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14nov

Quanto Custa: A Casa do Porco

Postado por às em Bebidas, Comida, Gastronomia, Quanto custa?

Casa do Porco

Há algum tempo atrás fiz uma participação especial aqui no Episódios de Hoje, escrevendo para o Quanto Custa? no restaurante do Terraço Itália. Pois bem, hoje volto para falar sobre o aclamado restaurante A Casa do Porco!

É verdade que a visita que narro aqui ocorreu em meados de agosto, mas vocês perdoam né? Era meu aniversário e eu queria ir em algum lugar bastante especial e diferente. Acabamos escolhendo A Casa do Porco visto que estava na nossa listinha de restaurantes que queremos conhecer (depois de ler Alta Fidelidade do Nick Hornby na adolescência, eu fiquei louco por listas).

A Casa do Porco, como o nome entrega, é um restaurante centrado na carne de porco, que remete à origem do chef Jefferson Rueda que veio de São José do Rio Pardo e traz pra capital a tradição de carne de porco do interior paulistano.

Liguei na casa durante a semana para saber como funciona e se há reserva. Eis que vem a primeira dica: a casa não trabalha com reservas, apenas com ordem de chegada. Questionei sobre o melhor horário e o atendente foi categórico em informar que, se não chegar lá até as 11h20, não é possível entrar na primeira leva! (o restaurante abre ao meio-dia)

Parece brincadeira, mas como a casa é pequena e comporta poucas mesas, se você não chegar até as 11h20 (no sábado, ao menos), você vai ter que enfrentar uma longa fila de espera.

Chegamos cerca de 11h, estacionamos do lado da casa (R$15 reais) e nos encaminhamos pra fila, onde ficam as mesas externas. É por ordem de chegada, então não se acanhe de chegar e sentar logo na sequência do último.

Perto das 11h45, uma moça passou questionando o número de pessoas que estávamos e deu uma ficha que seria o número de nossa mesa

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Meio dia em ponto, começaram a chamar as pessoas na porta para adentrarmos.

Nos acomodamos e um garçom muito simpático nos abordou, entregando cardápios e tirando as bebidas. Aqui um pequeno susto: a casa só tinha cerveja Coruja (1L) por módicos R$52 ou uma opção de IPA da casa em garrafa de 350mL (cerca de R$13).

Pedimos a Coruja e uma Porcopoca (R$10), um torresmo perfeito servido em saquinho de pipoca de carrinho, imperdível!

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Enquanto comíamos essa entradinha, o garçom nos auxiliou na escolha do prato e decidimos ir no menu degustação, chamado “De Tudo um Porco”. Custa cerca de R$100 e inclui uma porção individual de quase todas as entradas e no fim o prato Porco San Zé.

O primeiro prato que chegou foram dois tipos de presuntos, sendo um deles feito de cabeça de porco. É pra começar já no modo HARD! rs

Apesar de aparentemente nojento, o embutido é maravilhoso e orna maravilhosamente bem com a mostarda com tucupi que eles servem. Além disto, vieram pães bem gostosos pra acompanhar.

Logo na sequência, foi servido o tartar de porco maturado servido numa torradinha fininha e crocante. A textura do porco e seu sabor são realmente deslumbrantes.

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O menu degustação não segue uma ordem igual para todos os clientes, portanto, não se assuste se os pratos vierem numa ordem diferente pra você!

A cada novo prato, o garçom explicava detalhadamente o que estava sendo servido, ponto super positivo da casa.

Quando finalizamos o tartar, chegou o Sushi de papada de porco com tucupi preto e alga. Nesse momento, você pode estar torcendo o nariz por pensar em como uma papada de porco pode ser algo gostoso, mas acredite em mim, é muito gostoso e levemente picante.

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A apresentação dos pratos é muito bonita e acredito que faz com que sua restrição em ao menos experimentar os pratos fique menor.

Na sequência, veio a Costelinha de porco na cesta de alface com arroz e alga. De todas as entradas, achei essa a mais simplória, mas não menos apetitosa.

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Todas estas entradinhas, com exceção do presunto no começo foram comidas diretamente com a mão. Eles incentivam isto e deixam à disposição na mesa um recipiente com água de lavanda para você limpar a ponta dos dedos entre um prato e outro. A atenção aos detalhes é grande e faz a diferença na experiência proporcionada, pode acreditar.

Depois da costelinha, voltamos para os pratos super diferentões e foi a vez da Sanguiça com Tangerina na cama de abacate. Este, de todos os pratos, foi o único que pensei: “- Não comerei nem a pau!”. Com incentivo da Lygia e do garçom, decidi experimentar e fui surpreendido. A sanguiça, linguiça de sangue de porco, é bem torradinha, levemente picante e contrasta com a tangeria delicadamente colocada em cubinhos por cima. A combinação de sabores é muito boa e acabou sendo uma das entradas que mais gostei!

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Recebemos, após a sanguiça, o Bun de barriga de porco com cebola roxa e pimenta fermentada. Nunca tinha experimentado este pão chinês, que é feito no vapor e apesar da aparência de cru (super branco!) é bem cozido e tem uma textura extremamente macia. A barriga de porco com a cebola é coberta por pimenta fermentada, cebola roxa e faz com que você tenha uma explosão de sabor na boca. É MUITO bom mesmo!

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Os croquetes de porco acompanharam a mostarda com tucupi (divina!) e pimenta.

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Depois, foi a vez do mini virado à paulista, um clássico na cidade, ser servido em finas torradas com direito a ovo de codorna estralado.

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Por fim, serviram uma das estrelas da casa e seguramente uma das combinações mais inusitadas (e geniais) de todas: Torresmo de panceta com goiabada de pimenta. É bom de uma forma que não dá pra explicar, você precisa experimentar. De todas as entradas, essa foi a que eu mais gostei!

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Por fim, veio o prato San Zé, que é carne de porco cozida por 8 horas acompanhado de couve, vinagrete de banana da terra e farofa e tutu de feijão! É de raspar o prato! :)

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Acabamos não pegando sobremesa nesta visita (fomos outra vez com a família da Lygia duas semanas depois e experimentamos as sobremesas, recomendamos!), e fomos direto pro café. Existem duas opções: café espresso ou coado na mesa. Pedimos o coado na mesa e ficamos felizes com a escolha.

Você recebe um minicoador na mesa e o garçom prepara ali, na sua frente. Para acompanhar, vem doce de leite defumado com bacon e queijo canastra, que o garçom recomendou comer os dois juntos pra ser surpreendido pela combinação.

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E aí encerramos a comilança. O custo total, com menu degustação, cerveja e café no final ficou em cerca de R$140 por pessoa. É salgado, mas vale muito a pena para experimentar sabores muito diferentes do tradicional.

Ainda deu tempo de tirar uma foto da cozinha, que fica exposta e aparentemente muito organizada.

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Vale ressaltar a cordialidade dos garçons e de toda a equipe. Muito efetivo e simpático o serviço da casa.

Resumindo: vá visitar A Casa do Porco mas chegue bem cedo, peça o menu degustação e se encante com tudo que virá. Vale cada centavo!

Ah, quando saímos quase 2h depois, a fila estava kilométrica. Há uma área para venda de produtos para quem está na rua, com sanduíches, bebidas e porcopoca. Você pode levar pra casa ou ficar ali, tomando uma breja e beliscando enquanto não te chamam!

Dados do restaurante:

A Casa do Porco
R. Araújo, 124
São Paulo, SP
Funciona todos os dias do meio dia até 01:00, com exceção de domingo que fecha às 17h30.

Nos vemos na próxima! Me siga no instagram @rafaliziero.

11nov

Doces fáceis e práticos: Brigadeiro de Churros

Postado por às em Gastronomia
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Fonte: Elo7

É parece que eu virei mesmo uma dona de casa! o gosto por cozinhar na verdade sempre esteve comigo, mas obviamente eu sempre fui para o lado diferente da coisa, sei fazer o básico do arroz e feijão, mas o que me encanta mesmo é cozinhar coisas fora do padrão.

Como mãe de gêmeas, fazer docinhos é uma prática normal para alegrar as crianças, então, eu sempre procuro alguma receita fácil, por que eu não tenho muito tempo e também convenhamos, receitas complicadas são complicadas. Todo mundo hoje busca por praticidade e facilidade, considerando que depois do trabalho, trânsito e stress diário, não sobra muito tempo para realizar muitas atividades.

Duas semanas atrás eu e o Jader resolvemos fazer um brigadeiro de churros, claro que nunca tínhamos feito, mas demos uma lida em uma receita na internet, fizemos umas adaptações e tcharam: Ficaram ótimos! As crianças adoraram, os adultos também.

E no episódio de hoje: eu e o @jaderplanob fizemos brigadeiros de churros ?

Uma foto publicada por Taína Sena (@tainasena) em

Considerando tal sucesso, antes de ontem eu resolvi fazer novamente e dei mais uma adaptada: coloquei mais canela e ficou bem melhor! O brigadeiro foi aprovado por todo mundo em casa e até pelo pessoal do escritório.

Atendendo a pedidos eu escrevi este post para dar a receita, pois depois das fotos nas redes sociais, um monte de gente me pediu a receita, é super fácil:

Brigadeiro de Churros

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 colher cheia de manteiga
  • 1 colher de canela
  • 1 barra de chocolate branco de 200gr
  • 1 açúcar e canela para enrolar os brigadeiros

Modo de fazer: Derreta o chocolate branco em banho maria, em outra panela coloque a manteiga, derreta e depois coloque o leite condensado. Vá misturando tudo em fogo baixo e depois que a manteiga derreter por completo, coloque o chocolate derretido e a colher de canela, na segunda vez eu botei uma colher cheia e adorei. Depois cozinhe até pegar o ponto normal de brigadeiro, espere esfriar, enrole e passe numa mistura de açúcar e canela.

Não tem segredo nem dificuldade, então corre já e faça o seu! Não esquece de vir me contar como ficou.

29out

Como fazer pão em casa?

Postado por às em Gastronomia

paooo

Semana passada eu contei como foi fazer o curso de pães no Eataly e muita gente me procurou pra saber mais detalhes, depois disso, eu comecei a fazer os pães em casa e obviamente a publicar as fotos nas minhas redes sociais, todo mundo babando nos pães.

Aconteceu também uma chuva de perguntas sobre como fazer o pão e tudo que envolve a produção dele, eu não sou especialista, sai do meu primeiro pão tem 3 semanas e posso dizer que não sei quase nada, mas é legal ver isso, você não tem experiência nenhuma e mesmo assim consegue fazer um pão gostoso e ainda influencia outras pessoas, acho que essa mágica da rede social é interessantíssima.

Passei a receita para algumas pessoas e uma delas já até testou e aprovou a receita, também, convenhamos é bem fácil, então, considerando que eu recebi muitas perguntas sobre esse pão, eu resolvi escrever esse post para dar a receita e explicar como eu fiz e as dicas que aprendi, confira: Ingredientes

    • 400 gr farinha tipo 00 ou tipo

 

  • 260 ml de água

 

 

  • 4 gr de fermento seco

 

 

  • 12 gr de sal (duas colheres de sobremesa)

 

 

Modo de fazer Coloque todos os ingredientes exceto o sal em uma vasilha e mexa, vai misturando e sentindo se precisa de mais água, coloque o sal, depois transfira a massa para o balcão para sovar, vá amassando a massa e adicionando farinha de acordo com a necessidade, o ponto é quando a massa desgruda da mão e fica gostosinha de mexer. Coloque em uma vasilha para fermentar e crescer por 1:30 ou 2:00 horas. Pré aqueça o forno em 240, pegue uma vasilha ou forma pequena e encha de água, coloque no forno junto com o pão (serve para umidificar o ar) e asse por 40 minutos ou mais de acordo com o seu forno.  

Amassando a cara das inimigas, digo, amassando um pão. Uma foto publicada por Taína Sena (@tainasena) em

Prontinho! Tem vídeo dele cortado e saindo fumacinha no snapchat: ? tainasena

Uma foto publicada por Taína Sena (@tainasena) em

Eu ainda estou testando muitas coisas, preciso acertar o ponto de ficar com a casquinha mais douradinha, mas ainda tenho medo do fogo, esse final de semana vou tentar fazer um 7 grãos e estou super feliz e realizada em fazer um pão, nunca pensei.

22out

Curso de pães no Eataly

Postado por às em Gastronomia, Você rica

eataly-saopaulo-pao

Na semana eu ganhei um mega presente de aniversário, uma amiga querida organizou uma surpresa de presente, me disse apenas pra separar a noite na agenda e que iriamos a um lugar para ela me dar meu presente, tudo muito suspense, quem me conhece pessoalmente sabe o quanto eu me rasgo de curiosidade, então passei o dia pensando no que seria… No final do dia nos entramos, ela me pegou e seguimos o caminho, eis que chegamos ao famigerado Eataly e ai na hora eu já matei qual era o presente.

Eu já tinha enviado pra ela e pra mais um amigo a lista de cursos que o mercado tem e já estava de olho em fazer algo por lá, ai ela entrou e disse que iríamos fazer um curso de panificação, aprendendo a fazer dois tipos de pães italianos. Eu amei, por que tô muito na vibe de cozinhar e tal.

taina

Antes do curso demos uma volta básica no local que reafirmo, é super caro, bem gourmet mesmo, compramos umas coisinhas e fomos jantar. Fui de novo no La Pasta e pedi um tagliarini com ossobuco, eu gostei de uma forma geral, a minha amiga é mais crítica com as massas e gostou médio, mas considerando o custo benefício, foi bem interessante.

Chegou a hora do curso, com uma garrafa de vinho na cabeça, já estávamos bem alegrinhas pra botar a mão na massa literalmente, mas obviamente primeiro veio toda aquela parte técnica onde o professor com aquele sotaque italiano maravilhoso explicou tudo direitinho e o grupo era bem interessante, muita gente com perguntas relevantes e trazendo pro cenário brasileiro a questão de fazer o pão.

Melhor presente de niver! Aula de panificação italiana! Mão na massa!

Uma foto publicada por Taína Sena (@tainasena) em

Mão na massa Uma foto publicada por Taína Sena (@tainasena) em

Aprendi que bom é usar a tal da massa 00, eu nem sabia que existia numeração pra farinhas, mas existe… e a que tem no mercado normal, tipo Dona Benta, Sol é a 01 e também aprendi a fazer um fermento natural chamado Levain, que é bem fácil de fazer, só precisa de paciência.

Partimos pra ação e foi bem legal essa parte, observar como a massa reage, qual é o ponto e o tanto de esforço que tem que fazer pra bater a massa. Depois teve a degustação dos pães com vinho e no final todo mundo leva a sua massa pra casa e mais um pão daqueles italianos deliciosos.

Já fiz dois pães depois do curso, deu bem certo, mas preciso fazer uns ajustes, pois fiz com a farinha normal que vende no mercado, quero encontrar a 00. No geral eu gostei demais do curso e se você está pensando em fazer eu recomendo e acho super válido.

Assei os pão tudo! #pão #bread

Uma foto publicada por Taína Sena (@tainasena) em

02out

Começou a Restaurant Week

Postado por às em Gastronomia, Quanto custa?

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Galera que gosta de comer bem e pagar um precinho camarada já fica animada com essa notícia, pra quem não conhece, a Restaurant Week é um evento que acontece todos os anos em São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro, é tipo um festival gastronômico onde alguns restaurantes fazem um preço fechado para um menu completo (41,90 almoço – 52,90 jantar), excluindo bebidas e serviços, tem almoço e jantar.

Todo ano eu aproveito essa época para conhecer alguns restaurantes que estão na minha lista com um budget, digamos, mais tranquilo. Ano passado me lembro que fomos no francês Le Vin, em Higienópolis, foi nesse dia que eu comi pela primeira vez o Foie gras, aquele famoso fígado de pato (odiei), lembro também que pedimos um vinho que eu queria muito e fazia tempo que não achava e no final a conta ficou bem tranquila, acho que uns 110 pra cada.

Este ano nós também não deixamos passar e fomos conhecer o Capim Santo, ele já estava na minha lista fazia tempo, eu morria de vontade de comer aquele famoso brigadeiro de capim santo. Chegamos lá e pedimos uns petiscos e eu como não posso beber mais pinga (risos) escolhi um suco de capim santo, achei bem gostoso, tanto que pedi outro depois. Os petiscos eram variados e bem exóticos, tipo: enroladinho de pato, bolinho de mandioca recheado de queijo da serra da canastra entre outros, não curti não, 49 com 12 unidades.

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Timbale de Abóbora com Coco

 

Sempre existem duas opções tanto para entrada, prato principal e sobremesa, eu escolhi de entrada um mil folhas de batata doce com carpaccio de Buri, tipo um peixinho e tinha tbém um kiwi no meio, achei ok. De prato principal eu pedi Aligot com ragu de carne seca, por que fiquei curiosa depois daquele episódio do Masterchef e olha, achei MARA, VIDA! Risos! De sobremesa um Timbale de Abóbora com Coco, bem gostosinho, todo esse menu custou 52,00 tirando os petiscos, acho um preço super justo! A conta chegou! Deu 102 reais pra cada um, achei bem bom, considerando bebidas, petiscos fora do menu e serviço.

Aqui de olho no próximo da lista:

Ruella: bistrô geralmente frequentado por casais apaixonados <3

Marcel: tem cordeiro assado e desfiado no jantar!

Esquina Mocotó: comida típica e aquele chefe gato que apareceu no Masterchef

O gato que ri: o prato do jantar é talharim negro, quero!

Vou tentar aproveitar mais ainda os restaurantes participantes, o Restaurant week começou dia 28.09 e vai até dia 11.10 e tem muitos tipos de cozinha e restaurantes da modinha, eu sei que vocês gostam.

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