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06jun

Vinícolas Chilenas – Conheça de perto

Postado por às em Gastronomia, Viagem, Vinho

fonte: divulgação

O Chile é um destino muito procurado no inverno por brasileiros que curtem o esqui na Cordilheira dos Andes. Mas esse roteiro pode ser combinado com o que os chilenos fazem de melhor: o vinho.  Eu já estive por lá e conheci algumas vinícolas chilenas, mas ainda tem muita coisa pra ver! Tem bastante conteúdo que deixei no meu insta, segue ai! @tainasena

Leia mais: Vinícolas no Chile

Lançada especialmente para o turista brasileiro, Vinícolas de Autor tem 3 rotas no Valle de Casablanca, todas a 40 minutos de Santiago, entre a capital e Valparaiso – Viña Del Mar.

 

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Nasci pra isso #wine #winetour #winetasting

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Nessas rotas o turista pode degustar vinhos sofisticadíssimos, feitos com a paixão de seus autores, praticar a mais rica gastronomia nacional e internacional e ainda desfrutar de acomodações exclusivas. E tudo isso em períodos que variam de 1 a três dias de passeio.

O diferencial destes roteiros é a atenção e o cuidado com que são tratados tanto os visitantes quanto os vinhos criados pelos proprietários das vinícolas. Os tours pelas propriedades são intimistas, tranquilos e incluem degustações dos melhores vinhos do continente, preparados segundo filosofias específicas de seus autores, que tratam o produto como uma obra de arte. Eu adoro esse tipo de tour, pois você consegue entender um pouco mais da essência da vinícola, ter um contato mais próximo com o produtor.

fonte: divulgação

Os roteiros também se destacam pelas impressionantes paisagens do Valle de Casablanca e pela ótima gastronomia da região, baseada em frutos do mar e grelhados.

Sobre preços! Bora saber uma média?

Atualmente, há três roteiros disponíveis aos brasileiros. Em “Experiência do Autor” (a partir de R$ 1.670,00 para duas pessoas), casais conhecem os bastidores de seis vinícolas autorais, além de degustar seus vinhos nos charmosos cenários do campo e da costa chilena. O roteiro também inclui hospedagem e a sugestão de almoço no restaurante Macerado Algarrobo.  “Vinhos e a Brisa do Pacífico” (a partir de R$ 278 por pessoa) é um passeio de apenas um dia que, além de uma refeição, permite aos visitantes tours e degustações em três vinícolas diferentes, cujos vinhos e paisagens são marcados pela proximidade com o litoral. Por fim, o roteiro “Os Vinhos e o Valle” (R$ 328 por pessoa) oferece tours e degustações por três vinícolas que margeiam as belas paisagens nas encostas das montanhas do Valle de Casablanca.

Brasileiros podem ir a Santiago por meio de voos diretos que partem do Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. A partir de julho, também será possível viajar para o Chile saindo de Recife.

Vocês já foram para o Chile visitar vinícolas? conta ai!

 

Vinícolas de Autor – Valle de Casablanca, Chile

Instagram: @vinicolas_de_autor

Site: www.vinicolasdeautorchile.com

 

09jan

Viagem a Bento Gonçalves: Miolo

Postado por às em Gastronomia, Viagem

Vou começar a falar um pouco sobre a viagem a Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. Estava nos meus planos fazia um bom tempo conhecer a terra do vinho no Brasil, e por uma confluência de oportunidades eu consegui marcar a virada por lá. Vou fazer uma série de posts sobre os lugares que conheci e gostaria de começar falando da minha primeira visita, a Miolo.

Conhecida por muitos brasileiros, a gigante do mundo dos vinhos me recebeu super bem, inclusive não poderia ter começado melhor! O pessoal da assessoria me ajudou com a visita e chegando lá fui super bem recepcionada pelo Yuri, que me apresentou toda a vinícola e contou sobre a história e sobre a produção de vinho na Miolo.

Começamos o tour com o jardim de espécies, um espaço lindo que traz várias espécies plantadas e o melhor, elas estavam dando frutos! Encontrei muitas uvas já maduras e pude experimentar. Eu nunca havia conseguido ver uvas prontas, foi muito emocionante.

Seguimos para a área de vinificação e depois para o alto da torre, onde soubemos que a vinícola está nesse mercado desde 1989, mas a história vem desde 1897 quando houve a chegada dos fundadores que iniciou seus trabalhos na viticultura desde sua chegada no Brasil. Na torre, pude ter uma vista ampla (e linda!) dos vinhedos e de toda a propriedade da família e degustar o espumante Milésime 2012, produzido pelo método tradicional, garantindo complexidade de aromas e sabores. Ah, de lá do alto dá pra ver também o famoso Lote 43.

Depois seguimos para a cave subterrânea e senhores, que belezura! Pude observar os barris cheios de vinho envelhecendo e também alguns espumantes em autólise. Em determinado momento, paramos para degustar mais 3 vinhos importantes da Miolo, o chardonnay Cuvée Giuseppe, que achei incrível e não consegui voltar pra buscar, o Merlot 2015 que é um vinho super premiado, com aromas abertos e super equilibrado na boca, tive certeza do por que foi tão premiado. Por fim, chegou a hora de provar o icônico Lote 43 2012 – e senhores, que vinho! muito aroma de couro, barrica, frutas negras e em boca está incrível, precisa respirar um pouco, sensacional.

Em sumo, eu fiquei muito contente e super na expectativa para os próximos passeios, a Miolo elevou demais minha experiência e pude ver com meus olhos a grandiosidade da vinícola, que ainda se mantém familiar, mas não se engane, ela é a maior exportadora de vinhos do Brasil e oferece opções que atendem públicos diferentes, desde quem bebe suco, até os enófilos mais aprofundados.

Se você estiver em Bento, aproveite para fazer o tour, não precisa agendar! Confira no site da Miolo.

Agradeço mais uma vez ao time que representa a Miolo e fique de olho nos próximos posts!

Leia mais posts sobre enoturismo!

 

 

 

 

07jan

Roadtrip para Belo Horizonte

Postado por às em Episódio de Hoje, Viagem
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Roadtrip Belo Horizonte

Ano passado no mesmo período eu estava escrevendo sobre minha primeira road trip, para a linda Curitiba. Para comemorar o final de 2017 nós resolvemos fazer mais uma viagem de carro, dessa vez uma road trip para Belo Horizonte, em Minas Gerais.

Mas por que escolhemos essa cidade? Dois pontos: no ano novo tá tudo pela hora da morte e por que eu sempre resolvo minhas viagens da noite pro dia. Passei uns dois dias fazendo cotações e já estava bem desistindo, quando me veio à cabeça procurar os custos para BH. Eita que bença! tava incrivelmente mais barato que qualquer lugar, óbvio, fora do circuito.

No mesmo dia bookamos o hotel e começamos os preparativos para a trip, detalhe: tudo isso foi decidido 6 dias antes da viagem! Ah como é bom ser vida louca!

Mas o que tem pra fazer em BH? No planejamento achamos programas culturais, restaurantes e bares, sim, porque BH não tem mar, só tem bar! heheheh

Carro com as manutenções em dia, comidinhas de viagem separadas, partimos eu o meu boy e as minhas filhotas, comecei dirigindo, por que me sinto mais segura nas estradas paulistas, mas a ideia era dirigir metadinha, eu fiquei animada e dirigi 400 km – sobe a plaquinha aqui de alegria pra quem morria de medo de dirigir e hoje tô assim, chic demais.

O caminho foi bem tranquilo, a estrada (Fernão Dias) estava super boa, achei bem sussa. Chegando lá, o hotel era uma delicinha, escolhemos o HolidayInn – eu já fiquei hospedada em alguns hotéis da rede, então sabia da qualidade prévia. Os quartos eram super gostosinhos, aconchegantes mesmo, a cama king, era maravilhosa.

Como sempre nas minhas trips eu procuro ir bem de boa, logo no primeiro dia fomos conhecer a Praça do Papa, indicação do meu migo Guto, que fez um mini guia pra mim! (<3) – de lá dá pra ver a cidade do alto, tem umas comidinhas de rua e tal, foi lá que meu boy experimentou o famigerado hot dog com uvas passas, sem or. As crianças brincaram naquele big espaço e voltamos pro hotel para descansar.

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Depois que as crianças dormiram nós fomos conhecer o Edifício Maleta, que é onde ficam os bares mais alternativos de BH, e claro, fui conhecer o Guto pessoalmente, uma vez que somos migos uns 6 anos e nada desse encontro acontecer. Encontramos também a Patty e o Danilo, foi uma noite gostosa, pena que o lugar fecha 1 da manhã. Diria que ele é bem alternativo mesmo, se você gosta de bares estrelados, não vá, mas se você quer um barzão, vai que é sucesso.

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No outro dia fomos conhecer a Pampulha e o Museu de Arte Moderna, estava um dia chuvoso, mas foi bem legal conhecer o museu e todas as suas peculiaridades, tinha arte em todo canto, inclusive embaixo das escadas, algo meio escondido. Depois fomos almoçar no Restaurante Xapuri, um lugar tradicional, estávamos muito afim de comer comida típica mineira. Foi uma delícia.

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No domingo escolhemos ver a feira da Afonso Pena, uma feira enooooorme que tinha de tudo, comida, artesanato, decoração e tudo mais. Emendamos no parque que fica na mesma avenida, bem grande também, mas achei um pouco largadinho, as vezes deu uma certa insegurança. Na volta desse passeio resolvemos curtir a piscina e a jacuzzi do hotel, just relax.

Nisso já foi a virada do ano, escolhemos passar lá na Pampulha para ver os fogos perto da lagoa, não conseguimos chegar a tempo e a virada rolou no carro mesmo, à caminho, risos.

Finalizamos a virada com um vinho branco do sul da frança bem aromático, com muito abacaxi, pão e baunilha, achei ele bem equilibrado, o nome era Ferrandiere, fica a dica.

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Por fim, acabou nossa trip em terras mineiras, eu não consegui comer pão de queijo, não me perdoo até agora, mas tudo bem, ainda volto pra conferir isso.

Beijos

30nov

Especial Chile: Vinícola Undurraga

Postado por às em Episódio de Hoje, Vale a pena?, Viagem, Vinho

vinicola undurraga

Eu confesso que estava muito empolgada para visitar as vinícolas chilenas, e que esse era meu principal objetivo no Chile. A vinícola Undurraga estava cotada entre as mais bonitas e com o melhor passeio. Foi uma grande correria conseguir contratar um tour para nos levar até lá, uma vez que eu só tinha uma tarde para isso, já que na manhã estávamos conhecendo a Concha Y Toro.

No último minuto do segundo tempo eu consegui bookar o passeio, pá, super feliz! Saímos da Concha Y Toro e em uma hora nosso transfer estaria nos esperando no hotel. Correria, mas já adianto que valeu a pena demais.

Encantada 🍷 #wine #winetasting

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Chegando lá o visual já causa um grande impacto, a vinícola é linda, com jardins cheio de rosas e outras plantas. Começamos o tour com um senhor muito simpático, que está na vinícola tem 30 anos. Conhecemos um pouco da história da família Undurraga, que já não é mais dona da vinícola, conhecemos a plantações e muitas histórias sobre o plantio das uvas. Uma coisa que me chamou a atenção foi que em frente as “carreiras” das plantas, sempre havia um pé de rosas, a princípio pensei que poderia ser para enfeitar, mas na verdade o guia explicou que elas ficam posicionadas ali para que caso alguma peste ataque a plantação, a rosa vai ser a primeira a sofrer, assim, dando tempo para tentar proteger as parreiras de uva. Também foi super interessante entender que as uvas para vinho, não são como as que conhecemos, na verdade elas são super pequenas, eu não vi nenhuma madura, mas eles explicaram que a uva precisa ser menor para garantir mais açúcar e outras coisas mais.

Daqui que nascem as uvinhas #wine #winetour #vinho Uma publicação compartilhada por Taína Sena (@tainasena) em

Conheci as famosas barricas onde se deixa o vinho guardado, descobri que tem dois tipos: as francesas e as americanas, parece que a francesa é melhor, por que os poros são mais apertados, fazendo com que a qualidade do vinho seja melhor, que tenha menos escape de álcool e por fim, que adicione mais características ao vinho.

Eu poderia falar tanta coisa que aprendi nessa viagem sobre as barricas, sobre os processos, mas o post vai ficar muito longo!

A parte mais legal pra mim nesse tour aconteceu na hora em que chegamos até a sala de aromas, eu pirei, claro. Entender e saber identificar aromas no vinho era uma das minhas “metas” de aprendizado e essa sala ajudou muito na construção do meu “banco pessoal” de aromas. Espero ter guardado alguns na cabeça/nariz.

Depois dessa parte, finalmente partimos para degustação dos vinhos, e me surpreendi com as produções deles, a alta qualidade dos vinhos, indo do mais barato ao mais caro, não foi perceptível uma queda ou aumento tão brusco de qualidade no vinho.

O mais legal foi no final ver o Jader tentando encontrar os aromas e cada um dos vinhos que experimentamos, isso por que ele sempre zombou desse meu hobby e agora ele felizmente foi seduzido pela grande brincadeira que é beber vinho.

No final do tour passamos na lojinha e compramos mais algumas garrafas e claro, levamos a taça que vem de brinde quando você faz o tour.

O valor do tour ficou em 25 mil pesos chilenos, que deve dar algo em torno de 130 – 140 reais e na minha opinião vale demais!

24nov

Como foi vistar a vinícola Concha y Toro, em Santigo no Chile

Postado por às em Comida, tipos de vinho, Viagem, Vinho

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Eu e Taína estávamos no Chile (em Santiago) na semana passada e fomos convidados para conhecer a vinícola Concha y Toro para contar pra vocês aqui no blog, pois nós adoramos vinhos, passeios e principalmente convites.

Nós fomos de Uber do nosso hotel, que ficava há 50 minutos da Concha y Toro. Foi super tranquilo e até mais rápido do que imaginávamos, no final chegamos alguns minutos antes do agendado. Chegando lá fomos avisados para procurar um moço chamado Estevam, que nos deu a direção certa e nesse momento descobrimos que o nosso tour seria privado, ou seja, um tour pela vinícola só comigo e Taína, e esse seria o Tour Marques de Casa Concha, um tour premium da vinícola.

Começou o tour com a Sommelier chamada Kerstin, que nos apresentou quatro vinhos do selo Marques de Casa Concha, a terceira linha de produtos da Concha Y Toro. Ela nos ensinou analisar a cor, o aroma e o sabor dos vinhos. A Taína que entende bem mais do que eu, e já tinha feito cursos, já estava habituada, mas pra mim foi uma novidade. Eu amei!

Os vinhos que experimentamos vinham acompanhados de queijos, eram quatro vinhos (Chardonnay, Pinot Noir, Carménère e Cabernet Sauvingnon) e quatro queijos diferentes que harmonizavam com os vinhos propostos de uma maneira deliciosa. Eu fiquei empolgado pois consegui sentir os aromas e também os sabores do vinho, foi muito legal aprender sobre as especialidades de cada vinho.  

All the Pinot, Pinot Grigio girls. Keep it real cold. Cause it’s a fired up world #grigiogirls #ladygaga #wine Uma publicação compartilhada por Jardinho 🌈 (@jaderplanob) em

Depois dessa sessão de experimentação (vip) seguimos para o tour com um rapaz super atencioso que nos levou para conhecer os arredores da vinícola e nos explicou sobre a fundação, sobre como a empresa está no mercado hoje, sobre os tipos de uva, de vinhos e nos levou para experimentar mais vinhos, além dos nos presentear com uma taça e também com a tábua de queijos que estávamos comendo.

A parte mais engraçada do passeio ainda estava para começar, foi quando entramos na sala para conhecer a lenda por trás de um dos famosos vinhos da casa. Como vocês sabem a Concha y Toro é responsável pela produção do Casillero del Diablo, que faz muito sucesso aqui no Brasil. E para nos apresentar a lenda por trás do vinho, nos levaram para uma experiência bem divertida (pelo menos no final foi). Eu e Taína ficamos numa adega com vários barris de vinhos, sim sozinhos, tudo ficou escuro e (eu fiquei com medo) começou a história do Casillero. Foi legal entender o motivo do nome do vinho que é um dos mais vendidos aqui no Brasil.

Após essa experiência do Casillero do Diabo, o tour estava acabando. Experimentamos mais um vinho, que fazia parte do tour e nos despedimos do moço. Eu e Taína estavamos super felizes pelo convite e pelo tour vip, além dos presentes que havíamos recebido. Mas não parou por aqui, o tour acaba no wine bar e comos já estavámos lá a Taína quis aproveitar e experimentar o icônico Alvaviva, que  é uma empreitada de duas empreas a Baron Philippe de Rothschild e a chilena Concha y Toro que queriam produzir um vinho diferenciado, um vinho de alta qualidade. E sim, foi isso que encontramos, que vinho!

O tour não pagamos pois fomos convidados, mas o preço do Tour é 17 mil pesos e o premium 24 mil pesos. O vinho Almaviva teve um custo aproximado de 700,00 reais (aqui no Brasil custa aproximadamente 1200 reais). Bebemos aquela maravilha e pegamos o uber de volta para a casa. Foi mega fácil pegar o transporte de volta, pois o local é super movimentado e não fica tão afastado. Eu adorei o passeio, adorei conhecer mais sobre vinhos e a experiência de beber vinhos onde eles são feitos é incrível.

Serviço:
Concha y Toro
www.conchaytoro.com
Segunda a Domingo, das 09h às 18h.
Reserva pelos e-mails: reserva@conchaytoro.cl

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