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11ago

Viagem: Ficar em casa ou em hotel?

Postado por às em Viagem

Hoje existem muitas modalidades de viagem e inúmeras possibilidades para atender todos os públicos e também para facilitar a vida do viajante, uma delas é a possiblidade de alugar uma casa por um determinado período, ficou bem popular no Brasil com a chegada do AirBnb, que já era bem forte lá fora, eu já usei esta “ferramenta” e pensei em escrever sobre as duas opções com os prós e contras de cada um.

Ficar em Hotel

hotel

Eu adoro ficar em hotel, mas eu diria que é uma grande aventura, principalmente considerando a cidade que você vai ficar, uma vez que não é fácil conciliar o combo: preço baixo + boa localização + lugar legal. Paris é um grande exemplo disso, se você não tem uma grana pra ficar no centro ou mais próximo, não espere muito de um hotel, tem muito transporte público bom, tem, mas  você vai ver como é cansativo pegar o metrô lotado com a galera que tá voltando do trampo. Mas tirando esses detalhes, reservando um hotel você tem as mordomias como: café da manhã pronto, troca de roupa de cama, arrumação da bagunça do quarto e um porto seguro. Os contras são: geralmente preço mais elevado, localização e bom serviço. Existem muitos poréns, muitas coisas que você vai aprendendo com o tempo, conhecendo bons e péssimos hotéis.

Ficar em casa alugada

casa

Minha primeira experiência com o aluguel de casa foi via Airbnb, o serviço ainda não era muito conhecido no Brasil em 2012, quando eu  e o Jader fizemos nossa primeira viagem para Paris, escolhemos um apartamento perto de Montmatre e obviamente não conhecíamos nada, olhamos que tinha uma estação de metrô perto então beleza, mas ai as coisas não foram tão maravilhosas assim, o apartamento era bem legal, como
nas fotos mesmo, mas tinha um mega cheiro de cury e de cigarro/fumo, além de não funcionar wifi e principalmente ter uma vizinhança assim, digamos, estranha. Eu não curti muito essa minha primeira vez, mas o serviço tem melhorado muito e vários amigos tem viajado seguindo essa opção. Os prós são: individualidade, poder cozinhar, sentir-se um morador local e o custo, que comparando com os hotéis é bem mais em conta.

No final das contas eu continuo preferindo os hotéis, pelo conforto e praticidade, eu gosto de viajar e ficar tranquila, não me preocupar e realmente descansar.

08jul

Viajando sozinho: Barcelona

Postado por às em Dinheiro, Viagem
vickybarcelona

Scarlett Johansson, Rebecca Hall e Patricia Clarkson na La Pedrera (Casa Milà) em Barcelona, no filme Vicky Cristina Barcelona, de 2008

Como vocês devem ter visto, escrevi aqui no blog sobre como organizar sua primeira viagem para a Europa (veja aqui). Logo depois que fiz o post pensei que poderia ser mais específico falando das minhas aventuras, dando dicas sobre as cidades que passei e mostrando pra vocês como pode ser fácil (e divertido) viajar sozinho. Como Barcelona foi um dos meus primeiros destinos (e aquele que mais tempo passei), resolvi começar por ela.

Barcelona é uma cidade pequena, mas é cheia de oportunidades para diversão. Você pode beber em diversos bares por preços amigáveis, passear na praia, visitar os lugares turísticos, ir ao estádio do Barça, ir nas baladas da praia… Enfim, a cidade é pequena, mas é gigante ao mesmo tempo.

Eu cheguei em Barcelona no começo de dezembro, era inverno mas a cidade não é tão fria (Se fosse comparar Barcelona com alguma cidade do Brasil essa cidade seria Rio de Janeiro). Cheguei à noite, cansado demais e fui procurar o apartamento que havia alugado. A cidade era o segundo destino da minha primeira viagem para a Europa, eu estava vindo de trem de Madrid e desembarquei na estação Barcelona Sants, que era do lado do local que eu ficaria. Como era muito perto, decidi pegar um táxi. Em Barcelona às vezes vale muito a pena você pegar um táxi, pois como a cidade é pequena você chega rápido em todos os lugares (menos no estádio do Barcelona, tem trânsito em dia de jogo).

Ao chegar ao apartamento dei muita sorte, pois ia dividir com uma brasileira e dois russos. A brasileira, que hoje é minha amiga, já me chamou pra sair na hora e eu, como não nego fogo, aceitei. Era umas 22h, não me lembro direito, e fomos para o Bairro Gótico procurar algum bar para beber ou comer alguma coisa. Esse foi meu primeiro dia viajando sozinho em Barcelona.

Nos trinta dias que fiquei em Barcelona eu estava estudando espanhol, logo minhas manhãs estavam ocupadas (de segunda a sexta, claro). Então a diversão ficava para o período da tarde. Chegava do curso, deixava os materiais, preparava um almoço (comer em casa é incrivelmente mais barato quando você está viajando) e deixava para fazer a refeição “mais cara” para o jantar. Como eu estava na cidade por um período grande de tempo, não planejava meus passeios todos os dias, às vezes decidia na hora e outras apenas saia andando olhando o mundo. E isso também era divertido. Às vezes você não precisa planejar todos os seus passos, as descobertas aleatórias também são incríveis.

A noite de Barcelona é super agradável, a cidade é jovem e convidativa. Mas se você está sozinho precisa se preparar para arrasar nas escolhas. Como a cidade é turística, tem praia e tem muitos jovens, existem algumas baladas na beira da praia que são incríveis. Antes de você chegar a qualquer balada dessas você estará cheio de vips (tem bastante gente entregando vips por todos os lados), logo não pagará para entrar, mas a bebida é bem cara. Por isso você deve fazer o “jeitinho brasileiro” e bolar um esquenta. Eu fui algumas vezes no Espit Chupitos, é um bar incrível que tem mais de 600 tipos de shots. O legal é que esse bar é bem turístico, é um ótimo lugar para você fazer um esquenta e conhecer alguém para uma balada posterior (saímos de lá acompanhados). Então, go!

Outro ponto positivo de Barcelona (e de viajar sozinho) é a qualidade do transporte público. Tem metrô em todo lugar! Uma vez, voltando de uma balada às 03h da manhã eu vi o metrô aberto e pensei “Whattt?”, naquele final de semana era 24 horas, então eu sai de lá sem me preocupar. Lindo né?

Outra dica muito importante é: faça amizades. Além de você tem outras centenas de pessoas que estão viajando sozinhas, principalmente em hostel. O legal de ficar em hostel é que você só ficará sozinho se quiser, além de ter muitos outros jovens prontos para se divertir, todo final de semana uma ou outra balada tentará te tirar todos os hospedes e levá-los para balada. Pode ser um “pega turista”, mas pode ser legal também. É só você ficar de olhos abertos e ficar aberto para se divertir.

Ao contrário do que pensam, viajar sozinho não é chato. Eu me diverti muito durante meus dias por Barcelona, Paris e Madrid, conheci várias pessoas e passei por lugares incríveis. É uma experiência que eu indico.

29jun

Como foi tirar o Visto Americano?

Postado por às em Viagem

bandeirausa

Eu tenho que dizer que posterguei esse visto por no mínimo 3 anos por achar que era muito burocrático e demorado, mas as coisas evoluíram ou eu que fiquei menos chata e resolvi tirar essa pendência da minha vida e isso aconteceu no ano passado, como trabalho numa empresa que me oferece a oportunidade de viajar para fora do Brasil ter o visto americano era uma questão de inteligência, as viagens na maioria são sempre para a Alemanha, mas uma oportunidade de conhecer a América a trabalho ou férias estava próxima.

Eu juro pra vocês, já tinha pesquisado como era o procedimento e até preenchido os documentos, mas eu parava na metade, por isso eu resolvi escrever esse texto por que durante todo o processo eu senti falta de algo mais explicativo, então bora entender como faz pra tirar o visto de uma forma simples e rápida?

passaporte

A primeira coisa que você precisa fazer é preencher o formulário DS-160, você coloca todas as informações de acordo com as perguntas, geralmente sobre documentação, preencha tudo com a mais clareza e verdade já que também tem uma entrevista presencial no consulado.

Vai chegar uma parte que pergunta sobre a sua viagem, selecione o seu tipo de visto “Temp. Business Pleasure visitor (B) e selecione “Business & Tourism (temporary visitor) que é o famoso B1 e B2. Coloque os planos de viagem, a melhor coisa é não comprar nada, apenas seguir com os planos, por exemplo: decidir previamente o hotel e o tempo de viagem, pois você precisa preencher isso no formulário, mas sempre considerando que não tem garantia que seu visto será emitido.

Depois de preenchido você paga a taxa MRV de solicitação de visto, na minha época paguei U$160,00, paguei no cartão de crédito que foi mais rápido para “verificarem o recebimento” e liberar para marcar a entrevista. Depois disso marquei a visita no CASV para a entrega de documentos, a janela de tempo estava bem tranquila, marquei para dali a 3 dias e também marquei a visita no consulado para 5 dias depois do CASV.

Deu tudo certo e em pouco tempo eu estava com meu visto liberado e adivinha? rolou mesmo de ter uma viagem de trabalho para dali a 3 meses, então eu fui pra Chicago e essa foi a primeira cidade americana que eu conheci. O que eu demorei 3 anos enrolando consegui desenrolar em menos de 7 dias, é só focar no objetivo e ir.

Farei post mais detalhados sobre como é a entrevista no CASV e Consulado Americano nos próximos posts! Se você tiver alguma dúvida deixe aqui nos comentários que eu tento responder!

como-tirar-visto-americano

 

23jun

O que você precisa falar na imigração?

Postado por às em Viagem

imigração

Viajar pra mim sempre foi um sonho, muitas vezes esteve longe por muitos motivos diferentes, mas nos últimos anos tornou-se uma incrível realidade e como o texto –Como organizar sua primeira viagem para a Europa–  eu quero mostrar alguns detalhes que aterrorizam sempre as pessoas que ainda não tiveram uma experiência internacional e tem aquele medinho sabe?

Eu já observei que em muitas conversas com a galera, o medo da imigração é grande, não que seja um grande monstro, mas geralmente as pessoas tem medo por conta da fama de rigidez do país de entrada e a barreira do idioma, que paralisa muita gente.

Mas o processo é bem simples e você quando passar por isso vai perceber que não é nenhum bicho de 7 cabeças e agir com naturalidade é sempre a melhor coisa.

Basicamente o oficial da imigração vai te perguntar:

  • Quanto tempo você vai ficar no país? (How long will you be here?)
  • Qual o motivo da sua viagem? (What´s the reason of your trip?)
  • Qual lugar (cidade) você vai? (Where are you going to stay ?)
  • Vai para algum país depois? (Here is your last city?)

As respostas para essas perguntas são fáceis e você pode decorar, outras perguntas também podem ocorrer como por exemplo ele perguntar quanto de dinheiro você trouxe, onde ficará hospedado… prepare-se para esses “extras”. Se você for viajar com um amigo, vocês devem ir juntos para a cabine de imigração, facilita o processo para os dois.

Vistos Passaporte

Eu já passei por muitas “cabines de imigração” mas a mais complexa foi a dos EUA que está sempre desconfiada achando que você quer imigrar ilegalmente, como foi uma viagem de trabalho, foi mais tranquilo explicar tudo para o agente, eu disse que estava a trabalho e ele quis detalhes de tudo, onde era o evento, por que eu fui do Brasil para lá e por que outra pessoa dos EUA não poderia fazer o trabalho que eu estava indo fazer, mas isso foi um caso muito específico, se você está indo de férias, responder “vacation” é super tranquilo.

Eu uso sempre da tática de ser ultra, mega, máster simpática, isso nunca falha, chegar sempre com um sorriso no rosto já desarmou até um oficial na Alemanha daqueles bem sérios e no final ainda terminei convidando ele para ir curtir o carnaval do Rio de Janeiro.

Espero que tenha esclarecido um pouquinho desse processo e se você tiver alguma dúvida manda aqui nos comentário que nós vamos tentar responder tudinho!

19jun

Subindo a Torre Eiffel de escadas

Postado por às em Viagem

escadas

Minha primeira vez em Paris eu quase tive um troço quando avistei a Torre Eiffel pela primeira vez, era de noite, as luzes dela estavam incrivelmente brilhantes e eu posso dizer que nunca fiquei tão emocionada numa viagem, gravei até um vídeo com a minha reação que ficou claramente muito boba, mas eu não tenho vergonha de mostrar isso.

Awesome place

Uma foto publicada por Taína Sena (@tainasena) em

 Já era de noite e nós resolvemos subir mesmo assim, pegamos o tícket de elevador, pagamos e [CARACA] que vista sensacional, acho que vai ficar gravada por muito tempo na minha mente, subimos nos dois “andares” e foi muito bom.

Na minha segunda visita nós estávamos com aquele espírito jovem, cheio de pique naquele mega frio e resolvemos fazer uma coisa diferente: subir a Torre Eiffel de escadas, é 7 euros mais barato, mas não escolhemos isso pelo valor e sim pela ~aventura~ e obviamente para evitar as filas. Não sei se você sabe mas a torre tem 324 metros de altura e nos primeiros dois andares temos 704 degraus, isso mesmo 704, caras, eu quase morri.

Paris

As escadas são todas de ziguezague e parece não ter fim, eu com a minha condição física avantajada sofri horrores, perdi o fôlego muitas vezes e como estava muito frio e muito vento, não dava pra parar e ficar apreciando muito a vista, o legal foi que nessa época tinha um rinque de patinação no primeiro andar e nós super aproveitamos! É legal o fato de você conseguir “chegar lá” e ver a paisagem de uma outra forma, mas olha, é pesado. 

large torre

Não posso dizer que foi uma coisa Ah nossa que sensacional! Foi uma experiência que eu não quero repetir novamente, mesmo amando a torre e tendo uma tatuagem no meu pulso.

Awesome place

Uma foto publicada por Taína Sena (@tainasena) em

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