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23nov

5 sinais de que ele não está tão afim de você

Postado por às em Amor, Relacionamento, Sexo

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Você pode ter 18 ou 35 anos, essa dúvida vai bater alguma ou muitas vezes durante a sua vida, a única coisa que muda com o tempo é: como você reage a esses sinais e ao fato de descobrir que ele não está tão afim de você.

Eu me lembro quando era mais nova e ficava observando e analisando todos os sinais que o boy dava para interpretar e tentar chegar a alguma conclusão, se estava afim mesmo ou se era sei lá o que. Qualquer sorriso mais largo e eu já estava lá achando que ele me amava e que me queria para todo o sempre, tão boba.

Quantas vezes você já se pegou lendo e relendo as conversas no whatsapp com o crush e fazendo aquela análise de todas as palavras e de seus possíveis significados? Eu sei, muitas.

Então eu resolvi facilitar um pouco a vida, mesmo sabendo que as vezes a gente ignora esses sinais e listei os 5 que deixam claro que ele não está afim:

1 – Você é que sempre tem que entrar em contato, mandar whatsapp, perguntar como está o dia, ele não faz questão de te ligar ou iniciar uma conversa. Ele te dá corda, mas é por que gosta de ter alguém inflando sua auto estima.

2 – Ele é o ego em pessoa, está sempre contando das coisas que acontece na vida dele, não dá um respiro para você comentar dos seus dramas, planos pro futuro. Nem mesmo finge interesse nas atividades que você tenta contar animada.

3 – Ele sai com você apenas nos dias menos concorridos da semana, nunca te chama pra um almoço no domingo, ou jantar num restaurante legal no sábado. Geralmente quando o cara está afim, os finais de semana são os preferidos para encontrar a namorada ou “aspirante”.

4 – Quando topa um cineminha ou outro programa mais público, ele evita demonstrações de afeto, tipo segurar a mão, ou te abraçar quando descem a escada rolante. Fazendo isso, ele não se compromete caso algum conhecido ou outra “aspirante” o encontre e percebam que vocês tem qualquer tipo de envolvimento.

5 – Te deixa sempre como opção, se estão na mesma festa, você vai ver ele pegar uma porrada de outras meninas e depois no final, caso ele não tenha conseguido carregar ninguém, você vai ser a opção. Ou em qualquer outra situação onde do nada ele aparece querendo te ver, ou manda a famosa mensagem “e ai sumida?”

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Você já viveu alguma situação parecida? Concorda? Se quiser acrescentar mais algum sinal escreva nos comentários.

13out

Cada pessoa é um capítulo

Postado por às em Relacionamento
Cena do filme "A culpa é das Estrelas"

Cena do filme “A culpa é das Estrelas”

Sim, talvez você não entenda agora, mas apesar de não ter religião eu acredito que cada pessoa tem um papel na vida do outro, isso para relacionamentos, amizades ou até mesmo quando falamos de trabalho.

De todas essas relações conseguimos tirar algum proveito e aprender e se desenvolver, posso citar aqui inúmeros casos da minha vida, como por exemplo os anos que trabalhei com um chefe difícil, complicado mesmo, onde passei por muitas provas, muitas humilhações e momentos tantos que eu quis jogar tudo pra cima e dizer “foda-se essa merda toda”, não há quem diga que essa pessoa era fácil de lidar, mas hoje eu consigo ver o quanto essa experiência me fez crescer profissionalmente e me preparou para outros ambientes e desafios, não que eu ache que isso seja uma boa metodologia ou faça apologia a esse tipo de gestão, mas a questão é que consigo ver pontos de evolução em mim, na minha carreira.

Esse caso foi tão frustrante que eu lembro daquele filme Whiplash! Que era um caso bem exemplificado do meu ex-chefe, tanto é que eu me recordo que não gostei do filme, obviamente em parte por conta dessa “metodologia” ~diferenciada~.

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Posso citar também o lado amoroso, que por inúmeras vezes pensei que nunca mais seria capaz de me apaixonar de novo, de me entregar e que as relações estavam fadadas ao fracasso, ao reflexo do que foi meu relacionamento anterior, e eu aprendi que não, que principalmente nada é igual, você não deve pautar o teu relacionamento atual numa relação anterior ou comparar com o namoro da sua amiga. Você deve seguir e viver um plano em branco, sem carregar antigas frustrações.

Eu vejo a mudança em mim e entendo qual foi o papel dele nessa minha evolução, acho que isso é sensacional. Tenho certeza que com o tempo isso ficará mais claro, assim como enxergo hoje o papel do chefe “complicado”. Talvez isso não lhe valha de nada, já que são constatações que você fará apenas com o passar do tempo, mas talvez também valha, se você precisar de um exemplo ou uma palavra.

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4 dicas para esquecer ele ou ela…

Postado por às em Relacionamento
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Cena do filme Brilho eterno de uma mente sem lembranças

Assim como eu disse nesse texto: ninguém é culpado pelo fim, mas esse é um momento difícil de passar não é? Reaprender a ser só, passar por inúmeros lugares em que estivemos juntos e lembrar de cada gesto ou de cada gosto, dói, mas certamente vai passar.

Acho que todo mundo que termina um namoro, um casamento acaba passando por isso e quando não existem mais saídas, esquecer é preciso, mas existem algumas atitudes que tenho que tomar para esquecer, para ajudar nessa difícil tarefa, pensando nisso, eu resolvi escrever esse post, pois eu tenho certeza que muita gente está nessa mesma situação ou tem um crush mal resolvido e fica naquela né?

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  • Pare de Stalkear

Pois é, se você é uma viciada como eu em internet, redes sociais é bem complicado, certamente você faz uma “ronda” no instagram, no facebook, twitter e qualquer outra rede social que ele ou ela tenha. Pare imediatamente, essa é uma “atividade” que vai te fazer lembrar ainda mais e dar aquele aperto no coração.

  • Pare de olhar a última vez que ele ficou on line no whatsapp

Isso entraria no quesito acima, mas ele merece um trecho à parte desse nosso post, diz ai, quantas e quantas vezes você não fez isso? E quando ele aparece “on line” você fica lá, como se estivesse olhando diretamente pra ele… Acho que essa é a mais nova forma de auto flagelo, sério: arquive a conversa! O que os olhos não veem, ajuda o coração a esquecer.

  • Saia, ocupe a mente

Eu sei, todo mundo já deu essa dica e você na verdade só quer ficar na cama remoendo cada lembrança ou olhando as fotos e lembrando o quanto vocês eram felizes, ok passar uma semana assim, depois levanta a cabeça e bora viver, saia com os amigos, vai fazer uma hidratação no cabelo, vai te fazer ter menos tempo para pensar no fim, nos dramas.

  • Não se culpe

Ninguém tem culpa, não foi por que você gosta de Rihanna e ele de Metalica que o fim aconteceu, um relacionamento é feito por duas pessoas, por seus defeitos e qualidades, não existe uma única culpa, a não ser que ele ou você tenha ferido a ética determinada pelo casal.

Por fim, siga o seu rumo, se reinvente, no meu caso eu tento carregar as boas lembranças e lembrar o quanto nós fomos felizes durante e o quanto evoluí, quando eu me tornei uma pessoa melhor, o quanto aquela pessoa me trouxe de bom, obviamente também fazendo o exercício contrário, observando o que você agregou para ele, o legado que você deixou.

09set

O importante é não se apegar no “e se” e tomar uma atitude

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Sam Claflin e Lily Collins em cena de Simplesmente Acontece, de 2014.

[Você pode ler esse texto ao som de Vista Pro Mar, do Silva ♫]

Sempre deixei que o orgulho tomasse conta de todas as minhas decisões, era muito difícil pra mim dizer que estava apaixonado, ou levar adiante algo que achava que não daria certo. Eu fui, durante muito tempo, o cara que deixou o “e se” dominar minhas ações e definir minhas escolhas. E tenho uma lista de erros que poderia apresentar pra você. Sim, eu me acovardei e deixei o medo tomar conta de mim. Só que hoje isso não acontece mais.

Foi difícil chegar numa conclusão, fazer a escolha que eu queria e deixar o “e se” de lado, mas foi tão bom. Hoje eu estou certo de que quero viver uma história com você e fico borbulhando de amores. É tão lindo quando a gente aceita o sentimento que tem, não é?

Eu sempre fui do time das pessoas disponíveis, mas não vestia a camisa dos dispostos. Eu sempre estive lá e ao mesmo tempo estive ausente, mas hoje eu estou aqui acreditando que o que eu realmente precisava era me dar uma chance. Eu não te dei uma chance, eu me dei uma e hoje tenho orgulho de ter feito a escolha certa.

Não sei o que passa por sua cabeça, mas acredito que você só vai descobrir o que realmente sente por mim quando estiver comigo, quando estiver nos meus braços naquele momento pós-sexo que a gente sempre se entendeu. Caso contrário você nunca saberá o tamanho desse sentimento.

Cada passo que você dá, tentando afastar a gente, faz com que você saiba menos ainda sobre o que sente. Sempre que você decide ficar longe, fica mais confuso. Hoje eu gostaria que você tirasse o “e se” do seu vocabulário e dissesse sim, queria que você tentasse escrever uma história comigo.

Eu tomei uma atitude e tenho vontade de gritar isso pro mundo, de mostrar pra você todos os dias, mas, como li esses dias no Twitter, um hashi sozinho não segura o arroz. A mais pura verdade, não é?

O fato é que hoje estou disposto e disponível e você sabe disso, mas não vou deixar de viver o que quero viver. Sei que escolhi você e posso manter essa decisão por muito tempo, mas não sei até quando. Eu estou disposto e hoje peço que, por um segundo, você tire o “e se” da sua vida e me responda a pergunta que te fiz.

É mais fácil do que parece, pode apostar.

31jul

As bagagens que carregamos

Postado por às em Amor, Eu Você e Eles, Relacionamento
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Zooey Deschanel e Joseph Gordon-Levitt em imagem de (500) Dias com Ela, filme de 2009

[Você pode ler esse texto ao som da música Waste of Time, da MØ ♫]

Durante nossa vida adulta conhecemos várias pessoas, algumas passam por nós pois precisam de alguma ajuda, outras passam para nos ajudar. E quando você olha para trás e analisa todos seus relacionamentos encontrará aqueles que te ajudaram, aqueles que você ajudou e também aquela parcela que não esteve em nenhum dos dois lados.

Não sei vocês, mas eu tenho bagagens de todos meus relacionamentos anteriores e as carrego comigo. Algumas são muito boas e me ajudam, outras são ruins, mas também ajudam. Elas servem para isso, fazer com que nossas escolhas sejam mais assertivas, pois se já passamos por determinada situação já sabemos lidar com ela. Assim as bagagens servem para que a cada dia possamos errar menos e se errarmos, elas nos ajudarão a sofrer menos e virar a página.

Eu já fiz escolhas baseadas em meus relacionamentos anteriores e até já defini algumas coisas que não quero viver novamente. Sim, eu fiz escolhas a partir das minhas experiências amorosas e levo-as muito a sério, só que às vezes um pouco sério de demais.

O que eu quero dividir com vocês hoje é que eu defini “meus termos” e me policio sempre, não quero deixar que uma pessoa que não se enquadre nesses termos entre na minha vida e me traga de volta as mesmas bagagens ruins que já carreguei. É algo que combinei comigo mesmo e tenho seguido. Pode ser burrice comparar algo do passado com algo do presente? Pode. Mas são coisas que eu não gostaria de lidar.

Eu não sei o quanto erro fazendo isso, o quanto do passado tem voltado para atrapalhar o meu presente, mas acredito que quanto mais velho ficamos (e experientes) mais conseguimos lidar com as coisas e ganhamos mais poder de decisão sobre as nossas escolhas. Porém, apesar de achar que não podemos ficar tristes por escolhas que nós mesmos fizemos, eu ainda fico.

Fiz uma escolha baseada num relacionamento anterior e nada me fará muda-la, sabe? Porém essa escolha fez com que uma pessoa fosse embora da minha vida de um jeito ruim, eu me neguei a ajuda-la. Disse “não” sobre ser a ponte que ela precisava para um problema que eu já tinha vivido em um relacionamento anterior e hoje penso que eu poderia ter tentado.

Eu não queria viver os problemas que já vivi e eu fiz uma escolha: não seria mais a ponte. Nesse caso eu fui exatamente quem eu queria ser e quem eu prometi que seria. Eu cumpri minha promessa e agora estou triste por não ter ajudado uma pessoa que precisava de mim. Estranho a vida né?

Acredito que continuarei cumprindo minha promessa e não sendo mais a ponte, até o dia que não precisarei mais.

A Taína já falou desse assunto aqui no blog também, sobre os medos do passado.

Esse texto faz parte do projeto “Eu, Você e Eles”.

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