/ Eu Você e Eles

26out

A importância de ficar sozinho

Postado por às em Amor, Eu Você e Eles, Relacionamento
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Ellen Pompeo em cena da série Grey’s Anatomy, criado por Shonda Rhimes

[Você pode ler esse texto ao som de Hello, da Adele]

Essa semana eu cantei junto com Damien Rice em seu show em São Paulo. Foi um dos sonhos que realizei, ele estava lá há poucos passos de mim cantando as músicas que já me fizeram chorar muitas vezes. Sou apaixonado por esse moço e por suas musicas há muito tempo. E se você costuma ler esse blog com frequência, sabe que muitas das músicas que indico aqui são dele, diferente da música de hoje.

Comecei esse post falando sobre o show do Damien Rice, pois uma das entrevistas dele, enquanto estava no Brasil, foi sobre a importância de ficar sozinho. O irlandês conhecido mundialmente por The Blower’s Daughter (do filme Closer), disse que “ficar sozinho é tão importante quanto dormir” e eu concordei tanto com isso que decidi tornar isso um episódio de hoje aqui no blog. Damien Rice ficou muito tempo sem lançar músicas novas e sem sair em turnê, ele se escondeu da vida e ficou sozinho, criando uma nova pele, ou se moldando para uma nova vida. E eu estou mais ou menos nessa fase.

Eu não vou sumir, não deixaria os amigos e família de lado, não irei para a Islândia. Eu só estou sozinho, lidando com aquela nossa insustentável leveza e criando coragem para partir para outra. Há algum tempo e tomei algumas decisões que estão me levando para uma nova fase. Depois de 28 anos, finalmente eu me conheci. Agora conheço todos os meus defeitos e sei muito bem o quanto sou perfeito em algumas coisas. Parei para pensar na minha vida e em tudo que eu poderia e quero fazer e tomei decisões. Uma delas é finalizar todas as coisas que estão abertas, decidir todos os passos que posso decidir e aqueles que não tenho poder, deixar de lado. Nessa fase da vida eu não quero que alguma indecisão me prenda, eu quero trabalhar com as coisas certas, mesmo que isso me faça ficar sozinho. E se eu ficar sozinho, não terá nenhum problema.

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Eu demorei muito tempo para me conhecer e tomar decisões. Parece que quanto mais o tempo passa mais estamos ficando maduros, mesmo sendo os bobos de sempre. Hoje em dia aquelas frases clichês que tanto me faziam rir, estão fazendo sentido. Até o título desse post faz um sentido que não faria para o Jader de 5 anos atrás. Aquele cara não entenderia nada que esse moço escreve aqui, ele precisou ficar sozinho e aprender o quanto isso é importante. Ele precisou amar mais o outro do que a si próprio para entender o quanto isso é errado, o quanto é burro colocar a vida de alguém – que não te quer – na frente da sua. Agora, ele olha pra trás e sorri para aquele menino que errou diversas vezes ao acreditar que “dessa vez é o amor verdadeiro” e ir com tudo.

Claro que vou continuar errando e quando acreditar que é real irei sem medo. Mas irei sabendo como as coisas são, pois não estou desacreditado do amor, pelo contrário, eu acredito muito. Mas eu acredito em mim e acredito que ninguém precisa se prender a alguém para ser feliz. Passei tanto tempo sozinho sendo feliz, que não tenho pressa em encontrar o amor da minha vida. Eu não procuro mais, na realidade eu procuro ser feliz comigo mesmo. Ser feliz no meu dia a dia e entender a importância das minhas escolhas.

Às vezes precisamos passar um final de semana trancados em nossas casas, fazendo algo que queremos fazer mas “estávamos sem tempo”. Esse último final de semana eu fiz isso e lembrei o quanto gostava de assistir Grey’s Anatomy. Essa série me faz chorar de um jeito tão lindo e me deixa numa paz tão grande. Ontem estava eu aprendendo com as lições da série e concordando com frases da Shonda Rhimes (aquela assassina!). Esse tempo que me dei, mesmo sendo pouco, é tão precioso. Em 2011, viajei sozinho para a Europa e fiquei 60 dias passeando por quatro países, conhecendo pessoas novas, visitando novos lugares e ficando comigo mesmo. Foi tão incrível que me pego pensando em fazer isso novamente, ficar sozinho em países que não conheço, ver coisas novas sozinho, apreciar a vista com meus olhos e guardar aquilo pra mim. Penso ainda que seria bem melhor que da outra vez, pois hoje sou alguém um pouco melhor.

Acredito que antes da gente se apaixonar por alguém e conhecer uma pessoa a fundo, temos que nos apaixonar por nós mesmos e nos conhecer muito bem. É um passo muito importante para ser feliz.

14out

Você não vai mais me fazer chorar

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Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux em imagem do filme Azul é a Cor Mais Quente, de 2013

[Você pode ler esse texto ao som de Love, Love, Love, do Of Monsters and Men ♫]

Estive pensando em tudo que tivemos, em toda nossa história juntos. No tudo e no nada, nessa relação de troca e de orgulho que temos. E às vezes acho que tudo que tivemos foi tão lindo, mas ao mesmo tempo penso que não foi quase nada. Sabe? É como uma história não terminada.

Eu nunca estive tão certo de algo quanto estou agora, tanto que tenho muita certeza na gente, mas a mesma certeza que tenho que poderíamos ter tudo é a mesma certeza que tenho que podemos não ter nada. Imagina o nada daqui pra frente, o vazio e o espaço que ficará entre a gente? É para esse momento que estamos caminhando, é nessa via que estamos andando.

É estranho ver que você age de uma forma diferente nas palavras e nas ações. São duas pessoas ali, a que fala comigo e a que age. Gosto mais da que age, ela é mais real, não está cheia de frases prontas e de risos fáceis. Não está cheia de certezas, é bobo estar cheio de certezas. Quanto mais você mostra que tem razão e está certo, mas eu vejo o quanto está errado e o quanto estamos caindo.

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Eu vejo as coisas que você faz, seu novo modo de agir e eu não entendo. Você não me deixa ir embora e não me quer por perto, enquanto isso estou aqui e não estou. Depois de tudo isso eu percebi que não devo fazer nada por você, é por mim que devo agir daqui pra frente. Se eu sofrer, chorar, ou decidir ser feliz será uma decisão apenas minha, você não tem culpa nisso. Você não tem mais importância nas minhas decisões, nem é o agente da minha derrota. Você será apenas um, enquanto não formos dois.

Sabe aquela coisa que sentimos no estomago que incomoda pra caramba e não nos deixa esquecer daquilo? Estou sentindo isso enquanto escrevo esse texto, mas quantas vezes eu já não senti o mesmo? A diferença é que dessa vez eu coloco tudo pra fora e isso me ajuda a esvaziar, vou ficando leve… Com a leveza eu já aprendi a lidar, só não sei o que fazer quando estou cheio demais.

Eu estive pensando em você e mesmo estando triste não choro mais. Eu pego essa tristeza e penso “ela não deveria estar aqui”, é nesse momento que eu esqueço a dor e vou esquecendo você. No dia que isso acabar, acabou tudo. E não sou eu quem sairá perdendo, pois eu já perdi tanto nesse jogo, que entre nós não tenho mais nada.

Na verdade eu não gosto de chamar isso de jogo, eu não estou jogando. Estou apenas seguindo aquilo que acho que seria certo pra mim, estou sendo fiel a mim e os meus sentimentos. Estranho seria se eu não fosse assim, não é?

Um dia alguém me falou que “não valia a pena chorar”, pensei em como isso era forte e cheguei até levar isso a sério por um tempo, mas outra pessoa me disse “não existe vergonha em chorar, chorar é bom”, depois de ouvir isso mudei completamente minha opinião sobre as lágrimas e hoje não tenho vergonha nenhuma, choro vendo filmes de meninas que cantam na universidade e depois dou risada.

O que eu quero dizer é que mesmo te amando, não consigo chorar por você, acho que todas as lágrimas já foram embora.

*Esse texto faz parte do projeto Eu, Você e Eles.

29set

O problema não sou eu

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Logan Lerman e Emma Watson em cena de As Vantagens de Ser Invisível, de 2012.

[Escrevi esse texto enquanto escutava três músicas, pode ler ouvindo qualquer uma delas: Trusty and true, My Favourite Faded Fantasy e Colour me In ♫]

Um dia você me disse aquela frase que escutei algumas vezes. Sim, aquela mesma frase que as pessoas falam para as outras quando não sabem o que falar. Você me disse isso. Minha primeira reação foi falar “nunca diga isso a mais ninguém, por favor. As pessoas não merecem escutar isso.”, essa foi minha reposta. Eu não sabia o que responder, fiquei pensando em tudo, principalmente em tudo que você disse que não poderíamos perder e ainda não sabia qual seria minha reposta. Eu não tinha uma resposta.

Eu fui tudo que você queria que eu fosse, fui elogiado por você, fui aquele cara legal que – mesmo não amando você – cuidou de ti. Eu fui aquilo que você precisava, aquilo que te deixava feliz, fui sua saudade e (tenho certeza disso) fui por muitos momentos o motivo da sua felicidade. Fui muita coisa e mesmo não sendo nada, fui tudo que eu poderia ser.

Hoje, quando eu quero ser tudo que você queria que eu fosse, você quer que eu seja nada. Você não quer nada. E me fala aquela frase que já escutei várias vezes. Logo você, que eu cuidei. Logo você.

Hoje eu converso com amigos discutindo sobre tudo que passei, perguntando sobre todos meus erros e todos eles repetem em voz alta a frase “você não errou em nada”, mas mesmo assim eu acredito que errei. Não sei onde, mas acho que foi em algum lugar. Que lugar? Não sei qual foi.

Pode ser que por um tempo você foi aquela fantasia da minha mente. Eu te deixei lá por um bocado, vivendo em meus pensamentos. Errei? Claro, já te disse isso! Te disse centenas de vezes e recebi como resposta “eu não ligava pra isso”, mas não era verdade.

Eu nem sei mais como me portar, de tantos erros que cometi. Eu só sei ficar quieto, esperando o nosso próximo passo, sem saber pra qual lado andar, pra qual lado errar. Mas, ao mesmo tempo em que penso isso, eu vejo o quão bobo é errar. Todo mundo errou nesse dia, nessa semana, nesse mês. Eu errei demais nos últimos tempos, mas quem não fez isso? Ninguém.

LOGAN LERMAN stars in THE PERKS OF BEING A WALLFLOWER Ph: John Bramley © 2011 Summit Entertainment, LLC. All rights reserved.

Logan Lerman em cena de As Vantagens de Ser Invisível, de 2012.

O problema é que já escrevi sobre isso e você nem leu. Falei sobre tudo que a gente carrega ou carregou na vida, falei sobre seus medos e suas musicas, sobre seus amigos e inimigos, sobre suas fantasias e sobre seus desejos. Você nem sabe que eu aceito todos eles. Você não sabe de nada. E nesse “não sei de nada” acaba me falando aquela frase. Sim, aquela frase que já escutei de algumas pessoas, aquela frase que me fere de um modo que ninguém sabe como explicar. Aquela frase.

Eu sou muito confuso, sou muito medroso e por vezes sou muito “no muro”, mas sou aquele cara completamente fiel ao que sinto. Eu sou taurino com ascendente em áries, sou um problema como Che Guevara foi (mesmo que toda minha revolução seja no amor). Eu sou aquela pessoa de antes, eu não escondo meus erros, não esqueço os sorrisos, eu aprendo com eles. Eu não sou um problema.

Tenho certeza que o problema não sou eu. Eu fui (sempre) tudo que eu deveria ser. TUDO! E por isso a última coisa que deveria escutar é isso. Estou puxando tudo, tudo mesmo, que aconteceu entre nós e realmente o problema não sou eu. Não sou. Esse problema. E mesmo assim aquela frase ecoa pela minha cabeça, aquela frase que já escutei várias vezes. Sim, a frase que você me disse.

E agora, eu não sei o que fazer. A única coisa que sei é que realmente o problema não sou eu. Hoje eu tenho certeza disso. Eu sou a solução, não o problema. Eu não sou o problema.

25set

Algumas pessoas têm medo da felicidade

Postado por às em Amor, Eu Você e Eles, Relacionamento
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Kate Winslet e Jack Black em cena do filme O Amor Não Tira Férias, de 2006

[Você pode ler esse texto ao som de Fire Escape, do Foster the People ♫]

Você já chegou naquele ponto da vida que tudo está mudando? Você sabe que as coisas mudarão, mas ainda não sabe o que fazer quando isso acontecer, nesse momento você fica cheio de medos e insegurança. O que é completamente normal, precisamos concordar. Ter medo do novo e se sentir inseguro com mudanças faz parte do ser humano, estranho seria não sentir medo algum. Mas não é disso que quero falar nesse post, o assunto aqui é medo daquilo que vai dar certo.

Sabe aquilo que você sempre sonhou? Aquilo que te arrancava sorrisos enquanto estava pensando na vida? Aquele acontecimento que você contou dias para acontecer? Ele aconteceu, ele está aqui na sua frente e aquele riso bobo que você dava enquanto pensava nisso, finalmente pode virar uma eterna gargalhada. Mas nesse momento toda sua sorte muda, pois o que está certo e resolvido não pode ser apenas sonhado e você acaba ficando com medo de realmente viver aquilo.

Eu sou do time que sonha, do time que tem medo pra caralho de perder algo, mas ao mesmo tempo sou do time que não tem medo de viver aquela experiência sonhada e aquele sentimento imaginado. Eu sou do tipo emocional, que não tem medo de viver um amor, amar, errar, amar e errar de novo. Acho que isso faz parte da vida, os amores e os erros. Sou bem racional quanto a isso. Mas parece que você tem medo, que na sua visão o amor ideal é aquele imaginado, é, como dizia Cazuza, aquele amor inventado. Eu também adoro esses amores, mas quero sempre tirá-los da minha mente e convida-los à minha vida.

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Jude Law e Cameron Diaz (e as crianças) em cena do filme “O Amor Não Tira Férias”, de 2006

Eu não sei como deve ser esse sentimento de medo de apostar no certo, deve ser estranho. Pois se você está com esse medo, o certo vira duvidoso e um dia essa dúvida pode ser maior que a certeza e assim ela vai acabando. Nesse ponto você alcançaria seu objetivo: viver um amor imaginado. E continuaria como era antes, apenas sonhando com as possibilidades.

É tão romântico viver um amor impossível, escutar músicas tristes que criam uma trilha sonora instantânea em sua cabeça, faço muito isso. E odeio e adoro ao mesmo tempo, mas ainda acredito que é tão melhor viver aquele possível. Ou ainda, é mais lindo ver possibilidade naquele impossível, tipo coisa de filme né? E deixar essa possibilidade embalar sua trilha sonora triste, onde aquele drama todo vira um romance. Eu adoro dramas, mas romances são tão bonitos, os finais trazem um pouco de alegria, não é?

Ao mesmo tempo em que sou bastante racional ao o que quero, entendo completamente esse medo. A felicidade assusta, né? A gente pensa “depois dela vem o que? O fim?”, tipo como nos filmes. Os romances de cinema acabam quando tudo está bem, quando o casal está junto. Sobe a música, sobe os créditos, sobe o sentimento de esperança na vida.

Você tem medo do que fará depois dos créditos finais? Eu também tenho, mas quero muito saber o que acontece e acredito que podemos descobrir juntos.

23set

Você deixou um espaço aberto para minhas imaginações

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Craig Roberts e Yasmin Paige em cena do filme Submarine, de 2011.

[Você pode ler esse texto ao som de Hiding Tonight, do Alex Turner ♫]

Esses dias li algo no Twitter que achei muito real e pensei “vou levar isso para o blog em forma de texto”. Era uma frase simples que dizia o seguinte: É isto que amamos os outros, o lugar vazio que eles abrem para que ali cresçam as nossas fantasias. Quando li essa frase pensei “quanta verdade em tão poucas palavras” e olhei para trás e entendi quantos vazios existiram aqui e foram preenchidos com minhas fantasias.

Vocês ja passaram por isso? É como se a pessoa passasse pelas nossas vidas apenas para dar um fôlego a mais à nossa imaginação. A gente imagina o futuro, pensa em dezenas de coisas, sonha com o que vai acontecer e isso é tão gostoso. Chega a ser maior que o próprio amor, sabe? É algo mais entre nós mesmos.

Eu tenho uma imaginação bem fértil e gosto de vivenciar as coisas pelo imaginário, por isso acabo usando esse espaço para viver aquilo que não vivi, para tornar reais as experiências que não existiram. É como se o espaço que deixaram em mim fosse mais importante que a própria pessoa. Apesar de ser bonito, quando escrito, é meio triste demais quando vivido. E aqui mora um perigo. Às vezes acabamos sonhando demais e vivendo de menos.

Eu tenho consciência que é bem mais importante viver o presente do que sonhar com o futuro e tento fazer isso, mas às vezes a escolha que faço nem sempre é a certa e por isso acabo usando minha imaginação para levar adiante e acabo preenchendo o espaço que deixaram aqui com minhas expectativas. E o pior de tudo é que gosto disso. Eu amo esse espaço. É como se eu colorisse aquele papel em branco que existe aqui.

Talvez um dia eu não tenha mais espaço e não precise imaginar mais nada. Só que quanto mais vivo e quanto mais o tempo passa, vou me acostumando com esses espaços deixados aqui. Eles não me incomodam, na verdade fazem parte de mim e eu gosto deles. É como escrever poesias e eu gosto desse tipo de poesia triste que crio comigo mesmo usando minhas imaginações e colocando vocês nelas.

Um dia escrevi um texto e publiquei em um blog que não existe mais. Esse texto falava sobre um poeta que queria muito escrever sobre amor, ele procurava o amor por toda parte, pois não queria escrever sobre amor sem conhecer o sentimento. Um dia ele encontrou o amor e não quis mais escrever, ele quis amar. Quando eu li a frase do tweet pensei diretamente nesse texto, vi que existe uma ligação entre essas duas coisas.

Acredito que hoje estou mais triste que o normal e esse texto acabou refletindo isso. Eu entendo que esses espaços que deixam em mim são muito importantes, eles me ensinam muito e me fazem escrever (tenho tanto orgulho de transporta-los em textos aqui), mas um dia espero ser o poeta do texto que escrevi.

Esse texto faz parte do projeto Eu, Você e Eles.

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