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26mai

Quando livros nos indicam pessoas

Postado por às em destaque, Livros
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Ben Affleck e Rosamund Pike em Garota exemplar, de 2014

Muitas vezes somos gratos a certas pessoas por nos apresentarem a um livro, ou nos introduzirem a um novo algum assunto para depois lermos sobre eles. Essas pessoas merecem um lugar cativo no céu. Sério!

É muito legal quando alguém chega e fala com todo entusiasmo “cara você tem que ler esse livro” ou quando dizem “você vai adorar essa história”, imagina: é alguém querendo dividir um novo mundo com você! Isso já aconteceu comigo e com Harry Potter. Eu adoro a série de livros e também todos os filmes, mas poderia ter conhecido a história antes (só peguei pra ler os livros quando o quarto filme era lançado nos cinemas).

Mas e quando acontece o contrário?

Muitas vezes andando de metrô/ônibus ou até enquanto estava passeando pelo Ibirapuera, livros me indicavam pessoas. Sentia-me como um adolescente descobrindo as coisas, é estranho ver alguém completamente desconhecido entrando num mundo que você já visitou, lendo um livro que você já leu.

Quando vejo alguém lendo meus livros favoritos entro em estado de êxtase e morro de vontade de forçar a barra da educação, falar “eu adorei esse livro” e começar um papo sobre os personagens, sobre a história e etc. Mas eu sempre penso “Jader, menos! A galera não gosta de ser importunada quando está lendo”. Verdade, né? Eu sou mais ou menos assim.

O mais engraçado é que muita gente pensa assim também. Fiz uma pesquisa rápida lá no Twitter e encontrei muitos comentários sobre isso. Se quiser faça o mesmo e procure na busca no Twitter: “alguém lendo meu livro favorito”. Os tweets são praticamente declarações de amor.

O mais legal de tudo isso é que essa “experiência” faz com que você crie um laço momentâneo com um completo estranho. Você sorri esperando que ele devolva o sorriso e fica feliz pelo simples fato de ter dividido algo bom com uma pessoa aleatória.

26mai

Aprenda como guardar dinheiro

Postado por às em destaque, Dinheiro

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Este título parece bastante sensacionalista, mas na verdade é só para chamar atenção, uma vez que 90% dos meus amigos tem dificuldades e eu sempre fui bem espertinha neste quesito, quero mostrar-lhes como começar a ficar mais inteligente financeiramente falando.

Existem as pessoas que gostam de guardar dinheiro desde sempre (meu caso), existem pessoas que não pensam e não querem pensar nisso, mas amigos, depois de alguns anos essa água bate na bunda e você começa a pensar no futuro.

Mas ai você vira e me pergunta: “Como guardar dinheiro ganhando pouco?” Eu me lembro da época em que eu sonhava entrar na faculdade, eu tinha dois empregos de telemarketing, ganhando algo como 300 reais em cada um, era pouco, eu trabalhava muito, então a primeira dica que eu dou é: tenha um objetivo.

Na época eu guardava dinheiro para entrar na faculdade e conseguir garantir o primeiro semestre de mensalidades, então, fui guardando o máximo possível, me lembro de ter conseguido juntar uns 5 mil reais juntando décimo terceiro e bônus. O ponto que quero chegar neste texto é: quando você tem um objetivo é muito mais fácil conseguir juntar dinheiro, pode ser por exemplo: trocar de carro, fazer aquela viagem internacional (pode ser Buenos Aires pra começar), fazer um curso de extensão, tanto faz, o que importa é o foco.

Beleza! Você encontrou sua motivação e então não sabe mais o que fazer, nunca sobra grana! Vou te contar aqui meu grande trunfo:  você precisa determinar um valor x, comece baixo R$50 – 100 reais e quando receber seu rico salário, você tira este dinheiro da conta e bota na poupança, não importa o que acontecer, vai ser seu desafio, você vai passar este mês sem estes 100 conto! E assim, pelos próximos 6 meses e isso se tornará um hábito! Depois desses 6 meses você deve aumentar o nível de dificuldade desse nível e ao ver mês a mês sua poupança rendendo uma graninha, você vai ver, você vai se empolgar com o processo todo.

Simbora ao primeiro milhão?

 

26mai

Nosso amor só existia no quarto

 

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Thure Lindhardt em cena de Deixe a Luz Acesa, de 2013

[Você pode ler esse post ao som de Love Like This do Kodaline ♫]

Eu te amei.
Amei cada segundo que estava com você. Não posso falar que foi desde o primeiro dia ou da primeira vez, pois seria mentira, mas eu te amei. Era fácil amar você, estava sempre disponível e pronto para receber tudo que eu poderia dar. Meu amor, meu ciúmes, meus amigos, minha vida. Eu te dei quase tudo e em troca você se deu. Apenas se deu.

É engraçado pensar que eu te amei, te conheci, sorri pra você, fiz amor com você, revelei meus segredos e meus medos. E fiz tudo isso entre quatro paredes, pois fora do espaço físico que nos encontrávamos eu não te conhecia. Não sabia como você era com seus amigos, não sabia se você faz piadas bobas pra chamar atenção, ou se fazia o tipo blasé e era caladão. Não conheci sua melhor amiga e nem fiz carinho no seu cachorro.

E hoje você me pergunta: isso importa?

Hoje? Sim, isso importa.
Não importou antes, nada importava antes. Só importava estar com você, naqueles dois dias por semana que nos trancávamos, dávamos risadas, fazíamos sexo, contávamos um para o outro sobre nossos dias, sobre nossos medos e planos para o futuro, trocávamos presentes…

Mas com quem eu estava fazendo isso? A verdade é que não faço a mínima ideia. E isso é algo estranho e triste. Mostrei-te a minha vida e você viveu nela, mas eu não estive na sua. Eu não existia e isso tudo é culpa minha.

Não sei como isso aconteceu ou em que ponto cheguei (sei que outras pessoas devem ter vivido algo parecido e podem compartilhar comigo algumas experiências) para deixar que você entrasse na minha vida sem dar tanto em troca, sem mostrar quem realmente era. Sem me mostrar suas piadas bobas ou seu jeito blasé com seus amigos.

Eu aprendi com isso, aprendi com você e com essa experiência. Hoje escuto “Love LikeThis”, do Kodaline, e percebo como fui burro.

But I know
I don’t mind at all
A love like this won’t last forever
A love like this
A love like this
A love like this won’t last forever

Sabe por quê?
Um amor como esse não tem como durar para sempre.

*Este texto faz parte do projeto “Eu, Você e Eles“.

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