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30nov

Especial Chile: Vinícola Undurraga

Postado por às em Episódio de Hoje, Vale a pena?, Viagem, Vinho

vinicola undurraga

Eu confesso que estava muito empolgada para visitar as vinícolas chilenas, e que esse era meu principal objetivo no Chile. A vinícola Undurraga estava cotada entre as mais bonitas e com o melhor passeio. Foi uma grande correria conseguir contratar um tour para nos levar até lá, uma vez que eu só tinha uma tarde para isso, já que na manhã estávamos conhecendo a Concha Y Toro.

No último minuto do segundo tempo eu consegui bookar o passeio, pá, super feliz! Saímos da Concha Y Toro e em uma hora nosso transfer estaria nos esperando no hotel. Correria, mas já adianto que valeu a pena demais.

Encantada 🍷 #wine #winetasting

Uma publicação compartilhada por Taína Sena (@tainasena) em

Chegando lá o visual já causa um grande impacto, a vinícola é linda, com jardins cheio de rosas e outras plantas. Começamos o tour com um senhor muito simpático, que está na vinícola tem 30 anos. Conhecemos um pouco da história da família Undurraga, que já não é mais dona da vinícola, conhecemos a plantações e muitas histórias sobre o plantio das uvas. Uma coisa que me chamou a atenção foi que em frente as “carreiras” das plantas, sempre havia um pé de rosas, a princípio pensei que poderia ser para enfeitar, mas na verdade o guia explicou que elas ficam posicionadas ali para que caso alguma peste ataque a plantação, a rosa vai ser a primeira a sofrer, assim, dando tempo para tentar proteger as parreiras de uva. Também foi super interessante entender que as uvas para vinho, não são como as que conhecemos, na verdade elas são super pequenas, eu não vi nenhuma madura, mas eles explicaram que a uva precisa ser menor para garantir mais açúcar e outras coisas mais.

Daqui que nascem as uvinhas #wine #winetour #vinho Uma publicação compartilhada por Taína Sena (@tainasena) em

Conheci as famosas barricas onde se deixa o vinho guardado, descobri que tem dois tipos: as francesas e as americanas, parece que a francesa é melhor, por que os poros são mais apertados, fazendo com que a qualidade do vinho seja melhor, que tenha menos escape de álcool e por fim, que adicione mais características ao vinho.

Eu poderia falar tanta coisa que aprendi nessa viagem sobre as barricas, sobre os processos, mas o post vai ficar muito longo!

A parte mais legal pra mim nesse tour aconteceu na hora em que chegamos até a sala de aromas, eu pirei, claro. Entender e saber identificar aromas no vinho era uma das minhas “metas” de aprendizado e essa sala ajudou muito na construção do meu “banco pessoal” de aromas. Espero ter guardado alguns na cabeça/nariz.

Depois dessa parte, finalmente partimos para degustação dos vinhos, e me surpreendi com as produções deles, a alta qualidade dos vinhos, indo do mais barato ao mais caro, não foi perceptível uma queda ou aumento tão brusco de qualidade no vinho.

O mais legal foi no final ver o Jader tentando encontrar os aromas e cada um dos vinhos que experimentamos, isso por que ele sempre zombou desse meu hobby e agora ele felizmente foi seduzido pela grande brincadeira que é beber vinho.

No final do tour passamos na lojinha e compramos mais algumas garrafas e claro, levamos a taça que vem de brinde quando você faz o tour.

O valor do tour ficou em 25 mil pesos chilenos, que deve dar algo em torno de 130 – 140 reais e na minha opinião vale demais!

26out

Avaliação de Vinho: KIDIA Reserva

Postado por às em tipos de vinho, Vinho

vinho kidia reserva

Digamos que eu ando estudando bastante para tentar entender melhor sobre o mundo dos vinhos… e tenho uma novidade super legal! em dezembro vou fazer um curso com certificação internacional! Estou mega ansiosa! Hoje eu vim fazer uma avaliação do vinho Kidia Reserva, um chileno que não me agradou muito, mas calma, gosto é gosto né? Confira quais foram as minhas observações:

Durante a minha busca por entender mais sobre vinhos e uvas, a experimentação é a melhor ferramenta, ou seja, beber vinho! Acho que toda vez que vou comprar uma garrafa eu busco referências na internet, como existem muitos tipos de vinhos e de vinícolas, nem sempre encontro um post ou opiniões, e ai é preciso usar as minhas referências e chutar! nem sempre dá certo.

Meu bar estava vazio e então eu resolvi sair pra comprar algumas bebidas, fiquei sabendo que o Pão de Açúcar estava oferecendo uma promoção para vinhos chilenos e argentinos com 30% de desconto e resolvi aproveitar, escolhi duas garrafas, o Kidia Reserva e o Trapiche Roble.

Hoje eu vou falar somente o Kidia: levei em consideração o preço, estava 65 reais fora os 30% de desconto, já achei uma boa, depois pensei na uva, era cabernet sauvignon, uva preferida por 80% das pessoas, eu me incluo nessa estatística. Na garrafa havia uma informação sobre um prêmio de melhores vinhos do Chile, foi mais um ponto para levar a garrafa. Por enquanto essas são as variáveis que eu consigo considerar no quesito “como escolher um vinho”.

Quando chegou a hora de degustar o vinho, que é a hora da verdade, eu me surpreendi e não gostei muito do que ele entrega, mas gosto de salientar que isso é uma questão muito subjetiva, o vinho tinha uma alta adstringência, que é quando começa a dar aquela “amarrada” na boca, sabe? E essa é uma das características de alguns tipos de vinhos que eu não aprecio. Era encorpado, forte, de um rubi profundo, um vinho difícil de beber, precisa dar aquela respirada e deve acompanhar pratos mais fortes, tais como: queijos, carnes e aqueles antepastos como berinjela, que foi inclusive o que acompanhou meu vinho. O álcool também era muito presente.

Então, uma dica que posso dar pra você que gosta de beber vinhos, comece entendendo o seu gosto, o que agrada seu paladar? Essa é a grande chave pra começar a escolher melhor os vinhos, mas óbvio, não é garantia de sucesso, até por que o vinho tem muitas questões.

Vou finalizando aqui e espero que esse texto chegue nas pessoas que gostam de ler sobre vinhos e aquelas que estão no mercado nesse momento procurando uma referência sobre o vinho.

13set

Quanto custa jantar no Praça São Lourenço?

Postado por às em Quanto custa?
Fonte: Praça São Lourenço website

Fonte: Praça São Lourenço website

O mês de agosto foi cheio de visitas a novos restaurantes e vai ter muito material para os próximos dias, vou começar falando sobre o jantar no Praça São Lourenço, tradicional restaurante em São Paulo.

Foi por conta de um compromisso de trabalho que finalmente fui conhecer o Praça, me lembro de ter colocado ele na minha to-do list, mas ficou muito atrás, já que o mercado gastronômico está super em alta, oferecendo uma grande gama de novos lugares para ir.

O restaurante fica na Vila Olímpia e tem uma paisagem linda, com um grande jardim e até um mini rio cheio de carpas, é um ambiente super agradável e conta com uma equipe de serviço bem treinada. Cheguei antes para garantir a reserva e pude observar os detalhes da ambientação e de como os garçons se comportavam.

Esse é um lugar legal que você pode levar sua namorada, ou realizar um jantar de negócios, como foi o meu caso. A sugestão de local veio do presidente da empresa, logo, uma garantia prévia de que o lugar proporcionaria uma agradável noite.

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Começou o serviço, as entradas foram pedidas, pães e frios que além de bonitos, estavam deliciosos, dei uma olhada no cardápio, 28 reais, tinha um pão com fermentação natural (amo), pão de queijo “Serra da Canastra”, presunto parma e chorizo espanhol. Achei bem digno.

Para o prato principal, entre muitas opções, resolvi tentar algo diferente, pedi o polvo com mil folhas de mandioquinha, tinha mais coisas no prato, mas sem or, que delícia. Destaque para o mil folhas que me surpreendeu demais (86).

Para beber nós tomamos vinho, como eu estava dirigindo, me deixei tomar uma tacinha, intercalando com água, o presidente da empresa quem escolheu o rótulo, e pela conversa que tivemos, ele entende bem de vinhos, fomos com o espanhol Finca Resalso 2015 e depois um Chileno cabernet sauvignon (clássico!) Montes Alpha (153 – 212 respectivamente).

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Fechando com chave de ouro, escolhi a sobremesa Don Pedro, um sorvete de baunilha com mascarpone, nozes pecã e um pãozinho com flor de sal (32), confesso que não gostei muito, mas trata-se mais de uma questão de paladar.

Por fim, gostei muito do ambiente, o serviço sempre muito prestativo e a qualidade dos produtos servidos ali foi muito além do esperado. Fica a dica e garanto que você vai gostar muito da experiência proporcionada pelo Praça São Lourenço.

 

Serviço

Casa do Ator, 608 – Vila Olímpia – São Paulo

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