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Como foi jantar na Joanne Trattoria, restaurante dos pais da Lady Gaga

Postado por às em Comida, Música, Viagem

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Como vocês devem saber, no final de novembro eu fui – finalmente – conhecer a cidade de Nova Iorque. Eu meio que sempre tive vontade de conhecer a cidade e quase fui no meio de 2016, mas decidi por Los Angeles e deixei a cidade fria para depois. Logo que comprei as passagens e fechei o hotel, pensei “quero jantar no restaurante dos pais da Gaga” e fiz as reservas para mim e para um amigo, que me acompanharia nessa brincadeira.

Para quem não sabe, a Lady Gaga se chama Stefani Joanne Angelina Germanotta e o “Joanne” vem da tia que ela nunca conheceu, mas que tem grande importância em sua vida. Gaga sempre teve uma ligação forte com Joanne, tanto que seu último álbum tem o nome da sua tia. E eu, como fã, não poderia passar por NY sem visitar o restaurante. E lá fui eu, no meu segundo dia em NY, conhecer o Joanne.

Chegando lá vi que não era nada muito chique, era um bistrô normal. Bonitinho, aconchegante e agradável. Entramos, avisei da reserva e nos colocaram numa mesa nos fundos do lado de uma lareira. O frio passou rapidamente, pois estava bem quentinho lá dentro e fomos fazer os pedidos.

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Como é um restaurante italiano eu resolvi focar no importante e pedir a massa tradicional da família Germanotta. Era um macarrão a bolonhesa que se chamava Joanne’s Spaghetti & Meatball e abaixo estava escrito que era uma receita da família, e para beber pedi um vinho. Na verdade, eu queria experimentar o drink que se chamava “Monster”, porém vodka com massa não é uma combinação boa, então fui de vinho. Meu acompanhante não foi feliz e pediu um prato de frango com uma salada, segundo ele “pagaria menos de 5 dólares nisso em qualquer lugar” e acabou pagando 25.

Quando a garçonete veio trazer os pratos, ela disse “Vocês são os terceiros brasileiros a virem aqui hoje”, nesse momento eu me empolguei e disse “Amiga, me fala! E a Lady Gaga?“, perdi a vergonha e fiz o papel de fã mesmo. Ela contou que a Gaga tinha passado lá dois dias antes, que ela tem uma mesa chefe, onde deveria ficar sempre que vai, porém ela fica no bar e passa de mesa em mesa dando oi e falando com todo mundo. Nesse momento o que eu fiz? Chorei, pois dois dias antes eu poderia ter encontrado ela. AHHH!

Ao final, os pratos e as bebidas (o meu acompanhante não bebeu e a água não é cobrada nos restaurantes dos EUA) custaram cerca de 70 dólares, isso já com as taxas. Eu não achei barato mas acreditava que seria mais caro.

Quando estava saindo do restaurante, parei para tirar uma foto na mesa onde tem um retrato da Joanne, tia da Lady Gaga, e postei contando brevemente como foi a experiência.

Não, não foi dessa vez que encontrei a Lady Gaga, porém eu adorei a experiência de conhecer e comer no restaurante! Na próxima oportunidade que visitar a cidade darei uma passada por lá para tentar uma foto com ela.

Serviço:
Joanne Trattoria
http://www.joannenyc.com/
Upper West Side
70 West 68th St. – Between Columbus Ave. & Central Park West
New York, NY 10023
(212) 721-0068

19dez

As memórias que nós somos

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[Você pode ler esse texto escutando Million Reasons, da Lady Gaga]

Nos últimos dias eu fiquei pensando sobre experiências anteriores e como elas afetam nossa vida e nosso futuro. Todo mundo já teve medo de entrar numa relação pois estava, sem querer, imaginando que seria igual a última, não é verdade? E essa coisa de trazer lembranças do passado não é só de relacionamentos anteriores, acontece com o relacionamento atual, com amizade, com o trabalho e etc., pois são as memórias e as experiências que acabam nos formando.

Eu já tive medo em vários relacionamentos. No começo deles, na metade deles e no final de deles. Às vezes você passou por uma experiência muito ruim, acredita que já conseguiu deixar de lado, mas age como se aquilo ainda fosse sua realidade mesmo que “já tenha ficado para trás“.

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Sempre tentei deixar com que um relacionamento do passado não afetasse um relacionamento futuro, pois as pessoas não são as mesmas e devemos colocar em nossas mentes que as experiências do passado sempre nos ensinarão a ser melhores. Mas e se as memórias do passado e do futuro sejam sobre a mesma pessoa, a gente consegue deixar o “passado para trás” e viver como se essas memórias não existissem?

Eu não sei vocês, mas eu não consegui. A cada meia palavra dita, cada mancada ou vacilo, a cada falta de atenção tudo aquilo voltava e consequentemente me deixava mal. O pouco tempo que eu tive não deixou com que o passado ficasse para trás, eu precisava de mais tempo para que as coisas ficassem boas e que o passado não importasse mais.

Da mesma forma que não controlamos o tempo, também não controlamos nossos sentimentos, acabamos deixando que as coisas fiquem fora do controle e quando vamos notar, tudo acabou desmoronando. Pois nossas memórias são o que nós somos e em pouco tempo ninguém consegue apagar muita coisa. Mas a gente tenta, né?

07dez

Os 5 restaurantes que quero conhecer

Postado por às em Gastronomia

5 restaurantes que eu quero conhecer

Não é segredo pra ninguém que eu gosto bastante de gastronomia, de conhecer novos restaurantes e pratos diferentes, por isso, eu sempre mantenho uma lista de 5 restaurantes que quero conhecer e vou tentando ajustar a minha agenda e a dos amigos, por que né? Eu não sei vocês, mas eu não gosto de sair pra jantar sozinha.

Eu fiz essa listinha com base no que li por ai e as escolhas são bem diferentes umas das outras, espero conhecer todos durante 2017, bora lá?

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BIYOU’Z Restaurante Afro –  o restaurante é simples, fica no centro de SP e me despertou interesse por não conhecer nada da culinária africana. Os pratos têm ingredientes já conhecidos como carnes e banana da terra, mas o modus operandi e os temperos vêm direto da África. Os preços também são bem convidativos, há boatos que irei visitar na próxima semana, não nego, nem confirmo.

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Esther Rooftop – mudando totalmente de estilo, o novo restaurante do Olivier Anquier está mais que na minha lista, primeiro amo o chef, segundo fica na cobertura do edifício Esther, construído em 1930. A ideia do restaurante é exaltar os produtos brasileiros, numa mistura de alimentos comuns na nossa cultura com classe e contemporaneidade.

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Rendez-Vous – passando ali pela rua Fradique Coutinho eu avistei a fachada e  surgiu o interesse imediato por conta do título do lugar, a palavra que dá nome ao restaurante é muito interessante, estava pesquisando sobre elas dias antes, significa “encontro”, mas no século passado, também era utilizada para dar nome aos prostíbulos onde os ricos e famosos da época “circulavam”. A proposta dessa casa é trazer comida francesa simples, sem frescuras, os preços também são convidativos.

Restaurante Myk

MYK – eu não sei nada sobre comida grega, sobre a Grécia mesmo, só me lembro de alguns filósofos das aulas na época da faculdade, mas eu acho a arquitetura desse restaurante linda demais e quero comer lá só por isso.

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Maní – o restaurante é criação de dois chefes renomados, o menu degustação anda em torno de meio mil reais, risos, mas tem pratos do cardápio normal que atende nós, réles mortais. Mais um restaurante que tem como objetivo enaltecer os ingredientes brasileiros, com requinte e diversificação, utilizando combinações diferentes e improváveis. Quero ir testar por essas combinações e claro, também pelo hype.

Na verdade, a minha lista tem muitos restaurantes, mas o budget não acompanha a listinha! Se você já foi em algum desses restaurantes em São Paulo, comente aqui sua experiência.

06dez

Planet 21 no Sofitel Jequitimar

Postado por às em Episódio de Hoje, Viagem

sofitel

Semana passada eu fui conhecer o hotel Sofitel Jequitimar que fica ali no Guarujá, o hotel é famoso por ser propriedade do Silvio Santos e por ser um dos mais luxuosos da região. O convite veio por parte da Accor que organizou o Sofitel Planet 21 fair, que tratava-se de um evento sobre sustentabilidade, responsabilidade social e ecologia.

Chegamos no hotel em grande estilo e fomos recebidas pela equipe de marketing e comunicação, partimos para um almoço com uma bela vista para o mar. A estrutura de refeições é bem agradável, o salão é lindo, comida boa, bem feita e que enche os olhos.

Depois do almoço fomos convidadas a assistir a um show de música diferente, uma banda de deficientes visuais, incrível. Também conhecemos a estação de tratamento de água criada pelo Sofitel Jequitimar, acredite você ou não, eles tratam a água e precisam apenas de uma parte oferecida pelo sistema Sabesp.

A maior blogueira que vc respeita #SofitelJequitimar #Planet21 #blogueira #moda #fashion

Uma foto publicada por Taína Sena (@tainasena) em

Além do tratamento de água, o hotel também possui iniciativas como uma horta plantada pelos colaboradores e programas de responsabilidade social.

Por fim, teve um desfile de moda sustentável, na verdade, um concurso entre os colaboradores que tinha como mote, as olimpíadas.

Eu gostei de conhecer o hotel e saber que ele é focado em sustentabilidade, em cuidar do meio ambiente, afinal, ele está de frente pra praia, tem um grande volume de visitantes e faz parte de uma rede global que tem foco em sustentabilidade e ecologia.

Fora que achei riqueza demais conhecer o hotel do homem do baú!

 

27nov

Como é o Al Janiah?

Postado por às em Gastronomia

 

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A ideia de conhecer o Al Janiah veio de algumas conversas com uma pessoa que é aquelas que eu chamo de 200% humanas, aquele tipo de pessoa que gosta de beber na Roosevelt e sair de um filme cult e passar horas discutindo, ou seja, 70% dos meus amigos, colegas e crushes.

O lugar é em tese, um restaurante que mistura comida árabe e palestina com música e militância. A ideia central é ser um ponto de integração entre a cultura dos refugiados e a necessidade dos brasileiros de um local que ofereça cultura do Oriente Médio.

O nome Al Janiah faz referência a um vilarejo que fica na Cisjordânia, parte de territórios palestinos ocupados por Israel.

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Chegando lá, observei que na verdade o lugar mais parece um bar, iguaizinhos aqueles da rua augusta, eu diria que é bem informal, e bem menos como um restaurante. Um amigo já tinha me alertado que, caso você queira comer, deve chegar mais cedo.

Algumas mesas e cadeiras do lado de fora, a tradicional galera em pé, dentro a cena também se repete, algumas mesas espalhadas, algumas pessoas em pé, um ambiente simples, pequeno, mas cheio de significado.

No dia que visitei rolou um evento especial, era um trio que misturava jazz com música árabe, que por muitas vezes me deixou hipnotizada, achei muito interessante.

Uma hora em meio a música e cervejas, resolvemos comer, concorridíssimo qualquer espaço, conseguimos nos ajeitar perto do balcão do bar, uma vez que não sabíamos que era necessário pedir uma mesa no caixa (fica a dica). Eu pedi um wrap de falafael com tomate, estava uma délica, sério. O boy pediu um prato chamado Fatha, que era algo com berinjela, experimentei um pouquinho, gostei, mas como tinha um molho x branco, eu evitei. Segundo ele, estava muito gostoso e melhor ainda, bem servido.

Jantar arábe

Uma foto publicada por Taína Sena (@tainasena) em

Sem dúvida alguma, a comida é sensacional e barata, essas duas comidinhas + uma Heineken de 600ml saiu por 45 dinheiros, quero experimentar mais coisas.

Em resumo, o lugar é muito interessante, a comida boa e tem toda a questão ideológica e política envolvida, eu acho que vale muito a pena.

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