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10nov

As coisas que as pessoas nos deixam

Postado por às em Relacionamento

 

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Esses dias eu estava conversando com um amigo e falando pra ele que eu comecei a ouvir mpb por causa de um crush que amava e eu entendia zero sobre, esse amigo de certa forma tirou sarro pelo fato, e não concordou com esse meu jeito. Eu fiquei pensativa, argumentei com ele que achava isso super legal, por que a gente tem que se abrir pras coisas, e essa é uma bela maneira de conhecer outras músicas, outros jeitos, outras culturas.

Ai tem semanas que eu ando pensando nessa conversa, e parei pra analisar nos meus últimos *relacionamentos* e posso pontuar cada pequena coisa que eles me acrescentaram, coisas que aprendi, gostos que adquiri e também observo isso neles.

Sim, quem não stalkeia os antigos boys e vê o que eles andam fazendo? Confesse! Com isso, posso ver que deixei de certa forma um legado, um aprendizado. Acho que isso é deveras legal, afinal, nós estamos aqui para aprender, evoluir e conhecer sempre mais, independente do rumo que a vida toma, das separações que nos faz transpor.

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Com um boy eu aprendi a ser coração de pedra, com o outro, a me entregar mais, deixar as coisas rolarem, outrora, eu aprendi a gostar de música sertaneja, tempos depois, aprendi a ver positividade e estar aberta a novas situações, mesmo que eu deteste algumas delas. Um outro me ensinou a gostar de jazz e mpb, de ter vontade de voltar a ver teatro.

Foram tantas as coisas, que pensei em escrever esse texto para convidar você a refletir sobre as mudanças que as pessoas nos trazem, e quanto isso nos faz mudar, constrói nossos gostos, personalidades e por fim, concluir que devemos nos manter em evolução, não deixar de relacionar-se, por um fim ruim, ou por uma mensagem visualizada e não respondida.

05set

Um dia você vai…

Postado por às em Episódio de Hoje, Relacionamento

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[Você pode ler esse texto ao som de Felicidade, do Marcelo Janeci]

Um dia você vai sentar numa mesa de bar com um cara que não vai te julgar por quantos copos de cerveja você bebeu, quantos shots de algum outro alcoólico estranho você virar. Vocês vão passar horas rindo, falando amenidades e coisas sérias, como se conhecessem há anos.

Vocês vão sentir desejo e reciprocidade. E não haverá necessidade de explicação, todo julgamento será extinto. A atração ultrapassará a “coisa de pele” e se tornará admiração.

As milhões de mensagens e os encontros em qualquer dia da semana, derrubarão o mito do “sumiu e não ligou no dia seguinte”. Vocês vão se ver e andarão de mãos dadas, sem vergonha, sem medo, mas com um sentimento de “estou me fazendo feliz”.

Vocês terão o colo de um ao outro pra chorar, o ombro pra apoiar, e o abraço pra lembrar sempre que vai ficar tudo bem.

Vocês terão milhões de diferenças e outras milhões de semelhanças. Mas ao final do dia, vão tentar fazer disso tudo, aprendizado.

Um dia, você vai pensar que idealizou tanto algo que, na verdade, queria mesmo é que viesse assim, de surpresa, fora da curva, que atropelasse todos os seus “achismos” e teorias sobre relacionamento. Porque na verdade, relacionamento tá longe de ter uma fórmula, tá longe de ser um plano, tá longe de qualquer entendimento. Mas acontece. Um dia.

***Este post foi escrito por Patrícia Mascarenhas que é uma querida amiga e leitora do EdH***

29ago

Nós precisamos parar de mentir

Postado por às em Relacionamento

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Você mente, eu minto, todos nós mentimos, diariamente e da pior forma possível, mentimos para nós mesmos, sobre aquela vontade de sair desse trabalho chato, sobre o relacionamento que não está tão bom quanto antes, ou sobre com qual das pessoas que estamos saindo/conhecendo realmente queremos ficar.

Sobre o real motivo de dizer adeus, sobre não querer ir naquele jantar com os amigos só pra ficar assistindo Netflix, sobre saber o que queremos nos próximos anos. Eu tive um chefe que sempre me falava “não se engane Taína” e apesar de não entender claramente naquele momento, ele sempre teve razão:

“mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira”, já dizia o Renato Russo.

Acho que isso é importante, pois você leva outras pessoas ao erro também, você pode dizer para si mesmo que não quer um relacionamento, mas no fundo tá ali torcendo pra mudar de status no Facebook.

Você pode viver dizendo que se assusta com pessoas que se apaixonam rapidamente, mas no fim quer mesmo é conhecer aquela garota que em duas semanas de saídas com você vai declarar nas redes sociais que está se sentindo apaixonada – inserir emoticon com olhinhos de coração – risos.

Quando você se conhece, se liberta dos próprios traumas e é capaz de jogar limpo, de enfrentar o que você realmente quer e ter coragem para viver, mudar de emprego, mudar de país, mudar de profissão e ir atrás do que te faz feliz.

Mas é importante salientar que é da natureza humana o relacionar-se, e partindo do pressuposto de que você não é leal aos teus desejos, como poderá fazer feliz o teu boy, tua crush? Estarás mentindo para você e para ele/ela e o resultado sempre será algum coração partido.

Mas como eu sempre digo: toda pessoa entra na sua vida para lhe ensinar algo, que aprendas a ser honesto contigo antes de com qualquer outro.

13jan

A gente deveria se perdoar

Postado por às em Relacionamento
Shailene Woodley e Miles Teller em cena do filme The Spectacular Now, de 2013.

Shailene Woodley e Miles Teller em cena do filme The Spectacular Now, de 2013.

[Você pode ler esse texto ao som da música Deixa eu te Falar, do Silva.]

Eu perdoei sua falta de atenção. Lembra quando ela me tirava do sério? Eu ficava bravo e sempre brigávamos? Era uma besteirada só, briga por uma coisa tão boba. Sua falta de atenção era totalmente ligada à minha chatice, lembra como eu era chato com isso? Fazia com que a gente brigasse, claro que alguns segundos depois estávamos bem e da mesma forma que você perdoava minha chatice eu perdoava sua falta de atenção.

Um dia você falhou comigo, prometeu algo e não cumpriu, fez com que uma parte de mim ficasse triste, me fez chorar. Meses antes eu disse algo que te deixou triste, que fez com que você repensasse toda nossa relação. Essas duas falhas, vindas de ambos os lados, nos machucou e nos distanciou um pouco. Continuamos sendo esses parceiros que somos, essa dupla que dava certo, mas sem aquele amor todo. Tempo depois, a gente estava fazendo planos de novo, de ficar juntos, viajar juntos. A gente se perdoou.

E hoje, novamente, estamos naquele ponto em que precisamos perdoar e aceitar o erro do outro. Aceitar que ninguém é perfeito, que as pessoas erram e que erros acontecem. Você não consegue saber o que estou sentindo e eu não consigo entrar na sua mente para ler seus pensamentos, então estamos os dois em pontos diferentes, com pensamentos diferentes e com ideias completamente distintas. Mas ainda assim, a gente deveria se perdoar.

O perdão não seria uma questão de obrigação, daquele momento de “precisamos ficar bem”, claro que não! É mais uma questão de “por que não?”, a gente se dá tão bem juntos, essa coisa que temos, essa parceria que faz da nossa relação algo tão especial merece esse novo suspiro. Não digo que mereça uma nova chance, pois sempre merece, o que merecemos aqui é ser feliz. A gente deveria se perdoar.

É tão difícil encontrar um amor, se conectar com alguém e se sentir bem quando aquela pessoa deita em seu peito, que é bobagem perder esse tipo de toque, esse tipo de relação, esse sentimento. O amor é fácil, nós que dificultamos tudo.

14dez

Ninguém se importa

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Eu sempre fui muito boba em relação as minhas amizades e relacionamentos, eu sempre me preocupei demais, eu sempre fui a parte que cede, que não quer brigar, mas também vi que alguns casos eu sou a parte que se importa mais, e ver isso as vezes dá uma puta dor no coração.

São pequenas coisas, como por exemplo quando você sempre espera aquela sua amiga do trabalho pra almoçar no horário que ela precisa ou pra tomar café e num outro dia você observa que ela não faz questão de esperar caso você precise mudar de horário.

Também acontece quando um amigo te convida para fazer um programa e você sempre está disponível para curtir com ele, nos termos dele, mas quando o contrário acontece, a disponibilidade não é a mesma.

Não estou falando de grandes amizades, os exemplos acima são pequenas coisas que acontecem no dia-a-dia, relacionamentos que não são tão profundos, mas que são diários, necessários. Mas isso também acontece nos relacionamentos amorosos, quantas e quantas vezes você já fez o papel da pessoa que gosta mais? Convenhamos, sempre existe esse papel e claramente é a pessoa que mais sofre, mas também a que mais vive o amor.

E quando você faz questão de mandar mensagem, de avisar quando chega, de criar planos e pensar em lugares diferentes para ir no final de semana e de estar ali sempre disponível para o namoradinho, mas na verdade, ele nem está tão ligado assim? Ou não faz tanta questão? É difícil ser essa parte, é complicado tentar entender as pessoas, mas acredito que isso é reflexo de uma alta disponibilidade que no fundo é minha culpa, talvez eu devesse ser menos tranquila e pré-disposta, mas eu não sei mudar, quando eu gosto da pessoa, seja amigo, seja um amorzinho, eu quero agradar, eu quero ajudar, as vezes não funciona, mas quem se importa?

niguem

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