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13jun

Novidade: Nova casa Peruana em São Paulo

Postado por às em Comida, Gastronomia

comida peruana

Uma nova casa temática chega para agitar a badalada noite de São Paulo. Barranco Pisco Bar é mais uma opção para quem gosta da cultura peruana, do ritmo caliente latino e do clima de azaração. Inspirado na boemia dos bairros de Lima, no Peru, o local que é um misto de bar e balada, traz a riquíssima gastronomia peruana, drinks típicos e muita música variada.  A inauguração acontece no dia 14 de junho, a partir das 18h, no coração da Vila Olimpia – Av. Dr. Cardoso de Melo, 1639 .

A casa abre cedo, a partir das 18h, para aqueles que querem curtir um happy hour. O menu tem opções para compartilhar e individuais – como o Ceviche de Pescado Personal (R$38,90). Para beber, há drinques clássicos e autorais, com receitas como o do Pisco Sour – com pisco, suco de limão, goma de açúcar, clara de ovo e gotas de angostura (R$30,00). A partir das 21h até 00H, a banda Oficina Latina comanda o som, o local ganha ares de balada, com uma pista animada.  Depois que a banda encerra é a vez dos DJs assumirem a pick up e a pista fica democrática com músicas que vão do funk ao hip-hop.

pisco sour

O ambiente é diferente e inusitado, conta com uma estrutura ampla e decoração totalmente voltada ao universo latino. Possui dois andares e três bares, um deles na área externa com uma temática exclusiva, ideal para quem quer bater um bom papo e curtir um ar fresco.

“O Barranco Pisco Bar quer trazer ao público paulistano e para os turistas da cidade, mais da cultura latina, sendo uma nova opção para casais, amigos e até famílias se divertirem com muita música, dança, se deliciando com ótimos petiscos e drinks peruanos.” explica Marcelo Máximo, um dos empresários responsáveis pelo local.

A inauguração do Barranco Pisco Bar acontece com grandes parcerias – Bombay, Cachaça Leblon e Grey Goose. Quem passar por lá na quinta-feira (14) poderá aproveitar dose dupla de Gin Bombay com tônica. Já na sexta-feira (15) vai rolar uma festa da Cachaça Leblon, com dose dupla de caipirinha. A casa irá funcionar todas as quintas e sextas-feiras, das 18h às 3h.

 Informações e Serviço:

Barranco Pisco Bar

Bar e Música ao vivo

Local: Av. Dr. Cardoso de Melo, 1639 – Vl. Olimpia

Funcionamento: Quinta e sexta-feira das18h às 3h

Valor: após as 19h30 R$40,00 (H) e R$30,00 (M)

Forma de pagamento: Dinheiro e cartão de credito ou débito

Valet: R$20,00

Capacidade: 400 pessoas

Contatos: (11) 3842-4453

27nov

Quanto custa jantar no Skye bar?

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sky

Nós já falamos aqui sobre Skye Bar, lembra?

Na época o texto foi sobre quanto custa beber no Skye bar, eu demorei um pouco pra escrever esse post, uma vez que já faz mais ou menos 2 meses que eu fui jantar no Skye.

Fui levar duas gringas para jantar, elas estavam super animadas com a night de SP, confesso que eu já estava bem cansada por conta da rotina de um trabalho que estava me consumindo toda minha energia vital, risos. Escolhi o Skye Bar por conta da vista e também por que eu queria muito experimentar aquele famoso prato do Emanoel Bassoleil, que é o chef responsável pelo restaurante.

skybar-unique

O prato era aquele de tinha ovas, peixe e creme de champagne, ficou mais famoso ainda depois que a galera precisou reproduzir esse prato na última edição do Masterchef amadores – nome é: Robalo ao creme de champagne com purê de nhame.

Leia mais: Quanto custa jantar no Figueira Rubayat?

Começamos com algumas bebidas, que giravam em torno de 35 – 40 reais cada, estávamos em 4 mulheres, conversa vai, conversa vem, super curtindo aquele rooftop e consequentemente a vista de São Paulo, finalmente vagou uma mesa para jantar. Faço um parêntese aqui para avisar que o Skye não faz reservas no restaurante se você não estiver hospedado no hotel Unique.

robalo-ao-creme-champagne-com-pure-de-inhame-e-pastel-de-caviar

Chegamos na mesa, eu escolhi um vinho mais ou menos, estou gostando muito dos vinhos que vem da uva nero d´avolla, custava algo em torno de 170 reais, inclusive achei que a carta tinha opções para vários bolsos.

A escolha dos pratos principais

O couvert deles é bem gostosinho, com pães diferentes, com duzentos mil temperinhos e tal. Fizemos um mix de entradas e dividimos, tinha camarões e ceviche. De principal eu fui no famoso, nem era tão caro assim, algo em torno de 115,00 só prato, acho ok considerando todo o ambiente, a fama do chef e o lugar. Depois escolhemos um combo de sobremesas para dividir, juro, tinha tudo o que você pode imaginar: mousse de chocolate, creme brulé, figos, um doce de café, que sobremesa maravilhosa, se não me engano ela custou 65 reais, você pode conferir na única foto que tenho desse rolé, que é bem grandinha, vale a pena.

As amigas gringas pediram uma um prato de sushis, parecia um rodízio, a outra uma massa e a Karina uma carninha que parecia deliciosa. Não acho elegante abrir aqui o custo de todo o jantar, mas considerando os vinhos, os drinks e as caipirinhas que as gringas amaram, o valor ficou até que ok.

prato-skybar

Bom dizer que a caipirinha deles é super grande, os outros drinks são servidos em copos mais bonitosos, taças e tal, o que não vem muita coisa, mas são muito bons.

Eu gostei muito do atendimento, da comida, o robalo ao champagne é realmente incrível e acho que vale a pena ir, é aquilo, pra gente que é do proletariado, uma vez na vida e outra na morte!

Por fim, se você chegou aqui é lógico que está curioso pra saber quanto custa jantar no Skye Bar, fazendo os cálculos e considerando mais ou menos os itens que eu comi e bebi, você vai gastar em torno de uns 330 reais por pessoa. Agora se você não beber vinho/drinks provavelmente consegue jantar gastando uma média de 200 – 220 reais.

24nov

Como foi vistar a vinícola Concha y Toro, em Santigo no Chile

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Eu e Taína estávamos no Chile (em Santiago) na semana passada e fomos convidados para conhecer a vinícola Concha y Toro para contar pra vocês aqui no blog, pois nós adoramos vinhos, passeios e principalmente convites.

Nós fomos de Uber do nosso hotel, que ficava há 50 minutos da Concha y Toro. Foi super tranquilo e até mais rápido do que imaginávamos, no final chegamos alguns minutos antes do agendado. Chegando lá fomos avisados para procurar um moço chamado Estevam, que nos deu a direção certa e nesse momento descobrimos que o nosso tour seria privado, ou seja, um tour pela vinícola só comigo e Taína, e esse seria o Tour Marques de Casa Concha, um tour premium da vinícola.

Começou o tour com a Sommelier chamada Kerstin, que nos apresentou quatro vinhos do selo Marques de Casa Concha, a terceira linha de produtos da Concha Y Toro. Ela nos ensinou analisar a cor, o aroma e o sabor dos vinhos. A Taína que entende bem mais do que eu, e já tinha feito cursos, já estava habituada, mas pra mim foi uma novidade. Eu amei!

Os vinhos que experimentamos vinham acompanhados de queijos, eram quatro vinhos (Chardonnay, Pinot Noir, Carménère e Cabernet Sauvingnon) e quatro queijos diferentes que harmonizavam com os vinhos propostos de uma maneira deliciosa. Eu fiquei empolgado pois consegui sentir os aromas e também os sabores do vinho, foi muito legal aprender sobre as especialidades de cada vinho.  

All the Pinot, Pinot Grigio girls. Keep it real cold. Cause it’s a fired up world #grigiogirls #ladygaga #wine Uma publicação compartilhada por Jardinho 🌈 (@jaderplanob) em

Depois dessa sessão de experimentação (vip) seguimos para o tour com um rapaz super atencioso que nos levou para conhecer os arredores da vinícola e nos explicou sobre a fundação, sobre como a empresa está no mercado hoje, sobre os tipos de uva, de vinhos e nos levou para experimentar mais vinhos, além dos nos presentear com uma taça e também com a tábua de queijos que estávamos comendo.

A parte mais engraçada do passeio ainda estava para começar, foi quando entramos na sala para conhecer a lenda por trás de um dos famosos vinhos da casa. Como vocês sabem a Concha y Toro é responsável pela produção do Casillero del Diablo, que faz muito sucesso aqui no Brasil. E para nos apresentar a lenda por trás do vinho, nos levaram para uma experiência bem divertida (pelo menos no final foi). Eu e Taína ficamos numa adega com vários barris de vinhos, sim sozinhos, tudo ficou escuro e (eu fiquei com medo) começou a história do Casillero. Foi legal entender o motivo do nome do vinho que é um dos mais vendidos aqui no Brasil.

Após essa experiência do Casillero do Diabo, o tour estava acabando. Experimentamos mais um vinho, que fazia parte do tour e nos despedimos do moço. Eu e Taína estavamos super felizes pelo convite e pelo tour vip, além dos presentes que havíamos recebido. Mas não parou por aqui, o tour acaba no wine bar e comos já estavámos lá a Taína quis aproveitar e experimentar o icônico Alvaviva, que  é uma empreitada de duas empreas a Baron Philippe de Rothschild e a chilena Concha y Toro que queriam produzir um vinho diferenciado, um vinho de alta qualidade. E sim, foi isso que encontramos, que vinho!

O tour não pagamos pois fomos convidados, mas o preço do Tour é 17 mil pesos e o premium 24 mil pesos. O vinho Almaviva teve um custo aproximado de 700,00 reais (aqui no Brasil custa aproximadamente 1200 reais). Bebemos aquela maravilha e pegamos o uber de volta para a casa. Foi mega fácil pegar o transporte de volta, pois o local é super movimentado e não fica tão afastado. Eu adorei o passeio, adorei conhecer mais sobre vinhos e a experiência de beber vinhos onde eles são feitos é incrível.

Serviço:
Concha y Toro
www.conchaytoro.com
Segunda a Domingo, das 09h às 18h.
Reserva pelos e-mails: reserva@conchaytoro.cl

14nov

Quanto Custa: A Casa do Porco

Postado por às em Bebidas, Comida, Gastronomia, Quanto custa?

Casa do Porco

Há algum tempo atrás fiz uma participação especial aqui no Episódios de Hoje, escrevendo para o Quanto Custa? no restaurante do Terraço Itália. Pois bem, hoje volto para falar sobre o aclamado restaurante A Casa do Porco!

É verdade que a visita que narro aqui ocorreu em meados de agosto, mas vocês perdoam né? Era meu aniversário e eu queria ir em algum lugar bastante especial e diferente. Acabamos escolhendo A Casa do Porco visto que estava na nossa listinha de restaurantes que queremos conhecer (depois de ler Alta Fidelidade do Nick Hornby na adolescência, eu fiquei louco por listas).

A Casa do Porco, como o nome entrega, é um restaurante centrado na carne de porco, que remete à origem do chef Jefferson Rueda que veio de São José do Rio Pardo e traz pra capital a tradição de carne de porco do interior paulistano.

Liguei na casa durante a semana para saber como funciona e se há reserva. Eis que vem a primeira dica: a casa não trabalha com reservas, apenas com ordem de chegada. Questionei sobre o melhor horário e o atendente foi categórico em informar que, se não chegar lá até as 11h20, não é possível entrar na primeira leva! (o restaurante abre ao meio-dia)

Parece brincadeira, mas como a casa é pequena e comporta poucas mesas, se você não chegar até as 11h20 (no sábado, ao menos), você vai ter que enfrentar uma longa fila de espera.

Chegamos cerca de 11h, estacionamos do lado da casa (R$15 reais) e nos encaminhamos pra fila, onde ficam as mesas externas. É por ordem de chegada, então não se acanhe de chegar e sentar logo na sequência do último.

Perto das 11h45, uma moça passou questionando o número de pessoas que estávamos e deu uma ficha que seria o número de nossa mesa

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Meio dia em ponto, começaram a chamar as pessoas na porta para adentrarmos.

Nos acomodamos e um garçom muito simpático nos abordou, entregando cardápios e tirando as bebidas. Aqui um pequeno susto: a casa só tinha cerveja Coruja (1L) por módicos R$52 ou uma opção de IPA da casa em garrafa de 350mL (cerca de R$13).

Pedimos a Coruja e uma Porcopoca (R$10), um torresmo perfeito servido em saquinho de pipoca de carrinho, imperdível!

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Enquanto comíamos essa entradinha, o garçom nos auxiliou na escolha do prato e decidimos ir no menu degustação, chamado “De Tudo um Porco”. Custa cerca de R$100 e inclui uma porção individual de quase todas as entradas e no fim o prato Porco San Zé.

O primeiro prato que chegou foram dois tipos de presuntos, sendo um deles feito de cabeça de porco. É pra começar já no modo HARD! rs

Apesar de aparentemente nojento, o embutido é maravilhoso e orna maravilhosamente bem com a mostarda com tucupi que eles servem. Além disto, vieram pães bem gostosos pra acompanhar.

Logo na sequência, foi servido o tartar de porco maturado servido numa torradinha fininha e crocante. A textura do porco e seu sabor são realmente deslumbrantes.

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O menu degustação não segue uma ordem igual para todos os clientes, portanto, não se assuste se os pratos vierem numa ordem diferente pra você!

A cada novo prato, o garçom explicava detalhadamente o que estava sendo servido, ponto super positivo da casa.

Quando finalizamos o tartar, chegou o Sushi de papada de porco com tucupi preto e alga. Nesse momento, você pode estar torcendo o nariz por pensar em como uma papada de porco pode ser algo gostoso, mas acredite em mim, é muito gostoso e levemente picante.

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A apresentação dos pratos é muito bonita e acredito que faz com que sua restrição em ao menos experimentar os pratos fique menor.

Na sequência, veio a Costelinha de porco na cesta de alface com arroz e alga. De todas as entradas, achei essa a mais simplória, mas não menos apetitosa.

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Todas estas entradinhas, com exceção do presunto no começo foram comidas diretamente com a mão. Eles incentivam isto e deixam à disposição na mesa um recipiente com água de lavanda para você limpar a ponta dos dedos entre um prato e outro. A atenção aos detalhes é grande e faz a diferença na experiência proporcionada, pode acreditar.

Depois da costelinha, voltamos para os pratos super diferentões e foi a vez da Sanguiça com Tangerina na cama de abacate. Este, de todos os pratos, foi o único que pensei: “- Não comerei nem a pau!”. Com incentivo da Lygia e do garçom, decidi experimentar e fui surpreendido. A sanguiça, linguiça de sangue de porco, é bem torradinha, levemente picante e contrasta com a tangeria delicadamente colocada em cubinhos por cima. A combinação de sabores é muito boa e acabou sendo uma das entradas que mais gostei!

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Recebemos, após a sanguiça, o Bun de barriga de porco com cebola roxa e pimenta fermentada. Nunca tinha experimentado este pão chinês, que é feito no vapor e apesar da aparência de cru (super branco!) é bem cozido e tem uma textura extremamente macia. A barriga de porco com a cebola é coberta por pimenta fermentada, cebola roxa e faz com que você tenha uma explosão de sabor na boca. É MUITO bom mesmo!

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Os croquetes de porco acompanharam a mostarda com tucupi (divina!) e pimenta.

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Depois, foi a vez do mini virado à paulista, um clássico na cidade, ser servido em finas torradas com direito a ovo de codorna estralado.

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Por fim, serviram uma das estrelas da casa e seguramente uma das combinações mais inusitadas (e geniais) de todas: Torresmo de panceta com goiabada de pimenta. É bom de uma forma que não dá pra explicar, você precisa experimentar. De todas as entradas, essa foi a que eu mais gostei!

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Por fim, veio o prato San Zé, que é carne de porco cozida por 8 horas acompanhado de couve, vinagrete de banana da terra e farofa e tutu de feijão! É de raspar o prato! :)

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Acabamos não pegando sobremesa nesta visita (fomos outra vez com a família da Lygia duas semanas depois e experimentamos as sobremesas, recomendamos!), e fomos direto pro café. Existem duas opções: café espresso ou coado na mesa. Pedimos o coado na mesa e ficamos felizes com a escolha.

Você recebe um minicoador na mesa e o garçom prepara ali, na sua frente. Para acompanhar, vem doce de leite defumado com bacon e queijo canastra, que o garçom recomendou comer os dois juntos pra ser surpreendido pela combinação.

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E aí encerramos a comilança. O custo total, com menu degustação, cerveja e café no final ficou em cerca de R$140 por pessoa. É salgado, mas vale muito a pena para experimentar sabores muito diferentes do tradicional.

Ainda deu tempo de tirar uma foto da cozinha, que fica exposta e aparentemente muito organizada.

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Vale ressaltar a cordialidade dos garçons e de toda a equipe. Muito efetivo e simpático o serviço da casa.

Resumindo: vá visitar A Casa do Porco mas chegue bem cedo, peça o menu degustação e se encante com tudo que virá. Vale cada centavo!

Ah, quando saímos quase 2h depois, a fila estava kilométrica. Há uma área para venda de produtos para quem está na rua, com sanduíches, bebidas e porcopoca. Você pode levar pra casa ou ficar ali, tomando uma breja e beliscando enquanto não te chamam!

Dados do restaurante:

A Casa do Porco
R. Araújo, 124
São Paulo, SP
Funciona todos os dias do meio dia até 01:00, com exceção de domingo que fecha às 17h30.

Nos vemos na próxima! Me siga no instagram @rafaliziero.

21jun

Quanto custa comer no restaurante Mestiço?

mestiço2

Voltando com a tag mais gostosa do blog, vou contar essa semana sobre a minha visita no Restaurante Mestiço, aquele que é super hypado no baixo augusta. Meus amigos do MBA queriam comer bem, me convidaram para ir conhecer este lugar que ainda não estava na minha lista de places to go, mas sou do signo de lanches né? a gente nunca recusa um bom almoço/janta.

O restaurante Mestiço é uma coisa louca, uma casa tradicional da região da Paulista, com mais de 20 anos de existência, mistura a comida tailandesa com baiana, quando eu li eu fiquei meio, oi? Sim, é uma mistura diferente e você acha que não vai dar certo, mas olha, deu certo demais.

Quando cheguei lá, achei a entrada toda bonita, parece um restaurante muito clássico, confesso que o público não é muito jovem, a decoração é bonita, mas daquelas meio quadradas sabe? O espaço é grande e a equipe é muito atenciosa.

Os migos estavam querendo drinks, eu não estava dirigindo então, me deixei tomar alguns deles… gente, o lugar tem os clássicos e também tem o godoy, o drink que mais me agradou, eu só me lembro que tinha vinho branco, suco de limão siciliano e algumas frutas, foi sucesso, eu tomei 2 e o Rafael também tomou 1. Laura e rafa também tomaram Aperol e teve um outro drink preto maravilhoso, tinha acabado de entrar na carta, era algo com pimenta preta e de acordo com o garçom era afrodisíaco.

godoy

Na entrada pedimos as tradicionais cestinhas tailandesas de massa crocante, estavam deliciosas! De prato principal eu pedi um bife de chorizo grelhado com palmito pupunha à parmegiana, sim! que delícia!

mestico

Pra finalizar eu pedi um creme de chocolate belga, os migos foram de cheesecake e essa sobremesa de tapioca, particularmente eu achei bem feia a apresentação e não teria coragem de experimentar, mas segundo a Laura, estava divino.

Cuscudim - Restaurante Mestiço - 16/11/11

Chegou a tão temida hora da conta! eu já imagina que ia ser um valor elevado, uma vez que tomamos uns 8 drinks, eu acho! Os pratos giraram em torno de 78 reais cada, os drinks em torno de 27, as sobremesas entre 27 e 35, logo, se você já fez as contas ai, deu mais de 200 reais por cabeça. Agora se você for jantar e não beber tantos drinks, o valor pra jantar no mestiço vai ser em torno de 110 -150 reais.

Eu gostei bastante da comida e do atendimento, super rápidos e prestativos, ganhamos até um drink grátis por conta de que o garçom se acabou de rir por que passava e ouvia as histórias que contávamos (imagine!).

Mestiço

Rua Fernando de Albuquerque, 277 – Consolação – São Paulo

http://www.mestico.com.br

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