/ Episódio de Hoje

08ago

Você já experimentou a comida Persa?

foto: divulgação

Semana passada fui agraciada com um simpático email me convidando para um jantar persa, na hora achei sensacional, não tinha nenhuma referência sobre esse tipo de culinária e fiquei super empolgada, já obviamente aceitando o convite. O email super carismático veio do Cláudio, que é esposo da Nasrim, chefe do projeto Amigs do Rei. Nele havia algumas orientações sobre a localização e a explicação de que não seria um jantar tradicional, um jantar num restaurante e sim um petit comitê na casa da chef, uma coisa bem intimista e super inclusiva.

O jantar seria servido na casa deles, com reserva para apenas 8 participantes, prometia uma imersão pura e íntima à culinária iraniana. Nasrim veio do Irã em meados dos anos 90 já com uma bagagem boa na cozinha, conheceu Cláudio e se mudou para Paraty, onde abriram o restaurante no centro histórico da cidade.

O Jader não pode me acompanhar e eu logo acionei o boy, que prontamente topou se aventurar comigo em terras nunca antes navegadas, risos. Chegando no local, encontramos um simpático sobrado, toquei a campainha e o Cláudio nos recebeu com um sorriso e simpatia que já me alegraram por ter aceito o convite. As vezes essa vida de blogueira me dá oportunidades incríveis.

Sentamos na mesa e eu fiquei a observar a sala dele, toda decorada com motivos iranianos e com as artes do Cláudio, ele nos disse que gostava de pintar e tinha muitos quadros na sala. Depois de alguns minutos chegaram os outros participantes, também blogueiros focados em culinária/gastronomia e fizemos um bate papo bem legal. A Vanessa do SP 24 horas foi a “host” e uniu toda essa galera, o papo foi muito bom.

comida persa

foto: divulgação

Começamos o jantar com uma entrada cheia de especiarias, era azeitona com uma série de coisas que não consegui identificar, mas tinha um sabor delicioso. Depois veio uma sopa com uma espécie de omelete, não anotei os nomes, mas já começamos super bem.

Como terceiro prato chegou uma berinjela, chamada Kashq Bademjan – pausa pra dizer, que incrível esses sabores – você com certeza nunca verá a berinjela do mesmo jeito depois de provar essa. Pra mim, foi um dos melhores pratos.

Como prato principal temos o Feseenjun – são umas almondegas de carne com molho de nozes e romã, arroz com arroz de açafrão de verdade e um molho de yogurte, que serve para limpar o paladar – aqui temos um sabor totalmente novo, muito diferente de tudo que eu já experimentei.

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Por fim, o simpático casal nos preparou duas sobremesas, um bolo de pistache e uma outra chamada ranghinak que é uma receita secreta, você tem uma tâmara recheada com nozes mergulhada numa antiga receita da região de Pasárgada, coberta com pistache e um pouco de canela. Vale dizer aqui que a sobremesa tem uma textura incrível, você tem uma sensação arenosa na boca, algo muito diferente, pouco açúcar, mas incrível. Saímos todos com uma pulga atrás da orelha tentando decifrar esses sabores e texturas.

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foto: acervo

Depois do jantar a galera estava empolgada e o papo foi longe, falando de política, economia, viagens e a vida no irã. Eu achei o jantar uma experiência incrível, intimista, com muito sabor, cultura e alegria. Foi muito bom experimentar tudo isso e compartilhar com vocês.

Se você quiser ter uma experiência como essa, eles oferecem o menu degustação, onde você será apresentado a 7 sabores: um boas-vindas, duas entradas, dois pratos principais e duas sobremesas, escolhidos a dedo pela Chef e em harmonia com os frutos e vegetais da estação. O valor é de 170,00 por pessoa.

Deixo aqui o site deles: www.amigodorei.com.br

Se você já conhece ou se você for, comenta aqui o que achou.

 

 

19jul

Museu da Casa Brasileira apresenta edição especial de aniversário do Vinho na Vila

Postado por às em Bebidas, Episódio de Hoje, Vinho

vinho na vila

O Museu da Casa Brasileira,  apresenta a edição especial de aniversário de dois anos Vinho na Vila, nos dias 4 e 5 de agosto, sábado e domingo, das 10h às 20h. A entrada é gratuita, mas para degustação de vinhos e produtos é necessário adquirir ingresso.

Em edição especial no MCB, o evento agrega aos já usuais produtores de vinhos e espumantes de pequenas e médias vinícolas nacionais, expositores de diversos segmentos com o objetivo de entreter os visitantes e estimular a economia criativa. Estão confirmadas as participações de 18 vinícolas, 10 expositores criativos, 15 produtores de gastronomia artesanal, 4 de bebidas e 4 food trucks.

A partir das 14h, acontecerá a Pisa na Uva, experiência que revive a técnica tradicional de produção de vinhos. A atração promete divertir adultos e crianças e será realizada conforme a demanda dos participantes no local. Ainda para os pequenos, haverá o Espaço Kids, das 13h às 19h, no jardim do MCB, com jogos educativos, oficina de balão, roda de histórias, pintura facial e na mão.

Aos interessados em aprofundar seus conhecimentos sobre a produção nacional de vinhos, acontecerão dois bate-papos com especialistas. No sábado, a partir das 15h, o tema será Espumantes Brasileiros, oferecido pelo Ibravin – Instituto Brasileiro do Vinho e com integrantes das vinícolas do evento. No domingo, será a partir das 17h, sobre Vinhos Brasileiros, em que cada produtor contará experiências sobre sua região de origem, com oferecimento de Vinhos do Brasil.

vinhos

“A novidade desta edição de dois anos será a degustação de produtos. Como bons vinhos pedem boa gastronomia, para harmonizar, os visitantes poderão degustar queijos de qualidade de pequenos produtores, além de gins nacionais”, comenta Larissa Fin, idealizadora do evento.

“O Museu da Casa Brasileira realiza diversas feiras dentro de sua programação, como o Vinho na Vila, com o intuito de propiciar o contato direto entre o pequeno produtor ou artesão e o consumidor final, na tentativa de garantir a sustentabilidade desta cadeia produtiva”, explica Miriam Lerner, diretora geral do Museu.

O evento é gratuito, entretanto, para degustação de vinhos e produtos é necessário adquirir o ingresso, à venda no site do Ingresso Rápido por R$ 50,00 o primeiro lote, que dá direito a uma taça de cristal do evento e acesso a todos os rótulos.

Atrações confirmadas para os dois dias de evento:

Pisa da Uva: a partir das 14 horas Espaço Kids: das 13h às 19h com jogos educativos, oficina de balão, pintura facial e na mão e roda de histórias Bate-papo sobre Espumantes Brasileiros – Ibravin, a partir das 15h Bate-papo sobre Vinhos Brasileiros – Vinhos do Brasil, a partir das 17h

Expositores confirmados:

Academia do Pão, Acervo Chrome, Angeliz, Apothek Gin, Beggin, Belem Bakeri, Café 174, Caiu do Pé, Fourganic, Frigorifico Cancian, Jaishmade, Jupra, Lemanjue Cervejaria, Leppe, Livremente Kids, Mundo Pano, O Jambu Bags, Terra Tradição queijos e Vitafiori.

Vinícolas confirmadas:

Don Giovanni, Vinhos e Vinhos, Villagio Grando, Vinícola Goes, Vinícola Fin, Salton – Vinícola, Bueno Wines, Ovinho, Detetives do Vinho, Vinícola Aurora, Fazenda Santa Rita, Gallon Sucos, Don Guerino, Fabenne, dentre outras.

Food trucks confirmados: Mocotó, Carne Louca da Villar, Ruaa e Laguna Chopp Artesanal. 

evento de vinho

Edição anterior

Serviço:

Vinho na Vila

Dias 4 e 5 de agosto

Sábado e domingo, das 10h00 às 20h00

Entrada Gratuita

Patrocinadores: Vinhos do Brasil, Ibravin e Governo do Estado do Rio Grande do Sul

 

Museu da Casa Brasileira

Av. Faria Lima, 2705

Tel.: (11) 3032-3727

 

Ingresso degustação: R$ 50,00 – primeiro lote

http://bit.ly/VinhoNaVilaNoMCB *Degustação de vinhos com direito a taça de cristal do evento, que dará acesso a todos os rótulos.

 

07jan

Roadtrip para Belo Horizonte

Postado por às em Episódio de Hoje, Viagem
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Roadtrip Belo Horizonte

Ano passado no mesmo período eu estava escrevendo sobre minha primeira road trip, para a linda Curitiba. Para comemorar o final de 2017 nós resolvemos fazer mais uma viagem de carro, dessa vez uma road trip para Belo Horizonte, em Minas Gerais.

Mas por que escolhemos essa cidade? Dois pontos: no ano novo tá tudo pela hora da morte e por que eu sempre resolvo minhas viagens da noite pro dia. Passei uns dois dias fazendo cotações e já estava bem desistindo, quando me veio à cabeça procurar os custos para BH. Eita que bença! tava incrivelmente mais barato que qualquer lugar, óbvio, fora do circuito.

No mesmo dia bookamos o hotel e começamos os preparativos para a trip, detalhe: tudo isso foi decidido 6 dias antes da viagem! Ah como é bom ser vida louca!

Mas o que tem pra fazer em BH? No planejamento achamos programas culturais, restaurantes e bares, sim, porque BH não tem mar, só tem bar! heheheh

Carro com as manutenções em dia, comidinhas de viagem separadas, partimos eu o meu boy e as minhas filhotas, comecei dirigindo, por que me sinto mais segura nas estradas paulistas, mas a ideia era dirigir metadinha, eu fiquei animada e dirigi 400 km – sobe a plaquinha aqui de alegria pra quem morria de medo de dirigir e hoje tô assim, chic demais.

O caminho foi bem tranquilo, a estrada (Fernão Dias) estava super boa, achei bem sussa. Chegando lá, o hotel era uma delicinha, escolhemos o HolidayInn – eu já fiquei hospedada em alguns hotéis da rede, então sabia da qualidade prévia. Os quartos eram super gostosinhos, aconchegantes mesmo, a cama king, era maravilhosa.

Como sempre nas minhas trips eu procuro ir bem de boa, logo no primeiro dia fomos conhecer a Praça do Papa, indicação do meu migo Guto, que fez um mini guia pra mim! (<3) – de lá dá pra ver a cidade do alto, tem umas comidinhas de rua e tal, foi lá que meu boy experimentou o famigerado hot dog com uvas passas, sem or. As crianças brincaram naquele big espaço e voltamos pro hotel para descansar.

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Depois que as crianças dormiram nós fomos conhecer o Edifício Maleta, que é onde ficam os bares mais alternativos de BH, e claro, fui conhecer o Guto pessoalmente, uma vez que somos migos uns 6 anos e nada desse encontro acontecer. Encontramos também a Patty e o Danilo, foi uma noite gostosa, pena que o lugar fecha 1 da manhã. Diria que ele é bem alternativo mesmo, se você gosta de bares estrelados, não vá, mas se você quer um barzão, vai que é sucesso.

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No outro dia fomos conhecer a Pampulha e o Museu de Arte Moderna, estava um dia chuvoso, mas foi bem legal conhecer o museu e todas as suas peculiaridades, tinha arte em todo canto, inclusive embaixo das escadas, algo meio escondido. Depois fomos almoçar no Restaurante Xapuri, um lugar tradicional, estávamos muito afim de comer comida típica mineira. Foi uma delícia.

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No domingo escolhemos ver a feira da Afonso Pena, uma feira enooooorme que tinha de tudo, comida, artesanato, decoração e tudo mais. Emendamos no parque que fica na mesma avenida, bem grande também, mas achei um pouco largadinho, as vezes deu uma certa insegurança. Na volta desse passeio resolvemos curtir a piscina e a jacuzzi do hotel, just relax.

Nisso já foi a virada do ano, escolhemos passar lá na Pampulha para ver os fogos perto da lagoa, não conseguimos chegar a tempo e a virada rolou no carro mesmo, à caminho, risos.

Finalizamos a virada com um vinho branco do sul da frança bem aromático, com muito abacaxi, pão e baunilha, achei ele bem equilibrado, o nome era Ferrandiere, fica a dica.

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Por fim, acabou nossa trip em terras mineiras, eu não consegui comer pão de queijo, não me perdoo até agora, mas tudo bem, ainda volto pra conferir isso.

Beijos

30nov

Especial Chile: Vinícola Undurraga

Postado por às em Episódio de Hoje, Vale a pena?, Viagem, Vinho

vinicola undurraga

Eu confesso que estava muito empolgada para visitar as vinícolas chilenas, e que esse era meu principal objetivo no Chile. A vinícola Undurraga estava cotada entre as mais bonitas e com o melhor passeio. Foi uma grande correria conseguir contratar um tour para nos levar até lá, uma vez que eu só tinha uma tarde para isso, já que na manhã estávamos conhecendo a Concha Y Toro.

No último minuto do segundo tempo eu consegui bookar o passeio, pá, super feliz! Saímos da Concha Y Toro e em uma hora nosso transfer estaria nos esperando no hotel. Correria, mas já adianto que valeu a pena demais.

Encantada 🍷 #wine #winetasting

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Chegando lá o visual já causa um grande impacto, a vinícola é linda, com jardins cheio de rosas e outras plantas. Começamos o tour com um senhor muito simpático, que está na vinícola tem 30 anos. Conhecemos um pouco da história da família Undurraga, que já não é mais dona da vinícola, conhecemos a plantações e muitas histórias sobre o plantio das uvas. Uma coisa que me chamou a atenção foi que em frente as “carreiras” das plantas, sempre havia um pé de rosas, a princípio pensei que poderia ser para enfeitar, mas na verdade o guia explicou que elas ficam posicionadas ali para que caso alguma peste ataque a plantação, a rosa vai ser a primeira a sofrer, assim, dando tempo para tentar proteger as parreiras de uva. Também foi super interessante entender que as uvas para vinho, não são como as que conhecemos, na verdade elas são super pequenas, eu não vi nenhuma madura, mas eles explicaram que a uva precisa ser menor para garantir mais açúcar e outras coisas mais.

Daqui que nascem as uvinhas #wine #winetour #vinho Uma publicação compartilhada por Taína Sena (@tainasena) em

Conheci as famosas barricas onde se deixa o vinho guardado, descobri que tem dois tipos: as francesas e as americanas, parece que a francesa é melhor, por que os poros são mais apertados, fazendo com que a qualidade do vinho seja melhor, que tenha menos escape de álcool e por fim, que adicione mais características ao vinho.

Eu poderia falar tanta coisa que aprendi nessa viagem sobre as barricas, sobre os processos, mas o post vai ficar muito longo!

A parte mais legal pra mim nesse tour aconteceu na hora em que chegamos até a sala de aromas, eu pirei, claro. Entender e saber identificar aromas no vinho era uma das minhas “metas” de aprendizado e essa sala ajudou muito na construção do meu “banco pessoal” de aromas. Espero ter guardado alguns na cabeça/nariz.

Depois dessa parte, finalmente partimos para degustação dos vinhos, e me surpreendi com as produções deles, a alta qualidade dos vinhos, indo do mais barato ao mais caro, não foi perceptível uma queda ou aumento tão brusco de qualidade no vinho.

O mais legal foi no final ver o Jader tentando encontrar os aromas e cada um dos vinhos que experimentamos, isso por que ele sempre zombou desse meu hobby e agora ele felizmente foi seduzido pela grande brincadeira que é beber vinho.

No final do tour passamos na lojinha e compramos mais algumas garrafas e claro, levamos a taça que vem de brinde quando você faz o tour.

O valor do tour ficou em 25 mil pesos chilenos, que deve dar algo em torno de 130 – 140 reais e na minha opinião vale demais!

01out

Como foi o curso de vinhos na Toque de Vinho?

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Vocês sabem, eu sou uma apaixonada por vinhos e sua cultura, cada vez mais eu tento entender um pouco mais sobre a parte técnica de se beber, sim, tem uma parte técnica. Aproveitando que meu aniversário estava próximo, eu andei pesquisando o pessoal da Toque de Vinho, que estava preparando um novo curso em setembro. Eu já fiz alguns, mas ainda tenho muito caminho e gostaria de aprender mais sobre as sensações do vinho na boca, como identificar sabores, aromas.

Depois de perguntar um pouquinho sobre o curso, eu resolvi arriscar. Eles prometeram um curso básico com sentidos, explicações mais sensoriais e foi exatamente o que eu queria. A loja e lugar do curso ficam em pinheiros, peguei um táxi e fui, claro, pq né? Se beber não dirija nunca. PFVR.

curso vinhos

Cheguei lá meio atrasada, pq né? Morar em Jandira e ir para Pinheiros às 19 não é uma tarefa fácil. Antes do curso começar teve uma degustação de queijos, azeites e antepastos, eu perdi, mas deu tempo de dar uma beliscada. Chegando na minha cadeira de estudos eu encontrei um balde de cuspir, 9 potinhos com líquidos e a apostila. A professora é uma sommelier super renomada e mostrou muita confiança nas informações.

Logo de cara eu tomei um tiro, por que eu não sabia que o álcool do vinho vinha da fermentação das uvas, que era algo natural, sempre achei que ele era adicionado posteriormente. Depois da parte teórica onde aprendemos alguns conceitos básicos, como as principais uvas, os lugares e os processos, fomos para a parte que eu achei mais interessante: a parte prática com os 9 potinhos.

Cada potinho tinha uma “solução” – água com açúcar, vodka representando o álcool, café, chá preto, suco de limao = acidez – entre outros. Nessa parte ela nos fez misturar alguns desses líquidos e entender como eles se comportam na boca, fazendo com que possamos entender melhor quando degustamos um vinho.

Depois desse exercício rolou a degustação de vários tipos de vinhos: espumante, branco, rosé, tinto, do porto, dando um total de 8 rótulos. O curso estava tao bom que se extendeu por uma meia hora a mais, eu já estava preocupada, porque já era tipo meia noite e meia de uma terça.

Aumentando meus conhecimentos em vinhos e espumantes #cursodevinhos #wine #winelovers @toquedevinho 🍷🥂

Uma publicação compartilhada por Taína Sena (@tainasena) em

Eu compartilhei tudo no meu instagram (segue ai! @tainasena) e uma galera ficou super interessada, por isso eu resolvi escrever esse post para contar um pouco mais como foi. O curso custou 250,00 reais e eu acho que super valeu a pena. Estou acompanhando eles pra ver se surge algum outro e ir aprofundando um pouco mais os meus singelos conhecimentos.

Se você se interessou, aqui estão as informações do lugar:

Toque de Vinho

João Moura, 531 – Pinheiros, São Paulo – SP – 11 3083- 2669

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