/ acidez do vinho

07jan

Roadtrip para Belo Horizonte

Postado por às em Episódio de Hoje, Viagem
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Roadtrip Belo Horizonte

Ano passado no mesmo período eu estava escrevendo sobre minha primeira road trip, para a linda Curitiba. Para comemorar o final de 2017 nós resolvemos fazer mais uma viagem de carro, dessa vez uma road trip para Belo Horizonte, em Minas Gerais.

Mas por que escolhemos essa cidade? Dois pontos: no ano novo tá tudo pela hora da morte e por que eu sempre resolvo minhas viagens da noite pro dia. Passei uns dois dias fazendo cotações e já estava bem desistindo, quando me veio à cabeça procurar os custos para BH. Eita que bença! tava incrivelmente mais barato que qualquer lugar, óbvio, fora do circuito.

No mesmo dia bookamos o hotel e começamos os preparativos para a trip, detalhe: tudo isso foi decidido 6 dias antes da viagem! Ah como é bom ser vida louca!

Mas o que tem pra fazer em BH? No planejamento achamos programas culturais, restaurantes e bares, sim, porque BH não tem mar, só tem bar! heheheh

Carro com as manutenções em dia, comidinhas de viagem separadas, partimos eu o meu boy e as minhas filhotas, comecei dirigindo, por que me sinto mais segura nas estradas paulistas, mas a ideia era dirigir metadinha, eu fiquei animada e dirigi 400 km – sobe a plaquinha aqui de alegria pra quem morria de medo de dirigir e hoje tô assim, chic demais.

O caminho foi bem tranquilo, a estrada (Fernão Dias) estava super boa, achei bem sussa. Chegando lá, o hotel era uma delicinha, escolhemos o HolidayInn – eu já fiquei hospedada em alguns hotéis da rede, então sabia da qualidade prévia. Os quartos eram super gostosinhos, aconchegantes mesmo, a cama king, era maravilhosa.

Como sempre nas minhas trips eu procuro ir bem de boa, logo no primeiro dia fomos conhecer a Praça do Papa, indicação do meu migo Guto, que fez um mini guia pra mim! (<3) – de lá dá pra ver a cidade do alto, tem umas comidinhas de rua e tal, foi lá que meu boy experimentou o famigerado hot dog com uvas passas, sem or. As crianças brincaram naquele big espaço e voltamos pro hotel para descansar.

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Depois que as crianças dormiram nós fomos conhecer o Edifício Maleta, que é onde ficam os bares mais alternativos de BH, e claro, fui conhecer o Guto pessoalmente, uma vez que somos migos uns 6 anos e nada desse encontro acontecer. Encontramos também a Patty e o Danilo, foi uma noite gostosa, pena que o lugar fecha 1 da manhã. Diria que ele é bem alternativo mesmo, se você gosta de bares estrelados, não vá, mas se você quer um barzão, vai que é sucesso.

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No outro dia fomos conhecer a Pampulha e o Museu de Arte Moderna, estava um dia chuvoso, mas foi bem legal conhecer o museu e todas as suas peculiaridades, tinha arte em todo canto, inclusive embaixo das escadas, algo meio escondido. Depois fomos almoçar no Restaurante Xapuri, um lugar tradicional, estávamos muito afim de comer comida típica mineira. Foi uma delícia.

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No domingo escolhemos ver a feira da Afonso Pena, uma feira enooooorme que tinha de tudo, comida, artesanato, decoração e tudo mais. Emendamos no parque que fica na mesma avenida, bem grande também, mas achei um pouco largadinho, as vezes deu uma certa insegurança. Na volta desse passeio resolvemos curtir a piscina e a jacuzzi do hotel, just relax.

Nisso já foi a virada do ano, escolhemos passar lá na Pampulha para ver os fogos perto da lagoa, não conseguimos chegar a tempo e a virada rolou no carro mesmo, à caminho, risos.

Finalizamos a virada com um vinho branco do sul da frança bem aromático, com muito abacaxi, pão e baunilha, achei ele bem equilibrado, o nome era Ferrandiere, fica a dica.

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Por fim, acabou nossa trip em terras mineiras, eu não consegui comer pão de queijo, não me perdoo até agora, mas tudo bem, ainda volto pra conferir isso.

Beijos

24nov

Como foi vistar a vinícola Concha y Toro, em Santigo no Chile

Postado por às em Comida, tipos de vinho, Viagem, Vinho

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Eu e Taína estávamos no Chile (em Santiago) na semana passada e fomos convidados para conhecer a vinícola Concha y Toro para contar pra vocês aqui no blog, pois nós adoramos vinhos, passeios e principalmente convites.

Nós fomos de Uber do nosso hotel, que ficava há 50 minutos da Concha y Toro. Foi super tranquilo e até mais rápido do que imaginávamos, no final chegamos alguns minutos antes do agendado. Chegando lá fomos avisados para procurar um moço chamado Estevam, que nos deu a direção certa e nesse momento descobrimos que o nosso tour seria privado, ou seja, um tour pela vinícola só comigo e Taína, e esse seria o Tour Marques de Casa Concha, um tour premium da vinícola.

Começou o tour com a Sommelier chamada Kerstin, que nos apresentou quatro vinhos do selo Marques de Casa Concha, a terceira linha de produtos da Concha Y Toro. Ela nos ensinou analisar a cor, o aroma e o sabor dos vinhos. A Taína que entende bem mais do que eu, e já tinha feito cursos, já estava habituada, mas pra mim foi uma novidade. Eu amei!

Os vinhos que experimentamos vinham acompanhados de queijos, eram quatro vinhos (Chardonnay, Pinot Noir, Carménère e Cabernet Sauvingnon) e quatro queijos diferentes que harmonizavam com os vinhos propostos de uma maneira deliciosa. Eu fiquei empolgado pois consegui sentir os aromas e também os sabores do vinho, foi muito legal aprender sobre as especialidades de cada vinho.  

All the Pinot, Pinot Grigio girls. Keep it real cold. Cause it’s a fired up world #grigiogirls #ladygaga #wine Uma publicação compartilhada por Jardinho 🌈 (@jaderplanob) em

Depois dessa sessão de experimentação (vip) seguimos para o tour com um rapaz super atencioso que nos levou para conhecer os arredores da vinícola e nos explicou sobre a fundação, sobre como a empresa está no mercado hoje, sobre os tipos de uva, de vinhos e nos levou para experimentar mais vinhos, além dos nos presentear com uma taça e também com a tábua de queijos que estávamos comendo.

A parte mais engraçada do passeio ainda estava para começar, foi quando entramos na sala para conhecer a lenda por trás de um dos famosos vinhos da casa. Como vocês sabem a Concha y Toro é responsável pela produção do Casillero del Diablo, que faz muito sucesso aqui no Brasil. E para nos apresentar a lenda por trás do vinho, nos levaram para uma experiência bem divertida (pelo menos no final foi). Eu e Taína ficamos numa adega com vários barris de vinhos, sim sozinhos, tudo ficou escuro e (eu fiquei com medo) começou a história do Casillero. Foi legal entender o motivo do nome do vinho que é um dos mais vendidos aqui no Brasil.

Após essa experiência do Casillero do Diabo, o tour estava acabando. Experimentamos mais um vinho, que fazia parte do tour e nos despedimos do moço. Eu e Taína estavamos super felizes pelo convite e pelo tour vip, além dos presentes que havíamos recebido. Mas não parou por aqui, o tour acaba no wine bar e comos já estavámos lá a Taína quis aproveitar e experimentar o icônico Alvaviva, que  é uma empreitada de duas empreas a Baron Philippe de Rothschild e a chilena Concha y Toro que queriam produzir um vinho diferenciado, um vinho de alta qualidade. E sim, foi isso que encontramos, que vinho!

O tour não pagamos pois fomos convidados, mas o preço do Tour é 17 mil pesos e o premium 24 mil pesos. O vinho Almaviva teve um custo aproximado de 700,00 reais (aqui no Brasil custa aproximadamente 1200 reais). Bebemos aquela maravilha e pegamos o uber de volta para a casa. Foi mega fácil pegar o transporte de volta, pois o local é super movimentado e não fica tão afastado. Eu adorei o passeio, adorei conhecer mais sobre vinhos e a experiência de beber vinhos onde eles são feitos é incrível.

Serviço:
Concha y Toro
www.conchaytoro.com
Segunda a Domingo, das 09h às 18h.
Reserva pelos e-mails: reserva@conchaytoro.cl

13set

Guia de Vinhos – Glossário básico

Postado por às em Bebidas, Gastronomia, Você rica

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Depois do primeiro post Guia de Vinhos – As Uvas, eu resolvi escrever um pouco sobre alguns termos que você sempre vai encontrar, seja num aplicativo de vinhos, num blog especializado em vinhos ou em um programa de gastronomia.

Eu já me perdi muitas vezes e confesso, morria de preguiça de pesquisar o que significava cada coisa, uma vez que a vida é corrida né?  Muitas vezes até achei bobeira utilizar esses termos, mas quando você começa a beber vinho, isso se torna um fator importante, principalmente se você gosta de compartilhar e ler resenhas naquele app Vivino.

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Chega de ficar sem entender os termos básicos da arte de beber vinho. Então, se você quer saber um pouquinho mais sobre eles, bora:

Acidez: é uma característica que dá o equilíbrio ao vinho, por exemplo: quando uma uva fica muito madura, ela consequentemente se torna mais doce e a acidez cai,  a grande sacada é o produtor conhecer exatamente o melhor período para colheita. Quando você bebe o vinho, percebe a acidez nas extremidades da língua, quanto mais você salivar, mais ácido ele é.

Adstringência: é aquela sensação de boca seca, me lembra aquela sensação de comer um caqui verde, sabe? lembra aquela palavra “caqui tá marrando!” – Em bons vinhos você não vai sentir essa “marra” tão forte.

Afinado: quando o vinho está envelhecido, tá bem equilibrado.

Complexo: quando o vinho tem muitos aromas diferentes, é eu sei, você ainda vai aprender a compreender os aromas posteriormente.

Retrogosto: ô palavra estranha, mas é basicamente o gosto que fica na boca depois que você bebe o vinho.

Tanino: quem nunca ouviu falar dos taninos? É uma substância derivada das sementes e cascas e é responsável pela adstringência do vinho.

Terroir: clássica palavra! Significa literalmente o solo onde as uvas foram plantadas, mas ai inclui-se ambiente, clima para que seja compreendida todas as características do vinho.

Bom, essas são as palavras básicas para um iniciante em vinhos, já está num belo caminho se conhece a maioria delas e seus significados. Eu gosto de escrever e simplificar os conteúdos, torná-los mais acessíveis e de fácil compreensão.

Em breve novos posts sobre vinhos e cia.

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