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24out

Brunch Weekend da Chandon – O que teve?

Postado por às em Gastronomia, Vale a pena?

brunch

Semana passada eu e o Jader, que amamos um brunch, demos pulinhos de alegria ao saber que a Chandon estava organizando o Brunch Weekend, resolvemos então participar, recebemos um release com fotos maravilhosas e confesso, foi difícil escolher o lugar, pois todas as opções eram muito gostosas.

O evento está na sua segunda edição e foi inspirado nos famosos brunchs de NY, vários restaurantes, bares, cafeterias, hamburguerias, pubs e pâtisseries da cidade fazem parte do projeto durante todo o mês de outubro. Cada casa montou um prato com preço fixo de 49 reais + 1 taça de espumante ou um drink com o mesmo.

Depois de ler todos os cardápios, optamos por conhecer o Cocina Bar Y Vino, que é um restaurante argentino super tranquilo na região da consolação. O cardápio era o seguinte:

Brunch Menu:
Pães de Nozes
+ Focaccia de Cebola (com Azeite de Ervas e Coalhada Seca)
+ Mix de Champignon (com Aspargos Grelhados)
+ Empanada de Queijo Brie, Gorgonzola e Cebolas Caramelizadas
+ Torta de Chocolate

Drink da casa:
Chandon Mimosa
ou
Chandon Bellini

cocina

Eu gostei muito focaccia de cebola – já o mix de champignon não me agradou tanto por conta do creme de leite que fazia parte do molho, eu detesto creme de leite e sinto de longe. Empanada de queijo brie com gorgonzola, como em muitas receitas, o gorgonzola tomou conta de toda a empanada, um prato cheio pra quem gosta desse tipo bem característico de queijo, tadinho do brie.

Pra finalizar veio a torta de chocolate, que eu achei bem gostosinha, não muito doce, na medida. Para beber eu escolhi o espumante rosé, que particularmente gosto muito.

Fiquei com vontade de conhecer outros lugares, mas a agenda não me permite, então, nesse link você encontra todos os cardápios disponíveis e os nomes dos restaurantes.  goo.gl/kFDEqe

Por 49 reais, eu achei um preço bem bom para um brunch e ainda mais delicinha poder conhecer mais um restaurante diferente.

Eu não segurei o riso

Uma foto publicada por Taína Sena (@tainasena) em

29set

Quanto custa jantar no restaurante do Jacquin do Masterchef Brasil?

Postado por às em Gastronomia

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Eu amo o Masterchef Brasil e nessa semana eu o Jader e mais dois amigos fomos comemorar o meu aniversário e o Jardinho me deixou escolher o lugar! Então eu pensei nas possibilidades e na listinha das minhas vontades e pensei em ir no Tartar & Co. – restaurante do Erick Jacquin, sim, um dos apresentadores do Masterchef Brasil. O tradicional ali é o tartar né e o famoso petit gateau, especialidade na qual o chef ficou famoso.

  • Prato famoso: Tartar

Como o nome já diz, o restaurante do Jacquin é especializado em tartare, um prato típico francês basicamente feito de carne crua, picada e bem temperada. Perdoem a pobre descrição, mas creio que você saiba muito bem o que é um tartar.

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  • O Ambiente

Eu cheguei primeiro e fiquei olhando o cardápio, o ambiente é bem gostoso, moderno. O clima é bem gostoso e pode ser um bom lugar para um date, uma reunião de amigos ou um jantar em família.

Nessa semana estava acontecendo a Restaurant Week, tinham duas opções de menu, eu optei pelo menu fechado da campanha, como entrada escolhi um tartar de atum que estava maravilhoso, juro, eu não sou fã de atum e fui surpreendida. Se vocè for num dia normal, um tartar normal vai sair em média 55 reais.

Para o prato principal  eu escolhi um peixe, pois estou na RE né migos? O prato era Pargo ao forno com creme de espinafre que estava uma delícia, confesso que não gostei muito do creme de espinafre, mas ai é uma coisa minha com ele, rs. Para peixes, a média de preços fica entre 55 e 64 reais. Tem um risoto de bacalhau com azeitona preta que me deixou babando por 67 temers.

Pargo ao creme de espinafre

Uma foto publicada por Taína Sena (@tainasena) em

Para finalizar chegou a hora da sobremesa, no menu da restaurant week existiam duas opções, futas ou nougat glacé com calda de pêssego, obviamente escolhi o último, né? Sabe torrone? nougat é tipo isso, só que chic e menos doce, eu amei! lembro de ter comido em Paris uma vez.

Para beber, escolhemos um espumante francês, o preço estava bom, 68 a garrafa, ok né? Sem mencionar que os migos tomaram gin tônica, caipirinha e talz, eu bebi só uma tacinha pois dirigindo. Também olhamos a carta de vinhos que oferecia garrafas à partir de 65 reais, achei bem honesto.

Resumindo tudo, foi um ótimo jantar, gostei muito do espaço, da comida e do atendimento, gastamos em média 150,00 reais, mas teve uma belas cachacinhas, acho que se você se comportar ou não beber tanto álcool, o valor girará em torno de 110 – 130.

Espero que tenha curtido o post e se quiser indicar algum lugar que esteja curioso pra saber quanto custa, deixe aqui nos comentários.

 

13set

Guia de Vinhos – Glossário básico

Postado por às em Bebidas, Gastronomia, Vinho, Você rica

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Depois do primeiro post Guia de Vinhos – As Uvas, eu resolvi escrever um pouco sobre alguns termos que você sempre vai encontrar, tipo um glossário básico, seja num aplicativo de vinhos, num blog especializado em vinhos ou em um programa de gastronomia.

Eu já me perdi muitas vezes e confesso, morria de preguiça de pesquisar o que significava cada coisa, uma vez que a vida é corrida né?  Muitas vezes até achei bobeira utilizar esses termos, mas quando você começa a beber vinho, isso se torna um fator importante, principalmente se você gosta de compartilhar e ler resenhas naquele app Vivino.

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Chega de ficar sem entender os termos básicos da arte de beber vinho. Então, se você quer saber um pouquinho mais sobre eles, bora:

Acidez: é uma característica que dá o equilíbrio ao vinho, por exemplo: quando uma uva fica muito madura, ela consequentemente se torna mais doce e a acidez cai,  a grande sacada é o produtor conhecer exatamente o melhor período para colheita. Quando você bebe o vinho, percebe a acidez nas extremidades da língua, quanto mais você salivar, mais ácido ele é.

Adstringência: é aquela sensação de boca seca, me lembra aquela sensação de comer um caqui verde, sabe? lembra aquela palavra “caqui tá marrando!” – Em bons vinhos você não vai sentir essa “marra” tão forte.

Afinado: quando o vinho está envelhecido, tá bem equilibrado.

Complexo: quando o vinho tem muitos aromas diferentes, é eu sei, você ainda vai aprender a compreender os aromas posteriormente.

Retrogosto: ô palavra estranha, mas é basicamente o gosto que fica na boca depois que você bebe o vinho.

Tanino: quem nunca ouviu falar dos taninos? É uma substância derivada das sementes e cascas e é responsável pela adstringência do vinho.

Terroir: clássica palavra! Significa literalmente o solo onde as uvas foram plantadas, mas ai inclui-se ambiente, clima para que seja compreendida todas as características do vinho.

Bom, essas são as palavras básicas para um iniciante em vinhos, já está num belo caminho se conhece a maioria delas e seus significados. Eu gosto de escrever e simplificar os conteúdos, torná-los mais acessíveis e de fácil compreensão.

Em breve novos posts sobre vinhos e cia.

17ago

3 lições que o Masterchef e sua semifinal podem ensinar sobre carreira

Postado por às em Gastronomia, televisão, Trabalho

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Ontem foi transmitida a semifinal da terceira edição do já consagrado Masterchef Brasil. A atração é muito popular, principalmente nas redes sociais, onde mobiliza milhares de pessoas.paola carosella

De um lado Leonardo Young, empresário paulista, com raízes orientais, tem uma família tradicional e no auge dos seus 30 anos já é sócio de um restaurante. Do outro Bruna Chaves, professora, mineira e especialista em confeitaria.

Raquel Novais, 32 anos, disputou a segunda vaga na final, também empresária, queridinha das redes sociais por sua extrema elegância e educação, mas perdeu a vaga, por qual motivo ainda tento entender.

Diante do programa, pensei em listar aqui 3 lições que eu e você podemos tomar e aplicar no nosso dia-a-dia no mundo corporativo:

Trabalhar sob pressão

Os concorrentes foram testados inúmeras vezes no limite da emoção, onde ter inteligência emocional foi fator chave. Nesse ponto, podemos destacar que Raquel esteve nas provas de eliminação e manteve-se muitas vezes mais calma que os demais, já Léo, perdeu a concentração e por muito pouco mesmo não foi eliminado. Tenho certeza de que você passa ou passou por situações de pressão na vida real, em ambientes adversos, profissionais com temperamentos explosivos, conseguir entregar bons resultados, lidar com pensamentos diferentes e saber transitar neste cenário, certamente lhe trará resultados diferentes.

Saber ouvir críticas

O tempo todo o trabalho dos participantes foi avaliado, criticado e cada um recebeu com feedback positivo ou negativo. Saber lidar com essas críticas e transformá-las em resultados positivos separa os bons profissionais dos que tem destaque. Você está sob julgamento o tempo todo, saber lidar com um resultado bom ou ruim é fundamental para crescer ou estagnar sua carreira

 Ser estratégico

Utilizar todos os recursos e extrair o melhor das pessoas é uma questão-chave em qualquer empresa, quem vence é você, mas sem conseguir trabalhar bem em equipe, você até consegue atingir seus objetivos, mas o caminho será mais longo. No reality, os profissionais estão competindo por um único título, o de Masterchef Brasil, mas no meio do caminho existem muitas provas, algumas em equipe, onde ele precisa saber lidar com múltiplas personalidades, assim como no seu escritório/agência. Conhecer os pontos fortes de cada membro da equipe, saber lidar com o temperamento e comportamento de cada profissional com quem tem que trabalhar é uma grande sacada.

Com o programa de ontem, podemos concluir que nem sempre o mais preparado vence, que mesmo com um histórico quase perfeito, um erro pode significar perder uma grande chance e que senso de oportunidade é uma característica diferenciadora.

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03ago

Guia de vinhos –  Os vinhos e as uvas

Postado por às em Gastronomia, Você rica

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Não tem jeito, a gente vai ficando mais velho e o gosto vai mudando um pouco, na verdade muda muito, eu adquiri um apreço maior as bebidas alcoólicas, em especial o vinho, mas é aquela coisa, se não foi criada com a cultura do vinho, a gente acaba não sabendo muita coisa né? Que tal ter um guia de vinhos pra te ajudar?

No projeto 30 coisas antes dos 30 eu botei como meta fazer um curso de vinhos, foi bem legal, eu aprendi algumas coisas básicas e desde então eu venho aprendendo e evoluindo sobre a apreciação do líquido dos deuses.

Pensando nisso, e no grande aumento da população de 30 anos que agora adora comprar um vinhozinho e cozinhar em casa, não adianta, essa fase ai vai chegar, senta e depois me conta. Eu resolvi então tentar escrever alguns posts pra te ajudar a conhecer um pouco mais dos vinhos, das uvas e de como escolher um bom vinho no mercado.

Mas tudo com esse meu jeitinho né? Normal, de quem também já foi um zero à esquerda no que se trata de vinhos e obviamente, alguém que toma bons vinhos, mas que na maioria passa no mercado pra tentar achar alguma garrafa boa, bonita, gostosa e barata.

Conhecendo as uvas básicas do rolé:

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Cabernet Sauvignon – é a uva mais famosinha do rolé, dá em tudo quanto é canto, por isso é tão badalada, este tipo de uva mantém suas características plantadas em qualquer região. Fala-se muito em aromas, taninos, e bouqué, mas concentre-se agora em conhecer o básico da uva. Você vai sentir um sabor forte, meio frutado e um vinho escuro.

Merlot – Essa é um pouco mais suave que a cabernet, muito conhecido por ser um tipo de uva/vinho que agrada o paladar feminino. Quando você bota na boca sente maciez, veludo  e acidez mais equilibrada.

Malbec – essa é uma uva francesa que se desenvolveu muito bem na Argentina que inclusive tem 59% da sua produção de vinhos provén dessa uva. Os vinhos dessa uva têm uma textura mais aveludada, gosto duradouro na boca, cor forte, bem encorpado, mas não tem aquela sensação de adstringência, tipo, traduzindo para “amarrando” – lembra quando você come um caqui marrento? Tipo isso.

Pinot Noir – Eu diria que essa uva é uma joia, uma delicadeza. Dessa uva saem vinhos mais suaves, claros e acidez moderada. Também é conhecido por cair no gosto das mulheres.

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Em minhas leituras eu sempre vejo muita aquela coisa de aromas e sabores, como frutados, aroma amadeirado, notas de carvalho, frutas vermelhas, aromas de morango, blá blá, blá. Não se apavore ao ler essas coisas, você não precisa identificar tudo isso para aprender a apreciar um vinho, vamos aos poucos.

No próximo texto eu vou tentar simplificar esse negócio de taninos, aromas e bouqués.

Leia também: Você sabe escolher um espumante?

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