/ Gastronomia

03mar

2 Restaurantes legais em Curitiba

Postado por às em Gastronomia, Quanto custa?, Viagem

58out_ros_curout_ros_cur-850x566

Eu recebo muitos feedbacks quando resenho restaurantes e sabe o que é mais legal? Durante a minha viagem para Curitiba, nós usamos a internet para basear nossas escolhas gastronômicas. Sendo assim, acredito que esse texto em algum momento vai ajudar algum viajante planejando sua viagem, ou alguém que esteja perdido procurando onde jantar em Curitiba, entao listei 2 restaurantes legais por lá.

As opções em Curitiba são muitas, a grande questão é que estávamos em época de ano novo, ou seja, nem tudo abria!

Forneria Copacabana

iguacu3-1190x670

No primeiro dia escolhemos jantar num lugar legal, fizemos uma busca pela rede e descobrimos o Forneria Copacabana, um lugar que a priori me surpreendeu pela beleza! Com pinta de lugar refinado, o restaurante tinha dois ambientes, um ao ar livre e outro mais fechado, claro que lá fora estava lotado, então, restou-nos a opção de ficar na parte de dentro e observar as paredes com pinturas diferentes e a decoração interna.

Sentamos do lado da adega (risos) e eu já pedi uma taça de vinho, já que não estava dirigindo! Eu pedi um salmão com legumes e o boy foi de risoto. Achei a comida super gostosa, barata e o atendimento muito bom.

Conhecendo os restaurantes de #Curitiba #wine #vinho

Uma publicação compartilhada por Taína Sena (@tainasena) em

Me lembro que o total da nossa conta deu algo em torno de 160, eu achei bem tranquilo, comparando com o custo SP.

Mangiare Felice

Fachada – Viajar é preciso

 

Em plena virada do ano nós não sabíamos o que fazer em CWB, vários hotéis e restaurantes ofereciam jantares de Ano Novo, mas ou era um olho da cara ou totalmente sem graça. Curitiba não é um lugar pra badalar no final do ano, esteja avisada! Resolvemos então partir para o restaurante italiano Magiare Felice, que recebia muita gente, teve espera, mas foi bem tranquila.

Pedimos um tradicional nhoque e dessa vez resolvi não beber, ano novo, hábitos novos! O lugar é bem tradicionalzão italiano, com bastante gente animada, garçons atenciosos e muita fartura! Sem or, o prato era enorme, sobrou e pedimos pra embrulhar e entregamos para um morador de rua. O lugar é todo decorado com peças e mapas que fazem referência a Itália, tem até uma capela sistina inspired.

Os preços também são bem amigáveis e acho que foi mais barato, por que dessa vez não bebi vinho! Deve ter dado 120 reais.

mangiare-felice

Os dois lugares são bem diferentes, mas recomendo ambos, com boa comida, bom atendimento e ambientes agradáveis. Se você não sabe onde jantar em Curitiba, já tem duas dicas!

07dez

Os 5 restaurantes que quero conhecer

Postado por às em Gastronomia

5 restaurantes que eu quero conhecer

Não é segredo pra ninguém que eu gosto bastante de gastronomia, de conhecer novos restaurantes e pratos diferentes, por isso, eu sempre mantenho uma lista de 5 restaurantes que quero conhecer e vou tentando ajustar a minha agenda e a dos amigos, por que né? Eu não sei vocês, mas eu não gosto de sair pra jantar sozinha.

Eu fiz essa listinha com base no que li por ai e as escolhas são bem diferentes umas das outras, espero conhecer todos durante 2017, bora lá?

top10-Biyouz1

BIYOU’Z Restaurante Afro –  o restaurante é simples, fica no centro de SP e me despertou interesse por não conhecer nada da culinária africana. Os pratos têm ingredientes já conhecidos como carnes e banana da terra, mas o modus operandi e os temperos vêm direto da África. Os preços também são bem convidativos, há boatos que irei visitar na próxima semana, não nego, nem confirmo.

esther rooftop

Esther Rooftop – mudando totalmente de estilo, o novo restaurante do Olivier Anquier está mais que na minha lista, primeiro amo o chef, segundo fica na cobertura do edifício Esther, construído em 1930. A ideia do restaurante é exaltar os produtos brasileiros, numa mistura de alimentos comuns na nossa cultura com classe e contemporaneidade.

rendez vous

Rendez-Vous – passando ali pela rua Fradique Coutinho eu avistei a fachada e  surgiu o interesse imediato por conta do título do lugar, a palavra que dá nome ao restaurante é muito interessante, estava pesquisando sobre elas dias antes, significa “encontro”, mas no século passado, também era utilizada para dar nome aos prostíbulos onde os ricos e famosos da época “circulavam”. A proposta dessa casa é trazer comida francesa simples, sem frescuras, os preços também são convidativos.

Restaurante Myk

MYK – eu não sei nada sobre comida grega, sobre a Grécia mesmo, só me lembro de alguns filósofos das aulas na época da faculdade, mas eu acho a arquitetura desse restaurante linda demais e quero comer lá só por isso.

maní

Maní – o restaurante é criação de dois chefes renomados, o menu degustação anda em torno de meio mil reais, risos, mas tem pratos do cardápio normal que atende nós, réles mortais. Mais um restaurante que tem como objetivo enaltecer os ingredientes brasileiros, com requinte e diversificação, utilizando combinações diferentes e improváveis. Quero ir testar por essas combinações e claro, também pelo hype.

Na verdade, a minha lista tem muitos restaurantes, mas o budget não acompanha a listinha! Se você já foi em algum desses restaurantes em São Paulo, comente aqui sua experiência.

27nov

Como é o Al Janiah?

Postado por às em Gastronomia

 

al janiah

A ideia de conhecer o Al Janiah veio de algumas conversas com uma pessoa que é aquelas que eu chamo de 200% humanas, aquele tipo de pessoa que gosta de beber na Roosevelt e sair de um filme cult e passar horas discutindo, ou seja, 70% dos meus amigos, colegas e crushes.

O lugar é em tese, um restaurante que mistura comida árabe e palestina com música e militância. A ideia central é ser um ponto de integração entre a cultura dos refugiados e a necessidade dos brasileiros de um local que ofereça cultura do Oriente Médio.

O nome Al Janiah faz referência a um vilarejo que fica na Cisjordânia, parte de territórios palestinos ocupados por Israel.

al janiah frente

Chegando lá, observei que na verdade o lugar mais parece um bar, iguaizinhos aqueles da rua augusta, eu diria que é bem informal, e bem menos como um restaurante. Um amigo já tinha me alertado que, caso você queira comer, deve chegar mais cedo.

Algumas mesas e cadeiras do lado de fora, a tradicional galera em pé, dentro a cena também se repete, algumas mesas espalhadas, algumas pessoas em pé, um ambiente simples, pequeno, mas cheio de significado.

No dia que visitei rolou um evento especial, era um trio que misturava jazz com música árabe, que por muitas vezes me deixou hipnotizada, achei muito interessante.

Uma hora em meio a música e cervejas, resolvemos comer, concorridíssimo qualquer espaço, conseguimos nos ajeitar perto do balcão do bar, uma vez que não sabíamos que era necessário pedir uma mesa no caixa (fica a dica). Eu pedi um wrap de falafael com tomate, estava uma délica, sério. O boy pediu um prato chamado Fatha, que era algo com berinjela, experimentei um pouquinho, gostei, mas como tinha um molho x branco, eu evitei. Segundo ele, estava muito gostoso e melhor ainda, bem servido.

Jantar arábe

Uma foto publicada por Taína Sena (@tainasena) em

Sem dúvida alguma, a comida é sensacional e barata, essas duas comidinhas + uma Heineken de 600ml saiu por 45 dinheiros, quero experimentar mais coisas.

Em resumo, o lugar é muito interessante, a comida boa e tem toda a questão ideológica e política envolvida, eu acho que vale muito a pena.

04nov

Quanto custa jantar no Terraço Itália?

Postado por às em Gastronomia, Quanto custa?
Terraco_Italia

vista do restaurante Terraço Itália (foto: Bem me Quer)

Meu amigo Rafa fez uma bela surpresa e levou a namorada para comemorar o aniversário de namoro no famigerado restaurante no topo de São Paulo, quem nunca sonhou ir com o boy lá? Pedi pra ele fazer um relato pra gente publicar aqui, bora saber quanto custa jantar no Terraço Itália?

Dia 02/11 (sim, finados!) completaria um ano de namoro e, aproveitando a data super especial, decidi levar minha namorada pra jantar no Terraço Itália.
Confesso que sempre quis conhecer o lugar mas nunca tinha tido a oportunidade/momento certo pra ir ate lá, sem também saber quanto isso me custaria (guias normalmente categorizam ele como “caro”, mas quão caro?).

Pois bem, li na internet que seria necessário fazer reserva e no site deles (que é feito em flash e por isso não funciona direito) existem 4 opções de reserva:

Almoço
Jantar Nobre ao som de piano
Jantar Panorama música ao vivo
Jantar São Paulo ao som de piano

Não existe nenhuma referência sobre as diferenças entre eles e eu arrisquei reservar o Panorama. Recebi o e-mail de confirmação e ok.

Fomos em dois carros, saímos os dois do trabalho e fomos direto. Chegando lá, a entrada é pela Avenida Ipiranga, logo abaixo do COPAN. O vallet custa R$25 e recomendo fortemente, visto que a região é bastante degradada e deixar o carro na rua é deveras perigoso.

Entramos no prédio, há um elevador antigo que vai até o 37º andar. Enquanto esperávamos o elevador, notei algumas pessoas chegando em trajes de gala (sim, mulheres de vestido longo!) e fiquei um pouco preocupado…risos

O elevador chegou, fomos até o 37º e de lá pegamos outro elevador até o 41º. Lá é a recepção e os salões Nobre e São Paulo. Fomos instruídos a subir mais um lance de escada e chegamos no panorama.

Ali, ao ser recebido pelo host, tivemos o deslumbramento. O salão é todo envidraçado e a vista é espetacular.

vista terraço italia

vista Terraço Itália – foto by Carlos Alkmin

 

Fomos recentemente para NY e posso dizer que a vista dali é, guardadas as proporções óbvias, tão deslumbrante quanto a do Empire State a noite.

Ficamos um bom tempo olhando a vista, enquanto o garçom trazia o couvert (pães e alguns acepipes). Pedi uma cerveja Cerpa (R$16) e a Lygia pediu água (R$5).

Quando chegou o cardápio, o susto. As massas partem de R$90 chegando a incríveis R$180 em alguns casos. O menu degustação deles, individual, custa módicos R$228.

Eu pedi um Gnocchi de mandioquinha com ragu de linguiça e queijo (R$93) e a Lygia pediu um Mezzelune Ripiene di burrata (R$98).

Os pratos demoraram cerca de 15 minutos e chegaram. A minha porção era bem generosa, boa apresentação. O dela, não estava tão farto assim, e pecava na apresentação.

Finalizamos os pratos, tomei mais uma cerveja enquanto conversávamos e ríamos da banda horrível que estava tocando EMILIO SANTIAGO e pedimos o café e a conta.

Eu tinha lido no cardápio mas me recusado a acreditar que o couvert artístico custa R$47 por pessoa. Mas era isso mesmo. A conta chegou, incluindo os dois estacionamentos e totalizou R$440.

Minha análise: a vista vale demais, a ocasião era perfeita <3 , a refeição não vale.

O Terraço Itália funciona desde 1967 no mesmo lugar; gozou de um grande prestígio por décadas mas não se modernizou e não acompanhou toda a efervescência gourmet da cidade.

Os preços subiram demais e não refletem a nova realidade gastronômica de SP. Comparativamente, o Zena Caffè, que você já viu aqui no Quanto Custa oferece um prato incomparavelmente melhor pela metade do preço.
Portanto, o que faz valer no Terraço Itália é a experiência e a celebração de momentos especiais ao lado de quem você gosta. Isto, não tem preço.

Sendo assim, a dica que dou (e que não achei em nenhum outro lugar) é que você vá ao Bar do Terraço Itália.

Teraço-Italia

vista do bar – foto by sealbag

 

Fica no mesmo patamar do salão panorama (42º andar) e você pagará entre R$30 e R$50 para entrar e ficar bebendo com aquela vista incrível.
Nós saímos de lá com a promessa de voltar pra ir apenas no Bar!

Você pode reservar nesse link.

****este post foi escrito pelo Rafa Liziero, meu amigo desde 2000, que é mais virtual que real, rs! você pode encontrá-lo em instagram.com/rafaliziero****

31out

Cerveja Belga + Coxinha = <3

Postado por às em Episódio de Hoje, Gastronomia

12573020_1020256824714749_9198408239034597987_n

Semana passada eu fui convidada para participar de uma degustação de coxinhas e cerveja, opa! Nem pensei duas vezes, não era só cerveja e coxinha, era pra conhecer e degustar as cervejas belgas da cervejaria Halve Maan, localizada na cidade de Bruges.

Meu amigo Marcel representa essa marca aqui no Brasil e trouxe  4 rótulos,  a Brugse Zot Blonde, Brugse Zot Dubbel, Straffe Hendrik Tripel e  Straffe Hendrik Quadrupel, cada uma delas possui uma característica única e vão evoluindo em sabor, amargor e potência como uma escala, da blonde para a quadrúpel.

A cervejaria tem uma história interessante, lançou um cervejoduto que possui 3 quilômetros de extensão, levando a cerveja da produção ao local de engarrafamento, não é sensacional?

A que mais gostei foi a última, esta um pouco mais forte, com notas intensas de frutas passas escuras e aquele fundinho de caramelo, evolui muito no copo e se você também gosta de cervejas mais fortes, mais amargas, essa é uma boa pedida.

Ao mesmo tempo que experimentávamos as cervejas, também rolou uma degustação de coxinhas, pois no mês passado o restaurante Coxinharia Prime Taste foi inaugurado e trouxe para a região dos jardins, incríveis opções de coxinhas, umas mais gourmet, outras mais normais. Confesso que ainda não tinha ouvido falar desse lugar e incrivelmente adorei a proposta.

coxinha

Experimentei 5 tipos de coxinhas diferentes, mas a que mais gostei foi a de filé mignon com gorgonzola, olha só, eu não gosto muito de queijo gorgonzola, acho que ele toma muito “espaço” de qualquer outro ingrediente, mas nesse caso foi um belo acerto.

O cardápio é bem variado e vai da clássica, que custa R$5,00 até light e veggie a R$5,50. Um belo destaque é também a gaúcha, que tem costela, barbecue e parmesão (sem or!)R$ 6,75.

Já as cervejas belgas da Halve Maan podem ser encontradas online no link abaixo e saem em média entre R$26 – R$38 reais.

Fica a dica dupla pra quem gosta de cerveja importada e coxinha brasileira!

Coxinharia –  R. Dr. Rafael de Barros, 272 – Paraíso, São Paulo – SP, 04003-042

Cervejas  Halve Maan – siga o link

Plugin creado por AcIDc00L: bundles
Plugin Modo Mantenimiento patrocinado por: posicionamiento web