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19jul

Museu da Casa Brasileira apresenta edição especial de aniversário do Vinho na Vila

Postado por às em Bebidas, Episódio de Hoje, Vinho

vinho na vila

O Museu da Casa Brasileira,  apresenta a edição especial de aniversário de dois anos Vinho na Vila, nos dias 4 e 5 de agosto, sábado e domingo, das 10h às 20h. A entrada é gratuita, mas para degustação de vinhos e produtos é necessário adquirir ingresso.

Em edição especial no MCB, o evento agrega aos já usuais produtores de vinhos e espumantes de pequenas e médias vinícolas nacionais, expositores de diversos segmentos com o objetivo de entreter os visitantes e estimular a economia criativa. Estão confirmadas as participações de 18 vinícolas, 10 expositores criativos, 15 produtores de gastronomia artesanal, 4 de bebidas e 4 food trucks.

A partir das 14h, acontecerá a Pisa na Uva, experiência que revive a técnica tradicional de produção de vinhos. A atração promete divertir adultos e crianças e será realizada conforme a demanda dos participantes no local. Ainda para os pequenos, haverá o Espaço Kids, das 13h às 19h, no jardim do MCB, com jogos educativos, oficina de balão, roda de histórias, pintura facial e na mão.

Aos interessados em aprofundar seus conhecimentos sobre a produção nacional de vinhos, acontecerão dois bate-papos com especialistas. No sábado, a partir das 15h, o tema será Espumantes Brasileiros, oferecido pelo Ibravin – Instituto Brasileiro do Vinho e com integrantes das vinícolas do evento. No domingo, será a partir das 17h, sobre Vinhos Brasileiros, em que cada produtor contará experiências sobre sua região de origem, com oferecimento de Vinhos do Brasil.

vinhos

“A novidade desta edição de dois anos será a degustação de produtos. Como bons vinhos pedem boa gastronomia, para harmonizar, os visitantes poderão degustar queijos de qualidade de pequenos produtores, além de gins nacionais”, comenta Larissa Fin, idealizadora do evento.

“O Museu da Casa Brasileira realiza diversas feiras dentro de sua programação, como o Vinho na Vila, com o intuito de propiciar o contato direto entre o pequeno produtor ou artesão e o consumidor final, na tentativa de garantir a sustentabilidade desta cadeia produtiva”, explica Miriam Lerner, diretora geral do Museu.

O evento é gratuito, entretanto, para degustação de vinhos e produtos é necessário adquirir o ingresso, à venda no site do Ingresso Rápido por R$ 50,00 o primeiro lote, que dá direito a uma taça de cristal do evento e acesso a todos os rótulos.

Atrações confirmadas para os dois dias de evento:

Pisa da Uva: a partir das 14 horas Espaço Kids: das 13h às 19h com jogos educativos, oficina de balão, pintura facial e na mão e roda de histórias Bate-papo sobre Espumantes Brasileiros – Ibravin, a partir das 15h Bate-papo sobre Vinhos Brasileiros – Vinhos do Brasil, a partir das 17h

Expositores confirmados:

Academia do Pão, Acervo Chrome, Angeliz, Apothek Gin, Beggin, Belem Bakeri, Café 174, Caiu do Pé, Fourganic, Frigorifico Cancian, Jaishmade, Jupra, Lemanjue Cervejaria, Leppe, Livremente Kids, Mundo Pano, O Jambu Bags, Terra Tradição queijos e Vitafiori.

Vinícolas confirmadas:

Don Giovanni, Vinhos e Vinhos, Villagio Grando, Vinícola Goes, Vinícola Fin, Salton – Vinícola, Bueno Wines, Ovinho, Detetives do Vinho, Vinícola Aurora, Fazenda Santa Rita, Gallon Sucos, Don Guerino, Fabenne, dentre outras.

Food trucks confirmados: Mocotó, Carne Louca da Villar, Ruaa e Laguna Chopp Artesanal. 

evento de vinho

Edição anterior

Serviço:

Vinho na Vila

Dias 4 e 5 de agosto

Sábado e domingo, das 10h00 às 20h00

Entrada Gratuita

Patrocinadores: Vinhos do Brasil, Ibravin e Governo do Estado do Rio Grande do Sul

 

Museu da Casa Brasileira

Av. Faria Lima, 2705

Tel.: (11) 3032-3727

 

Ingresso degustação: R$ 50,00 – primeiro lote

http://bit.ly/VinhoNaVilaNoMCB *Degustação de vinhos com direito a taça de cristal do evento, que dará acesso a todos os rótulos.

 

04mar

Degustação de vinhos Brunello di Montalcino

Postado por às em Vinho, Você rica

Brunello

Na semana passada, o pessoal da Sonoma me convidou para participar de uma degustação super exclusiva de Brunellos di Montalcino, tradicional terroir italiano. São vinhos famosos por sua potência, tipo de produção e também por sua exclusividade, já que são vinhos mais caros, uma vez que seu processo de produção é um pouco mais difícil.

Em toda minha vida, já tomei pelo menos uns 4 Brunellos di Montalcino, é gente, é um vinho que começa com preços em 200 reais, no mínimo.

Sobre o Brunello di Montalcino

O Brunello é produzido da uva Sangiovese e tem denominação de origem controlada e garantida, aquela sigla DOCG, essa denominação traz algumas regras: o vinho tem que ficar minimamente 2 anos na barrica de carvalho e mínimo 4 meses em garrafa e tem mais uma série de regras mais técnicas.

brunello

Mas o que diferencia o Brunello de outros vinhos? basicamente seu terroir, traduzindo em miúdos: o lugar de produção, que contempla a sua temperatura, sua terra, formato de produção.

O Brunello di Montalcino é um vinho de guarda, que evolui em 10, 15 anos na garrafa, não que você não possa beber antes, mas esse tempo guardado faz com que o vinho evolua, seus taninos sejam “domados” e entregue mais complexidade de aromas e sabor na abertura da garrafa. Ah, ao se abrir um vinho como esse, é recomendado que você o faça com 8 horas de antecedência, para que o vinho “respire” e entregue toda sua versatilidade e potência.

No evento da Sonoma, experimentamos 9 Brunellos diferentes e fomos acompanhados do Sommelier responsável pela curadoria do e-commerce, explicando sobre os rótulos escolhidos e também contando histórias dos vinhos e tudo que envolve esse mundo.

Brunello di montalcino

A degustação foi acompanhada de um menu de carne e massa, que é a melhor pedida para esse tipo de vinho, com estrutura e complexidade. Um menu incrível do restaurante Modi, que fica ali em Higienópolis, perto do shopping.

Também experimentamos duas garrafas de  Rosso de Montalcino, que são vinhos mais fáceis de beber, com taninos mais amaciados, vinhos de entrada, como eles costumam dizer.

rosso di montalcino

Meu preferido foi o Barrici, que é um dos top 100 Brunellos da safra, segundo a Wine Enthusiast achei ele um vinho super complexo, com taninos ainda muito duros, daqui uns 5 anos vai ficar maravilhoso.

A Sonoma é um e-commerce super moderno, tem uma curadoria especial, traz vinhos para todos os bolsos, vinhos exclusivos e também alguns mais tradicionais. O que eu acho mais legal é que você vai encontrar vinhos de entrada, aqueles mais baratos e também encontra complexidade de um Brunello ou Barolo, entre outras denominações. Ah e outro ponto super legal, eles entregam em até 90 minutos nas regiões aqui em SP, testei o serviço e realmente eles conseguem cumprir a promessa, olha que eu morro bem longe né?

Eu adorei o evento e os vinhos que provei, vou mostrar cada rótulo lá no meu instagram – segue ai! www.instagram.com/tainasena

Se você quiser saber mais, o site deles é www.sonoma.com.br – dá um pulo lá e depois me conta!

24nov

Como foi vistar a vinícola Concha y Toro, em Santigo no Chile

Postado por às em Comida, tipos de vinho, Viagem, Vinho

conha_y_toro_vinicola

Eu e Taína estávamos no Chile (em Santiago) na semana passada e fomos convidados para conhecer a vinícola Concha y Toro para contar pra vocês aqui no blog, pois nós adoramos vinhos, passeios e principalmente convites.

Nós fomos de Uber do nosso hotel, que ficava há 50 minutos da Concha y Toro. Foi super tranquilo e até mais rápido do que imaginávamos, no final chegamos alguns minutos antes do agendado. Chegando lá fomos avisados para procurar um moço chamado Estevam, que nos deu a direção certa e nesse momento descobrimos que o nosso tour seria privado, ou seja, um tour pela vinícola só comigo e Taína, e esse seria o Tour Marques de Casa Concha, um tour premium da vinícola.

Começou o tour com a Sommelier chamada Kerstin, que nos apresentou quatro vinhos do selo Marques de Casa Concha, a terceira linha de produtos da Concha Y Toro. Ela nos ensinou analisar a cor, o aroma e o sabor dos vinhos. A Taína que entende bem mais do que eu, e já tinha feito cursos, já estava habituada, mas pra mim foi uma novidade. Eu amei!

Os vinhos que experimentamos vinham acompanhados de queijos, eram quatro vinhos (Chardonnay, Pinot Noir, Carménère e Cabernet Sauvingnon) e quatro queijos diferentes que harmonizavam com os vinhos propostos de uma maneira deliciosa. Eu fiquei empolgado pois consegui sentir os aromas e também os sabores do vinho, foi muito legal aprender sobre as especialidades de cada vinho.  

All the Pinot, Pinot Grigio girls. Keep it real cold. Cause it’s a fired up world #grigiogirls #ladygaga #wine Uma publicação compartilhada por Jardinho 🌈 (@jaderplanob) em

Depois dessa sessão de experimentação (vip) seguimos para o tour com um rapaz super atencioso que nos levou para conhecer os arredores da vinícola e nos explicou sobre a fundação, sobre como a empresa está no mercado hoje, sobre os tipos de uva, de vinhos e nos levou para experimentar mais vinhos, além dos nos presentear com uma taça e também com a tábua de queijos que estávamos comendo.

A parte mais engraçada do passeio ainda estava para começar, foi quando entramos na sala para conhecer a lenda por trás de um dos famosos vinhos da casa. Como vocês sabem a Concha y Toro é responsável pela produção do Casillero del Diablo, que faz muito sucesso aqui no Brasil. E para nos apresentar a lenda por trás do vinho, nos levaram para uma experiência bem divertida (pelo menos no final foi). Eu e Taína ficamos numa adega com vários barris de vinhos, sim sozinhos, tudo ficou escuro e (eu fiquei com medo) começou a história do Casillero. Foi legal entender o motivo do nome do vinho que é um dos mais vendidos aqui no Brasil.

Após essa experiência do Casillero do Diabo, o tour estava acabando. Experimentamos mais um vinho, que fazia parte do tour e nos despedimos do moço. Eu e Taína estavamos super felizes pelo convite e pelo tour vip, além dos presentes que havíamos recebido. Mas não parou por aqui, o tour acaba no wine bar e comos já estavámos lá a Taína quis aproveitar e experimentar o icônico Alvaviva, que  é uma empreitada de duas empreas a Baron Philippe de Rothschild e a chilena Concha y Toro que queriam produzir um vinho diferenciado, um vinho de alta qualidade. E sim, foi isso que encontramos, que vinho!

O tour não pagamos pois fomos convidados, mas o preço do Tour é 17 mil pesos e o premium 24 mil pesos. O vinho Almaviva teve um custo aproximado de 700,00 reais (aqui no Brasil custa aproximadamente 1200 reais). Bebemos aquela maravilha e pegamos o uber de volta para a casa. Foi mega fácil pegar o transporte de volta, pois o local é super movimentado e não fica tão afastado. Eu adorei o passeio, adorei conhecer mais sobre vinhos e a experiência de beber vinhos onde eles são feitos é incrível.

Serviço:
Concha y Toro
www.conchaytoro.com
Segunda a Domingo, das 09h às 18h.
Reserva pelos e-mails: reserva@conchaytoro.cl

01out

Como foi o curso de vinhos na Toque de Vinho?

toque-de-vinho

Vocês sabem, eu sou uma apaixonada por vinhos e sua cultura, cada vez mais eu tento entender um pouco mais sobre a parte técnica de se beber, sim, tem uma parte técnica. Aproveitando que meu aniversário estava próximo, eu andei pesquisando o pessoal da Toque de Vinho, que estava preparando um novo curso em setembro. Eu já fiz alguns, mas ainda tenho muito caminho e gostaria de aprender mais sobre as sensações do vinho na boca, como identificar sabores, aromas.

Depois de perguntar um pouquinho sobre o curso, eu resolvi arriscar. Eles prometeram um curso básico com sentidos, explicações mais sensoriais e foi exatamente o que eu queria. A loja e lugar do curso ficam em pinheiros, peguei um táxi e fui, claro, pq né? Se beber não dirija nunca. PFVR.

curso vinhos

Cheguei lá meio atrasada, pq né? Morar em Jandira e ir para Pinheiros às 19 não é uma tarefa fácil. Antes do curso começar teve uma degustação de queijos, azeites e antepastos, eu perdi, mas deu tempo de dar uma beliscada. Chegando na minha cadeira de estudos eu encontrei um balde de cuspir, 9 potinhos com líquidos e a apostila. A professora é uma sommelier super renomada e mostrou muita confiança nas informações.

Logo de cara eu tomei um tiro, por que eu não sabia que o álcool do vinho vinha da fermentação das uvas, que era algo natural, sempre achei que ele era adicionado posteriormente. Depois da parte teórica onde aprendemos alguns conceitos básicos, como as principais uvas, os lugares e os processos, fomos para a parte que eu achei mais interessante: a parte prática com os 9 potinhos.

Cada potinho tinha uma “solução” – água com açúcar, vodka representando o álcool, café, chá preto, suco de limao = acidez – entre outros. Nessa parte ela nos fez misturar alguns desses líquidos e entender como eles se comportam na boca, fazendo com que possamos entender melhor quando degustamos um vinho.

Depois desse exercício rolou a degustação de vários tipos de vinhos: espumante, branco, rosé, tinto, do porto, dando um total de 8 rótulos. O curso estava tao bom que se extendeu por uma meia hora a mais, eu já estava preocupada, porque já era tipo meia noite e meia de uma terça.

Aumentando meus conhecimentos em vinhos e espumantes #cursodevinhos #wine #winelovers @toquedevinho 🍷🥂

Uma publicação compartilhada por Taína Sena (@tainasena) em

Eu compartilhei tudo no meu instagram (segue ai! @tainasena) e uma galera ficou super interessada, por isso eu resolvi escrever esse post para contar um pouco mais como foi. O curso custou 250,00 reais e eu acho que super valeu a pena. Estou acompanhando eles pra ver se surge algum outro e ir aprofundando um pouco mais os meus singelos conhecimentos.

Se você se interessou, aqui estão as informações do lugar:

Toque de Vinho

João Moura, 531 – Pinheiros, São Paulo – SP – 11 3083- 2669

10fev

O que aprendi ficando um mês sem consumir bebidas alcoólicas?

Postado por às em Bebidas, Fitness, vida
se-beber-nao-case-filme

Bradley Cooper, Ed Helms, Zach Galifianakis e Justin Bartha em cena de “Se Beber, Não Case”, filme de 2009.

Eu sempre brinquei com meus amigos que eu “era alcoólatra e sabia disso”, era uma brincadeira boba, pois eu bebia quase todos os dias e tinha consciência disso. Beber cerveja, vinho ou vodka era tão natural quanto natural quanto beber água, aliás, passei muito tempo da minha vida consumindo mais bebidas com álcool do que sem, principalmente por não ter costume de beber refrigerantes sempre. Mas hoje faz um mês que não consumo nada com álcool, loucura né?

Eu fui o cara que não tinha bebidas sem álcool na geladeira, que fazia drinks com vodka de segunda-feira e achava isso norma, aliás, até hoje – sem beber – ainda continuo achando. Eu não fiz uma promessa nem nada, não passei por uma experiência de quase morte por causa da bebida, não feri ninguém, só pensei como seria minha vida sem beber e aqui estou. Esse texto é bem diferente do que vocês costumam ler aqui no blog, é algo ainda mais pessoal que aqueles posts românticos sobre amor não correspondido, é um texto sobre como foi meu primeiro mês sem álcool.

Quando eu decidi parar de beber, no dia 10 de janeiro, eu pesava 81 kg e estava acordando de ressaca, pois o sábado tinha sido um tanto agitado pra mim. Tirei a cerveja, tirei o vinho e a vodka e com isso, aliado a uma alimentação mais organizada, me fez perder 5 kg, sim em um mês. Hoje eu acordo mais cedo, disposto e também tenho mais pique para ir à academia. Como tento sinusite estou acostumado a ter dores de cabeça, pelo menos 2 vezes por semana, mas nesse tempo que estou sem beber tiver dor de cabeça apenas um dia, no dia que mudei de apartamento. Eu não sei que o fato de não ter dores de cabeça está ligado à falta de bebida, porém prefiro acreditar que ajudou um pouco.

Depois de dois anos dividindo apartamento com dois amigos, resolvi morar sozinho. Vocês sabem o que isso significa né? Não é de liberdade que estou falando, é de gastos. Hoje pago sozinho um aluguel e todas as contas no centro de São Paulo, tem internet, TV, gás, água e etc… Uma das últimas vezes que fui a um bar e em seguida na balada (enquanto ainda estava bebendo) gastei uma boa grana, algo em torno de 300 reais, em um dia. Acho muito? Acho! E agora estou há um mês sem esse tipo de gasto. Fui a baladas depois que parei de beber, aproveitei bastante o carnaval de rua de São Paulo e, somado meus gastos, não passaram de 20% do que gastei nesse última saída enquanto estava bebendo.

Eu não sei se pra vocês isso faz sentindo, mas pra mim faz tanto que estou pensando em continuar assim, com uma vida mais saudável, mais barata e mais responsável. Sinto falta de beber uma cerveja de vez em quando, ainda mais nesse verão escaldante que está fazendo em São Paulo, porém estou trocando por sucos, por muita água e – por mais incrível que pareça – não tenho do que reclamar. Eu estou bem e me preocupo em não ser aquele cara chato que julga os amiguinhos bêbados, pois é tão normal quanto estar sóbrio.

A Taína, que divide seus episódios aqui comigo, deu a dica pra eu fazer uma média de quanto economizei nesse tempo que estava sem beber. Vou tentar aqui:

Uma balada: três águas por 15,00 e teria gasto 120,00.
Três blocos de carnaval de rua: nove águas por 45,00 e teria gasto 300,00 (catuaba está custando 25,00 na rua, mores).
Quatro bares com amigos: 150,00 (bebi sucos variados) e teria gasto 400,00.
Dois encontros em casa/casa de amigos: 60,00 e poderia ter gasto 150,00.

No total, nesses 31 dias sem beber, eu gastei – com saídas em que normalmente beberia – mais ou menos 270,00, mas poderia ter gasto 970,00. Olha a economia? Eu chutava que gastava em torno de 600,00 por mês com bebidas, nessa conta aqui por cima gastei 700,00 reais, quase lá.

Esse texto não é pra dizer pra você “pare de beber”, pois não falarei isso. É um texto pra compartilhar com vocês essa minha experiência de um mês sem álcool e algumas das minhas vitórias nesse meio tempo.

Eu não sei por quanto tempo ficarei sem beber, não sei se vou parar de vez ou vou tomar uma cerveja ou um vinho de vez em quando, o que eu sei é que estou curtindo essa nova fase da minha vida.

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