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04jan

Como foi jantar na Joanne Trattoria, restaurante dos pais da Lady Gaga

Postado por às em Comida, Música, Viagem

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Como vocês devem saber, no final de novembro eu fui – finalmente – conhecer a cidade de Nova Iorque. Eu meio que sempre tive vontade de conhecer a cidade e quase fui no meio de 2016, mas decidi por Los Angeles e deixei a cidade fria para depois. Logo que comprei as passagens e fechei o hotel, pensei “quero jantar no restaurante dos pais da Gaga” e fiz as reservas para mim e para um amigo, que me acompanharia nessa brincadeira.

Para quem não sabe, a Lady Gaga se chama Stefani Joanne Angelina Germanotta e o “Joanne” vem da tia que ela nunca conheceu, mas que tem grande importância em sua vida. Gaga sempre teve uma ligação forte com Joanne, tanto que seu último álbum tem o nome da sua tia. E eu, como fã, não poderia passar por NY sem visitar o restaurante. E lá fui eu, no meu segundo dia em NY, conhecer o Joanne.

Chegando lá vi que não era nada muito chique, era um bistrô normal. Bonitinho, aconchegante e agradável. Entramos, avisei da reserva e nos colocaram numa mesa nos fundos do lado de uma lareira. O frio passou rapidamente, pois estava bem quentinho lá dentro e fomos fazer os pedidos.

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Como é um restaurante italiano eu resolvi focar no importante e pedir a massa tradicional da família Germanotta. Era um macarrão a bolonhesa que se chamava Joanne’s Spaghetti & Meatball e abaixo estava escrito que era uma receita da família, e para beber pedi um vinho. Na verdade, eu queria experimentar o drink que se chamava “Monster”, porém vodka com massa não é uma combinação boa, então fui de vinho. Meu acompanhante não foi feliz e pediu um prato de frango com uma salada, segundo ele “pagaria menos de 5 dólares nisso em qualquer lugar” e acabou pagando 25.

Quando a garçonete veio trazer os pratos, ela disse “Vocês são os terceiros brasileiros a virem aqui hoje”, nesse momento eu me empolguei e disse “Amiga, me fala! E a Lady Gaga?“, perdi a vergonha e fiz o papel de fã mesmo. Ela contou que a Gaga tinha passado lá dois dias antes, que ela tem uma mesa chefe, onde deveria ficar sempre que vai, porém ela fica no bar e passa de mesa em mesa dando oi e falando com todo mundo. Nesse momento o que eu fiz? Chorei, pois dois dias antes eu poderia ter encontrado ela. AHHH!

Ao final, os pratos e as bebidas (o meu acompanhante não bebeu e a água não é cobrada nos restaurantes dos EUA) custaram cerca de 70 dólares, isso já com as taxas. Eu não achei barato mas acreditava que seria mais caro.

Quando estava saindo do restaurante, parei para tirar uma foto na mesa onde tem um retrato da Joanne, tia da Lady Gaga, e postei contando brevemente como foi a experiência.

Não, não foi dessa vez que encontrei a Lady Gaga, porém eu adorei a experiência de conhecer e comer no restaurante! Na próxima oportunidade que visitar a cidade darei uma passada por lá para tentar uma foto com ela.

Serviço:
Joanne Trattoria
http://www.joannenyc.com/
Upper West Side
70 West 68th St. – Between Columbus Ave. & Central Park West
New York, NY 10023
(212) 721-0068

03out

Minha playlist: O que escuto e como consumo música

Postado por às em Música
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Mark Ruffalo e Keira Knightley em cena de Mesmo Se Nada Der Certo, de 2014

Eu sempre escuto músicas, faz parte do meu dia a dia desde que comprei meu primeiro celular com MP3 player lá nos anos 2000 e tanto e há mais ou menos 5 anos eu parei de usar o Last.fm, voltei a usar a cerca de um mês e agora estou contabilizando tudo que escuto por lá para ficar olhando e analisando minhas escolhas musicais. Escuto muito músicas pelo YouTube, porém após assinar o Spotify (uso há mais ou menos um ano a versão premium) comecei a usar muito mais o app pela facilidade, por não gastar tanto do 3G, poder criar playlists e salvar músicas para escutar offline.

Eu sou muito influenciável quando o assunto é música, pelo simples fato de adorar conhecer coisas novas, ainda acredito que não é “perder seu tempo” escutar algo que você ainda não gosta. Quando o assunto são filmes ou séries eu sou meio chato, pois escutar música não significa parar tudo, eu consigo ouvir músicas e prestar atenção nelas mesmo fazendo outras coisas. Pode parecer chato, mas escuto músicas enquanto estou fazendo outra coisa, seja cozinhando, arrumando a casa, trabalhando ou olhando minhas redes sociais, mas ao mesmo tempo eu adoro ir em shows, principalmente em festivais. Gosto muito de escutar música em local aberto, tomando uma cerveja, curtindo o show com amigos. Mesmo não sendo um fã tão fervoroso de música, gosto mais de cinema e de séries.

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Minha playlist dos últimos 30 dias

Voltando para o ponto do meu Last.fm, que foi o motivo de eu ter começado a escrever esse post, é que em 2011 eu usava bastante e quando fui ver as músicas que mais escutava achei curioso, era basicamente: The Killers, Brandon Flowers, Glee, Lady Gaga e Adele. Eu escutava muito o 21, Born This Way, os álbuns do Killers e o álbum solo do Brandon Flowers, além de todas as versões de Glee (podem me julgar, mas eu gostava bastante). E era basicamente isso. Apenas isso, só isso.

Tem uma pessoa que sempre fala “você tem que escutar isso!“, “cara, olha essa cantora!“, “meu, escuta esse álbum que maravilhoso!” e eu sempre me empolgo com a empolgação dele, além de amar as indicações e essa sensibilidade para músicas. Por isso comecei a escutar bandas novas, cantoras novas e músicas que achava que eram “chatas”, tanto que meus álbuns/músicas mais escutadas do último mês no Spotify não me deixam mentir, vejam só:

Lady Gaga
The Killers
Grimes
Imagine Dragons
Iamamiwhoami

Agora, se colocarmos para pegar apenas os últimos sete dias a coisa muda adicionando Florence + The Machine, Silva, The Weeknd, Aurora, Marina & the Diamonds, Angus & Julia Stone, Of Monsters and Men e o duo Oh Wonder (além de É o Tchan).

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Minha playlist dos últimos 7 dias

Acredito que a facilidade atual de escutar músicas, com o Spotfy e Apple Music, me fez mudar um pouco o modo de consumo. Aliás fez milhões de pessoas, pois hoje em dia tudo está há um toque e assim conseguimos ouvir coisas novas, conhecer bandas e artistas e sair daquela caixinha de músicas que escutamos sempre no repeat. E vocês, o que estão escutando ultimamente?

06set

5 opções para você se apaixonar por música latina

Postado por às em Música

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Eu sempre fui muito ligada à cultura latina, às músicas puxadas pra Rumba, Reggaeton, bachata sempre fizeram meu coração bater forte, eu não sei explicar, mas eu me sinto mais feliz, mais alegres com essa batida, será que eu deveria ter nascido lá pra Colômbia, México ou Chile? Não sei, nunca saberemos.

Ando sempre indicando músicas pros amigos e recentemente a ascenção desse ritmo me fez voltar a ouvir com mais frequência as playlists latinas.

A cantora Anitta vem apostando muito forte nesse ritmo realizando colaborações com cantores famosos pela Colômbia como Maluma (sem or) e J. Balvin, acho que ela tem tornado o ritmo mais conhecido e acostumado os ouvidos brasileiros para essa delícia de som.

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Confesso aqui pra quem não sabe, eu fui muito fã da cantora mexicana Thalía (risos) e por ela desde sempre esse tipo de música se fez presente na minha vida. Mas, dito isso, eu pensei em fazer uma lista com 5 músicas que são MARA pra que você conheça o ritmo e assim como eu, se apaixone por música latina.

Sim ou não – Anitta e Maluma

A música é uma delícia e eu duvido que você não mexeu a bunda ai na cadeira quando deu o play! Anitta acertou muito nessa colab, risos.

La Bicicleta – Carlos vives e Shakira

Sabe aquela vibe de bem estar? De felicidade? É o que você vai encontrar nessa música gostosinha com a diva Shakira.

El Perdedor – Maluma

O cantor colombiano é sex symbol (ainda se usa esse termo?) – meu crush secreto e tem uma história de amor que não deu muito certo ao som de uma batida contagiante.

Por fin te encontre – Cali Y El Dandee

Me apaixonei por essa música e não consigo parar de ouvir, batida perfeita, letra gostosinha e muito contagiante.

Desde esa noche – Thalía feat Maluma

Ah, não podia faltar né? A música que me fez quase comprar uma passagem para Nova York e ir assistir o show no dia do meu aniversário. Thalía volta renovada nesse feat com o crush Maluma  e traz uma música animada, sensual e cheia de latinidade, ah eu sou fã, não posso dizer muito rs.

Bom, basicamente é essa lista ai, se você já tem uma queda pelo ritmo, é só dar uma olhadinha nessas músicas, são as mais atuais. Se você gostou, eu também fiz uma playlist no Spotify com as que eu mais gosto de ouvir, boto no carro pra ir trabalhar e o ânimo pra começar o dia vem que vem.

Playlist soy latina by me <3

02mar

Pra você guardei o amor

Postado por às em a vida como ela é, Amor, Música
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Ethan Hawke e Julie Delpy em cena do filme Antes da Meia-Noite, de 2013

[Você pode ler esse texto ao som de Por Onde Andei, do Nando Reis ♫]

Sempre temos uma música para certos momentos da vida, não é? A música feliz da balada com os amigos (aquela “nossa música”), aquela canção triste da Adele que marca o fim de algo ou aquela feliz que fala com a gente e nos faz pensar em coisas boas e gostosas. Eu tenho várias músicas e o melhor disso tudo é que elas marcam momentos da minha vida, fases e sempre que as escuto volto no passado e me pego dando pequenos sorrisos.

Mas tem aquela música que é diferente, aquela que faz você ter fé no amor e na vida, que te deixa sonhando acordado e te faz corar de tanta felicidade. Bobo isso, né? Mas é tão real. Esses dias eu me peguei escutando Nando de Reis de novo, sempre vai e volta esse meu amor pelas canções desse ruivo, e me lembrei de que quando era mais jovem e escutava aquele refrão:

“Pra você guardei o amor que nunca soube dar. O amor que tive e vi sem me deixar, sentir sem conseguir provar…” .

E pensava no amor, no meu grande amor, aquele que ainda não aconteceu, aquele que deve chegar e fazer com que tudo faça sentido. Eu era mais jovem e fantasiava isso de um modo que tão fofo, era meio bobo mas tão bonito ao mesmo tempo.

before midnight

Quando me lembrei dessa ligação que sempre fiz entre Nando Reis e amor, pensei em você. Não sei se voltei alguns anos e me peguei pensando no amor romântico como quando era mais jovem, mas eu pensei em ti. Ao mesmo tempo em que fiquei meio louco com a conclusão desse sentimento, eu sorri. Aquele moço mais jovem que sonhava em descobrir o amor que via nas letras de Nando Reis, havia descoberto esse amor fora delas.

É estranho finalmente você sentir algo que você achava que não sentiria, que você acreditava que viveria apenas no imaginário, apenas ao escutar uma música.

Tem outra música que me faz lembrar muito desse sentimento chamado amor. Tenerife Sea, do também ruivo Ed Sheeran – que já foi tema de post aqui no blog – é uma música que traduz muito bem o sentimento do amor. Tanto que já cheguei a falar que gostaria de amar alguém como amo essa música. Hoje, não sei se faria essa comparação de um sentimento com uma canção, mas ela meio que traduz o que é o amor pra mim. Tipo, aceitar as imperfeições do ser que você ama.

A loucura de tudo isso é chegar a conclusão que eu possa realmente estar sentindo aquilo que as músicas do Nando Reis me faziam acreditar que sentiria, que aquele sentimento finalmente chegou a mim. Pois se eu penso em você enquanto escuto Nando Reis, é por algum motivo.

28set

Eu não tenho uma banda favorita

Postado por às em Música

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É sempre assim, tem um festival chegando e eu vejo aquela comoção geral, todo mundo enlouquecendo pra comprar ingressos, geralmente os olhos da cara. Tem o Lollapalooza e agora mais recente o Rock in Rio, eu confesso que tinha alguns shows que gostaria de acompanhar como: Sam Smith, Rihanna e Katy Perry, vai vendo por ai meu gosto musical…

Mas tanto para o RiR quanto pro Lolla, eu morro de preguiça de todo esse desgaste, deslocamento, altos preços, falta de conforto, acho que não é pra mim. Isso poderia claramente ser um reflexo da minha idade, mas é assim desde sempre.

rockinrio

Lembro que na época do projeto #30coisas um dos itens era: “ir a um show”, pois nunca tinha tido essa experiência, e isso exemplifica bem minha falta de interesse em shows/festivais, mas no fundo, eu gostaria de ter uma banda preferida, saber todas as letras e ficar enlouquecida com a possibilidade de ir no show, mas não, não existe um artista/banda que me faça gastar uns bons reais para ir vê-lo, e as vezes eu me pego pensando: será que eu estou desperdiçando minha juventude? Não sei.

Acho que deve existir mais gente como eu, que prefere ver um artista que gosta de algumas músicas, mas não o bastante para ir num show e obviamente prefere ver tudo no conforto de casa oferecido pelos sistemas de tevê paga.

Talvez eu precise me abrir mais pra isso, o Jader vive falando o quanto é incrível ir num festival, eu não sei, talvez eu deva tentar, mas confesso, vai ser difícil tirar 500 conto para ir num evento desses.

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