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25ago

4 dicas para economizar na viagem

Postado por às em Viagem

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Eu acho que ninguém aqui já está milionário, logo economizar na viagem é sempre um tema muito relevante. Durante minhas andanças eu aprendi algumas táticas para economizar em algumas coisas, já que muitas vezes eu optei por comprar um eletrônico e ai precisei reajustar a verba disponível durante a viagem. Considerando também o atual cenário onde as passagens de avião estão bem baratas, mas o dólar está nas alturas, algumas dicas podem fazer a diferença no final da sua trip.

 

Compre ingressos pela internet

Sempre uma dica valiosa que economiza dinheiro e muitas filas, mas eu nunca segui, me arrependo amargamente pois em dois casos me fez falta, uma vez no Vaticano que tinha uma fila enorme e a solução foi comprar um ticket especial que pulava a fila, mas $$$ né? A outra vez foi em Barcelona, quando visitamos a Sagrada Família e por sorte a fila andou rápido.

Monumentos e Museus gratuitos

Mais um ponto para quem faz a lição de casa e pesquisa tudo, existe uma grande opções de atividades sem custo ou com valores promocionais durante algum dia especifico da semana, por exemplo o Museu do Louvre é gratuito em todos os primeiros domingos do mês, mas apenas na baixa temporada. Muitos passeios ao ar livre também são bons demais como exemplo: andar às margens do Rio Sena tomando um vinho e comendo uma baguete, tem como não ser lindo? e melhor, de graça.

Tickets de transporte

Muitas cidades turísticas oferecem um ticket especifico para utilização durante um dia inteiro ou durante uma semana, até mesmo mês, depende da sua necessidade. Vale fazer as contas e ver se compensa fazê-los de acordo com o seu planejamento. Mas nem sempre pode ser uma boa, quando eu e o Jader estávamos em Barcelona, percebemos que valia muito mais andar de táxi do que de metrô, então essa opção não nos servia.

Coma no Fast Food

Em outros países, não só de McDonald´s e Burguer King são feitos os fast foods, existem opções para vários tipos de comida e o mais legal, o preço é realmente mais em conta. Eu sempre faço a “equação” comer baratinho a cada 3 refeições mais caras e tenho um hobby que é comer no McDonald´s em cada país que vou.

Espero que essas dicas sejam interessantes pra vocês e se tiver qualquer dúvida manda aqui nos comentários!

08jul

Viajando sozinho: Barcelona

Postado por às em Dinheiro, Viagem
vickybarcelona

Scarlett Johansson, Rebecca Hall e Patricia Clarkson na La Pedrera (Casa Milà) em Barcelona, no filme Vicky Cristina Barcelona, de 2008

Como vocês devem ter visto, escrevi aqui no blog sobre como organizar sua primeira viagem para a Europa (veja aqui). Logo depois que fiz o post pensei que poderia ser mais específico falando das minhas aventuras, dando dicas sobre as cidades que passei e mostrando pra vocês como pode ser fácil (e divertido) viajar sozinho. Como Barcelona foi um dos meus primeiros destinos (e aquele que mais tempo passei), resolvi começar por ela.

Barcelona é uma cidade pequena, mas é cheia de oportunidades para diversão. Você pode beber em diversos bares por preços amigáveis, passear na praia, visitar os lugares turísticos, ir ao estádio do Barça, ir nas baladas da praia… Enfim, a cidade é pequena, mas é gigante ao mesmo tempo.

Eu cheguei em Barcelona no começo de dezembro, era inverno mas a cidade não é tão fria (Se fosse comparar Barcelona com alguma cidade do Brasil essa cidade seria Rio de Janeiro). Cheguei à noite, cansado demais e fui procurar o apartamento que havia alugado. A cidade era o segundo destino da minha primeira viagem para a Europa, eu estava vindo de trem de Madrid e desembarquei na estação Barcelona Sants, que era do lado do local que eu ficaria. Como era muito perto, decidi pegar um táxi. Em Barcelona às vezes vale muito a pena você pegar um táxi, pois como a cidade é pequena você chega rápido em todos os lugares (menos no estádio do Barcelona, tem trânsito em dia de jogo).

Ao chegar ao apartamento dei muita sorte, pois ia dividir com uma brasileira e dois russos. A brasileira, que hoje é minha amiga, já me chamou pra sair na hora e eu, como não nego fogo, aceitei. Era umas 22h, não me lembro direito, e fomos para o Bairro Gótico procurar algum bar para beber ou comer alguma coisa. Esse foi meu primeiro dia viajando sozinho em Barcelona.

Nos trinta dias que fiquei em Barcelona eu estava estudando espanhol, logo minhas manhãs estavam ocupadas (de segunda a sexta, claro). Então a diversão ficava para o período da tarde. Chegava do curso, deixava os materiais, preparava um almoço (comer em casa é incrivelmente mais barato quando você está viajando) e deixava para fazer a refeição “mais cara” para o jantar. Como eu estava na cidade por um período grande de tempo, não planejava meus passeios todos os dias, às vezes decidia na hora e outras apenas saia andando olhando o mundo. E isso também era divertido. Às vezes você não precisa planejar todos os seus passos, as descobertas aleatórias também são incríveis.

A noite de Barcelona é super agradável, a cidade é jovem e convidativa. Mas se você está sozinho precisa se preparar para arrasar nas escolhas. Como a cidade é turística, tem praia e tem muitos jovens, existem algumas baladas na beira da praia que são incríveis. Antes de você chegar a qualquer balada dessas você estará cheio de vips (tem bastante gente entregando vips por todos os lados), logo não pagará para entrar, mas a bebida é bem cara. Por isso você deve fazer o “jeitinho brasileiro” e bolar um esquenta. Eu fui algumas vezes no Espit Chupitos, é um bar incrível que tem mais de 600 tipos de shots. O legal é que esse bar é bem turístico, é um ótimo lugar para você fazer um esquenta e conhecer alguém para uma balada posterior (saímos de lá acompanhados). Então, go!

Outro ponto positivo de Barcelona (e de viajar sozinho) é a qualidade do transporte público. Tem metrô em todo lugar! Uma vez, voltando de uma balada às 03h da manhã eu vi o metrô aberto e pensei “Whattt?”, naquele final de semana era 24 horas, então eu sai de lá sem me preocupar. Lindo né?

Outra dica muito importante é: faça amizades. Além de você tem outras centenas de pessoas que estão viajando sozinhas, principalmente em hostel. O legal de ficar em hostel é que você só ficará sozinho se quiser, além de ter muitos outros jovens prontos para se divertir, todo final de semana uma ou outra balada tentará te tirar todos os hospedes e levá-los para balada. Pode ser um “pega turista”, mas pode ser legal também. É só você ficar de olhos abertos e ficar aberto para se divertir.

Ao contrário do que pensam, viajar sozinho não é chato. Eu me diverti muito durante meus dias por Barcelona, Paris e Madrid, conheci várias pessoas e passei por lugares incríveis. É uma experiência que eu indico.

18jun

Como organizar sua primeira viagem para a Europa

Postado por às em Dinheiro, Viagem

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Eu sempre quis viajar, passei alguns anos só pensando como seria conhecer Barcelona, Paris ou Roma e achava que viajar era muito caro, até que um dia (em 2012) decidi que faria um curso de espanhol na Espanha e passaria alguns dias em Paris. Sim, me joguei.

Na verdade o curso era só um pretexto para passar mais dias viajando, eu não queria sair do Brasil para a Europa pela primeira vez e ficar 10 dias, então comecei a pesquisar preço de tudo. Desde o curso, até preço de comida e bebida para saber qual seria o ticket médio diário daquela viagem.

Nessas pesquisas descobri que Barcelona é uma cidade mais barata que Madrid. O curso de espanhol era mais barato, o aluguel do apartamento e até a comida saia mais em conta, mas mesmo assim meu desejo pro Madrid era intenso, eu queria conhecer aquela cidade.

Até então eu ficaria 28 dias viajando, mas aconteceu algo inesperado e eu sai do meu trabalho. Foi ai que pensei “essa é a oportunidade para fazer algo maior” e comecei a pesquisar mais e mais até conseguir fechar um roteiro que me animou. Fechei uma semana em Madrid, cinco semanas em Barcelona (lá eu faria o curso), uma semana em Paris, cinco dias em Roma, mais dois dias em Paris e depois mais dois dias em Madrid. Quase um mochilão né?

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Eu em frente ao Orloj, o relógio astronômico medieval de Praga, capital da República Checa (2014).

Essa parte que você me pergunta “Jader, como você fez tudo isso e não gastou horrores de dinheiros?” e eu respondo com facilidade “eu pesquisei”. Sério, eu pesquisei tudo. Desde o hostel que eu ficaria até as coisas que eu compraria, pois passar 60 dias viajando por aí requer um planejamento. Esse que vou compartilhar com vocês agora.

Primeiro: você precisa decidir seu destino
O legal de viajar para a Europa é que o visto é válido para todos os países da União Europeia e por isso você pode ir de Barcelona à Paris em 8 horas (isso mesmo, de trem!). Agora que você já escolheu seus destinos, deve escolher quantos dias vai passar em cada lugar. Sugiro que não seja menos que três dias, pois sua viagem ficará cansativa e muito corrida. É sua primeira vez naquele lugar, escolha ao menos cinco dias em cada! Fechou quais países ou cidades vai passar e quantos dias vai ficar? Então podemos pular para o próximo passo.

Segundo: você precisa fechar a passagem de avião
Uma das coisas que mais me surpreendi quando viajei pela primeira foi o preço da passagem. Ela é o mais caro da sua viagem. Para você ter uma ideia as diárias no hotel não custaram tanto quanto o valor que paguei pela passagem e isso foi bom, pois ela não foi tão cara. O ideal é você fechar isso com antecedência de pelo menos 1 mês antes da sua partida. E pensar direitinho na ida e na volta. Se você vai desembarcar em Barcelona, ir para Paris, Roma e depois Athenas de onde partirá seu voo de volta? Na minha primeira viagem eu fiz toda a volta na Europa para pegar o avião na mesma cidade que cheguei, mas aproveitei para passar mais dias nas cidades e curtir o final da viagem. Mas minha segunda viagem, eu fiz o mais cômodo. Comprei passagem de ida para Barcelona a acabei voltando de Praga, foi mais caro? Foi sim, mas foi mais cômodo, não teve correria na volta.

Terceiro: vamos reservar os hotéis?
Na minha primeira viagem fiz um mashup total de opções de lugares para ficar. Fiquei em hostel que custou 10 euros a diária (e era ótimo, com wifi e café da manhã), fiquei num apartamento com outros três estudantes, fiquei num loft alugado pelo AirBnb e também em hotel. Para decidir isso fiz muita pesquisa. Em Barcelona (que passei mais tempo) eu precisava de uma casa, um lugar onde eu poderia dormir, comer, lavar roupa e etc. Por isso a decisão foi fácil, aluguei um apartamento pela escola que fechei o curso. Ficava mais barato, pois eu dividia a casa com mais três outros estudantes (uma brasileira que virou minha amiga, um russo meio estranho e uma russa que falava espanhol melhor que eu). Os hotéis eu reservei pelo Booking.com e foi uma das melhores coisas. Você consegue pesquisar por preço, por localidade e consegue lugares muito legais (perto do metrô) por preços muito bacanas. Como eu disse, cheguei a pagar 10 euros na diária. Eu indico muito o Booking, uso em todas as viagens (até nas nacionais).

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Euzinho dentro do Coliseu de Roma, na Itália (2012).

Quarto: O que você vai visitar no país?
Essa é a hora mais gostosa, pois você já fechou o roteiro, passagens de avião e também os hotéis e agora precisa decidir os lugares que você vai. Mas fique tranquilo, essa parte é fácil. Você vai jogar no Google e aparecerão milhares de blogs com roteiros legais (alguns nem tanto) para o que fazer nos países. Também você já terá uma mínima noção do quer ver. Mas é muito divertido colocar tudo no papel (ou no bloco de notas) o seu roteiro de viagem. E depois é só aproveitar os lugares lindos e as incríveis experiências que uma viagem para a Europa pode te proporcionar. E lembre-se de aproveitar para ver dois pontos turísticos próximos no mesmo dia (assim você economiza também e dinheiro) e também de tirar um tempo para um descanso entre bater perna de manhã e a tarde e sair de balada a noite.

Quinto: Quanto dinheiro você precisa levar?
Você não precisa ser um matemático para saber que vai passar X dias e precisa de X dinheiros por dia para comer, beber, visitar os pontos turísticos e comprar presentinhos pra quem ficou no Brasil. Eu, como tenho uma família grande e amigos muito queridos, tenho que separar aquela grana para presentear todo mundo. Então, já viu né?
Comer na Europa não é caro, claro que às vezes a gente pode dar aquele presentinho gastronômico para nós mesmos e passar naquele restaurante caro para conhecer ou experimentar. Mas a minha ideia na primeira viagem que fiz para Europa era: 50 euros por dia para comer, beber e visitar os pontos turísticos. Você consegue? Sim, consegue! Porém às vezes você pode gastar muito mais num dia e em outros dias muito menos, mas isso é uma questão de foco. Em alguns dias em que o passeio era a praia de Barcelona eu aproveitei para comer em um lugar mais legal, pois o ponto que visitei não era pago, já no dia em que assisti um jogo do Barcelona (ingresso para jogos são caros lá na Europa) eu aproveitei para gastar menos na comida e bebida.

Eu não nasci em berço de ouro, por isso faço muita pesquisa antes de fechar minha viagem e decido até quanto dinheiro vou levar por dia e quanto do cartão de crédito que usarei. Isso é bem importante, pois não podemos voltar cheios de dividas, não é?

E se eu puder dar mais uma dica pra você essa dica é: viaje muito! Não existe algo mais enriquecedor do que ir onde você nunca foi, visitar outras culturas, conhecer o Louvre, andar pelas ruas do bairro gótico de Barcelona e beber as cervejas de Praga. <3

Tem alguma dúvida? Comenta aí que eu e a Taína vamos tentar responde-las.

11jun

Quanto Custa? A Tag

Postado por às em glamour

veuveclicquot

Ninguém aqui nasceu em berço de ouro nem é rico, então, essa pergunta “quanto custa?” vira e mexe vem na cabeça, principalmente quando se trata de alguma coisa mais cara, diferente. Na verdade isso passa na minha cabeça muitas vezes, seja pra saber quanto custa jantar num restaurante cool, da modinha ou mesmo passar uma noite ou final de semana no hotel Unique, por exemplo.

Também me vem na cabeça quando estou pensando em viajar, quanto custa viajar para Paris? Quanto custa jantar num restaurante chic na Itália? Quanto eu vou gastar numa viagem confortável para a Europa ou para New York? (Para viagens tipo mochilão eu não sou muito expert, risos) Quanto custa morar em Barcelona?

As possibilidades são infinitas e a verdade é que eu gostaria de desmistificar as coisas, muitas pessoas acham que não podem ir no restaurante X por que acreditam que o custo é absurdo, ou deixam de experimentar algumas coisas por medo ou vergonha, não adianta dizer, eu sei, dá vergonha achar que não tem dinheiro suficiente para entrar naquela loja bacana que faz várias coleções e que aparentemente tudo é o olho da cara, quem nunca passou na frente da FARM e deu meia volta na vitrine levanta a mão o/.

Então, vem comigo que você vai se dar bem e descobrir que muitas riquezas da vida são mais baratas do que você imagina.

eusourica

26mai

Por que não entrar na Sagrada Família

Postado por às em Viagem

Sagrada-Familia-Barcelona-SpainA não ser que você seja uma pessoa extremamente religiosa, visitar o famoso Templo da Sagrada Família por dentro não é tão legal quanto observar de fora a imensidão da obra e todos os seus detalhes.

Vou te poupar de falar sobre a história do monumento, já que provavelmente você já deve ter feito isso, vou me ater aos detalhes que as pessoas não dão.

Primeira coisa: compre seu tícket pela internet, às vezes (sempre) tem fila e por sorte não, quando eu fui, estava tranquila a pequena fila, mas quem gosta de perder tempo? Vão te perguntar se queres entrar ou não na igreja, se sim, este preço é um pouco mais caro (14 euros contra 11 sem entrar). Compramos com direito a entrar, se arrependimento matasse…

Toda a construção do templo é sensacional, me faltam palavras para descrever o quão boba eu fiquei ao ver a obra de Gaudí. Com imagens que representam o catolicismo e sua história, mesmo não tendo religião, não há como não se encantar com tão bela obra.

Depois de várias fotos turistão e mais um sem número de selfies, resolvemos entrar e ver o que nos esperava… uma igreja. Pois é, a arquitetura lá dentro é mais clean, mais cara de igreja, com destaque para os vitrais super coloridos que dão uns bons efeitos nas fotos, chamei de luz divina. Um grande painel com o pai nosso em alto relevo e uma placa moderna.

sagrada familia imagem

sagrada familia -dentro

sagrada familia luz

Eu não sou religiosa, busco sempre a beleza, a história e arquitetura dos lugares que conheço, com base nisso, eu não achei tão interessante assim entrar na igreja, isso já me aconteceu também com a Sacré-creur em Paris, mas isso eu  conto numa outra vez.

Pra finalizar, uma coisa importante, gosto é gosto né?

No meio do caminho tinha uma bolha.

Uma foto publicada por Taína Sena (@tainasena) em

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