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19ago

Conheça a encantadora Casa Comitê

Postado por às em 1, Gastronomia, Quanto custa?, Vale a pena?

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Bem nessa pegada de lugares escondidos em São Paulo, tive a grata surpresa de encontrar uma jóia para pessoas comuns e para produtores de eventos em SP, sim, um lugar lindo chamado Casa Comitê, que fica no Brooklin.

Eu havia recebido a tarefa de encontrar um lugar cool para um jantar com um grande executivo da empresa da qual trabalho, mas a ideia é que não fosse um lugar muito sisudo, muito oficial sabe? Então fiz um “casting” com alguns restaurantes como Esther Rooftop, Adega Santiago, Parigi, tudo muito tradicional, mas eu não estava muito satisfeita, quando me deparei com o site da Casa Comitê e achei interessantíssimo.

Basicamentte eles são uma casa fechada que realiza alguns jantares especiais e que você pode comprar assim que eles abrem a agenda. Alta gastronomia com o chefe Raphael Arrigucci e a Renata Reif que formam o casal que toca o projeto. A casa é toda decorada com peças de arte moderna, luminárias e móveis diversos que fazem uma composição belíssima entre si.

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O cardápio tem 4 tempos, com entrada, primeiro prato, prato principal, sobremesa, mas veja bem, todo o menu tem uma história e todos os ingredientes são de qualidade superior. O Raphael trabalhou em restaurantes renomados como o D.O.M. do Alex Atala, SPOT, Arturito e alguns outros nomes que você com certeza já ouviu falar ou até já visitou.

Mostrei o projeto deles e os meus chefes aprovaram, com algumas opções de cardápio, partimos para a execução, coitado do Rapahel que recebeu tanto whatsapp meu, rs.Ao conhecer fisicamente o espaço eu fiquei ainda mais encantada, um jardim bem cuidado, espaço super artsy, uma aura de leveza, respirei aliviada pela escolha.

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Fechamos um menu com uma salada caprese desconstruída, um gnocheti com ragu de calabresa, Tagliata com risoto de funghi e para finalizar um brigadeiro mousse de chocolate e frutas vermellhas que eu queria lamber o prato. O a massa do gnocheti era feita lá mesmo com uma massa especial e com toda uma explicação maravilhosa, mas eu confesso que já me esqueci – juro, esse prato estava maravilhoso e já valeria a noite. Mas o risoto e o brigadeiro também brilharam.

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Você deve estar se perguntando quanto ficou esse rolé né? 187 reais com bebidas não alcóolicas inclusas e uma viagem num ambiente totalmente diferente do que se tem por ai. As vezes eu me canso de alguns formatos dos restaurantes, então visitar o casa comitê foi um belo respiro.

Eles também tem uma carta de vinhos harmonizada com o jantar do dia, então você que não entende muito de vinhos, pode ficar tranquilo no quesito harmonização, além de ter preços bem justos se comparados com restaurantes do mesmo nível.

 

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Como eu disse, foi um evento de trabalho, tive muito feedback positivo, na verdade, todo mundo ficou muito encantando, tanto com a comida quanto com o ambiente, fiquei muito feliz por ter encontrado esse pessoal, esse espaço e com certeza farei mais eventos por lá e não vejo a hora de voltar como pessoa física, para comer um pouco mais da maravilhosa cozinha do Raphael.

www.casacomite.com.br
Email: reservascomite@gmail.com
Tel. (11) 96959-4328

08ago

Você já experimentou a comida Persa?

foto: divulgação

Semana passada fui agraciada com um simpático email me convidando para um jantar persa, na hora achei sensacional, não tinha nenhuma referência sobre esse tipo de culinária e fiquei super empolgada, já obviamente aceitando o convite. O email super carismático veio do Cláudio, que é esposo da Nasrim, chefe do projeto Amigs do Rei. Nele havia algumas orientações sobre a localização e a explicação de que não seria um jantar tradicional, um jantar num restaurante e sim um petit comitê na casa da chef, uma coisa bem intimista e super inclusiva.

O jantar seria servido na casa deles, com reserva para apenas 8 participantes, prometia uma imersão pura e íntima à culinária iraniana. Nasrim veio do Irã em meados dos anos 90 já com uma bagagem boa na cozinha, conheceu Cláudio e se mudou para Paraty, onde abriram o restaurante no centro histórico da cidade.

O Jader não pode me acompanhar e eu logo acionei o boy, que prontamente topou se aventurar comigo em terras nunca antes navegadas, risos. Chegando no local, encontramos um simpático sobrado, toquei a campainha e o Cláudio nos recebeu com um sorriso e simpatia que já me alegraram por ter aceito o convite. As vezes essa vida de blogueira me dá oportunidades incríveis.

Sentamos na mesa e eu fiquei a observar a sala dele, toda decorada com motivos iranianos e com as artes do Cláudio, ele nos disse que gostava de pintar e tinha muitos quadros na sala. Depois de alguns minutos chegaram os outros participantes, também blogueiros focados em culinária/gastronomia e fizemos um bate papo bem legal. A Vanessa do SP 24 horas foi a “host” e uniu toda essa galera, o papo foi muito bom.

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foto: divulgação

Começamos o jantar com uma entrada cheia de especiarias, era azeitona com uma série de coisas que não consegui identificar, mas tinha um sabor delicioso. Depois veio uma sopa com uma espécie de omelete, não anotei os nomes, mas já começamos super bem.

Como terceiro prato chegou uma berinjela, chamada Kashq Bademjan – pausa pra dizer, que incrível esses sabores – você com certeza nunca verá a berinjela do mesmo jeito depois de provar essa. Pra mim, foi um dos melhores pratos.

Como prato principal temos o Feseenjun – são umas almondegas de carne com molho de nozes e romã, arroz com arroz de açafrão de verdade e um molho de yogurte, que serve para limpar o paladar – aqui temos um sabor totalmente novo, muito diferente de tudo que eu já experimentei.

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Por fim, o simpático casal nos preparou duas sobremesas, um bolo de pistache e uma outra chamada ranghinak que é uma receita secreta, você tem uma tâmara recheada com nozes mergulhada numa antiga receita da região de Pasárgada, coberta com pistache e um pouco de canela. Vale dizer aqui que a sobremesa tem uma textura incrível, você tem uma sensação arenosa na boca, algo muito diferente, pouco açúcar, mas incrível. Saímos todos com uma pulga atrás da orelha tentando decifrar esses sabores e texturas.

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foto: acervo

Depois do jantar a galera estava empolgada e o papo foi longe, falando de política, economia, viagens e a vida no irã. Eu achei o jantar uma experiência incrível, intimista, com muito sabor, cultura e alegria. Foi muito bom experimentar tudo isso e compartilhar com vocês.

Se você quiser ter uma experiência como essa, eles oferecem o menu degustação, onde você será apresentado a 7 sabores: um boas-vindas, duas entradas, dois pratos principais e duas sobremesas, escolhidos a dedo pela Chef e em harmonia com os frutos e vegetais da estação. O valor é de 170,00 por pessoa.

Deixo aqui o site deles: www.amigodorei.com.br

Se você já conhece ou se você for, comenta aqui o que achou.

 

 

27nov

Quanto custa jantar no Skye bar?

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Nós já falamos aqui sobre Skye Bar, lembra?

Na época o texto foi sobre quanto custa beber no Skye bar, eu demorei um pouco pra escrever esse post, uma vez que já faz mais ou menos 2 meses que eu fui jantar no Skye.

Fui levar duas gringas para jantar, elas estavam super animadas com a night de SP, confesso que eu já estava bem cansada por conta da rotina de um trabalho que estava me consumindo toda minha energia vital, risos. Escolhi o Skye Bar por conta da vista e também por que eu queria muito experimentar aquele famoso prato do Emanoel Bassoleil, que é o chef responsável pelo restaurante.

Pausa pra falar que eu compartilho um monte de coisa lá no meu Instagram, você já me segue? (clique pra seguir! @tainasena)

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O prato era aquele de tinha ovas, peixe e creme de champagne, ficou mais famoso ainda depois que a galera precisou reproduzir esse prato na última edição do Masterchef amadores – nome é: Robalo ao creme de champagne com purê de nhame.

Leia mais: Quanto custa jantar no Figueira Rubayat?

Começamos com algumas bebidas, que giravam em torno de 35 – 40 reais cada, estávamos em 4 mulheres, conversa vai, conversa vem, super curtindo aquele rooftop e consequentemente a vista de São Paulo, finalmente vagou uma mesa para jantar. Faço um parêntese aqui para avisar que o Skye não faz reservas no restaurante se você não estiver hospedado no hotel Unique.

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Chegamos na mesa, eu escolhi um vinho mais ou menos, estou gostando muito dos vinhos que vem da uva nero d´avolla, custava algo em torno de 170 reais, inclusive achei que a carta tinha opções para vários bolsos.

A escolha dos pratos principais

O couvert deles é bem gostosinho, com pães diferentes, com duzentos mil temperinhos e tal. Fizemos um mix de entradas e dividimos, tinha camarões e ceviche. De principal eu fui no famoso, nem era tão caro assim, algo em torno de 115,00 só prato, acho ok considerando todo o ambiente, a fama do chef e o lugar. Depois escolhemos um combo de sobremesas para dividir, juro, tinha tudo o que você pode imaginar: mousse de chocolate, creme brulé, figos, um doce de café, que sobremesa maravilhosa, se não me engano ela custou 65 reais, você pode conferir na única foto que tenho desse rolé, que é bem grandinha, vale a pena.

As amigas gringas pediram uma um prato de sushis, parecia um rodízio, a outra uma massa e a Karina uma carninha que parecia deliciosa. Não acho elegante abrir aqui o custo de todo o jantar, mas considerando os vinhos, os drinks e as caipirinhas que as gringas amaram, o valor ficou até que ok.

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Bom dizer que a caipirinha deles é super grande, os outros drinks são servidos em copos mais bonitosos, taças e tal, o que não vem muita coisa, mas são muito bons.

Eu gostei muito do atendimento, da comida, o robalo ao champagne é realmente incrível e acho que vale a pena ir, é aquilo, pra gente que é do proletariado, uma vez na vida e outra na morte!

Por fim, se você chegou aqui é lógico que está curioso pra saber quanto custa jantar no Skye Bar, fazendo os cálculos e considerando mais ou menos os itens que eu comi e bebi, você vai gastar em torno de uns 330 reais por pessoa. Agora se você não beber vinho/drinks provavelmente consegue jantar gastando uma média de 200 – 220 reais.

14nov

Quanto Custa: A Casa do Porco

Postado por às em Bebidas, Comida, Gastronomia, Quanto custa?

Casa do Porco

Há algum tempo atrás fiz uma participação especial aqui no Episódios de Hoje, escrevendo para o Quanto Custa? no restaurante do Terraço Itália. Pois bem, hoje volto para falar sobre o aclamado restaurante A Casa do Porco!

É verdade que a visita que narro aqui ocorreu em meados de agosto, mas vocês perdoam né? Era meu aniversário e eu queria ir em algum lugar bastante especial e diferente. Acabamos escolhendo A Casa do Porco visto que estava na nossa listinha de restaurantes que queremos conhecer (depois de ler Alta Fidelidade do Nick Hornby na adolescência, eu fiquei louco por listas).

A Casa do Porco, como o nome entrega, é um restaurante centrado na carne de porco, que remete à origem do chef Jefferson Rueda que veio de São José do Rio Pardo e traz pra capital a tradição de carne de porco do interior paulistano.

Liguei na casa durante a semana para saber como funciona e se há reserva. Eis que vem a primeira dica: a casa não trabalha com reservas, apenas com ordem de chegada. Questionei sobre o melhor horário e o atendente foi categórico em informar que, se não chegar lá até as 11h20, não é possível entrar na primeira leva! (o restaurante abre ao meio-dia)

Parece brincadeira, mas como a casa é pequena e comporta poucas mesas, se você não chegar até as 11h20 (no sábado, ao menos), você vai ter que enfrentar uma longa fila de espera.

Chegamos cerca de 11h, estacionamos do lado da casa (R$15 reais) e nos encaminhamos pra fila, onde ficam as mesas externas. É por ordem de chegada, então não se acanhe de chegar e sentar logo na sequência do último.

Perto das 11h45, uma moça passou questionando o número de pessoas que estávamos e deu uma ficha que seria o número de nossa mesa

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Meio dia em ponto, começaram a chamar as pessoas na porta para adentrarmos.

Nos acomodamos e um garçom muito simpático nos abordou, entregando cardápios e tirando as bebidas. Aqui um pequeno susto: a casa só tinha cerveja Coruja (1L) por módicos R$52 ou uma opção de IPA da casa em garrafa de 350mL (cerca de R$13).

Pedimos a Coruja e uma Porcopoca (R$10), um torresmo perfeito servido em saquinho de pipoca de carrinho, imperdível!

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Enquanto comíamos essa entradinha, o garçom nos auxiliou na escolha do prato e decidimos ir no menu degustação, chamado “De Tudo um Porco”. Custa cerca de R$100 e inclui uma porção individual de quase todas as entradas e no fim o prato Porco San Zé.

O primeiro prato que chegou foram dois tipos de presuntos, sendo um deles feito de cabeça de porco. É pra começar já no modo HARD! rs

Apesar de aparentemente nojento, o embutido é maravilhoso e orna maravilhosamente bem com a mostarda com tucupi que eles servem. Além disto, vieram pães bem gostosos pra acompanhar.

Logo na sequência, foi servido o tartar de porco maturado servido numa torradinha fininha e crocante. A textura do porco e seu sabor são realmente deslumbrantes.

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O menu degustação não segue uma ordem igual para todos os clientes, portanto, não se assuste se os pratos vierem numa ordem diferente pra você!

A cada novo prato, o garçom explicava detalhadamente o que estava sendo servido, ponto super positivo da casa.

Quando finalizamos o tartar, chegou o Sushi de papada de porco com tucupi preto e alga. Nesse momento, você pode estar torcendo o nariz por pensar em como uma papada de porco pode ser algo gostoso, mas acredite em mim, é muito gostoso e levemente picante.

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A apresentação dos pratos é muito bonita e acredito que faz com que sua restrição em ao menos experimentar os pratos fique menor.

Na sequência, veio a Costelinha de porco na cesta de alface com arroz e alga. De todas as entradas, achei essa a mais simplória, mas não menos apetitosa.

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Todas estas entradinhas, com exceção do presunto no começo foram comidas diretamente com a mão. Eles incentivam isto e deixam à disposição na mesa um recipiente com água de lavanda para você limpar a ponta dos dedos entre um prato e outro. A atenção aos detalhes é grande e faz a diferença na experiência proporcionada, pode acreditar.

Depois da costelinha, voltamos para os pratos super diferentões e foi a vez da Sanguiça com Tangerina na cama de abacate. Este, de todos os pratos, foi o único que pensei: “- Não comerei nem a pau!”. Com incentivo da Lygia e do garçom, decidi experimentar e fui surpreendido. A sanguiça, linguiça de sangue de porco, é bem torradinha, levemente picante e contrasta com a tangeria delicadamente colocada em cubinhos por cima. A combinação de sabores é muito boa e acabou sendo uma das entradas que mais gostei!

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Recebemos, após a sanguiça, o Bun de barriga de porco com cebola roxa e pimenta fermentada. Nunca tinha experimentado este pão chinês, que é feito no vapor e apesar da aparência de cru (super branco!) é bem cozido e tem uma textura extremamente macia. A barriga de porco com a cebola é coberta por pimenta fermentada, cebola roxa e faz com que você tenha uma explosão de sabor na boca. É MUITO bom mesmo!

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Os croquetes de porco acompanharam a mostarda com tucupi (divina!) e pimenta.

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Depois, foi a vez do mini virado à paulista, um clássico na cidade, ser servido em finas torradas com direito a ovo de codorna estralado.

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Por fim, serviram uma das estrelas da casa e seguramente uma das combinações mais inusitadas (e geniais) de todas: Torresmo de panceta com goiabada de pimenta. É bom de uma forma que não dá pra explicar, você precisa experimentar. De todas as entradas, essa foi a que eu mais gostei!

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Por fim, veio o prato San Zé, que é carne de porco cozida por 8 horas acompanhado de couve, vinagrete de banana da terra e farofa e tutu de feijão! É de raspar o prato! :)

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Acabamos não pegando sobremesa nesta visita (fomos outra vez com a família da Lygia duas semanas depois e experimentamos as sobremesas, recomendamos!), e fomos direto pro café. Existem duas opções: café espresso ou coado na mesa. Pedimos o coado na mesa e ficamos felizes com a escolha.

Você recebe um minicoador na mesa e o garçom prepara ali, na sua frente. Para acompanhar, vem doce de leite defumado com bacon e queijo canastra, que o garçom recomendou comer os dois juntos pra ser surpreendido pela combinação.

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E aí encerramos a comilança. O custo total, com menu degustação, cerveja e café no final ficou em cerca de R$140 por pessoa. É salgado, mas vale muito a pena para experimentar sabores muito diferentes do tradicional.

Ainda deu tempo de tirar uma foto da cozinha, que fica exposta e aparentemente muito organizada.

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Vale ressaltar a cordialidade dos garçons e de toda a equipe. Muito efetivo e simpático o serviço da casa.

Resumindo: vá visitar A Casa do Porco mas chegue bem cedo, peça o menu degustação e se encante com tudo que virá. Vale cada centavo!

Ah, quando saímos quase 2h depois, a fila estava kilométrica. Há uma área para venda de produtos para quem está na rua, com sanduíches, bebidas e porcopoca. Você pode levar pra casa ou ficar ali, tomando uma breja e beliscando enquanto não te chamam!

Dados do restaurante:

A Casa do Porco
R. Araújo, 124
São Paulo, SP
Funciona todos os dias do meio dia até 01:00, com exceção de domingo que fecha às 17h30.

Nos vemos na próxima! Me siga no instagram @rafaliziero.

23out

Review: Empório San Martin

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Fonte: The Fork

Fonte: The Fork

Aproveitando a onda da Restaurante Week eu quis aproveitar o último dia e conhecer um novo lugar. Tinha convidado o boy para almoçar e essa foi uma boa desculpa para ficar mais perto dele, risos. Conversamos e acabamos escolhendo o Empório San Martin, que se auto denomina com um “novo conceito de churrasco”. A escolha se deu pelo cardápio e localização, o restaurante Empório San Martin fica em Moema, próximo da casa do boy.

O cardápio oferecia de entrada uma salsicha alemã, um corte fino de angus com dadinho de tapioca, farofa e vinagrete ou costelinha defumada com batata rosti e milho.

Cheguei no lugar com 30 minutos de antecedência da minha reserva, o espaço é bem agradável e mistura um pouco de empório com restaurante, um conceito diferente. Não há espaço determinado para espera, fiquei meio que me sentindo deslocada. A mesa ficou pronta, me botaram de cara com o banheiro, odiei 5 estrelas, mas ok, eu estava com fome e estava com boy, o que me deixa um pouco menos crítica.

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Fizemos os pedidos rapidamente, uns 15 minutos depois o garçom veio pegar as bebidas e mais 20 minutos pra servir. Uma tragédia anunciada naquele momento. O serviço demorou mais que 40 minutos para trazer a entrada, a bendita salsichona alemã, que estava bem gostosa por sinal, mas o tempo de espera já me azedou ligeiramente. Dai para o prato principal foi uma derradeira… Não pude esconder a minha cara de decepção quando chegou meu prato, minha impressão é que o lugar tenta ser gourmet, mas não tem estrutura pra isso, chegou um corte que de “fino” e “requintado” não tinha nada, 3 dadinhos de tapioca que não estavam no ponto correto, certamente passou o tempo de cocção e a farofa.

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O prato do boy estava um pouco mais interessante, eu experimentei a costela defumada, estava muito gostosa. Nesse meio tempo eu observei umas 2 mesas reclamando do preço e dos pratos, eu fiz a fina e não reclamei, mas coitado do boy, ele ouviu minha lamentação. Eu amo sobremesa, chegou a hora! era uma mousse de chocolate com chantili e bolinhos de chuva, cara, mais uma decepção, a mousse parecia ter sido feito com péssimo chocolate e o chantili estava na consistência errada, parecia clara em neve. Eu deixei no prato.

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prato do boy

Resumo da ópera: eu fiquei muito decepcionada com o serviço, o lugar é legal, mas eles não tem estrutura para atender uma alta demanda, ou basicamente a quantidade de mesas que eles dispõem. A comida é boa, mas não compensa a dor de cabeça que passei esperando a vida toda para comer um prato mal executado.

Muito me admira que eles tem carnes como kobe beef, será que eles conseguem servir bem uma “iguaria” tão cara?

Sobre os preços: na Restaurante Week o valor do almoço fica 41,90 + 10% sobre serviços e bebidas. O total do almoço foi 120,00 não foi caro, mas considerando o serviço, sem or. Eu não volto mais.

Fica aqui o relato.

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