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27nov

Quanto custa jantar no Skye bar?

Postado por às em Bebidas, Comida, Gastronomia, Quanto custa?

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Nós já falamos aqui sobre Skye Bar, lembra? mas na época o texto foi sobre quanto custa beber no Skye bar, eu demorei um pouco pra escrever esse post, uma vez que já faz mais ou menos 2 meses que eu fui jantar no Skye.

Fui levar duas gringas para jantar, elas estavam super animadas com a night de SP, confesso que eu já estava bem cansada por conta da rotina de um trabalho que estava me consumindo toda minha energia vital, risos. Escolhi o Skye Bar por conta da vista e também por que eu queria muito experimentar aquele famoso prato do Emanoel Bassoleil, que é o chef responsável pelo restaurante.

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O prato era aquele de tinha ovas, peixe e creme de champagne, ficou mais famoso ainda depois que a galera precisou reproduzir esse prato na última edição do Masterchef amadores – nome é: Robalo ao creme de champagne com purê de nhame.

Leia mais: Quanto custa jantar no Figueira Rubayat?

Começamos com algumas bebidas, que giravam em torno de 35 – 40 reais cada, estávamos em 4 mulheres, conversa vai, conversa vem, super curtindo aquele rooftop e consequentemente a vista de São Paulo, finalmente vagou uma mesa para jantar. Faço um parêntese aqui para avisar que o Skye não faz reservas no restaurante se você não estiver hospedado no hotel Unique.

robalo-ao-creme-champagne-com-pure-de-inhame-e-pastel-de-caviar

Chegamos na mesa, eu escolhi um vinho mais ou menos, estou gostando muito dos vinhos que vem da uva nero d´avolla, custava algo em torno de 170 reais, inclusive achei que a carta tinha opções para vários bolsos.

O couvert deles é bem gostosinho, com pães diferentes, com duzentos mil temperinhos e tal. Fizemos um mix de entradas e dividimos, tinha camarões e ceviche. De principal eu fui no famoso, nem era tão caro assim, algo em torno de 115,00 só prato, acho ok considerando todo o ambiente, a fama do chef e o lugar. Depois escolhemos um combo de sobremesas para dividir, juro, tinha tudo o que você pode imaginar: mousse de chocolate, creme brulé, figos, um doce de café, que sobremesa maravilhosa, se não me engano ela custou 65 reais, você pode conferir na única foto que tenho desse rolé, que é bem grandinha, vale a pena.

As amigas gringas pediram uma um prato de sushis, parecia um rodízio, a outra uma massa e a Karina uma carninha que parecia deliciosa. Não acho elegante abrir aqui o custo de todo o jantar, mas considerando os vinhos, os drinks e as caipirinhas que as gringas amaram, o valor ficou até que ok.

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Bom dizer que a caipirinha deles é super grande, os outros drinks são servidos em copos mais bonitosos, taças e tal, o que não vem muita coisa, mas são muito bons.

Eu gostei muito do atendimento, da comida, o robalo ao champagne é realmente incrível e acho que vale a pena ir, é aquilo, pra gente que é do proletariado, uma vez na vida e outra na morte!

Por fim, se você chegou aqui é lógico que está curioso pra saber quanto custa jantar no Skye Bar, fazendo os cálculos e considerando mais ou menos os itens que eu comi e bebi, você vai gastar em torno de uns 330 reais por pessoa. Agora se você não beber vinho/drinks provavelmente consegue jantar gastando uma média de 200 – 220 reais.

14nov

Quanto Custa: A Casa do Porco

Postado por às em Bebidas, Comida, Gastronomia, Quanto custa?

Casa do Porco

Há algum tempo atrás fiz uma participação especial aqui no Episódios de Hoje, escrevendo para o Quanto Custa? no restaurante do Terraço Itália. Pois bem, hoje volto para falar sobre o aclamado restaurante A Casa do Porco!

É verdade que a visita que narro aqui ocorreu em meados de agosto, mas vocês perdoam né? Era meu aniversário e eu queria ir em algum lugar bastante especial e diferente. Acabamos escolhendo A Casa do Porco visto que estava na nossa listinha de restaurantes que queremos conhecer (depois de ler Alta Fidelidade do Nick Hornby na adolescência, eu fiquei louco por listas).

A Casa do Porco, como o nome entrega, é um restaurante centrado na carne de porco, que remete à origem do chef Jefferson Rueda que veio de São José do Rio Pardo e traz pra capital a tradição de carne de porco do interior paulistano.

Liguei na casa durante a semana para saber como funciona e se há reserva. Eis que vem a primeira dica: a casa não trabalha com reservas, apenas com ordem de chegada. Questionei sobre o melhor horário e o atendente foi categórico em informar que, se não chegar lá até as 11h20, não é possível entrar na primeira leva! (o restaurante abre ao meio-dia)

Parece brincadeira, mas como a casa é pequena e comporta poucas mesas, se você não chegar até as 11h20 (no sábado, ao menos), você vai ter que enfrentar uma longa fila de espera.

Chegamos cerca de 11h, estacionamos do lado da casa (R$15 reais) e nos encaminhamos pra fila, onde ficam as mesas externas. É por ordem de chegada, então não se acanhe de chegar e sentar logo na sequência do último.

Perto das 11h45, uma moça passou questionando o número de pessoas que estávamos e deu uma ficha que seria o número de nossa mesa

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Meio dia em ponto, começaram a chamar as pessoas na porta para adentrarmos.

Nos acomodamos e um garçom muito simpático nos abordou, entregando cardápios e tirando as bebidas. Aqui um pequeno susto: a casa só tinha cerveja Coruja (1L) por módicos R$52 ou uma opção de IPA da casa em garrafa de 350mL (cerca de R$13).

Pedimos a Coruja e uma Porcopoca (R$10), um torresmo perfeito servido em saquinho de pipoca de carrinho, imperdível!

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Enquanto comíamos essa entradinha, o garçom nos auxiliou na escolha do prato e decidimos ir no menu degustação, chamado “De Tudo um Porco”. Custa cerca de R$100 e inclui uma porção individual de quase todas as entradas e no fim o prato Porco San Zé.

O primeiro prato que chegou foram dois tipos de presuntos, sendo um deles feito de cabeça de porco. É pra começar já no modo HARD! rs

Apesar de aparentemente nojento, o embutido é maravilhoso e orna maravilhosamente bem com a mostarda com tucupi que eles servem. Além disto, vieram pães bem gostosos pra acompanhar.

Logo na sequência, foi servido o tartar de porco maturado servido numa torradinha fininha e crocante. A textura do porco e seu sabor são realmente deslumbrantes.

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O menu degustação não segue uma ordem igual para todos os clientes, portanto, não se assuste se os pratos vierem numa ordem diferente pra você!

A cada novo prato, o garçom explicava detalhadamente o que estava sendo servido, ponto super positivo da casa.

Quando finalizamos o tartar, chegou o Sushi de papada de porco com tucupi preto e alga. Nesse momento, você pode estar torcendo o nariz por pensar em como uma papada de porco pode ser algo gostoso, mas acredite em mim, é muito gostoso e levemente picante.

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A apresentação dos pratos é muito bonita e acredito que faz com que sua restrição em ao menos experimentar os pratos fique menor.

Na sequência, veio a Costelinha de porco na cesta de alface com arroz e alga. De todas as entradas, achei essa a mais simplória, mas não menos apetitosa.

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Todas estas entradinhas, com exceção do presunto no começo foram comidas diretamente com a mão. Eles incentivam isto e deixam à disposição na mesa um recipiente com água de lavanda para você limpar a ponta dos dedos entre um prato e outro. A atenção aos detalhes é grande e faz a diferença na experiência proporcionada, pode acreditar.

Depois da costelinha, voltamos para os pratos super diferentões e foi a vez da Sanguiça com Tangerina na cama de abacate. Este, de todos os pratos, foi o único que pensei: “- Não comerei nem a pau!”. Com incentivo da Lygia e do garçom, decidi experimentar e fui surpreendido. A sanguiça, linguiça de sangue de porco, é bem torradinha, levemente picante e contrasta com a tangeria delicadamente colocada em cubinhos por cima. A combinação de sabores é muito boa e acabou sendo uma das entradas que mais gostei!

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Recebemos, após a sanguiça, o Bun de barriga de porco com cebola roxa e pimenta fermentada. Nunca tinha experimentado este pão chinês, que é feito no vapor e apesar da aparência de cru (super branco!) é bem cozido e tem uma textura extremamente macia. A barriga de porco com a cebola é coberta por pimenta fermentada, cebola roxa e faz com que você tenha uma explosão de sabor na boca. É MUITO bom mesmo!

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Os croquetes de porco acompanharam a mostarda com tucupi (divina!) e pimenta.

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Depois, foi a vez do mini virado à paulista, um clássico na cidade, ser servido em finas torradas com direito a ovo de codorna estralado.

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Por fim, serviram uma das estrelas da casa e seguramente uma das combinações mais inusitadas (e geniais) de todas: Torresmo de panceta com goiabada de pimenta. É bom de uma forma que não dá pra explicar, você precisa experimentar. De todas as entradas, essa foi a que eu mais gostei!

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Por fim, veio o prato San Zé, que é carne de porco cozida por 8 horas acompanhado de couve, vinagrete de banana da terra e farofa e tutu de feijão! É de raspar o prato! :)

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Acabamos não pegando sobremesa nesta visita (fomos outra vez com a família da Lygia duas semanas depois e experimentamos as sobremesas, recomendamos!), e fomos direto pro café. Existem duas opções: café espresso ou coado na mesa. Pedimos o coado na mesa e ficamos felizes com a escolha.

Você recebe um minicoador na mesa e o garçom prepara ali, na sua frente. Para acompanhar, vem doce de leite defumado com bacon e queijo canastra, que o garçom recomendou comer os dois juntos pra ser surpreendido pela combinação.

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E aí encerramos a comilança. O custo total, com menu degustação, cerveja e café no final ficou em cerca de R$140 por pessoa. É salgado, mas vale muito a pena para experimentar sabores muito diferentes do tradicional.

Ainda deu tempo de tirar uma foto da cozinha, que fica exposta e aparentemente muito organizada.

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Vale ressaltar a cordialidade dos garçons e de toda a equipe. Muito efetivo e simpático o serviço da casa.

Resumindo: vá visitar A Casa do Porco mas chegue bem cedo, peça o menu degustação e se encante com tudo que virá. Vale cada centavo!

Ah, quando saímos quase 2h depois, a fila estava kilométrica. Há uma área para venda de produtos para quem está na rua, com sanduíches, bebidas e porcopoca. Você pode levar pra casa ou ficar ali, tomando uma breja e beliscando enquanto não te chamam!

Dados do restaurante:

A Casa do Porco
R. Araújo, 124
São Paulo, SP
Funciona todos os dias do meio dia até 01:00, com exceção de domingo que fecha às 17h30.

Nos vemos na próxima! Me siga no instagram @rafaliziero.

01out

Como foi o curso de vinhos na Toque de Vinho?

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Vocês sabem, eu sou uma apaixonada por vinhos e sua cultura, cada vez mais eu tento entender um pouco mais sobre a parte técnica de se beber, sim, tem uma parte técnica. Aproveitando que meu aniversário estava próximo, eu andei pesquisando o pessoal da Toque de Vinho, que estava preparando um novo curso em setembro. Eu já fiz alguns, mas ainda tenho muito caminho e gostaria de aprender mais sobre as sensações do vinho na boca, como identificar sabores, aromas.

Depois de perguntar um pouquinho sobre o curso, eu resolvi arriscar. Eles prometeram um curso básico com sentidos, explicações mais sensoriais e foi exatamente o que eu queria. A loja e lugar do curso ficam em pinheiros, peguei um táxi e fui, claro, pq né? Se beber não dirija nunca. PFVR.

curso vinhos

Cheguei lá meio atrasada, pq né? Morar em Jandira e ir para Pinheiros às 19 não é uma tarefa fácil. Antes do curso começar teve uma degustação de queijos, azeites e antepastos, eu perdi, mas deu tempo de dar uma beliscada. Chegando na minha cadeira de estudos eu encontrei um balde de cuspir, 9 potinhos com líquidos e a apostila. A professora é uma sommelier super renomada e mostrou muita confiança nas informações.

Logo de cara eu tomei um tiro, por que eu não sabia que o álcool do vinho vinha da fermentação das uvas, que era algo natural, sempre achei que ele era adicionado posteriormente. Depois da parte teórica onde aprendemos alguns conceitos básicos, como as principais uvas, os lugares e os processos, fomos para a parte que eu achei mais interessante: a parte prática com os 9 potinhos.

Cada potinho tinha uma “solução” – água com açúcar, vodka representando o álcool, café, chá preto, suco de limao = acidez – entre outros. Nessa parte ela nos fez misturar alguns desses líquidos e entender como eles se comportam na boca, fazendo com que possamos entender melhor quando degustamos um vinho.

Depois desse exercício rolou a degustação de vários tipos de vinhos: espumante, branco, rosé, tinto, do porto, dando um total de 8 rótulos. O curso estava tao bom que se extendeu por uma meia hora a mais, eu já estava preocupada, porque já era tipo meia noite e meia de uma terça.

Aumentando meus conhecimentos em vinhos e espumantes #cursodevinhos #wine #winelovers @toquedevinho 🍷🥂

Uma publicação compartilhada por Taína Sena (@tainasena) em

Eu compartilhei tudo no meu instagram (segue ai! @tainasena) e uma galera ficou super interessada, por isso eu resolvi escrever esse post para contar um pouco mais como foi. O curso custou 250,00 reais e eu acho que super valeu a pena. Estou acompanhando eles pra ver se surge algum outro e ir aprofundando um pouco mais os meus singelos conhecimentos.

Se você se interessou, aqui estão as informações do lugar:

Toque de Vinho

João Moura, 531 – Pinheiros, São Paulo – SP – 11 3083- 2669

21jun

Quanto custa comer no restaurante Mestiço?

mestiço2

Voltando com a tag mais gostosa do blog, vou contar essa semana sobre a minha visita no Restaurante Mestiço, aquele que é super hypado no baixo augusta. Meus amigos do MBA queriam comer bem, me convidaram para ir conhecer este lugar que ainda não estava na minha lista de places to go, mas sou do signo de lanches né? a gente nunca recusa um bom almoço/janta.

O restaurante Mestiço é uma coisa louca, uma casa tradicional da região da Paulista, com mais de 20 anos de existência, mistura a comida tailandesa com baiana, quando eu li eu fiquei meio, oi? Sim, é uma mistura diferente e você acha que não vai dar certo, mas olha, deu certo demais.

Quando cheguei lá, achei a entrada toda bonita, parece um restaurante muito clássico, confesso que o público não é muito jovem, a decoração é bonita, mas daquelas meio quadradas sabe? O espaço é grande e a equipe é muito atenciosa.

Os migos estavam querendo drinks, eu não estava dirigindo então, me deixei tomar alguns deles… gente, o lugar tem os clássicos e também tem o godoy, o drink que mais me agradou, eu só me lembro que tinha vinho branco, suco de limão siciliano e algumas frutas, foi sucesso, eu tomei 2 e o Rafael também tomou 1. Laura e rafa também tomaram Aperol e teve um outro drink preto maravilhoso, tinha acabado de entrar na carta, era algo com pimenta preta e de acordo com o garçom era afrodisíaco.

godoy

Na entrada pedimos as tradicionais cestinhas tailandesas de massa crocante, estavam deliciosas! De prato principal eu pedi um bife de chorizo grelhado com palmito pupunha à parmegiana, sim! que delícia!

mestico

Pra finalizar eu pedi um creme de chocolate belga, os migos foram de cheesecake e essa sobremesa de tapioca, particularmente eu achei bem feia a apresentação e não teria coragem de experimentar, mas segundo a Laura, estava divino.

Cuscudim - Restaurante Mestiço - 16/11/11

Chegou a tão temida hora da conta! eu já imagina que ia ser um valor elevado, uma vez que tomamos uns 8 drinks, eu acho! Os pratos giraram em torno de 78 reais cada, os drinks em torno de 27, as sobremesas entre 27 e 35, logo, se você já fez as contas ai, deu mais de 200 reais por cabeça. Agora se você for jantar e não beber tantos drinks, o valor pra jantar no mestiço vai ser em torno de 110 -150 reais.

Eu gostei bastante da comida e do atendimento, super rápidos e prestativos, ganhamos até um drink grátis por conta de que o garçom se acabou de rir por que passava e ouvia as histórias que contávamos (imagine!).

Mestiço

Rua Fernando de Albuquerque, 277 – Consolação – São Paulo

http://www.mestico.com.br

13set

Guia de Vinhos – Glossário básico

Postado por às em Bebidas, Gastronomia, Você rica

winebarrels

Depois do primeiro post Guia de Vinhos – As Uvas, eu resolvi escrever um pouco sobre alguns termos que você sempre vai encontrar, seja num aplicativo de vinhos, num blog especializado em vinhos ou em um programa de gastronomia.

Eu já me perdi muitas vezes e confesso, morria de preguiça de pesquisar o que significava cada coisa, uma vez que a vida é corrida né?  Muitas vezes até achei bobeira utilizar esses termos, mas quando você começa a beber vinho, isso se torna um fator importante, principalmente se você gosta de compartilhar e ler resenhas naquele app Vivino.

guidadevinhos

Chega de ficar sem entender os termos básicos da arte de beber vinho. Então, se você quer saber um pouquinho mais sobre eles, bora:

Acidez: é uma característica que dá o equilíbrio ao vinho, por exemplo: quando uma uva fica muito madura, ela consequentemente se torna mais doce e a acidez cai,  a grande sacada é o produtor conhecer exatamente o melhor período para colheita. Quando você bebe o vinho, percebe a acidez nas extremidades da língua, quanto mais você salivar, mais ácido ele é.

Adstringência: é aquela sensação de boca seca, me lembra aquela sensação de comer um caqui verde, sabe? lembra aquela palavra “caqui tá marrando!” – Em bons vinhos você não vai sentir essa “marra” tão forte.

Afinado: quando o vinho está envelhecido, tá bem equilibrado.

Complexo: quando o vinho tem muitos aromas diferentes, é eu sei, você ainda vai aprender a compreender os aromas posteriormente.

Retrogosto: ô palavra estranha, mas é basicamente o gosto que fica na boca depois que você bebe o vinho.

Tanino: quem nunca ouviu falar dos taninos? É uma substância derivada das sementes e cascas e é responsável pela adstringência do vinho.

Terroir: clássica palavra! Significa literalmente o solo onde as uvas foram plantadas, mas ai inclui-se ambiente, clima para que seja compreendida todas as características do vinho.

Bom, essas são as palavras básicas para um iniciante em vinhos, já está num belo caminho se conhece a maioria delas e seus significados. Eu gosto de escrever e simplificar os conteúdos, torná-los mais acessíveis e de fácil compreensão.

Em breve novos posts sobre vinhos e cia.

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