/ Posts por Taína Sena

04mar

Degustação de vinhos Brunello di Montalcino

Postado por às em Vinho, Você rica

Brunello

Na semana passada, o pessoal da Sonoma me convidou para participar de uma degustação super exclusiva de Brunellos di Montalcino, tradicional terroir italiano. São vinhos famosos por sua potência, tipo de produção e também por sua exclusividade, já que são vinhos mais caros, uma vez que seu processo de produção é um pouco mais difícil.

Em toda minha vida, já tomei pelo menos uns 4 Brunellos di Montalcino, é gente, é um vinho que começa com preços em 200 reais, no mínimo.

Sobre o Brunello di Montalcino

O Brunello é produzido da uva Sangiovese e tem denominação de origem controlada e garantida, aquela sigla DOCG, essa denominação traz algumas regras: o vinho tem que ficar minimamente 2 anos na barrica de carvalho e mínimo 4 meses em garrafa e tem mais uma série de regras mais técnicas.

brunello

Mas o que diferencia o Brunello de outros vinhos? basicamente seu terroir, traduzindo em miúdos: o lugar de produção, que contempla a sua temperatura, sua terra, formato de produção.

O Brunello di Montalcino é um vinho de guarda, que evolui em 10, 15 anos na garrafa, não que você não possa beber antes, mas esse tempo guardado faz com que o vinho evolua, seus taninos sejam “domados” e entregue mais complexidade de aromas e sabor na abertura da garrafa. Ah, ao se abrir um vinho como esse, é recomendado que você o faça com 8 horas de antecedência, para que o vinho “respire” e entregue toda sua versatilidade e potência.

No evento da Sonoma, experimentamos 9 Brunellos diferentes e fomos acompanhados do Sommelier responsável pela curadoria do e-commerce, explicando sobre os rótulos escolhidos e também contando histórias dos vinhos e tudo que envolve esse mundo.

Brunello di montalcino

A degustação foi acompanhada de um menu de carne e massa, que é a melhor pedida para esse tipo de vinho, com estrutura e complexidade. Um menu incrível do restaurante Modi, que fica ali em Higienópolis, perto do shopping.

Também experimentamos duas garrafas de  Rosso de Montalcino, que são vinhos mais fáceis de beber, com taninos mais amaciados, vinhos de entrada, como eles costumam dizer.

rosso di montalcino

Meu preferido foi o Barrici, que é um dos top 100 Brunellos da safra, segundo a Wine Enthusiast achei ele um vinho super complexo, com taninos ainda muito duros, daqui uns 5 anos vai ficar maravilhoso.

A Sonoma é um e-commerce super moderno, tem uma curadoria especial, traz vinhos para todos os bolsos, vinhos exclusivos e também alguns mais tradicionais. O que eu acho mais legal é que você vai encontrar vinhos de entrada, aqueles mais baratos e também encontra complexidade de um Brunello ou Barolo, entre outras denominações. Ah e outro ponto super legal, eles entregam em até 90 minutos nas regiões aqui em SP, testei o serviço e realmente eles conseguem cumprir a promessa, olha que eu morro bem longe né?

Eu adorei o evento e os vinhos que provei, vou mostrar cada rótulo lá no meu instagram – segue ai! www.instagram.com/tainasena

Se você quiser saber mais, o site deles é www.sonoma.com.br – dá um pulo lá e depois me conta!

14fev

Vinhos e Espumantes para o Verão

Postado por às em Vinho

vinhos de verão

Não é possível negar, mas a estação mais esperada pelos brasileiros é o verão, todo mundo se prepara pra isso, também já não é segredo a minha paixão por vinhos e espumantes, então, mesmo no verão eu quero muito aproveitar e continuar tomando. Claro que os brancos e espumantes são as melhores pedidas nessa época, mas vocês sabem, o vinho branco ainda não é muito bem aceito pelos brasileiros e vem penetrando aos poucos no mercado. Preconceito bobo, porque tem muitas opções boas e os espumantes brasileiros vem tendo destaque no mercado de vinhos e espumantes.

Conversamos com o sommelier Carlos Aguiar para nos ajudar com 3 dicas preciosas para que você faça seus drinks de verão em casa para receber amigos ou pra você ahazar e curtir o verão sozinho.

beefamous
Dica 1:
 Vinhos Brancos e Rosé

A melhor opção de bebida para o verão são os vinhos brancos, rosés e espumantes bem geladinhos para degustar ao longo do dia. Escolha os mais leves como o  Bee Famous Organic Costières de Nimes Rosé com aroma de morango, sabor fresco, frutado e leve. “Com certeza uma opção super agradável de beber, refinado e macio com um toque de acidez” afirma o sommelier Carlos Águiar.

 

Dica 2: Nem sempre o mais caro é melhor

Hoje em dia, é possível encontrar rótulos nacionais ou importados com preços a partir de R$: 70,00, dependendo da necessidade e do público a opção de um melhor custo-benefício é com certeza a melhor. Uma boa sugestão é o Alzira Branco (R$:63,90), um português com coloração levemente citrina e aspecto límpido, aroma intenso e frutado com boa acidez.

Vinho Branco

Vinho verde também é uma ótima pedida: saiba mais!

Dica 3: Dicas de Organização

Antes de organizar o seu evento de verão em casa é preciso levar em consideração as seguintes informações para montar a carta de bebidas que serão servidas na data escolhida: qual será o tipo de evento (aniversário, bodas ou outro tipo de comemoração), local, horário do evento, número de pessoas que estarão presentes, faixa etária e cardápio que será oferecido.

vinho tinto

Carlos Águiar é sommelier, escreve para o blog Wine in Rio e é proprietário do e-commerce Rio Di Vino.

Espero que vocês gostem das dicas e tomem mais vinho branco e espumantes! Aproveite e saiba mais sobre o mundo do vinho.

 

Site do Rio Di Vino: www.riodivino.com.br

07jan

Roadtrip para Belo Horizonte

Postado por às em Episódio de Hoje, Viagem
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Roadtrip Belo Horizonte

Ano passado no mesmo período eu estava escrevendo sobre minha primeira road trip, para a linda Curitiba. Para comemorar o final de 2017 nós resolvemos fazer mais uma viagem de carro, dessa vez uma road trip para Belo Horizonte, em Minas Gerais.

Mas por que escolhemos essa cidade? Dois pontos: no ano novo tá tudo pela hora da morte e por que eu sempre resolvo minhas viagens da noite pro dia. Passei uns dois dias fazendo cotações e já estava bem desistindo, quando me veio à cabeça procurar os custos para BH. Eita que bença! tava incrivelmente mais barato que qualquer lugar, óbvio, fora do circuito.

No mesmo dia bookamos o hotel e começamos os preparativos para a trip, detalhe: tudo isso foi decidido 6 dias antes da viagem! Ah como é bom ser vida louca!

Mas o que tem pra fazer em BH? No planejamento achamos programas culturais, restaurantes e bares, sim, porque BH não tem mar, só tem bar! heheheh

Carro com as manutenções em dia, comidinhas de viagem separadas, partimos eu o meu boy e as minhas filhotas, comecei dirigindo, por que me sinto mais segura nas estradas paulistas, mas a ideia era dirigir metadinha, eu fiquei animada e dirigi 400 km – sobe a plaquinha aqui de alegria pra quem morria de medo de dirigir e hoje tô assim, chic demais.

O caminho foi bem tranquilo, a estrada (Fernão Dias) estava super boa, achei bem sussa. Chegando lá, o hotel era uma delicinha, escolhemos o HolidayInn – eu já fiquei hospedada em alguns hotéis da rede, então sabia da qualidade prévia. Os quartos eram super gostosinhos, aconchegantes mesmo, a cama king, era maravilhosa.

Como sempre nas minhas trips eu procuro ir bem de boa, logo no primeiro dia fomos conhecer a Praça do Papa, indicação do meu migo Guto, que fez um mini guia pra mim! (<3) – de lá dá pra ver a cidade do alto, tem umas comidinhas de rua e tal, foi lá que meu boy experimentou o famigerado hot dog com uvas passas, sem or. As crianças brincaram naquele big espaço e voltamos pro hotel para descansar.

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Depois que as crianças dormiram nós fomos conhecer o Edifício Maleta, que é onde ficam os bares mais alternativos de BH, e claro, fui conhecer o Guto pessoalmente, uma vez que somos migos uns 6 anos e nada desse encontro acontecer. Encontramos também a Patty e o Danilo, foi uma noite gostosa, pena que o lugar fecha 1 da manhã. Diria que ele é bem alternativo mesmo, se você gosta de bares estrelados, não vá, mas se você quer um barzão, vai que é sucesso.

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No outro dia fomos conhecer a Pampulha e o Museu de Arte Moderna, estava um dia chuvoso, mas foi bem legal conhecer o museu e todas as suas peculiaridades, tinha arte em todo canto, inclusive embaixo das escadas, algo meio escondido. Depois fomos almoçar no Restaurante Xapuri, um lugar tradicional, estávamos muito afim de comer comida típica mineira. Foi uma delícia.

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No domingo escolhemos ver a feira da Afonso Pena, uma feira enooooorme que tinha de tudo, comida, artesanato, decoração e tudo mais. Emendamos no parque que fica na mesma avenida, bem grande também, mas achei um pouco largadinho, as vezes deu uma certa insegurança. Na volta desse passeio resolvemos curtir a piscina e a jacuzzi do hotel, just relax.

Nisso já foi a virada do ano, escolhemos passar lá na Pampulha para ver os fogos perto da lagoa, não conseguimos chegar a tempo e a virada rolou no carro mesmo, à caminho, risos.

Finalizamos a virada com um vinho branco do sul da frança bem aromático, com muito abacaxi, pão e baunilha, achei ele bem equilibrado, o nome era Ferrandiere, fica a dica.

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Por fim, acabou nossa trip em terras mineiras, eu não consegui comer pão de queijo, não me perdoo até agora, mas tudo bem, ainda volto pra conferir isso.

Beijos

30nov

Especial Chile: Vinícola Undurraga

Postado por às em Episódio de Hoje, Vale a pena?, Viagem, Vinho

vinicola undurraga

Eu confesso que estava muito empolgada para visitar as vinícolas chilenas, e que esse era meu principal objetivo no Chile. A vinícola Undurraga estava cotada entre as mais bonitas e com o melhor passeio. Foi uma grande correria conseguir contratar um tour para nos levar até lá, uma vez que eu só tinha uma tarde para isso, já que na manhã estávamos conhecendo a Concha Y Toro.

No último minuto do segundo tempo eu consegui bookar o passeio, pá, super feliz! Saímos da Concha Y Toro e em uma hora nosso transfer estaria nos esperando no hotel. Correria, mas já adianto que valeu a pena demais.

Encantada 🍷 #wine #winetasting

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Chegando lá o visual já causa um grande impacto, a vinícola é linda, com jardins cheio de rosas e outras plantas. Começamos o tour com um senhor muito simpático, que está na vinícola tem 30 anos. Conhecemos um pouco da história da família Undurraga, que já não é mais dona da vinícola, conhecemos a plantações e muitas histórias sobre o plantio das uvas. Uma coisa que me chamou a atenção foi que em frente as “carreiras” das plantas, sempre havia um pé de rosas, a princípio pensei que poderia ser para enfeitar, mas na verdade o guia explicou que elas ficam posicionadas ali para que caso alguma peste ataque a plantação, a rosa vai ser a primeira a sofrer, assim, dando tempo para tentar proteger as parreiras de uva. Também foi super interessante entender que as uvas para vinho, não são como as que conhecemos, na verdade elas são super pequenas, eu não vi nenhuma madura, mas eles explicaram que a uva precisa ser menor para garantir mais açúcar e outras coisas mais.

Daqui que nascem as uvinhas #wine #winetour #vinho Uma publicação compartilhada por Taína Sena (@tainasena) em

Conheci as famosas barricas onde se deixa o vinho guardado, descobri que tem dois tipos: as francesas e as americanas, parece que a francesa é melhor, por que os poros são mais apertados, fazendo com que a qualidade do vinho seja melhor, que tenha menos escape de álcool e por fim, que adicione mais características ao vinho.

Eu poderia falar tanta coisa que aprendi nessa viagem sobre as barricas, sobre os processos, mas o post vai ficar muito longo!

A parte mais legal pra mim nesse tour aconteceu na hora em que chegamos até a sala de aromas, eu pirei, claro. Entender e saber identificar aromas no vinho era uma das minhas “metas” de aprendizado e essa sala ajudou muito na construção do meu “banco pessoal” de aromas. Espero ter guardado alguns na cabeça/nariz.

Depois dessa parte, finalmente partimos para degustação dos vinhos, e me surpreendi com as produções deles, a alta qualidade dos vinhos, indo do mais barato ao mais caro, não foi perceptível uma queda ou aumento tão brusco de qualidade no vinho.

O mais legal foi no final ver o Jader tentando encontrar os aromas e cada um dos vinhos que experimentamos, isso por que ele sempre zombou desse meu hobby e agora ele felizmente foi seduzido pela grande brincadeira que é beber vinho.

No final do tour passamos na lojinha e compramos mais algumas garrafas e claro, levamos a taça que vem de brinde quando você faz o tour.

O valor do tour ficou em 25 mil pesos chilenos, que deve dar algo em torno de 130 – 140 reais e na minha opinião vale demais!

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