista é interminável , desculpe mas nao acho que devo ter vergonha de admirar o que é bom, belo e artístico e nem de gostar de nivelar meu gosto musical por cima e nao por baixo , o que aprende quem ouve barabarabara e bereberebere ???A falar a lingua do B??? seu texto me fez lembrar um outro que responde perfeitamente as suas perguntas e se chama ” A arrogancia segundo os mediocres” http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ruth-de-aquino/noticia/2013/08/arrogancia-segundo-os-mediocres-carmen.html

    • Jader Araújo

      Oi Pamela
      Que belo comentário cheio de preconceitos, hein?
      As vezes a pessoa não quer aprender nada, só quer se divertir. Se você acha que a música é a ÚNICA forma de medir o intelecto de uma pessoa você é bem burra, viu?
      Espero muito que seu preconceito seja apenas no campo musical, pois é algo bem feio viu?

      De qualquer forma eu agradeço pela sua visita.
      Aqui no blog tem vários outros tipos de posts que você pode gostar também, a Taína criou a uma tag chama “Quanto Custa?” e está dando dicas de restaurantes.

      Beijos e obrigado,

  • mariana

    Na minha opinião a razão de tanto preconceito musical é que as pessoas não buscam além daquilo que é puramente comercial, se as pessoas buscassem saberiam que existem muitos funcks além de “eu vou, eu vou sentar agora, eu vou”, existe funk sim que fala da realidade, de corrupção, combate as drogas e alcolismo, a música sertaneja vai muito além de um ” tchê tchê tche”, tem aquelas que falam da vida no campo e que são músicas “para pensar” (aliás até caem em vestibular), o rock vai além de gritaria e satanismo, MPB e bossa nova não são músicas de velho, é só o passado que se repete, pop não é música de adolescente idiota e iludido, reggae não é música de maconheiro, rap não é música de maloqueiro, o samba vai muito além das avenidas, existem pagodes originais, eles não são tudo a mesma coisa… Eeeeenfim o grande problema, na minha opniao, é a capacidade das pessoas de “filtrar” o conteúdo construtivo, que vai falar de realidade, porém nada nos impede de ouvirmos uma música que não diz nada mas trás um sentimento diferente, isso já nos acrescentará algo, mesmo que seja momentaneo.
    Estudem os estilos, de onde cada um vem, quais são suas influências antes de criticar. Ah, só mais uma coisa: qualquer tipo de preconceito é ridículo!

    • Jader Araújo

      Mari, você generalizou demais.
      As pessoas podem escutar o sertanejo do Cristiano Araujo e também podem escutar aquelas músicas que vieram do sertão.
      Não sei se as pessoas devem filtrar as coisas, isso é sua opinião e você deve saber lidar com a dos outros.

      E sim, toda forma de preconceito é ridícula. Mais amor, né?
      Abraços e obrigado,

  • mari

    Todo mundo fala mal mas quando toca um funk certeza que rala a tcheca no chão

    • Jader Araújo

      Tcheca rala no chão <3
      Beijos, Mari.

  • Que texto fantástico Jader!

    Lembrou exatamente o que eu estava discutindo outro dia com uma amiga minha. E essa questão de ser inteligente não se limita só a música. Vale para livros, séries, viagens, enfim.

    Ninguém é melhor que ninguém por causa dos seus gostos, experiências ou bens materiais, apenas diferentes. As pessoas deveriam tentar aprender com a diversidade.

    😉

    • Jader Araújo

      Oi Marcelo,
      Esse é o ponto do meu texto, as pessoas devem aprender com a diversidade e aprender que gosto é gosto.
      Abraços e obrigado,

  • Ana

    Nossa eu tinha publicado um texto com o mesmo intuito que o seu a alguns dias atrás. Muito bom seu texto e queria dizer que fico feliz de não ser a única a ver esse preconceito musical, afinal quantas vezes não vi ou ouvi que só gente burra ouve funk ou só corno sertanejo.
    obrigada por essa leitura :)

    • Jader Araújo

      Oi Ana, que lindo ler isso aqui.
      Compartilha seu texto com a gente?
      Beijos e obrigado,

  • Amanda

    Eu sou total diferente! Sou uma católica que e fã de legião urbana e melhor quando a banda passou a n existir eu nem era nascida! Eu n tenho preconceito nenhum com que curte funk n acho que a pessoa que gosta desse tipo de musica seja burra.so acho que cada um tem sua opinião e eu acredito que se o funk continuar nessa baixaria n vai levar nmg a nd n estou generalizando eu sei que existe funks bacanas, mas no meio que eu vivo e assim e as pessoas podem nelhorar! Mas muitas n querem!

    • Jader Araújo

      Oi Amanda,
      Obrigado por dividir sua opinião conosco, é importante pra gente.
      Beijos e obrigado,

  • João

    Eu tenho que admitir com tristeza que o estilo de música que eu mais gosto (rock em geral, alternativo, metal, aqueles-caras-que-só-gritam-e-vc-nao-entende-nada, etc) é um dos maiores antros de preconceituosos que eu já conheci.
    O que não faz o menor sentido, nem historicamente nem por definição.
    O cara diz que odeia as putarias do funk e escuta Raimundos ou Rammstein ou Marylin Manson. Odeia música pop, mas escuta Ramones com seus 3 acordes.
    Num resumo bem resumido mesmo: se vc precisa do seu gosto musical pra se sentir superior rebaixando os outros, procure um psicanalista urgente!

    • Jader Araújo

      João, seu lindo.
      Arrasou no comentário.
      Obrigado pela visita.
      Abraços,

  • Giselle Andreolla

    Eu não acho que quem goste de indie, rock, jazz e blabla sejam mais inteligentes! Eu gosto desse tipo de música mas também gosto de alguns pops! funk music 70!

    Enfim, eu acho funk uma porcaria, melodias fracas e letras horríveis! Não generalizando, alguns tem uns pesos sociais que são bem legais, mas não gosto mesmo, nem funk e nem pagode, não descem!

    mas dai a dizer que funkeiros e pagodeiros são burros é prepotência, eu não inventei a música pra dizer o que é certo e errado dentro dela!

  • Maria Cecilia

    Tenho q admitir que seu textome deixou bastante pensativa, sou desse tipo que afirmo não ter preconceito com nada, mas ai da tenho um resistencia por estilo musical. Hoje mesmo estava conversando sobre isso em uma mesa de bar, falando que escuto de tudo, cada estilo tem seu momento… Mas o que ainda me incomoda são as pessoas que só aceitam ouvir o que está fazendo sucesso, e infelizmente a maioria dos sucessos são esquecidos em pouco tempo… Na verdade minha discussões normalmente ocorrem porque eu sofro preconceito por gostar de musica mais antigas e ter 24 anos, me chamam de velha, e meu argumento se volta normalmente para “quando voce for velho e tiver um filho, o que vai compartilhar com ele?”. Não sei explicar, não acho q gostar de algo te torna burro, mas o que eu penso que acontece é que muita gente gosta apenas de sucessos.. Isso não é errado, mas ao mesmo tempo eu penso que não gostar propriamente de musica, e sim do momento… E tavez por isso rolem comentarios preconceituosos a respeito de não ser música, porque os próprios fãs dos estilos, se apegam ao que rola no momento, e não a cantores especificos… Mas obviamente tem casos e casos… Enfim, o ideal realmente é não julgar né.. Tentarei rever meus conceitos.

    • Jader Araújo

      Oi Maria,
      Até eu tenho as vezes, todo mundo tem.
      Mas o legal é que a gente pode enxergar isso e ver onde estamos errando.

      Obrigado pela visita e pelo comentário.
      Abraços,

  • Rogerio

    Excelente texto, faltou citar a galera “du mal ” o pessoal que ouve heavy metal e acham que tem um rei na barriga , que são seres superiores por escutarem Black sabbath, Iron Maiden, Judas Priest,Metallica, Pantera, Sepultura , isso pra ficar no mainstream , porque alguns que escutam bandas de metal extremo da escandinavia se sentem ainda mais superiores e inteligentes, e tudo que não seja metal ( a não ser musica classica) é um lixo. Quem será que na verdade é o alienado ? E olha que gosto de metal, mas esse tipo de gente me deprime !

    • Jader Araújo

      Oi Rogerio,
      Você levantou um ponto legal “quem será o verdadeiro alienado?”
      Acho que as pessoas tem que se importar menos com que os outros fazem e viver, cada um tem o direito de escutar a música que quiser sem se tornar menos inteligente por isso.

      Abraços e obrigado,

      • Rogerio

        Sim, Jader concordo! Vivemos nessa sociedade líquida, em que tudo é fragmentado em sub- culturas de sub – culturas e as pessoas vivem nessas ilhas sociais , em que ficam tão presas no mundinho delas e olham para os outros de maneira tão distante e superficial, que acabam por preguiça e auto afirmação criando preconceitos de universos culturais distintos e não aceitam que o seu próprio universo não seja julgado da mesma maneira pelo o outro que não o conhece! Você recebe aquilo que dá! Música deveria unir e não separar! Abraços!

  • Beatriz

    Eita que texto demais!

    hahahahahaha

    Acho que não existe pessoa que mais varia em gosto musical do que eu! rs O pior que não tenho preferidos!!!!

    Vi um montão de comentário aí em cima que “funk não é música”, me poupe amiguinhos, claro que não é a música mais indicada do mundo para vários momentos, mas poxa, duvido que você nunca desceu até o chão ao som do funk. HAHAHAH

    beijo, sou sua fã.

    • Jader Araújo

      HAHAHA arrasou, Bia! <3
      Obrigado pelo comentário e pela visita.
      Volte mais vezes.

    • Mitch Mckenna

      Pois é. Não!

  • Olá, Jáder.

    Primeira vez por aqui, mas me senti à vontade para deixar minha opinião.

    Acredito que a afirmação do título, na ordem em que está, faz todo sentido. É óbvio que ninguém é mais ou menos inteligente por causa das músicas que ouve.

    No entanto, não posso deixar de crer que existe sim inteligência musical (ou alguma nomeclatura pedagógica que a valha), porque se assim não fosse, os incríveis professores e alunos de música que tive o prazer de conhecer na época de faculdade não seriam nada além de “professores de violão”. E estas aspas estão aí para mostrar que não me refiro a professores de verdade e sim àqueles amigos que aprenderam a tocar violão e dão umas aulas enquanto não arrumam nada melhor. Ou seja, não-professores.

    Por eu acreditar que música pode sim ser estudada de forma séria, aprendida, desenvolvida, analisada; é que afirmo que a música que se ouve não deixa alguém inteligente, mas reflete sua inteligência musical.

    A música seria a consequência e não a causa.

    Não acredito haver preconceito no meu ponto de vista, e, embora tenha certeza de não haver um ser humano (pela própria natureza humana) desnudo de todo e qualquer preconceito, creio que esse não é o meu.

    Até mais!

    • Jader Araújo

      Oi Helena, tudo bem?
      Obrigado pela visita e pelo comentário, é sempre bom ler diversas opiniões sobre os nosso textos.
      Eu concordo com você, existe inteligência musical sim, porém não é sobre música que estou falando, meu post é sobre as pessoas.
      Não gosto de várias músicas ou bandas e tenho o direito de não gostar, da mesma forma que você, porém é ai que acaba nosso direito, quando estamos interferindo no gosto de alguém erramos.

      Obrigado e espero te ver sempre por aqui.
      Beijos,

      • Eu até entendi que você estava falando das pessoas. E concordo bastante com seu ponto de vista.

        O que me incomoda bastante é uma postura adotada ultimamente em nome de “não ser preconceituoso”.

        E em nome disso, aceitam que arte é tudo que alguém acha que é arte. Como se música, literatura, artes plásticas, teatro… não tivessem valor em si mesmos e necessitassem apenas do crivo subjetivo do “eu gosto” ou “não gosto”.

        E não digo aqui que apenas as artes mais eruditas são

        • (a resposta foi partida) Não digo aqui que apenas as artes mais eruditas são valorosas. Jamais me atreveria a dizer isso. Sou pernambucana e arte popular faz parte de meu DNA.

          Obrigada pelo espaço de resposta. Acho ótimo ver outros pontos de vista. O mundo é maravilhoso por isso.

          E sim, pretendo aparecer mais.

          Até!!!

  • Esse texto é tão maravilhoso que eu queria decorar e sair recitando por aí.

    • Jader Araújo

      Fran, sua linda.
      Obrigado pelo comentário.
      Espero te ver mais vezes por aqui.
      Beijos,

  • -~- Há músicas que melhor é a desconsideração de toda sensatez, de toda lógica cognitiva dadas às letras, pois, é com o corpo que melhor as compreendem; ou os sentidos que melhor parecem ser sensíveis a ela. -~-

    • Jader Araújo

      Di <3
      Obrigado pela visita e pelo comentário.
      Beijos e obrigado,

  • Tamires

    O seu texto refletiu a minha alma rsrs Eu sou totalmente eclética e acho que cada ambiente que se está e para algum tipo de música, assim a diversão nunca acaba.

    • Jader Araújo

      Tamires, arrasou!
      Sou como você e acho que as melhores pessoas do mundo são assim. <3
      Beijos e obrigado,

  • Diego Marcel

    Absolutamente discordo. De fato o gosto musical não desmerece ninguém, porém diz muito a respeito de alguém sim, tanto em aspectos culturais quanto cognitivos e emocionais, uma vez que uma música com complexidade melódica e harmônica exige muito mais operações do cérebro, desenvolvendo-o e consequentemente tornando o indivíduo capaz de ter uma percepção melhor do mundo ao seu redor. Isso quem diz não sou eu, é o neurologista Oliver Sacks, o mais importante cientista no assunto. Então ouvir músicas com maior erudição não muda o caráter de ninguém, porém te torna uma pessoa mais crítica, com mais referências e uma visão mais ampla do mundo, ao meu ver, uma pessoa melhor. Minha conclusão: As palavras do texto foram muito belas e tudo, porém sem conhecimento algum no assunto. Apenas uma opinião qualquer, que obviamente merece respeito, mas nenhuma credibilidade.

    • my

      Você tirou as palavras da minha boca…

    • Jader Araújo

      Diego, eu absolutamente não concordo com você.
      Música é UMA forma de cultura, existem muitas outras. Você acha que alguém que escuta música clássica se torna mais inteligente do que aquele que escuta sertanejo?
      Acho triste isso, sabe?

      Abraços e obrigado pela visita.

      • Diego Marcel

        Eu não faço achismos. Mas se você quiser ler sobre os que os estudos mostram, aí estão algumas fontes: SACKS, Oliver; PEDERIVA, Patrícia; TRISTÃO, Rosana; HUDSON, Nicholas.
        O que é triste é oferecermos as nossas crianças uma cultura onde a mulher é estereotipada como prostituta e objeto sexual nas letras, onde o sexismo e a misoginia gritam e a pornografia urra, mascarados por ritmos envolventes e cheios de “personaldade”.

        • Raquel

          Busquei por você durante uma eternidade. Posso ser a mãe dos seus filhos? Podemos tocar Cello Suite 5 em C menor de Bach no nosso casamento e passar a lua de mel ao som de Moonlight de Beethoven.

    • Jils

      PERFEITO. merece aplausos de pé. Tem muita gente fazendo neurociencia e estudando sobre diversos aspectos cognitivos relacionados a música. Aí mta gente q não tem o trabalho minimo de fazer uma simples pesquisa sai por aí dizendo q é pré conceito e que todo mundo é nazista por achar isso.

  • Daniele Moreira

    Essa matéria descreveu o que tava passando na minha cabeça esses tempos. Quem é que dita o que é de bom gosto e o que não é? Tem algum órgão regulamentador de música que eu não saiba? Qualquer tipo de tentativa de inferiorização me deixa profundamente indignada. Qualquer preconceito é sem sentido. Falta mais respeito às individualidades, às diferenças. Adorei e compartilhei!

    • Jader Araújo

      Oi Dani, tudo bem?
      Foi exatamente isso que eu quis destacar, falta respeito nas individualidades, as pessoas devem respeitar e aceitar as outras como são e preconceito musical é algo tão bobo, né?
      Muito obrigado pela visita.
      Beijos e obrigado,

  • Jess

    Artigo muito raso para um tema tão vasto.

    • Jader Araújo

      Oi Jess, tudo bem?
      Se você quiser se aprofundar no tema, fique a vontade, eu gostaria muito de ler.
      Obrigado pela visita.
      Abraços,

  • É que junta um preconceito com outro. Vejamos:

    Gosta de Sandy e Junior = é gay.
    Gosta de One Direction = é gay.
    Gosta de Lady GaGa = é gay.
    Gosta de Backstreet Boys = é gay.
    Gosta de Britney Spears = é gay.
    Gosta de Ana Carolina = é gay.

    Eu sou gay. E agora, o problema é qual?
    #confuso :)

    Parabéns pelo texto! 😉

  • Pink

    Blues, assim como jazz, exigem uma estrutura teórica maior do que diversos outros estilos. E caramba, pop é a junção de uma beat box com vocal. Parece que o baixo, guitarra e bateria morreram. Tem uns pops balada, mas entra no gênero de ballad.
    Por isso o jazz e o blues tem um renome maior.

    Fodasse Beatles. É insuportável, mais lento do que música erudita ou romântica e irritante. Não sei como fizeram sucesso.
    E Nirvana nem é tão bom assim. Fez sucesso porque vários adolescentes se identificaram com a letra (idêntificaram de verdade, não como 1D ou Bieber), mas em quesito de harmônia, melodia e etc, joga fora esta merda.

  • Raquel

    Acho que o importante não é o estilo musical, qual a idade dos músicos, de que tempo são ou que tipo de instrumento tocam. O importante é como o público recebe esse conteúdo, se refletem a respeito ou apenas incorporam as ideias passadas e as repetem por ai.

    Parabéns pela iniciativa Jader.

  • Ju Mendonça

    Concordo pelanamente!! Gosto de todos os gêneros! Acredito que desde funk, rock, pop ao rap existe musicas de qualidade! O funk brasileiro por exemplo há várias vertentes, não digo que não gosto pois o Mc leozinho tem musicas ótimas!! Acredito que em todos os gêneros há qualidade! Um ex namorado sempre me criticava por ser fã do pearl jam mas amar todos os CDs da taylor! Quanta ignorância!

  • Jils

    Detesto todos esses estilos polêmicos já citados. Não me acho melhor q ninguém que gosta, não pretendo rebaixar ninguém por conta disso, mas me reservo o direito de me afastar de pessoas que tenham ‘cristianos Araújos’ como ídolos. Estou pouco me lixando pra isso. Se quiserem dizer q é preconceito,não ligo, é mesmo.

    Aliás, o ser humano É preconceituoso. Deveriam engolir isso de uma vez. Inclusive acho traços preconceituosos no seu próprio texto que fala sobre preconceito. Louco né?

    Consciência humana é um lixo. Hj em dia qqr vira filósofo e se acha o cara pra falar sobre tudo. O politicamente correto é uma versão de um mundo perfeito que todo mundo qier q exista mas ninguém se esforça o mínimo pra q ele de fato seja concebido. Ah. Vou dormir.

    • Mariana

      Cara, que vergonha de você. Você diz que se afasta de pessoas que tenham fulano como ídolo, como se o GOSTO MUSICAL tornasse alguém uma péssima pessoa. Novidade pra você: tá cheio de gente que se diz culto, que só ouve “música boa”, mas pira o cabeção nos funks e sertanejos da vida quando tá sozinho ou quando solta a franga nas baladas. Então melhor você se isolar do mundo com amiguinhos igualmente preconceituosos, não é politicamente correto respeitar as pessoas, isso é humano e decente, o mínimo que se espera de pessoas educadas: você tem todo direito de odiar a música ou o estilo se quiser, mas deve ter a decência de respeitar quem gosta e é feliz com isso. Gente bem resolvida não perde tempo odiando o que os outros gostam, só uma dica.

      • Tulio

        Se afastar de alguém por conta de gosto musical é bobeira, reintero, existem pessoas que irão possuir inteligência musical, nesse sentido, retrato a música absoluta, sem as complexidades impostas por letras. Nesse sentido uma pessoa inteligente musicalmente, pode ser um ogro filosoficamente, mas o produto torna se interessante, quando existe a inteligência musical com boas letras, e um bom envolvimento no geral. é de se confundir, por isso você escolhe pessoas por gosto musical. Mas a inteligência não se define somente musicalmente, pode ajudar, mas vai além, então dê chance a quem é burro musicalmente, eles tem outras inteligências, menos a musical, Parâmetros do som, e coisas que eu não entraria em discussão com quem não tem conhecimento.

  • Mariana

    O que muita gente parece não querer entender, e que tá bem explicado nesse texto, é que você tem todo o direito de gostar ou não de determinado estilo musical, de tal artista, ou tal música. Mas você precisa ser decente e respeitar quem gosta, porque cultura não é só o que seu cérebro entende como bom, o povo tem direito de gostar do que quer e pronto, ninguém é melhor ou pior por isso. Alguns estilos musicais te fazem pensar, são mais importantes no quesito arte? SIM. Mas música também é diversão e entretenimento, não precisa ser só uma aula de arte, pode ser um momento de descontração também. Eu não gosto de funk nem de sertanejo, mas sabe o que eu faço quando toca? Troco de rádio, de canal. Simples né? Quem gosta que seja feliz ouvindo, hoje em dia o que mais falta pras pessoas é motivo pra se divertir e ser feliz, e se alguém vai ser feliz ouvindo Michel Teló, ela tem mais que ouvir mesmo. Gente medíocre precisa se afirmar a todo custo, diminuindo os outros pra se achar mais inteligente que os demais. Tenho pena.

    • Tulio

      Qual a movimentação harmonica das músicas do Michel telo? Que escalas ele utiliza? Quais as formulas rítmicas e qual a fórmula de compasso? Você entende o que é fragmento musical? Você sabe o que são síncope e contra tempo? Você sabe qual o campo harmônico? Você consegue analisar frases, períodos e motivos?
      Se sua resposta for não, parabéns, você é inteligente para qualquer coisa, menos musicalmente, e eu não falo sobre letra, apenas de som e música, se entrar nas letra é outra área, então não fique triste, inteligência musical não faz ninguém inteligente, talvez até transforme em pessoas arrogantes, mas é aquele história, existe, e com certeza seu comentário demonstra sua falta de capacidade de identificar tais elementos, agora é o que digo, não é porque você ouve Mozart que você é inteligente musicalmente, mas perceber esses elementos sim, aí meus caros, é para uma minoria de maioria músicos.

  • Tulio

    Considero a existência da inteligência musical
    Que nesse sentido não necessita uma linguagem por traz, o que quero dizer é
    A música possui sua propria filosofia, que não tem ligação com as palavras, mas os artistas trabalham as suas tensões, relaxamentos, afastamentos, etcs. Causando efeito através das letras. A música é pura por si só, nesse sentido existem pessoas burras musicalmente, isso não quer dizer que isso fará algum reflexo na vida dessa pessoa, pode ser um juiz, pode ser qualquer um, mas não há como negar, que existem pessoas que não possuem percepção musical, ao falamos de arte entramos em um conceito mais abstrato, me reduzo a dizer aqui apenas, a especificidade da inteligência musical, desculpe aos estilos desprovidos dessa inteligência, você pode ouvir o que quiser, acredito que isso não vai influenciar em sua nota no enem, ou no seu alto cargo, mas essa inteligência não é para qualquer um, por isso existira posts como esse.

  • mas são um bando de babões hipócritas mesmo!
    é uma geração afetada e com muito pouco a oferecer, não só por musica las por tudo que mídias oferecem e a cultura idem desde um bom tempo p/ cá.
    podem se doer,, mas é inegável o nível de tudo que é apresentado em tv , rádio , propaganda.
    aos jovens q se sentem ofendidos , lamento mas cabe a cada um procurar poucas coisas que essa mídia de hj oferecem de bom.
    leiam mais , se informem mais e não sejam tão manipuláveis

  • Não concordei com a comparação das letras. Aliás, senhor Jader, caso não saiba, os Beatles tinham uma certa ligação com o Ocultismo. Então, quem pode garantir que a maioria ou todas as músicas deles se referiam mesmo e sempre ao público-alvo?

    Eu ODEIO Funk, Sertanejo Universitário, Pagode Romântico e outros ruídos que a gentalha de hoje aprecia. No entanto, não discrimino essas pessoas e nem me sinto a elas superior. E a Inteligência Musical realmente existe e é para poucos, mas não se enquadra em ouvir tudo já que um ruído tocado por uma banda como Calypso não pode ser comparado a uma orquestra tocando o Bolero de Ravel. Isto é uma Verdade, meu caro, me desculpe pela sinceridade ou se pareço arrogante ou preconceituoso.

    E tirando os “estilos” acima mencionados, eu tenho um ecletismo que vai de Therion a Paulinho da Viola, passando por Bjork a Ana Carolina e dando umas viajadas de Chopin a Michael Jackson.

  • Fabio

    Funk,axe e sertaanejo é lixooooooooooooooo

  • Fabio

    Funk,axe e sertanejo é lixooooooooooooooo

  • Camila

    De todas as bandas que voce citou, nenhuma eh boa. E nao, nenhuma eh cool. (le-se Beatles, Bjork, nirvana, Oasis, Radiohead, etc)

  • Daniele

    Eu conheço pessoas que deixaram de ser fã dos backstreet boys,pq cresceram e começaram a fazer faculdade.Eu cresci,comecei a trabalhar,fiz minhas faculdades e continuei fã dos caras.Esse ano, como está na febre dos anos 90,o povo levantou das covas querendo ser fã de novo.Só pq se tornou “cool”.Pessoas sem personalidade.Eu amo os caras desde sempre e não me sinto menos por causa disso.Não vou dizer que gosto de Legião Urbana, só para ficar bem com os colegas.Nunca gostei e não vou gostar!

  • Rogell

    E nao é? Música clássica é pra gente, o resto… se contenta com o lixo :^)

    • E a performance do Yo Yo Ma tocando Bach no Demolidor?

  • Hellio

    Cada uma… um idiota tentando defender e justificar seu mau gosto musical. Certamente é mais um ignorante que, por mais que tente (pra se parecer culto), não consegue interpretar as letras das belas canções, das grandes bandas e grandes músicos. Como não consegue inspirar inteligência com o que é culto, tenta fazê-lo (só para os idiotas, assim como ele) ouvindo merda e falando merda.

  • Amanda

    mimimi nem terminei de ler. Gostar você pode gostar de tudo né, mas é aquela coisa: o cara pode preferir seu fusca velho a um volvo, é questão de gosto, mas querer empurrar pros outros que o fusca é tão bom quanto o volvo….

    Em tempo: não vejo nenhum problema a pessoa preferir Lady Gaga a Chico Buarque, se ela se assumir com um gosto musical ruim ‘eu gosto disso e foda-se…’ beleza, agora…. querer vir com esse papinho eclético tosco pra cima de mim, querer nivelar todo mundo, como se tudo fosse a mesma coisa… por favor, totalmente sem noção.

    Desrespeito com músicos e artistas que valorizam a musica acima de tudo, que se importam com sua construção, seu significado, anos e anos de história, de contexto politico, que dedicaram suas vidas a fazer algo que realmente representasse os sentimentos de uma geração inteira.

    Nunca, nunca que uma guria feito essa Katy Perry e outras milhões de porcarias do gênero vão estar no mesmo nível. Nunca.

  • Ramon

    Eu acho que música não é “só música”, sem a menor dúvida a música foi e é mais importante do que religião pra mim, quase tudo que eu sou teve influência musical, quer saber?? Tudo que faço já teve influência musical, aprendi de geografia a diminuir preconceitos com a música, a cada passo que eu dou eu penso em uma música. Realmente eu era muito preconceituoso com isso quando eu tinha uns 15 anos, mas aprendi com a própria música(Rock n’ Roll principalmente) a entender os outros. Eu tenho pena da qualidade musical do pop de hoje em dia, mas muitas vezes a reação a isso é exagerada por parte de muitos, temos que aceitar algumas coisas, mas que tem muita musica que até como diversão é ridícula e acaba tirando o foco dos verdadeiros artistas, mas cada um ouve o que quer e isso não pode afastar muito as pessoas. (Eu até entendi o que você quis dizer comparando Beatles ao One Direction, mas isso pra mim é sacrilégio, hahaha, a fase pop dos Beatles tinham algumas melodias geniais e duraram o tempo certo, fazendo cada um deles crescer mentalmente e “espiritualmente” para o mundo chegando na famosa fase psicodélica e pra mim o auge, tentando sufocar e acabar com a beatlemania tão pop e exgerada). Abraços

  • Carol Tavares

    Jader, gostei do texto e acho que dava até para ir mais longe. Me faço essas perguntas todos os dias e fiquei triste com alguns comentários que li aqui. Toda música tem sua história e seu contexto social e, portanto, tem validade. :]

  • Bom, vamos lá… Sem querer apelar pra autoridade, vou pintar um quadro aqui só pra efeitos da minha argumentação (antes de tudo, gostei do texto e da crítica apontada), enfim:
    Sou artista por hobby, na faculdade de Artes é inevitável (e até inegável) o contato com outras culturas e ideias. Uma das coisas mais interessantes que é debatido é a abstração de conteúdo de um conceito inteiro (repartir uma obra inteira em pedacinhos e estudá-los a parte tentando entender o negócio todo). Quando se trata de música, é sempre interessante esse exercício, mas não pra discussão de gosto e sim pra debate da obra enquanto obra.
    Você pode dizer e apontar falhas em músicas dos mais variados tipos, mas nunca dizer que tal música é ruim só porque você não gostou.
    Eu por exemplo gosto de Miles Davis e Claudinho e Buchecha, gosto de Tom Jobim e Tim Maia, também gosto de Paralamas e Raimundos… O que tem de errado? São estilos distintos porque são artistas distintos e nenhum é superior ao outro por causa disso.
    O nome desse efeito na humanidade (de querer provar pras pessoas que ‘é um ser superior’) eu batizei de imaturidade (sim, efeito da imaturidade), fazer mimimi por causa do gosto alheio é idiotice…
    Já parou pra pensar que o seu gosto sexual pode ser nojento e ‘menor’ pra outra pessoa? Então, o mesmo acontece com música…

  • João Vitor

    Apesar de ser completamente contra todo e qualquer tipo de preconceito, discordo do seu texto e vou logo explicando porquê: Acredito que o simples fato de se buscar algum tipo de música diferente das musicas enlatadas e enfiadas goela abaixo pela mídia mundial já automaticamente te mostra como uma pessoa mais crítica e contestadora.
    Não importa se você no fim acaba ouvindo um funk ‘true’ penitenciário, uma música de 5 décadas atrás, um sertanejo raiz ou um bolero cubano. Não importa qual letra ou qual melodia é mais ou menos aprimorada.
    A questão é unicamente o fato de você se dar ao trabalho de buscar uma música de sua preferência e não apenas engolir o que te empurram goela abaixo nas rádios, programas de tv e rock in rios da vida apenas consumindo música como se consume moda. Consumindo porque é “o que tá todo mundo ouvindo”. É esse meu ponto.

    • João Vitor

      Claro que tem gente que pode REALMENTE gostar do “maior sucesso de todos os tempos da última semana” como por exemplo One Direction ou qualquer uma dessas bandas que “bombam” numa semana e na outra ninguém mais lembra que existe. O problema é que geralmente ninguém gosta REALMENTE desses ‘produtos’. Eles estão apenas consumindo por impulso, por estarem sendo manipulados. Por estarem seguindo modas baratas. Por apenas aceitar o que lhes é empurrado. Pense nisso.

      • João Vitor

        E no caso, SIM, eu considero pessoas mais críticas e mais contestadoras como seres humanos mais inteligentes. Afinal, mais de 2 mil anos de história humana estão ai pra me apoiar…

      • Vitoria Elizabete

        Não sei se por gostar de One Direction eu posso ser considerada inferior, você não sabe o que acontece se não acompanha, eles não fazem sucesso de apenas uma semana e depois são esquecidos até porque estão a cinco anos juntos, então no Livro de Recordes por vários quesitos, os fãs são loucamente apaixonados, toda semana – pra não dizer todos os dias- os fãs conseguem subir tags sobre esses meninos, que são como qualquer outro cantor que pensa em passar suas idéias, seus conceitos, seus gostos pelas suas músicas. Sou uma Directioner e as pessoas “tiram com a minha cara” mas eu não me importo, pois gosto é gosto e você não pode diferenciar nem julgar ninguém pelos mesmos. As pessoas tem o direito de escolher o que gostam e a obrigação de respeitar a opinião dos outros que vai desde a cor de uma camiseta ou esmalte à gosto musical, escolha de universidades e tudo mais. Amo Humberto Gessinger, desde o tempo do Engenheiros do Hawaii, até a época do Pouca Vogal e tudo mais, tenho seus livros, camisetas. Sou apaixonada por música clássica, por ópera, principalmente por Violoncelo e mesmo assim sou Directioner. Não me considero mais burra, nem mais inteligente, apenas uma pessoa normal que tem opiniões e gostos próprios, não gosta e tenta ser o mínimo influenciável possível. Sou Directioner sim e isso não fez com que minha nota Dez em matemática ou qualquer outra matéria diminuísse. Os meninos não são modinha, ajudam várias ONGs, lutam por várias causas, e estão num momento bom da vida deles e não temos o direito de julgar porque não somos ninguém. Como minha mãe diz, o único que tem o direito de julgar é Deus. Mente aberta é uma coisa que se exercita, então pratiquem e deixem essa bobeira que se chama preconceito de lado 😉

        • João Vitor

          Desculpa por ter usado o exemplo do One Direction. Poderia ter colocado o nome de qualquer artista do mundo ali. Inclusive Beatles, afinal eles foram a “modinha” da época deles também. Entende? Acho que você entendeu meu ponto perfeitamente, principalmente por ser essa pessoa com gostos diversos e não influenciável como você está alegando.
          O exemplo do One Direction pode ter te ofendido, e peço desculpas por isso. Mas sinto que você entendeu e concorda perfeitamente com a minha opinião, estou errado?
          Beijos

          • Vitoria Elizabete

            Claro, entendi seu ponto perfeitamente. Desculpa também por ter dito tudo aquilo, só quis mostrar o meu lado, e confesso, estava meio exaltada após ler todos os comentários com esse senso comum ,e o seu, falando exatamente dessa banda, só fez com que eu achasse uma brecha pra falar. Enfim, está desculpado hahaha e espero que me desculpe também. Obrigada por responder e dar a devida atenção :)

  • Lambert

    Vc toca algum instrumento? Sou músico e do meu ponto de vista, há uma clara distinção entre a qualidade das coisas. Consigo discernir a forma e o conteudo das cançoes por este ponto de vista. Agora cada um bota pra dentro o que quiser e que aguente o conteudo cultural que isso agrega.

    • Pedro

      Olha Lambert, eu também sou músico, e acho lógico que existem coisas muito mais elaboradas do que outra, mas o tópico aqui é focado na música como entretenimento. Afinal, ela está ai para entreter. E quando se escuta uma banda considerada medíocre, não se agrega nenhum valor cultural “pior” do que uma banda que é considerada arrojada. É absolutamente errado fazer comparações como: “uma pessoa que escuta funk é medíocre e provavelmente sem dinheiro, e uma Pessoa que escuta música clássica provavelmente é rica, estudada e bem sucedida.” E isso Vale para o caminho contrário também! Onde o seu gosto musical pode muito bem não te influenciar a ser alguém. Então não existe agregação de conteúdo cultural de baixo nível, mas sim a simples agregação de conteúdo.

  • Rafael

    O autor do post é uma criança. Daqui a pouco vão publicar uma matéria falando “a incrível geração que os país não os entendem” ou a geração que ficou bolada por que ganhou um iPhone 6 e pediu o 6 plus.

    Citar a letra da música pra querer dizer que é tudo igual, e não entender o contexto histórico e cultural é uma imbecilidade tamanha por si só, mas o autor ainda se insere na matéria usando o argumento que o fato de ele gostar de todas as músicas é superior a quem se acha melhor por gostar de músicas específicas? Desculpa amigo, mas você faz parte dessa geração, que a propósito não é culpa da geração, é só uma fase, e quando você e seus colegas tiverem que arrumar um emprego pra se sustentar e uma louca pra lavar, um lote pra carpir, vao entender quao pequena é essa preocupação de se achar melhor pelo gosto músical

    • Mitch Mckenna

      Kkk

  • Coli

    Bom, gosto musical não define QI, mas certamente a pessoa que tem o conhecimento de MÚSICA (tecnicamente e emocionalmente) tende a ser seletivo, e sim, consegue distinguir a música mais complexa e bela das outras.

  • Areli Nogueira Jr.

    É simples: a diferença está na MÚSICA e não na LETRA.

  • Mateus

    O texto usa trechos de letras de músicas esporádicas. Isso é um erro grave porque:
    1- a complexidade de uma música não vem apenas das letras
    2- trechos da música são fora de contexto e não permitem uma análise de verdade

    Quem entende de música, aprende os “Do Ré Mi Fá Sol Lá Si” da vida e estuda mesmo. Sabe identificar uma música complexa e uma música que foi feita pra grudar na cabeça das pessoas (com certeza você já ouviu Barbie Girl do Aqua, e a música ficou persistindo na sua cabeça incessantemente, mas existem exemplos mais sutis).

    Então, quanto a inteligência geral, não podemos dizer nada, mas há diferença de inteligência musical sim entre quem é mais seletivo com as músicas que ouve e quem “gosta de tudo”. E se não houvesse “música boa”, porque tanta gente na história da música se preocupou tanto em fazer músicas melhores?

    O problema dessa geração não é acreditar um ter o gosto musical melhor que o outro. Mas sim por querer insistir nessa história de que “ninguém é melhor do que ninguém”, sendo que essa frase é uma farsa que só serve pra consolar aqueles que não se esforçaram para serem melhores em alguma coisa. Essa geração quer viver num mundo de fantasia, assim como quem escreveu esse texto.

  • Ju

    Pelas bandas citadas pelo autor do texto, começo a desconfiar que ele sou eu.

  • barbara

    Eu também sou eclética, gosto de quase todos os estilos musicais mas sei diferenciar o que é bom, o que é ruim e o que é uma merda (sim, existe muita merda se passando por música hj em dia) meus gostos são bem variados (vai de um clássico como beatles, frank sinatra, ao heavy metal como led Zeppelin, ao alternativo como oasis, indie como arcade fire, pop com a taylor eletrônica com crystal castles, mpb com zeca baleiro, forró com luiz gonzaga, bossa nova com elis regina, moda de viola, o sertanejo atual…) E como você não vejo nada demais as pessoas terem gostos variados, o problema (para mim) é quando a pessoa só conhece aquele tipo de música que ta na mídia, aquele q só toca no esquenta ou na balada, o que ta concorrendo ao Grammy ou o que passa no TVZ…pois se demontra uma pessoa alienada (que só ouve aquilo que o mandam ouvir ou por influência de amigos que só ouvem um mesmo tipo de música) um exemplo pra mim seria alguém que só gosta de wesley safadāo, gusttavo lima, henrique e juliano, mc guime, anitta, sorriso maroto…(nada contra esses artistas, inclusive ja fui no show do H&J) mas q n conhecem outros tipos de música, que nunca ouviu cazuza, caetano veloso, clara nunes. Não sabe quem é titãs por isso nunca ouviu “a televisão me deixou burro”, só sabe pais e filhos da legião urbana e nunca viu a letra de “geração coca-cola”, e nem vou citar aqueles que só ouvem pop norte americano dizendo que “música brasileira não presta”. Minha conclusão é de que um gosto musical pode sim diferenciar no pensamento crítico de alguém (portanto na inteligência) não por vc gostar APENAS de músicos como o chico buarque. No mundo globalizado como hoje é, as pessoas tem mais informação, mais acesso, por isso não ficam só na mesma tecla, buscam algo novo a cada dia, alguém pode dançar valesca popozuda na balada e gostar de ouvir gabriel o pensador, numa boa.

  • Rafael

    Ecléticos têm dificuldades em definir gosto musical. Eles não gostam de tudo, mas sim, têm dificuldade. Contra fatos não há argumentos. Existem músicas para públicos diferentes. É uma questão cultural. Não dá pra gostar de tudo. Isso é uma tremenda crise de identidade! O ser humano precisa de definições em sua vida. Com a música é do mesmo jeito. O texto não tem base concreta. É apenas mais uma opinião de quem não consegue se definir. Simplesmente desnecessário!

  • ana

    não quero causar intriga, apenas, da mesma forma que você se posicionou, gostaria de me colocar. eu não concordo com a idéia de que ‘gostar do que todo mundo gosta’ seja uma coisa boa. isso é um reflexo direto da massa midiática e da globalização impositiva. ser um deglutidor de ditadoriedade social não é nada interessante!

  • Gilton Caminha

    Cara, muito obrigado pelo post. É de lavar os olhos. Muito bem articulado e desenvolvido.

  • Eu por exemplo gosto de músicas que me alegram e levantam meu astral. Tem pessoas que curtem música pra chorar de tristeza ou pra ficar pra baixo, para deprimirem-se, principalmente mulheres, eu não entendo como pode isso, já vi muito disso. Eu por exemplo, de músicas que me entristecem fujo longe.

  • Mário Henrique

    Bom pessoal, cada um vive do modo que achar melhor, mas lembrem-se que todo ato tem uma consequência para o bem ou para o mal !!

  • Wesley Ribeiro

    Concordo que ouvir música clássica por exemplo não te faz mais inteligente que alguém que escuta funk, só que te faz mais consciente, por exemplo pra mim melhor estilo musical sem dúvida alguma é Rap, eu só escuto Rap praticamente, eu tenho 16 anos e sou bastante consciente e tenho uma personalidade na meu ponto de vista boa, e boa parte disso é graças ao Rap, imagina se eu ficasse ouvindo esse lixo de funk como seria moldada minha personalidade, o que aprenderia, a passar o peru nas mina, fazer filho e manda as mina pra puta que pariu, pegar dst e espalhar, só aprenderia merda, mais graças a Deus não ouço esse lixo, escuto só Rap, mano Rap é muito foda te passa uma mensagem positiva, te mostra a realidade, te deixa consciente e mesmo assim é um estilo musical que sofre muito preconceito e não é tão popular quanto outros estilos, quando começo escutar Rap já da tipo um arrepio uma vontade de cantar e dançar, e tanto a letra quanto a dança do Rap é muito mais foda que de qualquer outro estilo musical, eu já começo fazer movimentos com a mão meio que automático, Rap já está nas minha veias, mais eu gosto de Rap nacional e os que mais pesado que fala a realidade e que passa um papo reto tipo:Racionais mc’s, Realidade Cruel, A Família, Dexter, MV Bill, Sabotage, Consciência Humana, Ndee Naldinho, Gog, RZO, 509E, Ao Cubo, SNJ, Facção Central, Face da Morte, Expressão Ativa, Detentos do Rap, mano os cara é tudo foda, Rap é Rap véio, pra mim o melhor estilo musical.

  • Rita

    Super me identifiquei com esse texto

  • Oliver

    Apesar de ter sido bem escrita eu discordo da matéria.
    Se a ideia é apenas mostrar indignação perante quem “se acha” mais inteligente, beleza, sem problema. Mas, tratando-se de argumentos científicos, eu exponho aqui os meus:
    Pessoas com nível de QI mais elevados têm a habilidade de “apreciar” e “Compor” padrões musicais mais complexos. – Howard Gardner, psicólogo pesquisador.
    Sendo assim, sejamos sinceros, a complexidade é algo inexistente no “Funk” brasileiro, Sertanejo, e afins, por outro lado, o Rock é um estilo musical versátil e trabalhado, podemos notar sua complexidade nos elaborados solos instrumentais, que como disse anteriormente, foram produzidos por pessoas com QI mais elevado, e naturalmente apreciado por pessoas com QI mais elevado.

    Exemplos:
    Brian May – Guitarrista do Queen.
    Ele é doutor em astrofísica e publicou um livro sobre o big-bang, recebeu 3 títulos honoris causa por serviços prestados às universidades de Exeter, Hertfordshire e John Moores, de Liverpool. (se você for um fã do Queen, ouça a canção 39: o jet lag de 100 anos citado na música está previsto na Teoria da Relatividade de Einstein).

    Dave Rowntree e Alex James – São baterista e baixista da banda britânica Blur. Participaram do projeto da missão espacial Beagle 2. Alex James atualmente trabalha com o Departamento de Astrofísica da conceituada Universidade de Oxford, na Inglaterra.
    Dexter Holland – É líder da banda de punk rock The Offspring. (Meu estilo favorito), Tem mestrado em biologia molecular.

    Eu sei o que você vão me dizer agora: “Mas o Mr Catra é advogado!”
    Mentira, ele cursou 2 periodos apenas, mas o mais interessante, é que nessa época o Mr Catra era (pasmem) roqueiro!
    Ele tinha uma banda chamada O Beco e era o guitarrista da banda.

    Existe uma pesquisa feita pela University of Warwick, da Inglaterra, que sita que adolescentes inteligentes entre 11 e 19 ouvem heavy metal, são fãs de bandas como IRON MAIDEN, AC/DC.

    Existem outras pesquisas estatísticas que falam a mesma coisa, é só procurar no google galera.

    Não sou preconceituoso e nem mesmo me acho melhor e mais inteligente do que ninguém, só não acredito naquela frase batida que diz “Gosto não se discute”, se discute sim, para isso existem padrões de qualidade, e o população brasileira precisa aprender a reconhecer esses padrões para assim não aceitar tudo que lhes é empurrado garganta abaixo e cérebro acima.

    Abraços.

  • Falchioni

    Aos que se acham superiores ou inteligentes quanto ao genero musical desculpe, mas, não estão mostrando isso em seus comentários entendam que o autor do texto não trocará de opniao pelo seu comentário ele apenas escreveu o que pensa e se você pensa diferente guarde pra você. Quer mesmo
    mostrar que é mais inteligente não o condene pelo seu gênero musical apenas o veja como uma pessoa que tem uma opinião diferente da sua.

  • Jefferson

    Da vontade de imprimir esse texto e andar pregado com ele na testa pros outros verem de tão bom que ficou!

  • felipe

    Gostei bastante desse post. Hoje acho que não tem um estilo que eu não goste de verdade. Ao meu alcance eu consegui apreciar a música de todos os gêneros. Gosto de Emicida e Muddy Waters. Led Zeppelin e Supercombo. Bob Marley e Sabotage. Mas acho q os argumentos q vc usou para comparar os Beatles com One Direction foram meio fracos. Até porque mesmo se as músicas dos Beatles fossem só letras de amor e uma bandinha de adolescentes eles foram os primeiros a fazer isso e revolucionaram o mundo da música, enquanto One Direction pode até tentar algo parecido mas uns 50 anos dps. A questão da qualidade depende de gosto, cada um gosta doq soa mais agradavel para cada um. A diferença entre Beatles e OD n é a qualidade da música, mas sim a inovação e visão dos membros integrantes. Acredito que essa superioridade de inovação existe mas não torna John Williams menos talentoso que Bach ou Bethoven ao meu ver. Porém existem pioneiros e você não pode considerar só a parte musical mas também deve considerar o fator social.

    otimo post mais uma vez

    e agradeço o espaço para opinião

    • stefano

      Concordo com vc felipe.

  • stefano

    Eu nao me acho superior por nao curtir essas musicas atuais do genero, como: sertanejo, funk, pop e etc. Só fico triste pelo sertanejo atual que ta bem diferente de antigamente, é claro que tem alguns cantores que sao bons musicos, e fazem um bom trabalho. Mas infelizmente tem muito “cantor sertanejo” que cantam musicas com letras pessimas, que fala só de farra e sacanagem, bem diferente do sertanejo antigo que tinha leandro e leonardo, joao paulo e daniel, zeze di camargo e luciano, sergio reis e etc. Esses cantores das antigas sim, cantava um sertanjo de verdade, com melodias boas e letras romanticas. Fico triste que a musica brasileira perdeu sua essencia de antigamente. Bom, sobre o funk da atualidade, dispenso comentarios!!

    • Bruno Takada

      Exatamente! E ainda tem gente que fala mal desses artistas só por serem sertanejos.

  • Dandara Monteiro

    Que texto lindo! Não aguento mais esse preconceito ridículo. E, como se não bastasse o preconceito ainda me deparo com reportagens como essa no meu dia a dia. http://blogs.estadao.com.br/combate_rock/gostar-de-rock-comeca-a-pesar-na-avaliacao-profissional/

  • Rozi

    Parei de ler onde vc disse “é só musica” como se fosse: “é só barulho” pra mim que diz isso não entende nada sobre música!

  • Rom Freire
  • Angelo Gutti

    “Eu não entendo essas coisas. Não é religião, não é educação, é só música! Por que então você considera alguém inferior só por que ele não gosta de Björk e prefere Taylor Swift? Vivemos numa sociedade em que gostar do que todo mundo gosta é algo ruim, te diminui. Faz de você parte de povo.”

    Discordo de você nesta sua declaração.

    Música tem muito mais importância na formação do indivíduo, do que você imagina.

    Nós assimilamos tudo que nos é apresentado, absorvendo, juntando, misturando. Muitas coisas positivamente levando para o resto da nossa vida, outras negativamente servindo de referencia de coisas que não gostamos, ou simplesmente deletamos.

    E sinceramente acredito que música é algo que vem da alma, para alma, que deve tocar a alma da pessoa que ouve (sente), e me recuso a acreditar que Funk por exemplo, entre outros ritmos consigam isso, abrilhantar a alma, isso só se consegue, quando a música é maior que o indivíduo que a produz, maior que seus interesse, maior que o interesse de terceiros, dos interesses mesquinhos capitalistas em que são moldados os “sucessos” atuais. Veja, não estou dizendo que não de deve colher os louros provenientes da música, mas que não se deve fazê-la com esse intento.

    E não acho que alguém seja mais inteligente por ouvir determinado estilo musical, mas tenho plena convicção, que aquele que escolhe a trilha sonora de sua vida, e não se deixa levar pelo dial rádio/televisivo, preenchendo-a com músicas que “tenham alma”, não vai se arrepender dessa escolha, e por conseguinte, é alguém que não se deixa ser massa manobra, e questiona o que está sua volta.

    Abçs!

  • dimar

    Escutar MPB não te faz ser intelectual.
    Escutar pagode, brega ou funk, não te faz ser “burro”.
    Eu,particularmente, prefiro ouvir Zé Ramalho, fagner, nação zumbi e racionais MC’s, do que ouvir MC leozinho ou a turma do pagode, pois esses cantores e bandas que citei, têm em suas composições, letras que me fazem refletir, existencialmente, politicamente, historicamente, me passam conhecimento, me divertem. A melodia também faz parte, mas não irei tocar no assunto agora. Funk, pagode ou brega…NÃO adianta dizer que esses gêneros musicais irão te passar algo que citei lá em cima (exceto a diversão), não critico, há pessoas que só vêem a diversão das letras misturadas com uma melodia forte e rítmica. Há uma diferença em você escutar “Moonlight sonata”, de Beethoven, e escutar a melodia de um funk, pelo menos há para mim. Mas a melodia pouco importa, a alma da música está nas letras. Música deve divertir, relaxar, refletir, mas que o faça com letras dignas de serem ouvidas. Não critico o funk, mas crítico o funk atual, não critico o brega, mas crítico o brega atual(nordestino), não critico o pagode, mas crítico alguns pagodes atuais. Pra mim, não adianta jogar uma sopa de letrinhas no meio de uma batida forte e enfiar em sons…É o que acontece hoje. Do sertanejo, criou-se uma derivação da raiz, chamada de sertanejo universitário, que em 80% das bandas de hoje, os grandes compositores, compõe músicas que falam fracamente de amor, traição, esbornia e álcool. Idem para o pagode. Fazem sucesso, e são amados por todos, e no final, eles ficam ricos e quem acompanha só ganha a diversão. Eu escuto todos os gêneros musicais, mas não escuto todas as bandas dos mesmos. Música pra mim, deve sim, te passar conhecimento, te divertir, mas preso as letras. As letras devem fazer sentido. Não devem ser jogadas. E por fim, não deixo de escutar aquele pagode, num dia de domingo, piscina e churrasco, assim como não deixo de dançar um forró com uma menina, mas isso não significa que eu goste das músicas, posso até gostar em certos momentos, mas não faz parte do meu ponto de vista.

  • Celso

    Musica é um estado de espirito, tem dias que estou a fim de lembrar lá da época em que morava na roça, da minha mãe no fogão de lenha, bora escutar um sertanejo raiz, tem dias que estou a fim de reviver minha juventude bora escutar Michael Jackson, puts cresci ouvindo Elvis, Beatles e por ai vai, eu sou totalmente eclético vou do pop ao brega, do rock ao clássico em segundos, aprendi que em matéria de musica que qualquer gênero ou cantor tem coisas boas e ruins, adoro Raul viajo quando o escuto, mas tens umas musiquinhas dele que não desce kkkkkkk, assim como todos os outros. Agora dizer que sou mais inteligente ou que esteja acima dos outros por que acho que tenho um gosto musical mais apurado que outros, olha… nunca me passou pela cabeça, porem me dou ao direito de achar que uma pessoa tenha um péssimo gosto musical isso sim me dou, porque quando alguém me diz que gosta de ouvir a Maisa cantando Nhe Nhe Nhem ta de brincadeira né meu camarada. Eu acredito sim que em alguns casos pessoas que tenha problemas de ordem cognitiva goste de musicas com frases repetitivas onde o que mais importa é o ritmo do que a qualidade da letra, pois quando ela se depara com uma letra com mais conteúdo e complexidade deve ter mais dificuldades para entender e por consequência não gostar da musica (não estou generalizando viu), também acho que a educação tem grande importância no gosto musical e como no Brasil educação é um fiasco as pessoas não sabem se quer escrever imagina interpretar um texto? Então meu caro eu vejo sim que o gosto musical é uma questão de educação sim, educação, não de inteligência existe uma diferença. Bem tudo isso é muito complexo por que há de se falar da influencia da mídia e tantos outros pontos.

  • Fábia

    Não é questão de gênero musical, mas de qualidade. Tampouco de inteligência, mas de educação e respeito. Ouça a sua música, mas não me obrigue a ouvi-la com você.

  • Isabel

    Sei como é se sentir assim: ‘Como assim você é fã do 1D? Você ouve coisas tão boas! rock, Indie Até clássicos? E agora vc me fala que gosta dessas bichas?’ Isso realmente me incomoda, eu n sei o q o cidadão pensa, no minimo é inveja, ja q a vida deles ‘foi facil, nem precisou fazer ENEM na vida’…
    Em relação ao funk, eu n tenho nada contra pra falar a verdade eu gosto dos antigos quando n tinha tanta pornografia explicita, mas caso o cidadão esteja com o som alto ao meu lado ou eu seja obrigada a ouvir eu fico muito puta. Eu n obrigo ninguem a escutar Whats makes your beautiful pq o cristão vai me fazer ouvir ‘faz meu pau de trampolim’.. Se o ouvinte estiver com um fone e quieto no canto dele, eu to feliz…

  • Destro

    ….simplesmente o povo brasileiro desconhece não só a música erudita como também a popular de alto nível….quem não conhece não pode gostar, é óbvio, afinal se algum de nós músicos, salvo raríssimas exceções entrarmos em uma conversa de arquitetos vamos nos sentir completamente deslocados tendo em vista que não conhecemos a linguagem utilizado por eles….mas ressalto que quando estou de “folga” bebendo uma gelada no bar e executo algumas músicas tanto populares quanto eruditas no violão (…Paulinho Nogueira, Dilermando Reis, Villa Lobos, Augustin Barrios, Isaac Albeniz, etc.) as pessoas, mesmo sendo portadores de uma ignorância musical tamanha gostam e se interessam bastante , até mesmo porque dificilmente se tem acesso às apresentações técnicas instrumentais necessárias para as execuções, ou seja eles admiram……depois que se conhece uma boa música não tem porque regredir, basta conhecer…..quanto ao funk ele se assemelha às “musiquinhas” medíocres que a rapaziada fazia no fundo da sala de aula do ensino fundamental……o problema é valorizar tal brincadeira…isso não é música no sentido mais amplo e esta longe de ser relevante à sociedade em geral em termos de cultura…..só serve para os bailes, para bagunça, só….

  • Mendes

    A escolha ñ te deixa inteligente,mais te torna uma pessoa crítica quanto ao que te edifica e quanto ao que ñ te leva a lugar algum.

  • Mendes

    Perdoem o “mais”.Lista preditiva traiçoeira.

  • Revox

    “Diga-me o que escuta que te direis quem és!”

  • suck

    Parabéns pelo artigo, eu não curto o funk atual, mas o funk dos anos 2000 sim, sertanejo universitário não gosto, enfim, concordo plenamente e Guto, parabéns pelo seu comentário!!!

  • Olá :D

    Se você acha que é mais inteligente que alguém por escutar jazz, música clássica, rock, músicas “que só você conhece”, tenho uma má notícia para você…

    Você é um burro! =(

  • Eduardo

    Não é religião, não é educação, é só música! “é só música!” este trecho do seu texto já explica bastante o por que de você aceitar escutar qualquer coisa que empurrem goela abaixo…

  • Leandro Jean

    Concordo que temos que respeitar o gosto de cada um, mais algo dentro de mim nunca vai aceitar e respeitar o FUNK que na minha opinião atrasa a mente dos mais jovens com apologia ao crime, chego até ser chato quando começo a falar o quando é ruim para algum conhecido que gosta, mais enfim tenho que parar com isso.

  • Helena L.

    Eu amei esse texto. Jader Araújo, o senhor abordou um tema que me foi muito útil. Parabéns

  • Helena L.

    Uma vez meu professor de violão me perguntou qual tipo de música eu mais gostava, e eu disse "Sinceramente? Bom proff, é difícil de dizer,  eu realmente não sei dizer se eu tenho um estilo de música preferencial pq eu gosto de muitos estilos, cada estilo é especial pra mim, pq me faz lembrar de alguém ou de algum tempo." Isso de dizer que quem ouve jazz ou funk ou qualquer outro estilo musical,  torna alguém menos ou mais inteligente, pobre ou rico, azul ou rosa, tanto faz,  isso sim é uma ignorância. Como assim eu vou deixar de  escutar as músicas da Xuxa e lembrar da minha infância  só pq eu cresci e as músicas dela são infantis de mais? A Xuxa ou o Parati e Patata que fizeram parte da minha infância,  o regg brega que fazia meu avô dançar que nem um bêbado que me  fazia rir tanto?  Neverrr.  Não tenho preconceito algum contra estilo musical nenhum.  Apesar de não escutar funk no meu dia dia,  se eu for para casa de meus amigos e estiver tocando um pancadão ou um forró daqueles,  não me incomodo de forma alguma muito pelo contrario eu me divirto e muito. Não me reprimo.  E pelo menos pra mim,  Não existe estilo ruim,  existe música ruim.  Tem música que simplesmente não agrada algumas pessoas,  mas isso não quer dizer que o estilo dela seja ruim. Os Mamonas assassinas por exemplo,  apesar de ter nascido uns 6 anos depois que eles morreram, eu sei que nem todo mundo gostava deles por acha-los vulgar ou até mesmo imoral -pessoas,  acho eu,  que não sabiam o que era diversão-,  mas fala sério? Até eu que sou mais reservada gosto deles.  Como não se diverti cantando as músicas deles.  Aqui em casa os mamonas são sinônimos de diversão e festa familiar.  Todo mundo dança e é muito bacana. Julgar alguém de ser uma coisa ou outra que não é pelo seu gosto musical é simplesmente ridículo.   Pessoas que julgam assim não merecem nem atenção. Ponto. Falei.

    • Bruno Takada

      Caramba, parabéns pelo comentário! Você que é uma pessoa tão nova soube colocar sua opinião de maneira muito mais racional do que a maioria das pessoas que entram em debates na internet!

  • Iguima

    Amigos, penso que a questão de preferência (gosto) musical é indiscutível. Trabalho com crianças em sala de aula e a apreciação musical é parte integrante do trabalho que faço. Não levo para dentro da sala de aula a prerrogativa das minhas preferências musicais, estas guardo para o meu fone de ouvido. Portanto, em sala de aula não excluo essa ou aquela música de uma apreciação por ser funk ou arrocha. A minha peneira é em função da ideologia transmitida pela letra da música em questão. Não vejo ser coerente levar para uma sala de aula frequentada por crianças de 8, 9 ou 10 anos de idade uma música cuja letra trate de temas que não às influencie positivamente. E se não faz bem às crianças, por que o faria a mim? Não são poucas as letras fazendo apologia a violência, drogas, sexo (precoce e aviltadamente não é bom) e outras coisas impróprias para o âmbito do qual eu falo. Se estes tipos de letras estão mais presentes em um gênero musical do que em outro, é assunto para outra discussão. Mas concordo com a posição do texto de que existe um preconceito velado entre alguns dos que se dizem cult. Não sou melhor do que qualquer um só porque a música que aprecio a mim parece, e talvez a mais ninguém, ser mais elaborada do que outras. A verdade é que, como disse Nietzsche “Sem a música, a vida seria um erro. Viva a música, ou melhor, vivam as músicas!

  • Interessantes comentários, instrutivos e alguns alertantes, mas, alguém dos debatedores poderia explicar, principalmente os defensores e adeptos da geração FUNK o motivo pelo qual onde há uma aglomeração FUNK é muito difícil que não se constate brigas, agressões e ate assassinatos covardes… Não que isto só acontece nesses eventos, mas a possibilidade de ocorrer e a frequência é infinitamente maior… !!!!!!!!

    • Erick Belizário

      De que referência vc tirou esse infinitamente maior? Provavelmente do seu pré conceito, todos nós temos
      Crescemos com ele, aprendemos q ele é o certo
      Quer uma agressão maior que a q teve no legião urbana em Brasília? E eles são “cool”
      Violência acontece em todo lugar seja no baile funk ou show do Paul McCartney isso aí é outra questão, que vai além do tema proposto

      • Mitch Mckenna

        No show do Paul McCartney? Agressão e abuso sexual como no baile funk? Estou para ver! Lá a polícia pode entrar kkk

        • Gisely de Oliveira

          Começa por aí! kkk

    • Socrates Bandeira

      Esqueceu, na sua lista de ‘desgraças’ proporcionadas pelos bailes funk, das meninas de 13, 14 anos incentivadas a se oferecer ali mesmo pra maior quantidade possível de marmanjos, que frequentemente geram filhos bastardos (desculpem a expressão…) que anulam as possibilidades de tornar a cultura geral dessas comunidades menos limitada. Todo estilo d̶e̶f̶o̶r̶m̶a̶d̶o̶ adotado pelo segmento pop é, no mínimo, irritante. Mas o funk, tenham dó, é um holocausto cultural!

  • Lucas Eid

    Eu tambem sou assim, eu danço que nem louco com musicas loucas, mas as vezes gosto de escutar Blues, Jazz. Minha cantora favorita é a Bjork, e por isso todo mundo me acha doido, por eu gostar só de musica doida

    • é isso mesmo, não pode ter preconceito, bora ser feliz!

  • Capcioso

    Eu curto funk e rock kakaka. Curto qualquer coisa que não seja pop norte americano barato (e isso inclui o pop rock safado das bandas indies), eletrônica, death metal, sertanejo universitário e pagode.

  • shikida

    eu gostei deste artigo

  • ricardo

    a questão n é falar que pessaos que ouvem funk ,sertanojo universitario e pagode serem menos inteligentes e tal .. a questão é a letra dessas pohas , por isso pessoas “inteligentes´´ falam que essas merdas são de alienados. pelo simples fatos das letras dessas musicas só falarem merda e bobagem.. é so romance e putaria (funk e sertanojo universitario) e letras sem sentidos de romance tb (pagode) ai o jovem ouvindo esses karalhos só vai pensar em uma coisa na vida… em tranzar, namorar e beijar e só… consequencia disso? um pais com educação baixa… populaçao burra (idiotas que n estão nem ai pro pais e na hr de votar votam em bandido) e com adolescentes sendo pais tão cedo…. musica brasileira só é boa as antigas.. os sertanejos classicos e raiz , sambas antigos etc. poha a musica br de hj so fala de sexo, pegaçao e balada ..nunca seremos de primeiro mundo com ess
    as musicas em alta no Brasil por tudo que eu disse ai em cima.. “populaçao burra etc e tal´´ . gente olha as musicas do legiao urbana. olha as letras da musica dele.. aquilo sim é musica e poesia. musicas que fazem vc abrir sua mente. e não tem so legiao urbana.. tem varias outras bandas ou gp ou solo que fazem musicas desse estilo, nacional e internacional. esse tempo o gosto musical de brasileiro é mt bom infelizmente chegamos a esse ponto…. ta no fundo do poço #ripmusicabrasileira

  • Mariana Lima

    Eu odeio MPB e mesmo assim acho que quem cresce ouvindo MPB é mais inteligente do que uma que cresce ouvindo funk, a diferença é essa, ninguém se torna grande ouvindo um monte de merda(sobre sexo, é disso que a maioria dos funks). Agora se um adulto formado ouve funk isso não altera em nada a inteligência, realmente é preconceito idiota.

  • josé carlos dias toffano

    Bem cada um tem o gênero de musica que gosta, na minha opinião concordo com algumas coisas no texto, tem muitas atuais legais, mas não gosto da maioria, parecem meio “robóticas”, as letras são cheias e tem conteudo(algumas nem letra boa tem), porem os instrumentos ficam de fora em algumas que são substituidas por DJ, samples, ruidos, acho que tinha que dar uma mechida no mercado musical tanto internacional com nacional a midia divulgar mais outros estilos, bandas, ficar menos na mesmice, no nacional tem que variar, o brasil é cheio de estilos musicais diferentes, mudar um pouco só sertanejo e funk.

  • Adller

    Um dos texto mais confusos que eu li em toda minha vida e dos mais paradoxais. Sem querer ser ofensivo, parece um papiro escrito por um sátiro, um fauno que não suporta o olhar humilhante, deliciosamente imoral, revolucionário e artisticamente superior de Dionísio. Despregando, desenrolando, espraiando, estendendo o argumento em toda sua lógica de bronze e ramificações inevitáveis, dever-se-ia pôr fim a todo aprendizado de padeiro (seja em escolas ou junta a um padeiro experiente) visto que todos os croissants ou bombas de chocolate se equivalem. Reconhecer que todo indivíduo tem direito de comer e deliciar-se com o quitude insosso de um manipulador de massa mixuruca é uma evidência. Não era preciso encharcar a pluma no tinteiro. Traduzindo do idioma música ao idioma pintura, o texto afirma que Caravaggio não é em nada melhor do que uma filha de Paulo Maluf que se poria a manchar umas telinhas insípidas. O filho de Michel Temer que publicasse um livro tedioso e mal escrito sobre uma dondoca deprimida mereceria ganhar o prêmio Nobel. Infelizmente, arte e talento existe. Não se é Aleijadinho, Graciliano Ramos e Hitchcock por um simples desejo preguiçoso.

    • Taína Sena

      Why lord!

  • José Elias Silva Neto

    O que faz diferença pra mim em música não é letra, é a música mesmo, que é feita essencialmente de notas musicais, não de palavras. Nada melhor que a música de Bach, Mozart e afins para exemplificar o que estou querendo dizer. Quem não presta atenção nisso está avaliando música como literatura – o que não é proibido, mas a meu ver não é o essencial.

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